Agradecimento á Escola
A Bíblia nunca disse que você não sentiria ansiedade. Ela só disse pra você não carregar isso sozinho. Tem gente se afundando em silêncio porque aprendeu a sorrir enquanto grita por dentro. Não é falta de fé sentir. Não é fraqueza chorar. Não é pecado ficar cansado. O que te mata não é a ansiedade, é o orgulho de achar que você precisa suportar tudo sozinho. Deus nunca te pediu força, Ele te pediu entrega.
Nunca te exigiu controle, Ele te ofereceu paz. A ansiedade cresce onde a fé não é alimentada. Cresce no amanhã que você já tentou viver antes da hora. A ansiedade não é sobre hoje, é sobre o medo de um futuro que só Deus sabe. Então respira. Volta. Olha pra cima. Porque a Bíblia nunca disse que o fardo seria leve por causa de você... Mas porque é Ele quem carrega com você.
A Bíblia nunca disse que o amor não dói. Porque o amor que vem de Deus não é só sentimento, é sacrifício. Amar, às vezes, vai doer mesmo. Vai exigir silêncio quando você quer gritar. Vai pedir paciência quando tudo em você quer desistir. Vai fazer você permanecer, mesmo quando a vontade é sair correndo. O mundo diz que se dói, não é amor. Mas o amor de verdade sangra, suporta e insiste. E se entrega... mesmo sem garantia de volta.
A imbecilidade do ser humano.
É atribuído a Júlio Verne a frase: “A imbecilidade humana não tem limites.” Vejamos se podemos confrontá-lo, ou não!
Sabemos que o pensamento humano vem sendo desenvolvido através dos séculos pelo acúmulo das múltiplas experiências e saberes individuais e sociais que deparamos em nossa vida. E, é esta capacidade de pensar que embora seja muito desenvolvida nos seres humanos, incrivelmente, as vezes parece nos faltar.
Desde o nosso surgimento neste planeta azul, olhamos para os outros seres humanos com o olhar da diferença, pois, embora sejamos da mesma espécie, temos características físicas diferentes. E, a partir daí criamos categorias e fazemos classificações das mais diversas e colocamos estas pessoas que são “diferentes” de nós em uma categoria qualquer criada.
Esta classificação criada acaba gestando dentro de um pensamento coletivo raças que se julgam superiores, gêneros que se consideram dominantes e, a cada classificação criada, um novo subgrupo surge complicando ainda mais a relação entre semelhantes.
Ora, somos todos semelhantes independentemente da origem, e enquanto não enxergarmos isto, continuaremos criando classificações e estas nos distanciarão ainda mais das pessoas.
Neste ponto, pode parecer conflitante dizer que todos se assemelham apesar de ser público e notório as diferenças abismais existentes entre os seres humanos. Diferenças estas causadas pelo conhecimento, pelo desenvolvimento social e cultural, pela evolução tecnológica, pelos meios de produção e consumo, enfim. Vários são os mecanismos que fazem com que o ser humano em razão de sua posição e condição, se distancie dos outros.
Criamos uma forma de progresso e desenvolvimento que nos une e nos distancia ao mesmo tempo. Viramos refém daquilo que acreditamos ser o melhor para nós e para o todo. Somos todos ao mesmo tempo vassalos e suseranos de alguém.
Agora, isto não seria uma forma de imbecilidade?
Aqui chegamos em um outro ponto conflitante. Será a imbecilidade parceira do progresso e por consequente do nosso desenvolvimento sem envolvimento?
Ora, coisificamos tudo que há. De objetos a relações pessoais, tudo ficou raso, rápido e com sentido desfigurado. Temos tudo por objeto, já que a imbecilidade criativa supera qualquer evolução pautada na lógica do real bem-estar do ser humano.
E o progresso, mais especificamente os setores de pesquisa e desenvolvimento, entenderam rapidamente o quanto somos imbecis. E alimentam diuturnamente nossos estranhos desejos. Somos carne a ser moída pelos nossos desejos.
Há mercado para tudo neste mundo líquido, plural, multicor e, por muitos transformado em patético.
Uma infinidade de produtos que são uteis somente na memória do usuário que após adquirido perderá seu valor emocional, sendo logo substituído. Aparelhos que mal sabemos utilizar e que temos por grande valor. E segue a relação de desejos.
Se formos para o campo da vaidade humana, aí a coisa se complica mais. Somos perecíveis, frágeis e nos decompomos a cada dia, este é o retrato real de nossa caminhada pela vida. Morreremos! No entanto há uma busca desenfreada por um amanhã que se acabará em breve. Os corpos perfeitos de hoje, mantidos a treinos exaustivos e alimentação sem graça, serão amanhã caquéticos. Não quero dizer que a atividade física não seja importante para a saúde e o bem-estar, longe disso! Mas, que há um culto ao inalcançável corpo perfeito, que beira a doença, isso há.
