Ama a Ti Mesmo
Para: Cléo Souza -
Quando te conheci !
Quando te conheci,
Muitos poemas ti escrevi,
Sempre disse neles,
que gostava de ti.
Mas, hoje escrevo, para dizer-te:
Que te amo muito e que abaixo de Deus,
Tú és a única razão da minha existência.
Sinto o teu perfume, no ar que respiro,
Sinto a tua voz, na brisa dos ventos,
Vejo o brilho dos teus olhos através das estrelas.
Vejo teu sorriso no abrir das flores,
Sinto que estais ao meu lado,
mesmo quando estamos distantes,
querida te amo muito, sou grato a Deus,
por ter nos unidos por todo esse tempo.
Nunca abri o meu coração !
Nunca abri o meu coração,
Para ninguém, como tenho feito
para ti, sinto a cada instante, o
quanto terei de lutar, para derrubar
ás muralhas que estão entre nós.
Querida, o que devo fazer, para ter-la
em meus braços ?
Pois nunca pensei, em toda minha vida,
que fosse capaz de amar alguém,
assim como te amo.
Teus olhos revelam-me, que és uma
mulher maravilhosa.
E o teu sorriso, confirma: O que
estar contido em teu olhar.
Uma nova história !
Nesta madrugada:
Deus, escreveu para ti
uma nova história.
Ele colocou, em teus lábios,
um novo cântico.
Então esqueça o teu passado e
olha para frente.
Nada de ficar contando, o teu
passado para ninguém.
Sabe por quê ?
Porque, o teu passado,
Deus lançou, no mar do esquecimento.
Se Deus, fez questão de esquecer o teu passado, então por quê ?
Tu tens quer, está trazendo a público ?
Esqueça a tua irmadade,
elas pregam o amor Deus,
mas não amam de verdade.
Deus do Universo
Ó Deus do Universo
Ó meu criador
A ti eu me rendo
Ó meu Redentor
A ti eu me rendo
De coração
Ó Deus do Universo
Ó Deus de Abraão.
As tuas promessas
Nunca vão falhar
Aqui neste Mundo
Ao de germinar
Eu sei que és digno
De adoração, ó Deus do Universo
Ó Deus de Abraão.
Meu Cristo, querido
Meu Senhor amado
Na cruz morreu,
Pelos os meus pecados.
Ó Jesus eu ti louvo decoração
E te agradeço, meu querido irmão
Deixar-te tua glória, pra morrer na cruz
Por meus pecados, queridoJesus.
Meu Cristo eu ti louvo enquanto
Aqui viver e após minha morte
Meu louvor vai permanecer.
Contigo na glória, irei me encontrar
E pra sempre Jesus
Irei te louvar.
E pra sempre Jesus,
Irei ti louvar.
Cinzas ao mar...
Fogo! Da fogueira que acende por amar-te!
Ardor! Do sentir que por ti exala!
As migalhas lançadas para que lentamente
Sinta o gosto dos teus lábios...
É a sintonia do desejo de ter-te ao meu lado.
Explicar o que não se explica!
Implico! Impossível é não querer-te,
Perto estou de afogar-me nas lágrimas que escorrem
Por esta face triste e abatida!
Não suporto mais viver ao léu de tanta agonia,
Se o meu prantear é nostalgia!
Logo, meu corpo será de outro corpo,
Minha vida será de outra vida,
Meus pensamentos estarão noutro lugar,
Meu desejo apenas de amar-te.
Põe-se comigo a relutar,
Veja! Estou quase morta!
Sucumbida pelos vermes da paixão,
Iludida por palavras vazias que jogastes ao vento
Quando juravas amar-me de todo coração!
É desse amor que falavas?
É com tamanha covardia que de mim zombavas?
Portanto, não serei mais uma alma a vagar,
Não mais serei uma pedinte a clamar!
Volte! Volte a amar-me!
Outrora afugentarei momentos de silêncio,
Roerei minhas unhas e sofrerei a míngua
Por todos os dias que assim o necessitar,
Mas, nalguma hora, vazia, fria, solitária e seca...
Voltarei para mim, olharei para o espelho em pedaços,
O segurarei sem nenhuma força em meus braços,
Secarei da minha face esta última gota a secar,
Juntarei as cinzas de este meu lamentar e definha-me a vida
Em regressar!
