Agradeço ao meu Inimigo e Amigos

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"Senhor, hoje eu não peço por mim, mas agradeço pelas vozes que se levantam em meu favor quando não estou presente. Obrigado por colocar no meu caminho pessoas de luz que enxergam o melhor de mim e espalham o bem a meu respeito.
Peço que o Senhor abençoe cada uma dessas pessoas. Que a bondade que elas emanam retorne para suas vidas em dobro. Proteja nossos laços, afasta a inveja, e que apenas o que é verdadeiro e construtivo prospere.
Que eu também saiba ser esta voz que edifica, honrando os outros e espalhando palavras de incentivo e amor pelas costas de quem cruza o meu caminho. Que o mundo seja preenchido com corrente do bem. Amém".


—By Coelhinha

"Senhor meu Deus, agradeço pela coragem que colocaste em meu coração para reconhecer o que já não me serve. Ajuda-me a compreender que evoluir não é me perder, mas sim me reencontrar na minha versão mais verdadeira. Dá-me discernimento para deixar para trás os pesos, as dores e os ciclos que já cumpriram seu propósito. Que a cada despedida do que não me agrega, eu renove o meu propósito e fortaleça a minha essência. Que o medo do desconhecido não me paralise, mas que a Tua luz guie os meus passos rumo a um caminho de paz, luz e crescimento. Amém."


—By Coelhinha

Não é orgulho é autoestima...
Eu tenho qualidades e agradeço por tê-las.
Quando percebo a minha evolução me sinto muito bem. É por isso que sempre que possível eu produzo algo que me faça perceber que estou crescendo e aprendendo.
Quando passo por situações embaraçosas procuro rir de mim mesma, para que se envergonhar?
Eu uso e abuso do que me faz bem.
Eu me trato com muito carinho. Eu busco o melhor de mim. Sou gentil comigo mesma, cuidando-me interna e externamente.
Eu mereço tudo o que há de melhor.
Não sigo a moda, uso o que faz eu me sentir bem.
Eu dou muita atenção as minhas necessidades e é por isso que não deixo as coisas continuarem se não vão bem, tão logo as coloco no lugar
Quando eu erro, eu me perdoo. Pois o que importa é quem sou e o que faço hoje.
Sei que não sou uma miss, tenho alguns defeitos, mas não transformo isso em um pesadelo, nem faço de um defeito algo tão significante a ponto de atrapalhar a minha felicidade.

Eu agradeço todos os obstáculos que encontrei pelo caminho, que com muita dificuldade e já debilitado eu os venci,, e quando cheguei ao meu destino, compreendi ao me sentir exausto a lição de DEUS.

Quase! Que me enrolei, se não fosse o Quase! Eu agradeço ao Quase! Se não fosse ele eu certamente estaria enrolado.

Aprendi uma coisa importante e fundamental na minha vida, e agradeço a Deus todos os dias. Eu tenho uma família unida, filhos perfeitos. Não posso julgar, condenar ou criticar os que não o tem. Odeio aquelas (as) que se gabam, discriminam e menosprezam aqueles (as) que não seguiram o caminho dos seus. A vida é cheia de impercalsos e incidentes eu tenho muita fé no Senhor Jesus que tudo Pode, que tudo Salva! AMÉM.

MEU GRANDE AMOR

Agradeço a Deus pela grande pessoa que você se tornou em minha vida, para mim você é o meu grande amor é o meu anjo. Sinto a sua presença em cada lugar, também como um anjo aonde eu estou você está.

Se tu está comigo na minha trajetória no começo e no meio, eu te agradeço, e no final mais ainda.
E se tu não está no começo e no meio, eu te desprezo, e se no final puxar o meu saco eu te desprezo ainda mais.

As pessoas que curtem minhas publicações, eu as agradeço, e aquelas que não curtem eu as agradeço mais ainda.

Te agradeço por todas as coisas, diante das bênçãos, e diante das circunstâncias delicadas, porque em tudo eu recebo o teu sustento!⁠

Já chorei pelo que perdi, hoje agradeço por não ter ficado.

Já chorei pedindo o que hoje agradeço por não ter recebido.