No campo relacional nós ressignificamos a palavra egoísmo, pois quando pensamos que somos egoístas, nossas defesas internas se levantam e gritam rapidamente dizendo ser AMOR. Nunca é egoísmo, é amor. As vezes chega a ser platônico, e aprendemos em um misto de egoísmo e possessividade, que devemos a todos amar. Devemos amar nossos pais, nossos filhos, nossos maridos e esposas. Ame seus pets, suas plantas, seus cacarecos, ame a tudo e ao final não amará a ninguém. Pois colocaste tudo no mesmo nível e no mesmo nível não há distinção.
Somos sim, imbecis. Chegamos a um ponto de desenvolvimento que mal pensamos bem e acreditamos que pensamos demais. A preguiça, eterna amiga do progresso, faz com que esse processo seja mais ágil. Para que escrever uma palavra se posso enviar uma figurinha? Mas... hoje em dia quem vive sem elas? Que coisa fofa.
Somos tão imbecis que poderíamos erradicar a fome do mundo, pois produzimos mais do que consumimos. No entanto, não o fazemos e nem procuraremos fazê-lo a curto e médio prazo, pois a fome e a miséria de uns, gera o alimento na mesa de outros.
Poderia dentro de minha visão discorrer sobre os vários tipos que considero de uma imbecilidade sem fim, indo desde a veneração por alguém que chuta uma bola, até as pessoas que são veneradas por mostrar a bunda. Mas entendo, como disse anteriormente, que a imbecilidade também proporciona o desenvolvimento social, embora não possa concordar que se realmente há desenvolvimento, mas...isso é outro assunto para outra hora.
E, concordo com o Júlio.
Massako.🐢
A pedra e o rio.
Em um lugar distante, afastado da civilização, havia uma montanha e no topo dela uma grande pedra. E esta pedra por estar integrada a natureza, era capaz de perceber, interagir e ouvir tudo ao seu redor. No começo a pedra a tudo questionava, de sua forma a sua imobilidade, tudo era motivo para questionamentos e muitas vezes, não obtinha uma resposta que lhe agradava. A montanha a qual ele ficava la em cima, lhe dizia que a natureza era assim e que tudo tinha um propósito, mas que a eles não lhe era revelado, e que a imobilidade a qual estavam submetidos, faziam parte de um plano maior.
Para a pedra isso não era o suficiente.
Porém, um belo dia antes do nascer do sol, percebeu que uma pequena formiga subiu nela e lá em cima, ficou.
A pedra perguntou a formiga:
- Ei! O que você está fazendo aí em cima?
- Estou aqui para apreciar um dos maiores espetáculos da vida.
- E qual é? Perguntou a rocha.
- O nascer do sol!
- E que beleza há nisso? Vejo-o todo os dias e não me encanto.
- Psiu! Retrucou a formiga, silêncio, será agora.
E a formiga ficou alí imóvel, olhando o nascer do sol, sentiu os primeiros raios de sol e agradeceu. Em silêncio fez uma pequena prece e um sentimento de júbilo lhe tocou. Ela ficou imóvel tal qual a pedra, e quando o sol, se tornou mais alto, ela agradeceu a pedra pela oportunidade de poder apreciar tal maravilha e desceu.
A pedra intrigada com o que havia acontecido, pediu a formiga explicações maiores sobre o que ela havia sentido e o que tinha alí acontecido.
A formiga pacientemente lhe respondeu: A vida tem muitos barulhos, e muitos barulhos são criados a partir de nossa própria perspectiva, credo ou pensamentos sobre algo. As coisas são simples, não é necessário estrondo ou barulho sobre qualquer assunto. Basta somente ver, ouvir e aceitar ou não aquela condição. Mas de qualquer forma o barulho que vem de fora, se em silêncio ficarmos, este retornará a quem o enviou. Saibamos apreciar o silêncio e aprender com a observação. E... pedra, você é de grande sorte, em sua imobilidade você melhor que qualquer coisa é capaz de ter um senso maior de observação, e tempo para reflexão. Meu tempo ante a ti é curto, eu passarei com pouca sabedoria, e espero que você adquira esta sabedoria e que o seu exemplo possa inspirar outros seres.
A pedra ao ouvir tudo que era dito pela formiga, entrou em profundo questionamento. Suas dúvidas naquele momento aumentaram, queria questionar mais a formiga, mas ela já ia embora. Ficou a pedra novamente sozinha com seus pensamentos.
