Agradecimento a minha Mulher Formatura
"Você surgiu na minha vida como um encanto, trazendo um mistério que roubou a paz dos meus dias. As noites, antes tranquilas, tornaram-se longas e insones. Com você, descobri o belo, o puro e a sinceridade. Com você, conheci o amor."
Assim não se acaba.
Minha boca rejeita o amargo
Desde que provei do seu doce olhar
Minha boca rejeita o amargo
Do inesperavel ele surge novamente
Mas a minha boca rejeita o amargo
De pouco a pouco o meu amargo rejeita a minha boca
De choro em choro o meu rejeito amarga a minha boca
A minha mente está me matando, às vezes parece mais fácil me entregar, deixar que me leve... Jeová cuida do meu coração e não deixa que minha mente me mate.
Provérbios 14:10
O tempo parou e o significado não significa nada, a existência está de cabeça pra baixo e a minha era reina suprema. Sejam todos bem vindos ao estranhagedom.
Por que a vida é tão chata e triste?
Ah, se não fosse a Internet, como
Eu poderia expressar minha gratidão
Por essa vida sem graça?
Mentalmente,
atuando comumente com o coração, pois, atualmente,
tanto minha mente quanto meu coração indigente,
me pregam peças e me mentem,
o meu problema, continua sendo a gente,
uma amizade que sinceramente,
pode ser complacente, mas, nunca indiferente,
agimos sempre sinceramente,
e positivamente,
e que dure;
eternamente.
para Beth Borboleta
Meu Porto Seguro
Minha alegria em
Teu sorriso luminoso,
Minha paz
Na tua calma de rios,
Assim, minha vida
Em teu porto seguro...
"Carrego comigo cada palavra dita, pois minha memória guarda o que me ensina e conecta às pessoas."
Quando a Cola Se Vai
(Dedico à minha mãe, dona Jucelia Fogaça Garcia/in memorian)
Perder a mãe é viver em pedaços. É como se alguém arrancasse o centro de um quebra-cabeça e deixasse você segurando peças que já não sabem onde se encaixar. A mãe é a cola, o ponto de gravidade que mantinha tudo no lugar, mesmo quando parecia que o mundo estava desabando. Sem ela, sobra um vazio que nenhum remendo consegue preencher.
Ela era a referência. A pessoa que sabia onde estavam os segredos e os atalhos da família. Aquela que juntava as gerações, fazia a ponte entre o passado e o presente, entre a tradição e a novidade. Era a dona das histórias que começavam com “Lembra daquele Natal?” e terminavam com risos que aqueciam qualquer mágoa.
Sem ela, os domingos parecem desajustados. A mesa, mesmo cheia, soa vazia. Não tem mais aquela voz para organizar as discórdias, aquele olhar que dizia: “Vai ficar tudo bem”. Ela era o centro, o encaixe perfeito entre irmãos que agora se olham sem saber direito como continuar.
E a casa dela… Ah, a casa dela. Não era só um lugar, era uma bússola. Um norte que dizia para onde correr quando o mundo lá fora era frio demais. Depois que ela se vai, até os cômodos parecem perdidos. O cheiro dela some, o eco da risada também. Você visita o espaço, mas não encontra o abrigo.
Perder a mãe é aprender a andar sem guia. É viver no improviso, tentando ser forte, mas sempre sentindo a falta daquele abraço que colava tudo de volta no lugar. Aquele amor incondicional, que não pedia nada em troca, só existia para curar, para unir, para amar.
Agora, a cola está dentro de você. É sua vez de tentar juntar os pedaços, mesmo com as mãos trêmulas. Porque, no fundo, ela nunca foi embora completamente. Está em cada história que você lembra, em cada gesto que repete sem perceber, em cada pedaço que tenta, aos poucos, refazer o todo.
✍🏼Sibéle Cristina Garcia
março de 1966...Em setembro, minha filha Olga seguiu para a França, com bolsa de estudos. A solidão começava a tornar-se acentuada. Vivíamos, agora, num país triste, agoniado, com a população passando privações e sob ambiente tenso"
A FÚRIA DE CALIBÃ
Sem nenhum tipo de pressa,
Como se o mundo nunca fosse se acabar...
Fica aqui registrada a minha promessa,
Nunca vou deixar de te amar...
"Pouco antes de seguir para a França, minha filha deixara com a Civilização um ensaio sobre a situação da mulher na sociedade; não era trabalho perfeito, mas, com todas as suas insuficiências, estava acima do que vinha sendo aparecendo, aqui, no gênero"
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 181
"...jamais fixei minha posição como independente. Muito ao contrário, ela é uma posição comprometida, vinculada"
A FÚRIA DE CALIBÃ - pág. 191
Cortei o cabelo da minha cabeça, ele crescerá
ela foi não voltará
mas a minha missão como poeta continuará
Até o dia que me reúna com o meu pai no seol e tudo se consumirá.
SEM RÓTULO
A minha curiosidade e atrevimento ao escrever às vezes me custa responsabilidades.
Em um dia daqueles que a gente não espera, um jovem poeta me aborda pelo Instagram e para minha imensurável surpresa me faz um questionamento.
- Eu leio seus textos sempre!
Eu lhe respondi.
- Quem bom, fico feliz por isso.
E, surpreendentemente, ele me interpela.
- Eu tenho muita vontade de lhe mostrar meus escritos mas tenho medo que detecte algum erro.
Em êxtase lhe respondi
- Eu também morro de medo do seleto intelecto corretivo da literatura comercial.
No entanto, a escrita é minha, a leitura sou eu que faço.
De certo, no universo virtual eles também me lêem, embora não me comprem
O restante é só o restante caro poeta.
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