Agradecimento ao Mestre
Mestre Bravo ou 'Brabo'?
- Seu Mestre de Capoeira é furioso?
- Sim.
- Não é não, afinal brincadeira vez em quando é bom, mas quando é demais: é porque
tudo já passou dos limites.
- Sim
- Nunca 'brabo', mas sempre bravo, corajoso, educado e educador, logo um pai e/ou quando é uma mulher uma mãe. -
[Ru Aisó, Maria Al. Teixeira]
Professor
Como é linda a vida deste ser que chamamos de mestre,
Ha alguns anos passados era reconhecido pela magia,
E a sensibilidade até no momento de aplicar um teste,
É uma pena que o tempo passou e temos apenas nostalgia.
Está a cada minuto perdendo a estima e o valor,
Tentando transformar a vida daquele que quer aprender,
Mesmo diante da adversidade consegue sentir o amor,
Buscando a maneira simples para um aluno entender.
Sempre diante de tanta dedicação a matéria preparar,
Muita das vezes ocupando o seu tempo livre de lazer,
Acabam deixando a própria família em segundo lugar,
Vivendo um pesadelo se o trabalho não puder fazer.
Devido à necessidade e a vontade de sobreviver,
Sempre buscando em várias escolas trabalhar,
E com a rebeldia de adolescentes terem de conviver,
Recebendo xingamentos e até fisicamente se machucar.
Como nem tudo em nossa vida é uma eterna alegria,
Também sabemos que nem irá perseverar a tristeza,
Compreendemos a tua labuta e vontade no dia a dia,
Por mais tempo no quadro de pé do que eu sua mesa,
Porque neste ser existe tanta força de vontade?
Será que é uma profissão das demais diferente?
Ou será que no seu interior haja grande vaidade?
Pois muitos hoje trabalham com o perigo iminente.
São profissionais que deveriam ser respeitados,
Sinto neles uma felicidade que muito me fascina,
Sem eles se que teríamos engenheiros formados,
E nem tão pouco os doutorados em medicina.
Hoje no mundo jovem muitos não querem estudar,
Mas com muita imaginação e muita inteligência,
Este marechal do bem está sempre a se preocupar,
Que a educação dentro do país tenha uma sequencia.
Mas no meio de tantas lutas tentamos interpretar,
O motivo de tanto amor, tanto carinho e o sabor,
Que possa essa figura sentir e nunca desanimar,
Sem o mínimo reconhecimento mostrar seu valor.
Du’Art 06 / 07 / 2014
Por detrás da expressão 'não incomode mais o mestre', encontramos um mensageiro invejoso e mal-intencionado que faria de tudo para não ver Jesus triunfar.
Não discuta com comunistas. Tenha um filho e faça com que seu filho se torne o professor, o mestre e o doutor dos filhos deles. Você entendeu o que estou dizendo?
Não existe aluno sem um professor, nem professor sem um mestre, nem um mestre sem um doutor, e todo doutor deveria ter Jesus como seu Deus e Senhor.
Por trás da frase 'não incomode mais o mestre' se esconde um mensageiro invejoso e mal-intencionado, disposto a tudo para impedir que Jesus triunfe.
Sou de muitas faces,
posso facilmente enganar,
um mestre dos disfarces,
não uso cartão de visita,
muito menos um crachá
posso ser uma criança linda,
ou talvez, um palhaço
e alguns risos arrancar
aos poucos, vou destruindo vidas
demora pra alguém, sequer, desconfiar,
mas posso ser descoberto,
tenho minhas imperfeições,
às vezes, é tarde, já tenho causado
várias perturbações,
meu principal rival Nunca Dorme,
então, sendo eu, O Mal,
também sou incansável,
seja mais precavido
e tente estar preparado.
A meu ver toda mulher é rainha e porta-bandeira; homem que preza trata ela todo dia como seu mestre-sala, acima de alas e blocos.
。♡ 。
☆ - Jesus meu mestre e irmão,
/ peço-te; seja meu mentor espiritual.
/ llumina-me neste caminho de aprendiz.
( Preciso que sejas meu parceiro nesta
\jornada para que eu viva bem,
。 \fazendo o bem...
。。) Contigo que és o Mestre do Bem!
。♡。Que assim seja!
\●/
■☆Haredita Angel💋
A Chocolatelência de Van Gogh
Só pela arte, poderia a mulher chocolate,
Posar para o mestre Van Gogh.
Imagine, um belo final de tarde à beira mar,
O sol ainda quente, derretendo o avatar.
A modelo, graciosamente, pingando sem graça, gotas de chocolate, sob o olhar de lince do pintor, pincelando cada gota, um verso, um suspiro, uma rima, abrindo a cortina, na tela molhada de leite e cacau, obra prima.
Apenas o sol espectador silencioso, de um encontro indecoroso, um milagre, onde o pintor e sua musa, sua admiradora, sua amante, é mera fantasia.
Quem pode ensinar o coração, que é tolo o tempo todo, ignora a lógica, é o mestre de decisões vãs e mesmo que o corpo definhe, nele não crescem cãs?
MESTRE BATISTA, O GRIÔ, O GRANDE PAI DO SOPAPO
Neives, o Mestre. Ativista cultural e de base social. Realista. Filho de Bernardina e de Ramon Batista.
Guardião de saberes ancestrais, contador sem igual, Consagrado em grandes carnavais como grande artista.
Seu tambor rei regia o samba.
Na General Telles, o maior, o mais bamba.
Na Estação Primeira, mostrou ao povo como se faz um carnaval.
