Agora foi o fim do nosso Amor
Ela é um Eclipse
[Verse]
Ela tem os olhos claros sem fim
Cabelos negros noite de eclipse assim
Muito bela na pele clara tão fina
Batom vermelho destaca sua sina
[Chorus]
Seu sorriso brilha refletindo
Em seus olhos estrelas construindo
Formando em si uma constelação
Feita de luz e de emoção
[Verse 2]
No escuro ela traz o luar
Com sua presença vem iluminar
Cada movimento suave dança
Em um ritmo que só ela alcança
[Chorus]
Seu sorriso brilha refletindo
Em seus olhos estrelas construindo
Formando em si uma constelação
Feita de luz e de emoção
[Bridge]
E no silêncio ouço seu canto
Uma melodia doce e encantando
Seu olhar me leva a sonhar
Num céu estrelado sem pousar
[Chorus]
Seu sorriso brilha refletindo
Em seus olhos estrelas construindo
Formando em si uma constelação
Feita de luz e de emoção
”Um dia começa, outro termina. E entre o nascer e o pôr, vivemos tudo o que somos capazes. No fim, não é o tempo que importa, mas o que fizemos dele.”
”Não há vitória real na força bruta. Toda opressão tem prazo. Só é livre quem aceita o fim das coisas e, mesmo assim, vive com propósito.”
Não conseguimos aceitar a idéia de que Deus sempre existiu, pelo fato de nós termos início e fim, todos os animais, também. Todas as nossas coisas... Por isso não compreendemos.
A busca pra se encontrar pode no fim ocasionar um cansaço em si mesma, ainda que se tenha êxito no encontrar-se com si mesmo.
Sob a Luz da Lamparina
Era fim de tarde no interior, e o céu tingia o horizonte com tons suaves de dourado. Sentada no velho alpendre dos fundos, ela segurava um livro fechado no colo e deixava os pensamentos correrem soltos como o vento que balançava levemente as folhas do limoeiro. A cadeira de macarrão rangia sob seu peso leve, como se quisesse conversar, contar histórias antigas.
Ela era uma garota simples, dessas que preferem o silêncio das páginas à euforia do mundo. Enquanto tantas meninas se encantavam com festas e vestidos, ela se perdia em histórias, viajando com os personagens, vivendo outras vidas. Lia à luz de lamparinas, por gosto, a luz amarelada da lamparina deixava aquele luga com cheiro de vilarejo antigo. A claridade suave tornava as palavras ainda mais íntimas, e o ambiente mais romântico. Sempre havia uma xícara de chá de hortelã com limão ao seu lado, perfume da infância e do quintal da mãe.
A saudade apertava o peito naquele dia. O pai havia decidido vender a casa. Uma notícia que lhe roubava o chão. Aquele pedaço de mundo era mais que tijolos e madeira: era o cenário das suas lembranças mais doces, dos risos em família, da presença da mãe que partira cedo demais. Ainda era possível sentir o cheiro dela em alguns cantos, principalmente ali, quando o silêncio se tornava mais profundo.
Se sua mãe estivesse ali, estariam preparando o jantar juntas — talvez galinha ou peixe, os pratos preferidos dela. A comida da mãe tinha sabor de abraço. Mas agora tudo era memória. E lágrima. Chorava com frequência, mas não deixava que a dor apagasse o que havia sido belo.
Mas havia um consolo naquela tarde: o amor. Ele estava para chegar. Tinha ido até a cidade comprar um livro para ela — um gesto simples, mas carregado de significado. Eram assim, cúmplices de uma ternura serena, apaixonados por coisas pequenas. O relógio marcava 18 horas e o coração dela batia mais forte, naquela expectativa bonita que só o amor verdadeiro sabe despertar.
Ouviu passos. Levantou-se devagar. Sorriu, mesmo com os olhos marejados. Ele vinha vindo… e com ele, a promessa de um abraço que acolheria tudo.
Ela correu ao encontrou dele. E ali, sob a luz da lamparina, o tempo voltou a ser doce [...]
Janete Galvão
Sussurros suaves sob a lua rara serena
Semeando sonhos sob estrelas sem fim
Sorrisos se espalham, suavemente serenos
Sob o céu silente, sinto-me assim
Sigo a senda dos sonhadores solitários
Sobrevoo sentimentos, sinto a sublime
Saudades suspiro, em silêncios solidários
Sob a sombra suave, o sonho se exprime
Sinfonia suave, a alma desassossegada
Sentimentos se fundem, simples e sugados
Sob a luz das estrelas, sem vida segue
Serenamente seguro, nos sonhos seguros sem som
Mais uma vez é domingo
Eu mesmo acordada sonhando!
Com o dia que o terei comigo.
Mais um fim de semana
Que estou na vontade
Em ter você na mesma cena!
Já falei que te quero
Se preferir no escuro também
Mas gosto de ver no claro!
Memorizar suas curvas
Fazer brilhar teu sorriso!
Matando nossa vontade!
Ser livre é um pecado mortal, a liberdade não existe para ninguém, no fim todos os atos terá sua devida consequência.
O mar presenciará o fim de vossos dias. Ele não dorme, vive em constante vigília. Mesmo quando em maré baixa, parecendo-vos esmorecido, ele observa e ouve atento e silencioso os vossos lamentos.
"Jamais me senti satisfeita. Talvez seja uma busca sem fim, uma busca infinita por um significado."
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