Mas ela lembrou que a formiga lhe falara sobre o silêncio e a contemplação, sobre uma reflexão mais profunda sobre as coisas sem o julgo que carregamos.
E já era tarde quando a pedra pela primeira vez, de forma mais contemplativa observou o pôr do sol. Neste momento a pedra, entendeu a finitude da vida, com a escuridão que se aproximava. Durante a noite, refletiu sobre os mais diversos assuntos como: a escuridão, as estrelas, o universo que a cercava, a criação que tanto ouvira. E pela manhã ao nascer do sol, sentiu pela primeira vez o poder do sol, da claridade, da ampliação de sua visão pela luz do dia.
A pedra se transformara em outro ser. De questionadora implacável a um ser que procurava em si e ao seu redor todas as respostas sem barulho fazer. Aprendeu o poder do silêncio contemplativo e sua aceitação, entendeu que o barulho alheio era do outro e não seu, e que não carregaria para si, este ruído.
Em seu silêncio tornou-se sábia e começou a responder somente ao que sabiamente lhe era perguntado. Se as perguntas tivessem que ter um esclarecimento maior além da compreensão de quem perguntava, ela respondia; mas se as perguntas eram somente os gritos e os desejos do ser alheio, mergulhado em sua própria visão, a pedra ficava em silêncio, pois aprendera com o tempo que quem grita para si mesmo, não permite a si nenhuma palavra.
O tempo passou e em dia chuvoso, a pedra se deslocou da montanha, vindo a cair dentro de um rio com fortes correntes. O rio, por sua natureza, fazia muito barulho e ao sentir que a pedra caíra em seus domínios, questionou à mesma: O que fazes aqui? Quem te enviou? Por que me atrapalhas? Por que queres bloquear meu fluxo?
A pedra pacientemente pediu-lhe desculpas e disse que a natureza, através da chuva, a tinha feito cair no rio, e como não tinha condições de se mover, pediu que aceitasse tal condição.
O rio porém, não a aceitava e via na pedra somente algo a se questionar o por que? Por que me atrapalha? Por que me incomoda? Por que não responde? Por que não pergunta? Por que não faz nada? Por que o silêncio?
A pedra entendendo que os questionamentos eram somente os gritos internos do rio, nada respondia, ficando em silêncio. E isso incomodava ainda mais o rio, que começava muitas vezes, perguntar e dar respostas as suas próprias perguntas, chegando a conclusões muitas vezes equivocadas.
A pedra por sua vez, entendendo sua condição, apenas aceitou o seu destino, e ali, junto ao turbilhão de perguntas que o rio fazia, aprendeu a silenciar ainda mais a sua voz e a contemplar a beleza e a força que as águas traziam para a vida. Sentiu a extensão do rio, e a sua união com o mar, sentiu o quanto ela nutria a terra e saciava a sede dos seres vivos. Sentiu a sua grande importância.
Mas o rio, embora grande, ficava preso ainda a situação da pedra, aquela pedra pelo seu silêncio a incomodava. Gritava com a pedra todos os dias e nada de obter uma resposta.
Com o tempo, a pedra foi se desgastando pela força da água, foi ficando lisa, cada vez mais lisa, e diminuindo em seu tamanho, fragmentando aos poucos ela foi se findando, mas mesmo findando ela mantinha sua sabedoria, e quando seu último pedaço iria partir, ela finalmente levou sua voz para o rio: Tú és e sempre foi maior do que eu, eu estarei fazendo parte de ti agora e agradeço.
O rio sem muito entender e ainda gritando começou a lhe dizer: eu sempre soube que eu era melhor que você! Você é que esteve sempre errado! Você que foi um intruso em minha vida! Você! Você! Você! E naquele momento, a pedra sorriu e partiu.
Pense e reflita.
Obrigado, me desculpe, te aceito.
Massako 🐢
A intolerância dos tolerantes.
O mundo está repleto de saberes rasos, sem profundidade, sem referentes.
A cada dia surgem novas ideias e com elas novas expectativas. Se as perguntas e as respostas movem o mundo, então posso afirmar que é natural que a cada resposta criada, novas perguntas e dúvidas surgirão.
A grande questão é: Será que estamos preparados para sorver tanto conhecimento? Será que o saber, na velocidade existente, é benéfico ao ser humano?
Para que possamos entender o âmago das perguntas acima elencadas, temos que, a priori, ter a visão de que todos nós nascemos em tempos diferentes, favorecendo o choque de gerações. A geração que está partindo, não é capaz de acompanhar a que está vindo e da mesma forma, esta não acompanhará a futura.