Os restos serão levados pelos ventos do espírito,
O mau cheiro da dor seguirá logo atrás,
Os ossos quebrados serão sarados e os frangalhos defasados pelo mar.
Eu, em minha mais nobre lição do amar,
Saberei responder quantas vezes for preciso, quando o amor pelo meu nome chamar!
Espere-me
Espere-te
Encontra-me
Encanta-me
Seja minha presença em ti
E tu em mim.
E o amor?
Esse, que nos acolha.
Lene Dantas.
Meu Querido
Meu coração palpita
Diante dos teus encantos
Tu és o meu querido
E por ti desfaleço de amor
Seus braços como rochas
Abrigam-me num abraço
Adormeço ternamente
Mas meu coração é desperto.
Em sonhos escuto tua voz
Que alimentam meus ouvidos com favo de mel
E me faz entontecer entre astros.
Desejo apaixonadamente sua sombra
Não morrerei – Continuarei vivendo.
Para por em seu coração um selo com o meu nome.
___ Lene Dantas.
Ta na hora de cuidar mais...
Cuidar mais dos afetos, cuidar mais de ti.
Serenidade para este dia !
_____Lene Dantas.
O hoje é toda minha vida. O hoje é o instante certo de me salvar. O hoje ta chamando por ti. Não deixe o hoje passar sem abraçar-se nele. Mesmo que não entenda este momento... Seja o melhor nele.
Lene Dantas
Que seja paz, que seja fé, que seja amor. Que em ti se encontre o bem, pois hoje tu patilhas o melhor que há em ti e isso já é um milagre, já é o sagrado agindo em seu coração. Não importa que algumas vezes tu encontre desamor, isto é o percalço do caminho e é necessário sabe, é preciso que algumas vezes a decepção bata forte na gente porque temos que aprender, temos que nos modificar, temos que mudar o rumo e tentar nos reconhecer em diversas situações. Doer faz parte, não é fácil mas te ensina. Então não desiste do seu caminho, há tanta semente esperando para brotar, há tantas flores que vão perfumar seu jardim. Acredita e vai com fé, há muita vida ainda para se viver!
Lene Dantas
“Eu não morreria por ti” Parte 2.
Não, eu não morreria por ti.
Pois morrer é o fim, e eu busquei o começo.
Viveria por nós, se houvesse um "nós" inteiro.
Tentei por nós, até que o cansaço
se tornasse o único laço
que ainda me prendia ao teu lado.
Nas tuas águas, mergulhei sem fôlego.
Nas tuas crises, fui o porto que não tive.
E nos teus silêncios sombrios,
tentei iluminar caminhos que você insistia em apagar.
E em um poema que agora se transforma,
escrevo o que sobrou de mim.
Se um dia leres estas linhas,
não me chames de tolo por ter partido...
chama-me de corajoso por ter desistido
de quem já havia desistido de si.
Às 23h47, não há mais o peso da espera.
Amei-te por quem tu eras,
mas não posso amar quem te tornaste
para justificar o vazio que criaste.
Teus mil e um defeitos eram aceitáveis,
mas a tua cegueira tornou os meus esforços invisíveis.
Tu escolheste ver apenas o raso,
enquanto eu te oferecia o oceano.
Trataste o sagrado como uma simples paixão,
algo que desabrocha no tédio e morre na primeira confusão.
E assim, como meu último ato de cuidado — por mim:
Não, eu não morreria por ti.
Eu escolhi viver sem ti.
Quero captar o melhor de ti , tocar como o vento toca às folhas , sentir como o pulsar do meu coração e me entregar como faço nas orações .
TENHO VERGONHA DE TI
Tenho vergonha de ti...
Que ignoras a verdade e coaduna com a mentira de poucos.
Que durante anos lutou pela liberdade de expressão e pensamento,
E hoje vive escravo de uma democracia, que oprime a muitos.
Que diz ser brasileiro não por amor a sua terra,
Mas por conta de um misero grito de gol.
Que se enrola na bandeira, e diz ter orgulho de um time.
E o seu País ?
Um povo que mal sabe cantar e honrar o seu hino.
Que vende sua terra por trocados, para salteadores, que se travestem de homens públicos.
Rui Barbosa, vibrava ao ouvir o seu hino, e jamais se enrolou na sua bandeira.
