Agradecimento ao Mestre

Cerca de 2350 agradecimento ao Mestre

⁠Deus morreu
Já questionava meu mestre
Nietzsche
Deus morreu no momento que a ignorância elevou o egoísmo ao trono da avareza e a soberba nutriu o narcisismo hipócrita
Então Matamos Deus
Em nossas mentes e corações
Para que não haja contra nós uma verdade justa que nos aponte nossos crimes e maldades
Deus morreu
No dia em que nos tornamos nosso próprio Deus nos submetendo aos nossos vícios e paixões a qualquer custo
E determinamos que morrerá todos os dias em nosso lugar
Agora Deus está morto e sem Deus não a culpa nem pecado nem lei que nos condene somos o poder
Assim Deus está morto
E com Deus
Morreu o amor
A justiça
A liberdade
A felicidade
E a esperança
Por fim a vida

Quem realmente está morto?
Assim falou Zaratustra
A Gaia ciência
Friedrich Nietzsche

Inserida por marcio_henrique_melo

Um aluno nunca questiona seu mestre, pois o mesmo lhe ensina o que é questionável. Mas o mesmo será questionável quando o aluno virar o mestre.

Inserida por Vouapagar

Não para repetir e, sim, para refletir: o erro é um grande mestre.

livro "Pense nisso 1"

Inserida por carlos_aguiar

Jesus meu caminho certo quando estou perdida,minha luz quando estou estou na escuridão,mestre que me ensina,médico de minha alma meu único pastor no céu e na terra.
Ivânia D Farias

Inserida por IvaniaDFarias

⁠Pena que muitos não dão valor
àquele que é mestre
todos os dias:
O PROFESSOR.

Inserida por girle_nunes

⁠Palavras ao sábio: mestre, qual é o segredo da sabedoria? Palavras do sábio: a oração, meu filho. Ore ao Pai pedindo que se faça a vontade Dele, porque você acha que sabe o que é melhor para você. Mas Ele, Ele sabe.

Inserida por Leocadio17

A mente é um labirinto e para se tornar mestre de seus pensamentos você deve desvendar os segredos ocultos.

Inserida por salzano_william

⁠Aquele que sabe contemplar torna-se mestre de seu próprio mundo.

Inserida por salzano_william


E então?
Química ou alquimia?
"Perguntaram ao mestre qual era a diferença entre a química e a alquimia nas relações de casal e respondeu estas lindas e sábias palavras:
- As pessoas que procuram "Química" são cientistas do amor, ou seja, estão acostumados com a ação e a reação.
- As pessoas que encontram a "Alquimia" São artistas do amor, criam constantemente novas formas de amar.
Os químicos amam por necessidade.
Os alquimistas por escolha.
A Química morre com o tempo.
A Alquimia nasce através do tempo...
A Química adora a embalagem.
A alquimia desfruta do conteúdo.
A Química acontece.
A Alquimia se constrói.
Todos procuram química, só alguns encontram a alquimia.
A Química atrai e distrai machistas e a feministas.
A Alquimia integra o princípio masculino e feminino, por isso se transforma em uma relação de indivíduos livre e com asas próprias, e não em uma atração que está sujeita aos caprichos do ego.
Em conclusão, disse o mestre olhando para os seus alunos:
A Alquimia reúne o que a química separa.
A Alquimia é o casamento real, a química o divórcio que vemos todos os dias na maioria dos casais.
"Vamos começar a construir relações conscientes, pois a química sempre nos fará envelhecer o corpo.
Enquanto a alquimia sempre nós fará cair de cabeça”
Re Pinheiro

Inserida por RegianePinheiro

Seja o seu próprio mentor com as suas reflexões, o grande mestre dos seus pensamentos e destinos, até que o silêncio domine o seu Ser com a verdadeira essência da paz.

Inserida por salzano_william

⁠Certa vez, um garimpeiro passou
esbaforido pelo mestre.
Ao ver o garimpeiro,
o mestre o inquiriu dizendo:
- Amigo, para onde você vai
com tanta pressa?
O garimpeiro respondeu:
- Estou a procura de um grande tesouro.
Se eu o achar, realizarei meu sonho.
Então, terei mais tempo para
conversar com você e dedicarei
mais tempo à minha família:
brincarei com meus filhos e
darei mais atenção à minha esposa.
Ao que o mestre lhe retrucou dizendo:
- Se você conversasse mais comigo,
brincasse com seus filhos e
desse mais atenção à sua esposa,
você teria todo o tesouro do mundo.