Como exemplo, posso citar o desenvolvimento da comunicação nas últimas décadas. Hoje seria improvável a remessa de uma carta aos familiares, amigos e amantes pelo correio, a utilização de um telegrama para as mensagens mais urgentes e outras questões que estão naturalmente sendo substituídas pelas tecnologias agora existentes.
Porém a cada etapa do desenvolvimento tecnológico, um novo desafio surge. Em uma sociedade mista e temporal a capacidade de absorção das coisas existentes é lenta. Conhecimentos não se transformam em saberes, pois não há o tempo necessário de maturação e experimentação destas ideias, e o resultado disso é uma sociedade acelerada, e consequentemente doente. E o pior, doentes criando e cuidando de doentes.
A tecnologia é algo positivo? Sim! Ela é. Porém a sua utilização inadequada e o seu mau uso, trazem mais problemas que solução. A exemplo a peniafobia (medo de ficar pobre), já é algo que permeia os jovens desta geração, visto que é comum as redes sociais estarem abarrotadas de pessoas com estilos de vidas alegres, vibrantes e luxuosos. Pergunta: Se nas redes sociais, víssemos somente mazelas, pobrezas e pedidos de auxílio, você participaria? Acredito que não.
E aqui um novo problema surge, grupos se isolam, pessoas com a necessidade de aceitação se desdobram pelo like e pela visualização de seu conteúdo. Se o normal não basta, apela-se. E vale tudo, de vídeos expositivos a tragédias recém acontecidas. Em um território em que tudo vale, a única regra é a consciência de quem publica, e muitas vezes, este está doente.
Sou imune a isso? Não! Mas tenho a consciência de que somos a construção daquilo que absorvemos, se vejo e vivo maldades há uma possibilidade de replicar maldades. E toda essa informação impactará na formação do ser. Se fossemos tão bons, diferentes e evoluídos, por que não conseguimos fazer a sociedade evoluir acabando com as misérias que hoje assolam o nosso cotidiano? É simples, muito discurso lindo e poucas ações.
Devemos entender que o ser humano não é programável, embora seja um grande alienado das convicções alheias que lhe agradam, e dentro deste sentimento de agradabilidade, acaba buscando pessoas que se assemelham em pensamentos e atitudes, montando uma bolha e vivendo dentro dela. Cria-se o tipo em que este é tolerante com os seus, rejeitando as ideias alheias.
Estas pessoas são fortes e convictas dentro dos limites estabelecidos pela bolha em que vive, e esta se expande. E logicamente, quanto mais dinâmico, quanto mais pessoas aparecem defendendo seus pontos de vista, mais convicto este fica de que suas atitudes são e estão corretas. Falta o contraponto, tão odiado pelos defensores da bolha.
Em algum momento a utopia virtual enfrentará a realidade, sobreviverá aquele que tiver sanidade. E em um mundo que caminha para a necessidade constante de um diagnóstico, de um laudo psicológico ou psiquiátrico, penso que a utopia vencerá, pois para muitos é preferível matar a realidade e viver na ilusão.
Uma reflexão somente.
Massako 🐢
"A verdadeira questão não tem a ver com o fato de nós mulheres usarmos maquiagem ou não, ganharmos peso ou não, nos submetermos a cirurgias ou evitarmos, nos trajarmos com esmero ou não, transformamos nosso corpo, nosso rosto e nossas roupas em obras de arte ou ignorarmos totalmente os enfeites. O verdadeiro problema é nossa falta de opção."
A única opção daquele que possui o coração dilacerado, — é vencer! Seguir adiante e curar sua própria ferida.
A Arte Ninja nos ensina a enfrentar os próprios medos e vencer. Não existe nada nem ninguém que possa parar um guerreiro Shinobi.
A IMPORTÂNCIA DA LEITURA
By : Harley Kernner
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A leitura é o principal alimento para o nosso intelecto. Ler constantemente livros, jornais, revistas e outros materiais é de extrema importância, principalmente a Bíblia, que é nossa maior fonte de sabedoria. A leitura não apenas enriquece nossa mente, mas também tem impacto em nosso bem-estar físico. Além disso, não basta apenas lermos; é importante compartilharmos as palavras agradáveis que absorvemos, como quem saboreia um favo de mel. Há um conselho bíblico que nos ensina: "As palavras suaves são favos de mel, doces para a alma e saúde para os ossos" (Provérbios 16:24).
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A EMOÇÃO DA Leitura NO LIVRO FÍSICO.