Na Academia do Samba, não precisavam perguntar "Quem é você? Quem é você?"
Todo mundo o conhecia, e quem não conhecia
vai agora conhecer
Lançou seu primeiro samba ainda no quartel
Sobre os grandes Lanceiros Negros, merecia um troféu.
Queria ter ouvido tocar ao som ensurdecedor do Sopapo,
O qual parece bater no compasso do coração.
Recebeu um nome único em homenagem aos Companheiros de farda: o Segundo Esquadrão.
Eram uma grande família de bravos guerreiros
Na linha de frente da Revolução Farroupilha.
Um paralelo entre ele e o antigo esquadrão escravizado.
Montados em cavalos, de lança na mão, no passado. Hoje não lutamos com lança, mas há uma esperança Para quem ainda acredita na educação
Já dizia uma amiga minha, Salvem a professorinha! Salvem a professorinha!
"Para mim, quase uma analogia do antes e do agora, diante das batalhas,
Com promessas ilusórias,
Onde só vejo luta e nada de glória.
Era multitarefa: intérprete, ritmista, ensaiador,
Presidente da Academia no campeonato de 87.
Época boa em que a cadência do samba batia no ritmo do coração, com amor.
Ao som do atabaque. Ensurdecedor que o peito reflete.
Pode acreditar, ele ainda é manchete!Nasceu com o dom de ver gente morta,
O que para seus pais era um tormento.
Com que frequência?
Todo tempo.
Seus pais diziam: "É coisa do demônio aquilo que tu vê. Depois ele cresceu e disse:
"Assim como o Papai Noel, o Diabo não existe"
Nasceu e cresceu rodeado pela espiritualidade.
Com a proteção dos pretos velhos e orixás,
Os quais traziam à tona a sua ancestralidade.
A mesma mediunidade que o ajudou a resgatar
O sopapo esquecido nos porões da cidade,
Trazendo à tona o verdadeiro som que satisfaz:
O atabaque rei que dá vida a sonoridade sagrada dos orixás.
Instrumento ancestral de negros escravizados,
Para o Mestre Batista, todo sopapo era sagrado,
Usado na religião, Atravessou fronteiras, feito de muitas madeiras,E de couro animal oriundo do abate.
Hoje o instrumento venceu as barreiras,
Tornou-se contemporâneo graças a grandes debates.
Sua arte virou pública, chamava a atenção,
Por sua sonoridade grave e única Segundo o próprio mestre, era instrumento
Versátil.
Das mãos escravizadas, para a valsa e o tango.
E assim que foi para o carnaval, virou objeto profano.
Hoje se usa a invenção de Graham Bell,
Mas antigamente, o sopapo mandava mensagem pelo ar,
Com o toque do tambor como se fosse um cordel,
Com avisos de orixás que ecoavam no céu. Fez parte de grandes projetos.
Entre eles o Cabobu, idealizado por Giba Giba,
Com o qual teve forte ligação.
Giba Giba tinha uma mente coletiva e viva,
Para o mestre, era um anarquista guardião.
Seu ensinamento ainda ecoa
Eternizado também no Museu da Pessoa.
Historiador, ajudante de pedreiro.
Ooleiro,
Deixou sua marca na Ideal e na Cruzeiro.
Abençoado em tudo o que desempenhou.
Motorista na Nossa Senhora da Penha, onde se aposentou.
A sabedoria lhe pertencia e o consagrou,
Eternizado para sempre no coração de Dona Maria.
Deixou seus ensinamentos ao grande luthier, seu filho, Mestre José,
Pois sabemos bem que filho de guerreiro, guerreiro também é.
Como dizia Mestre Batista:
"Tudo que se refere à cultura me agrada. Sou negra em movimento e feliz". E como o grande griô, sigo a minha estrada, Amando o som do tambor
Grande Mestre Batista, que em vida brilhou
,Recebendo em 2008 o diploma de Mestre Griô.
Guardião sagrado da memória oral, do samba e da lutheria,
Do tambor do sopapo, tendo reconhecimento oficial,
Pois era a cultura viva da Ação Griô Nacional.
Não é sobre o tambor em si,
É sobre aquilo que tem no sopapo e que se sente.
É algo que envolve toda a gente.
É energia viva, ancestral e latente.
Temos um tempo reservado para pensarmos e refletirmos. Que este tempo seja o nosso mestre e nos ensine o caminho da sabedoria.
Discípulo: Mestre, às vezes me sinto desanimado. Me esforço tanto, dou o meu melhor, mas parece que ninguém enxerga… ninguém valoriza o que eu faço.
Mestre: (olha com serenidade e responde)
Ninguém é obrigado a valorizar o que você faz, meu jovem.
Por isso, faça o que ama — e faça bem — mesmo que não venha aplauso algum.
As pessoas podem enxergar o seu diferencial, mas isso não significa que vão reconhecê-lo.
Nem mesmo se você projetar uma nova maravilha ao redor do mundo.
Discípulo: Então… eu continuo, mesmo em silêncio?
Mestre: Sim. Porque o valor do que você faz não está na reação dos outros, mas na verdade com que você o faz.
"O silêncio de um mestre é a quietude de um lago profundo, que guarda em suas profundezas a sabedoria de séculos."
Aluno: Mestre, errei muito no passado e isso me atormenta.
Mestre: "Não deixe que o erro do seu passado seja juiz e carcereiro de sua própria consciência."
Aluno: Mestre, sinto que tenho habilidades, mas temo explorá-las.
Mestre: "Aquele que não explora suas capacidades vive como se nunca as tivesse possuído."