O Mestre e o Menino

Inserida por svs

⁠Mineiro Mestre Conga é um dos principais representantes da cultura popular brasileira

É impossível contar a história do samba de Belo Horizonte sem associá-la a José Luiz Lourenço, o lendário “Mestre Conga”. Nascido às vésperas do carnaval de 1927, em Ponte Nova, Zona da Mata mineira, carrega na bagagem uma incansável luta pelas tradições afro-brasileiras. Filho do lavrador e sanfoneiro Luiz Balduíno Gonzaga e de Dona Cacilda Lourenço, Mestre Conga assina vários feitos ao longo de 60 anos dedicados ao mundo da música. Foi um dos fundadores, em 1950, do Grêmio Recreativo Escola de Samba Inconfidência Mineira, a mais antiga agremiação carnavalesca em atividade na capital mineira. Também ajudou a introduzir nos desfiles o samba enredo, em uma época em que as escolas da cidade ainda se utilizavam dos temas de improviso para atravessar a passarela e animar os foliões.
Mesmo com essas facetas, só aos 79 anos conseguiu gravar, ano passado, seu primeiro disco, Decantando em sambas, graças ao patrocínio da Petrobras. Com direção e arranjos de Geraldinho Alvarenga, o CD conta com a participação de um time de músicos do calibre de Celso Moreira (violão), Geraldo Magela (violão de 7 cordas), Hélio Pereira (trombone e bandolim), Dudu Braga (cavaquinho), Rogério Sam (percussão), engrossado ainda pelas “pastoras” Donelisa de Souza, Lúcia Santos e Rita Silva.
Nas 12 faixas, todas assinadas por ele, Conga faz da poesia a ponte para percorrer um caminho sem volta, mas bastante nostálgico. Lembra dos “maiorais” (como eram chamados os líderes do samba) Javert Tomé de Sena, Mestre Dórico e Célio Bangalô, de Dona Lourdes Maria de Souza (Lourdes Bocão), “a dama da escola de samba Monte Castelo”, além dos bairros e pontos de encontro de uma Belo Horizonte ainda em formação. Por fim, homenageia sua escola do coração em “Mais esta saudade”: “a ela faço reverência/querida Inconfidência/é lindo seu vermelho alvianil…” .
APELIDO - A trajetória de Mestre Conga pela cultura popular, porém, remonta à década de 1930, quando passa a beber da fonte de matrizes afro-brasileiras, como o calango, a batucada, o samba rural e a congada, do qual vem o apelido que o marca pelo resto da vida. “Meus colegas zombavam de mim na escola, me apelidaram de Conga. Ficava bravo, mas depois fui acostumando com esse nome”, diz. Na adolescência, ao mesmo tempo em que passa a freqüentar aulas de dança de salão, começa a trabalhar em uma fábrica de sapatos para ajudar no sustento de uma família de 10 filhos. Com a suspensão das festas de rua, no período em que durou a II Guerra Mundial (1939-1945), os bailes de salão tomam conta da cidade e Conga se destaca como passista. “Naquela época, nos chamavam de batuqueiros”, explica.
Passado o período bélico, as escolas e blocos carnavalescos retomam os desfiles na Avenida Afonso Pena e Mestre Conga ingressa em sua primeira escola de samba, a Surpresa, braço da pioneira do gênero, a Pedreira Unida, criada em 1938, na Pedreira Prado Lopes. Aos 19 anos, passa a dirigir a Remodelação da Floresta, uma dissidente da Unidos da Floresta. “Aí que comecei a tomar gosto pelo samba, porque antes era uma coisa despretensiosa”, admite. Em 1948, ganha o título de “Cidadão do Samba”, concurso promovido pelos Diários Associados, que movimentava toda a cidade no período de carnaval.
Mestre recebe título de cidadão do samba
Dois anos depois, Mestre Conga realiza o sonho de fundar sua própria escola, a Inconfidência Mineira, a partir das reuniões na Rua Itapeva, esquina com Rua Urandi, na então Vila Concórdia, com a ajuda do irmão Oscar Balduíno, o Kalu, Alírio de Paula, José Alvino, José Ferreira (Zé Preto), José Felipe dos Reis, Sílvio e Luiz Porciano, Dona Olga, Eunice Felipe, Amintas Natalino, Madalena e Dona Lourdes Maria de Souza. “Infelizmente, a maioria desses meus amigos, o pessoal das escolas, como Unidos da Floresta, Monte Castelo, Nova Esperança, Unidos do Prado, já foram todos embora”, lamenta Conga, que se tornou a memória viva do carnaval de BH. “O comércio colaborava com a gente, porque o dinheiro da prefeitura não era suficiente. Não existia a divisão por alas, alegorias, enredo. O samba era só o primeiro refrão, o resto era no improviso”, lembra.
Ao voltar do Rio de Janeiro, onde morou de 1952 a 1954, Conga passa a introduzir na Inconfidência Mineira elementos inspirados nos desfiles cariocas. “Aqui, o nosso batido era mais seco, lembrava o maracatu, as congadas”, disse. Hoje, o sambista faz um mea-culpa, ao constatar que, ao trazer as influências externas, as escolas ficaram sem uma identidade própria. Para o carnaval de 1955, a agremiação da Vila Concórdia apresentava um enredo sobre Tiradentes, uma inovação para a época. “Para não deixar que saísse sozinho, a Unidas da Brasilina criou um enredo sobre a Princesa Isabel, que acabou vencendo o carnaval daquele ano”, diz. “Pouca gente sabe que, até 1955, não costumava ter desfile de rua no carnaval”, emenda.
Ele conta ainda que o carnaval da cidade encerrava-se na quinta-feira, antes da data oficial, com a Batalha Real, na qual era escolhido o “Cidadão do Samba”. Dois dias antes, acontecia a Batalha do Galo, promovida pela extinta Folha de Minas e a Rádio Inconfidência, quando era eleita a “Rainha do Samba”. “Durante a Batalha Real, da Praça Sete até a Rua Goiás, ficava entupido de gente. As pessoas chegavam a apostar. Nos últimos tempos, a melhor época do carnaval de Belo Horizonte foi na década de 1980, quando éramos a segunda festa de rua do país”