Já chorei por quem não ficou, e hoje agradeço por quem ficou.

Perdi versões de mim que eu nunca recuperarei, e agradeço por isso, eram versões fracas, hoje caminho com mais precisão, sei onde piso e por que piso, minha vida finalmente tem direção.

QUANDO O ESTADO VIRA A COSTAS PARA FILHOS COM PAIS INSANOS
Alinny de Mello


Agradeço a cada um de vocês por acompanharem esta anatomia das relações mais densas da nossa existência. Antes de encerrarmos esta sequência de reflexões, reitero o convite para que conheçam a minha página no Pinterest. É lá que mantenho o acervo dos meus e-books e organizo os tópicos que debatemos aqui. Não deixem de acompanhar as atualizações semanalmente para que possamos continuar jogando luz sobre as engrenagens ocultas do comportamento humano.
O conceito de liberdade, quando forjado no interior de um ambiente de destruição sistemática, difere substancialmente da definição idílica dos dicionários. Para mim e para os meus irmãos, ser livre não significou a ausência de cicatrizes, mas a conquista da autonomia sobre os nossos próprios destinos. Nós vencemos os pesadelos, domamos os traumas e estabelecemos uma distância profilática do epicentro do caos. Sobrevivemos ao que chamo, sem qualquer receio de exagero analítico, de um holocausto familiar. Contudo, a independência factual não nos concede imunidade diplomática contra a insanidade alheia; a libertação está consolidada, mas a necessidade de vigilância permanece intacta.
É profundamente doloroso constatar que, mesmo após termos reconstruído as nossas vidas longe daquele perímetro, a proximidade daquelas duas figuras ainda represente uma ameaça latente. A dor não vem mais do chicote ou do facão mecânico, mas da certeza racional de que a perversidade e a loucura deles são forças dinâmicas, perfeitamente capazes de articular novas conspirações sob qualquer pretexto, a qualquer momento. Nós conhecemos a engenharia daquela aliança neurótica; sabemos que o ódio que partilham entre si é frequentemente canalizado na tentativa de nos destruir.
Essa vulnerabilidade é amplificada pela falência gritante das instituições que deveriam oferecer salvaguarda jurídica. Quando decidimos acolher e cuidar da nossa mãe no período mais agudo de sua degradação mental, fomos confrontados com o ápice do perigo: ela empunhou uma faca na calada da madrugada, tentando desferir golpes contra um dos meus irmãos. Diante da ameaça de morte iminente e concreta, buscamos o Estado. A resposta que recebemos na delegacia de polícia foi o silêncio burocrático e a negligência institucional. O delegado recusou-se a registrar o boletim de ocorrência, negou-se a lavrar uma simples nota, demonstrando a total incapacidade das autoridades de decodificar a violência quando ela se apresenta sob o manto da senilidade ou do transtorno psíquico. Ficamos por nossa conta, como sempre estivemos na infância.
É nesse vácuo de proteção oficial que opera a inversão mais perversa da nossa história. Diante da cegueira social e da inércia estatal, os papéis são magicamente trocados pelo senso comum: os verdugos históricos são promovidos a vítimas indefesas, enquanto os filhos, que sangraram na infância e estenderam a mão na velhice, são carimbados como os vilões frios e ingratos. Ninguém na vizinhança, na delegacia ou nos círculos sociais distantes se dá ao trabalho de compreender o contexto estrutural do nosso calvário. Desconhecem o peso do sal na carne viva, as madrugadas de tremor involuntário e a tentativa de homicídio no útero. Julgam a nossa legítima defesa utilizando a régua hipócrita de uma moralidade que nunca precisou ser testada em um porão de torturas.
Deixar este relato registrado não é um ato de apego ao passado, mas um documento de autodefesa e um manifesto de sobrevivência. Nós saímos daquela trincheira por mérito próprio, arrancando a nossa sanidade das garras de um sistema doméstico feito para nos aniquilar. Estamos livres da tirania diária, mas permanecemos atentos às fronteiras do nosso sossego. Se o mundo prefere comprar a narrativa vitimista de quem nos agrediu, que compre; a nossa verdade não necessita do aval de burocratas ou de espectadores casuais para permanecer irrefutável.
Como lidar com a constatação de que as estruturas do Estado são frequentemente analfabetas para ler a mecânica do abuso familiar? Até que ponto o preço da nossa paz definitiva exige que aceitemos o papel de vilões no teatro da ignorância alheia?