Muitos não sabem o grande homem, cidadão, patriota que era Rui.
Muitos não sabem nem o que é Constituição Federal....
Não sabem a capital dos estados da Federação
Não sabem nada..
Sabem sim, o nome de cada guerreiro que vai disputar um mundial futebolístico,
E estes são os heróis da nossa Patria ?
E os heróis que sobrevivem com salário que mal dá para alimentar-se ?
E os heróis que não tem educação, saúde e emprego ?
E os heróis que não tem dignidade ?
E os Direitos Fundamentais, são desprezados.
Realmente, O POVO é herói.
Por isso que um pouco de comida e dinheiro,
Faz surgir novos senhores feudais contemporâneos,
Que tomam o poder, e engavetam interesses coletivos,
Em prol dos seus interesses particulares.
Rui Barbosa sentia vergonha:
“Tenho vergonha de mim
pois faço parte de um povo que não reconheço,
enveredando por caminhos
que não quero percorrer… “
Eu, tenho vergonha de ti,
Que não sabem a força que tem.
Que não sabem pleitear os seus direitos.
Que jogam fora a sua soberania.
Deixamos os valores se perder.
O corrupto, controla o poder.
O honesto foge para não morrer.
Rui Barbosa tinha do que se envergonhar:
” De tanto ver triunfar as nulidades,
de tanto ver prosperar a desonra,
de tanto ver crescer a injustiça,
de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus,
o homem chega a desanimar da virtude,
a rir-se da honra,
a ter vergonha de ser honesto “.
Eu, tenho vergonha de ti, e me envergonho,
Ao lutar pela verdade,
De fazer valer a justiça,
Resgatar valores perdidos,
Honrar a pátria amada.
Mas Rui Barbosa, sentiu o mesmo sentimento que eu:
“ Ao lado da vergonha de mim,
tenho tanta pena de ti,
povo brasileiro !”
AUTOR: Atila André de Negri Fonseca.
A arte de voar
Então...
Escreva
para sair de ti
e invadir o outro
sem permissão ou aviso
sem culpa
Escreva
para libertar-se
para nutrir a alma de sentimentos
a tua, a minha... de todos
Então...
escreva
para renascer
Voe minha bela Fênix
não há gaiola para ti
Fundir-(se) em ti
Expirar
Inspirar
Trans-pas-sar
E intensamente
Pertencer
Com gemidos
Espremidos
Dentre os lábios teus
E inevitavelmente te tocar a alma...
SENTIR SEM TI
Senti em mim
Até que enfim,
Que o dia
Quando nascia,
Era já noite para mim.
E assim, em sinfonia,
Se o fosse, eu completaria
O ciclo atroz da morte,
Que de outra sorte
Numa centelha de luz
Que mesmo apagada,
Reluz
Na madrugada,
Momento de enganar a morte,
Eu escolheria.
E daria
As voltas à vil tosa,
Engenhosa,
Manhosa,
Fantasiosa,
Folclórica
Esclerótica.
Essa feia patuta
Bruta
Infiel
Cruel
E já em desnorte.
Viva a vida
Morte, à morte!
(Carlos De Castro, in Poesia Num País Sem Censura, em 19-08-2022)
A POESIA QUE ANDA NO AR
Não te quero ver.
Enquanto em ti não houver,
Pombal aberto
De pombas a voar
Nos céus de sal,
Na paz com abraços
Estilhaços
De abraçar
A poesia que anda no ar,
Como estrelas prenhes
De estrelar.
Nos céus do mar
A abarrotar
Por inventar
Nostalgias,
Sem alegrias
De escrever
Para agradar.
É que depois,
Vem a inveja
Negra cereja
E a poesia anda no ar
Aos tombos.
Sem destino,
Porque o poeta é pequenino.
(Carlos De Castro, in Poesia Sem Censura Em Portugal Existe, no Brasil Não, em 03-09-2022)
F A R TO
De ter esperança em mim,
Fartei-me de ti.
Esperança de mim em ti,
Nem assim, porque sim.
Nunca mais acredito
Na bonança
De uma esperança
Feita rito
Que dizem, sem saber
Porque é a última a morrer,
Se calhar, num grito!
Como se eu não estivesse
E ao demais não parece
Farto,
Infarto,
De crer.
(Carlos De Castro, in Há um Livro Por Escrever, em 21-10-2022)
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