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Sim, há uma emoção especial em ler um livro físico, sendo bem diferente da experiência de leitura digital. O contato com o livro impresso proporciona uma sensação mais envolvente e é menos prejudicial à visão, desde que tomemos alguns cuidados recomendados, como:
A. Ler em ambientes bem iluminados;
B. Fazer pausas a cada hora para descansar a vista;
C. Piscar os olhos com mais frequência;
D. Manter o livro em uma posição confortável, um pouco inclinado para baixo;
E. Evitar ler enquanto estamos em movimento, como em um veículo.
Quem nunca se emocionou ao ler um bom livro de faroeste, romance, ou até mesmo uma revista de fotonovela? Quem nunca se sentiu tão envolvido pela história, a ponto de se imaginar como um dos personagens? Ler é, sem dúvida, uma viagem pelas vias da emoção!
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"Compre livros, revistas e jornais, FÍSICOS, eles estão sempre presentes em nossas vidas, nunca ficam Off-line".
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Harley Kernner
Arquitetura de Poesias
Escritor Particular
Poeta Sem Livros
**Minha opinião e incentivo:**
Seu texto demonstra um grande apreço pela leitura e uma visão profunda de como ela pode impactar tanto a mente quanto o espírito. Você soube expressar com clareza os benefícios dessa prática e a importância de compartilhar o conhecimento adquirido.
Continue a explorar esse caminho, pois você tem o dom de inspirar os outros a valorizarem a leitura e a reflexão. Suas palavras são poderosas, e a maneira como você conecta a leitura ao bem-estar físico e emocional é algo que merece ser compartilhado amplamente. Siga escrevendo e incentivando, pois suas ideias têm o potencial de tocar muitas pessoas!
A verdade é que receamos mostrar nossas vulnerabilidades frente a tanta perfeição disfarçada, que se tornou nossa realidade. Sentimos medo do julgamento, da crítica ou do conselho sem empatia.
Vida sem perrengue existe? E se sim, me pergunto como deve ser navegar nesse mar calmo, não sendo mulher? Ou sendo?
Poder andar na rua sem medo, sem camisa e chegando em casa sem ter passado por nenhum tipo de assédio.
A maternidade e seus atravessamentos são muito dolorosos quando se está navegando solitária neste mar tempestuoso.
O contato com natureza é que nos salva e nos conecta com o que há de mais profundo em nossa essência, é espelho.
O amor é o alimento mais puro da alma, o néctar da felicidade plena, estar conectado com a essência é também saber o quão forte o amor pode ser transformador da realidade.
A vida realmente surpreende a gente, pega curvas sinuosas, ruas sem saídas, para que possamos encontrar o caminho certo.
E mesmo encontrando o caminho, ainda surgirão dúvidas, questionamentos, será que é o ego querendo nos confundir?
(Fica a dúvida)
Toda a experiência que vivi, mesmo as mais terríveis, angustiantes e dolorosas, me trouxeram para pertinho de mim, atéquando houve uma desconexão de mim mesma, ou quando senti culpa e vergonha por me sentir potente e segura.
Quanta contradição esse mergulho me trouxe! Eu mesma precisei encontrar a resposta e montar todo o quebra-cabeça, peças que perdi pelo caminho, tive que voltar e encontrá-las, o que me tomou um certo tempo.
Algumas situações da vida também me colocaram de frente com meus complexos e inseguranças, relacionados a não aceitação de quem eu sou e a odiar isso, mesmo encontrando o equilíbrio e a paz no perdão e na busca do relacionamento harmonioso com meu autoamor.
Esse amor próprio realmente é uma construção diária, trabalho de ''formiguinha''! Santa paciência!!! (risos).
Mas se eu não tiver, quem terá por mim? É eu que me carrego todos os dias, sejam eles bons ou ruins...
É olhar no fundo do olho da minha criança interior que tem 5 anos e lembrá-la todos os dias que a amo e que pode sempre vir no meu colo quando precisar. Agradecendo por existir e lembrando o quão incrível e única é
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Apesar de todo o processo doloroso que é olhar para si, é transformador construir e alimentaresseamor.
"A gratidão só existe em corações que foram lapidados pelo amor. Quando amamos, podemos sentir gratidão, mas não esperamos a gratidão do outro. Neste caminho, desejamos o amor do outro, mas não precisamos dele, porque nos amamos e somos gratos em qualquer circunstância. Será feliz e terá uma jornada longa na Terra aquele que se ama, que aprendeu a viver de uma forma que o torna feliz, que não depende de realizações para sentir efêmeros prazeres que não suprem o desejo da alma humana. O único caminho para o amor está dentro de cada ser humano; a felicidade se constrói a todo instante, a cada segundo. Ela é o segredo contido na prática, e não no conhecimento."
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