Agradecimento á Escola
"A articulação diante do caos é a verdadeira arte de viver. Quando aceitamos que nada é permanente, passamos a ver a mudança como uma chance de reinventar a nós mesmos e o mundo ao nosso redor."
Dan Mena
"A unidade genética que nos conecta a um único ancestral nos leva a uma ponderação: somos seres que vivemos divididos por constantes ilusões de separação."
Dan Mena
"A total ausência de formas de transição completas no registro fóssil nos desafia quanto a uma nova racionalização além das figuras simplistas que aprendemos a aceitar sem questionar." Dan Mena
"A singularidade da mente que carregamos é um apontamento de que nem todas as respostas cabem nos moldes de teorias preexistentes."Dan Mena
"A posse da benção do milagre antecipada constitui-se em unir três forças operantes da FÉ. Acreditar no inacreditável, imaginar o inimaginável e descrever o indescritível! Para Deus não há problema insolúvel, o empecilho maior é nossa fé solúvel." (Guto Lopes)
A Heresia corrompe a alma de tal maneira, que quando lhe cessam todos os argumentos, usa o recurso da prevaricação ao invés do arrependimento.! (Guto Lopes)
A tristeza é uma dor que te consume diante da inevitável impotência de mudança do fato que nega o que um dia você acreditou ser verdade: vida!
A vida é como dirigir um carro: o retrovisor está ali para pequenas olhadas, mas é o para-brisa que mostra o caminho à frente. O passado deve ser referência, não residência. Olhe para trás apenas para lembrar de onde veio e medir o quanto já avançou, mas nunca para voltar. Quem dirige olhando constantemente para trás perde as oportunidades que estão no presente e no futuro. O retrovisor existe para aprendermos com o que passou, mas é o horizonte que revela até onde podemos chegar. Afinal, o passado é um espelho pequeno, enquanto o futuro é uma janela imensa, cheia de possibilidades.
"A única forma de vencer a maldade dentro e fora de nós é cultivar uma resiliência emocional inabalável, fundamentada no amor e na bondade."
A Bíblia não é apenas um livro; é uma carta viva escrita e inspirada por Deus para transformar os nossos corações tão cruéis.
Dia 2
Olho para os lados,
A falta que tua voz faz,
É quase que ensurdecedora,
Temporário, sei,
Estamos em processo de cura, sei,
Interno,
Externo.
Às vezes é difícil compreender,
Disso também sei, e como sei!
Mas, o Universo sempre tem um propósito,
Não é mesmo?
Nada, nem ninguém passa vazio,
Somos sombras,
Arrepios,
Um acumulado de histórias,
Não para nos tornarmos prisão,
Mas, para que aprendamos fazer do presente,
Realmente um presente.
Uma releitura melhor do que já vivemos,
Uma edição corrigida e estendida,
Daquilo que ainda não havíamos compreendido,
A maneira mais fácil e eficaz de conhecer uma pessoa, é provando as suas emoções e a reação das suas atitudes. Pessoas reativas, expõe o seu caráter e personalidade quando exposta a situações de stress e nas adversidades.
A sabedoria está no entendimento e não no conhecimento. Pois nem todo aquele que conhece, pode entender mas todo aquele que entende, pode conhecer.
A arte tem por ela mesma, propriedades curativas, exercícios de recurso terapêutico, que oferecem um playground enorme para o cérebro.
A Força Está no Verbo, Não na Língua
A grandeza da escrita não repousa no ornamento das palavras, mas na intensidade do verbo que as conduz. A língua, por mais rica e vasta que seja, é apenas o veículo; o verbo, a força. A beleza estética que buscamos na escrita não está no deslumbre de uma construção complexa, mas na capacidade de um verbo bem colocado de transformar, de ressoar, de mover. É no verbo que reside a verdadeira elegância do escritor, aquela que não se preocupa com adornos, mas com a pulsão do significado.
Quem escreve com profundidade sabe disso: não se trata de mostrar erudição, mas de fazer com que a leitura se torne uma experiência visceral. O verbo é a chave que abre as portas da percepção, que torna o conceito tangível, que incita a reflexão e desperta o sentimento. Ele não precisa de adornos porque sua força é direta, crua, atemporal. É no verbo que se revela o que está oculto, o que se sente sem palavras, o que ainda não foi dito, mas que, ao ser proferido, encontra a verdade.
A língua, com suas regras e estrutura, é apenas o campo onde a batalha se trava. Mas é o verbo que, ao ser usado com precisão e intenção, tem o poder de mudar o curso do pensamento, de provocar uma epifania, de imprimir na mente do leitor uma marca indelével. Como uma lâmina que corta sem esforço, o verbo, por sua natureza, age e reage. Ele é a centelha da ideia, a faísca que acende a chama da interpretação.
A elegância do escritor não está em palavras vazias, mas em sua habilidade de manobrar o verbo com maestria, de fazer da linguagem um instrumento não de ornamentação, mas de ação. O escritor não deve buscar o enfeite; ele deve buscar a precisão. Um verbo, bem escolhido e colocado, possui a mesma força de uma obra-prima: simples, mas profunda; direta, mas cheia de camadas. É essa simplicidade, carregada de peso, que faz o escritor verdadeiramente elegante.
O verbo é o pulsar da escrita. Ele nos envolve com sua potência, com sua capacidade de criar, de destruir, de transformar. Ele é o que realmente importa.
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