Inserida por julio_coelho_rosa

Ninguém se torna totalmente mestre de si mesmo, pois todos estão sujeitos a falhas, interessa, no entanto, usar cada derrota com degrau de superação.

Inserida por IvenioHermes

Eu sou mestre da minha própria vida, toda sabedoria vem do nosso coração.

Inserida por patriciiasimon

⁠ Ilusórias vaidades!...

Não nos enganemos infantilmente imaginando que os verdadeiros mestres, mormente aqueles que já atingiram o quase inexpugnável patamar da simplicidade humana, descabelam-se desesperadamente - assim como quase todos nós das ignaras camadas populares da sociedade o fazemos diuturnamente - buscando maneiras mil para vestir grifes famosas, mesmo sabendo-as economicamente mais acessíveis somente quando ilegal e grotescamente pirateadas.
Bem ao contrário...

Armeniz Müller.
...Oarrazoadorpoético.

Inserida por armeniz_muller

⁠Trio elétrico não teve
Nem baile nem Pierrô
As cinzas antecipadas
Mestre-sala não sambou
Não lançou a serpentina
A pobre da colombina
Fevereiro sem calor

Inserida por RomuloBourbon

⁠O Mestre nos ensinou:
"Vós sois o sal da terra (cristãos).
Mas se o sal perder o seu sabor (se não formos verdadeiros cristãos),
com o que se há de temperar (quem fará a diferença na Terra)?
Para nada mais presta (não prestaremos pra mais nada),
senão para se lançar fora e ser PISADOS PELOS HOMENS".
Mateus 5:13

Inserida por pedro_fabio_ribeiro

⁠Protege MESTRE Lindo a nossa Bola…

Protege MESTRE Lindo a nossa Bola;
Dando a quem tal governa ideias boas;
Pra que juntos enchamos as canoas;
Da PAZ, CARINHO e AMOR, cá nesta escola!

Escola em que vivemos pra uma morte;
Tão certa, que todos reconhecemos;
Que foi com azar que pra a tal nascemos!
Daí FAZ com que em nós, paire mais sorte.

Pede a TEU PAI por nós MESTRE Bonito;
Pra que Acabe em Ela com maltratar;
Como o que um dia em TI, cá aplicamos!...

Que Acabe com razões porque choramos;
Implantando em todos um respeitar;
Tão TERNO que nem possa ser descrito.

Inserida por manuel_santos_1

⁠Um bom Mestre é aquele que ensina o que sabe aos alunos e aconselha a supera-ló.
Um bom Aluno é aquele que aprende os ensinamentos de seu Mestre e coloca em prática até supera-ló.

Inserida por valdirene_pereira

⁠⁠Existem mais de 8 bilhões de pessoas na terra, não sou mestre em matemática, mas sei que a probabilidade de encontrar determinada pessoa é em torno de 1 dividido por 8 bilhões... com chances tão baixas, acho que não seria obra do acaso pessoas entrarem na vida de outras...

Inserida por phelipe_eisenhardt