A Construção do Presente como Território de Paz
Alinny de Mello


Agradeço imensamente a cada um de vocês por acompanharem esta jornada de exposição e libertação. Antes de darmos os passos finais nesta reflexão, convido todos a visitarem a minha página no Pinterest. Lá, eu organizo os meus e-books e centralizo os temas que debatemos, criando um espaço de troca e clareza. Não se esqueçam de acompanhar os lançamentos semanalmente, pois cada obra é pensada para estimular a nossa autonomia diante das amarras da vida.
Existe um momento em que a sobrevivência deixa de ser o objetivo principal e dá lugar, finalmente, ao direito de existir. Depois de atravessar décadas sob o peso de um ambiente Hostil, eu e meus irmãos compreendemos que a maior resposta que podemos dar ao passado não é o rancor, mas a nossa insistência em sermos felizes no agora. Tudo o que queremos e exigimos da vida a partir deste momento é o presente cheio de paz, o silêncio de uma noite tranquila e o sossego de saber que as portas estão trancadas contra o absurdo.
A nossa emancipação definitiva se traduz na oportunidade de experimentar, tardiamente, a leveza que nos foi roubada na infância e na adolescência. Estamos em um processo de resgate. Viver o que não tivemos oportunidade de viver significa rir sem o medo da punição imediata, conversar sem a obrigação de vigiar o tom de voz e andar pela casa sem o pavor de arrastar os chinelos no chão. Significa usar o perfume que quisermos, vestir a roupa que nos agrada e usufruir da liberdade de escolher quem entra e quem sai dos nossos dias. Cada pequena escolha cotidiana, que para as pessoas comuns parece irrelevante, para nós é uma celebração de independência.
Não se trata de tentar apagar o tempo perdido, porque o relógio não retrocede, mas de ressignificar o tempo que nos resta. A nossa maturidade foi construída na marra, mas a nossa leveza está sendo conquistada por escolha consciente. Olhamos para o futuro não com a ansiedade de quem espera um novo golpe, mas com a curiosidade de quem finalmente é o único autor da própria história. Nós nos tornamos os pais que nunca tivemos, protegendo a nossa criança interna e garantindo que ela possa, finalmente, brincar em paz.
A paz que desfrutamos hoje não é um presente do destino, é um território conquistado com muita coragem e cortes profundos na carne da conivência. Se o mundo lá fora continua orbitando em torno de aparências e julgamentos rasos, nós escolhemos a profundidade do nosso próprio bem-estar. O sossego é o nosso maior luxo e a nossa melhor vingança contra a destruição que tentaram nos impor. Conseguimos. Estamos aqui, inteiros, respirando o ar limpo de uma vida que pertence exclusivamente a nós.
Como podemos medir a grandeza de reconquistar a própria infância na vida adulta? Será que a verdadeira paz só é plenamente compreendida por aqueles que conheceram de perto o peso do inferno?

"Agradeço emocionado a quem inventou o aquecimento de água. Tomar banho frio, para mim (e comigo), é sinônimo de tortura medieval."
Frase Minha 0315, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

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"Nunca vi tantos 'entendidos' em Deus. E agradeço pelos que criaram ou inventaram as aspas, aspas simples ou duplas: 'entendidos' em Deus, Caramba!"

"Estava agradecendo a Deus por tudo de bom que consegui também hoje. Eu agradeço nas minhas orações, em Casa. Não o faço para Plateias, nas Redes Sociais. Eu, não! Mas sei que cada um é cada um!"
Frase Minha 0654, Criada no Ano 2013

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

0315 "Meu sincero reconhecimento: Agradeço, emocionado, a quem inventou o aquecimento de água. Tomar banho frio, para mim (e comigo), é sinônimo de tortura medieval."