Agora foi o fim do nosso Amor
No fim do dia olhei para ele e disse: a vida é isso que estamos vivendo. Nenhum outro dia será como esse novamente. Os outros também poderão ser felizes, cada um por seus próprios motivos e todos serão válidos. Mas hoje é o nosso presente, tal como se chama. Nesse instante me senti completamente imersa na vida e com o controle absoluto do existir. Em torno de nós estava a rotina, o fim do dia de trabalho, de leituras, de afazeres domésticos. Da vida simples, como ela é. Então sorri feliz. Não consegui imaginar nenhum outro lugar para estar, que não fosse ali. Vivendo exatamente essa vida ao lado dele.
Simplesmente Adeus.
É velho guerreiro, então chegou o fim.
E assim como um dia irei tambem, você vai.
Nada levará, somente coisas boas deixastes,
E um pouco dela tambem levaste.
Vai amigo, siga o seu caminho,
E não olhes para traz, não quero que me veja chorar.
É chegada a hora...
Não sei se terei coragem de me despedir.
Saiba que um pedaço de mim, estará levando também.
Ficarei aqui rezando por ti,
É tudo que posso fazer, enquanto sorridente parte
Rumo ao desconhecido.
Sei que vai de olhos fechados...
Mas de cabeça erguida.
Não tenhas medo,
Sei que ao chegar nas portas do céu, serás recebido por milhares de anjos.
Que te conduzirão ao descanso eterno.
(Vieira)
A CAMINHADA!
Tudo na vida tem um começo, meio e fim, viver hoje, o agora é preciso; usufruir o presente intensamente sem esquecer o futuro, é preciso descer do muro.
Um futuro brilhante que às vezes chega atrasado, porem com vontade tudo pode ser recuperado. Quando criança as escolhas, as vontades sempre eram as de meus pais, hoje sentar na cadeira, meus sonhos são outros e sinto o quanto eu perdi:
Oh! Quantas coisas eu deixei para trás.
Aqui no meu canto eu encontro a paz, sou príncipe, sou bandido, sou herói, mato dragão, vou até ao Japão sem sair do lugar, minha imaginação, prendo ladrão e acabo com a corrupção e percebo que o nosso mundo tem solução.
Infelizmente o mundo não é igual para todos, há muitas diferenças, mas prometi a mim mesmo que não seria um ser insignificante na estatística deste país. Nascemos iguais, porém as oportunidades dependem de como direcionamos a nossa vida.
Nos caminhos pode haver tropeços e fracassos, mas minha certeza de opção é sempre o sucesso.
Renascer é um começo, cair faz parte da caminhada, levanto e vou em frente olhando o horizonte CAMINHANDO COM JESUS sei que nunca vou perder a esperança de um mundo melhor.
Nesse presente de hoje não irei lamentar o passado que se foi nem “confiar” no futuro incerto.
Que hoje Deus te mostre o caminho certo a seguir que você possa continuar nessa trilha, nessa caminhada junto com Jesus Cristo dentro do seu coração, porque lá é o melhor lugar do mundo e nele Cristo estará te protegendo sempre e assim a sua vida vai se renovando cada vez mais.
Depressão
Certa vez, sonhei que o mundo chegava ao fim. A terra não produzia nem mesmo água. A comida era raízes secas e ás vezes um lagarto que se encontrava escondido entre as rochas. Um animal sobrevivente como nós, talvez apenas para servir de alimento, mas, cada dia era mais raro encontrar um. O povo andava de um lado para outro sem rumo, sem ânimo, sem opções. O nosso grupo era grande, éramos todos da mesma família. Meu pai era o chefe de todos nós e não desistia como muitos chefes de outros grupos que se davam por perdidos, se entregando à depressão, e logo morriam da praga que dominava a alma até devorar todo o corpo, caindo em um canto no chão ficando ali até a morte. Os mais velhos do nosso grupo também começaram a ficar doentes. As crianças buscavam esperança no sorriso meio apagado de meu pai que pedia para não perdemos a esperança. Apareceu ali uma tropa de homens, mulheres e crianças pedindo água.
— Estamos a caminho da terra prometida. Não sabemos quanto tempo ainda devemos cavalgar, e não temos mais água. — disse o chefe do grupo.
Meu pai respondeu:
— Temos pouca água. O poço está quase seco e temos muitos velhos, doentes e crianças.
— Porque não pegamos toda água que você tem e vamos todos para a terra prometida? — falou o chefe do grupo. Meu pai olhou em volta vendo todos do grupo montados a cavalo, me disse:
— Temos poucos animais, não dá para todos.
— Vamos a pé — falei para o meu pai. — Coloca os velhos, os doentes e as mulheres com filhos pequenos nas carroças e o resto seguem a pé.
— Não sabemos quanto tempo ainda resta de caminhada. — falou novamente o chefe do grupo. — Com certeza a pé não chegarão nem à metade do caminho.
— Temos que tentar — respondi muito confiante. — Se lá é um lugar para todos, devemos tentar nem que demore uma eternidade. — Não haverá comida e nem água o suficiente para todos, se demorarmos pelo caminho — falou o chefe. — Devemos cavalgar dia e noite para poupar o que temos.
— Não importa — respondi. — Chegaremos depois de vocês, é só nos dizer o caminho.
Meu pai olhou-me profundamente aos olhos, e falou depois de uma leve pausa.
— Vamos conseguir. Acredito que sim!
Enquanto os doentes eram levados para as carroças, a água restante era tirada do poço enchendo os barris. Penduramos candorras com água nos ombros e partimos atrás das tropas. Aos poucos as pernas foram se cansando e logo perdemos todos de vista, nos restando apenas a indicação do chefe, pois não estávamos nem na metade do caminho. Os pés sangravam deixando junto com os rastros gotas de sangue, mas não desistimos até chegarmos a uma encruzilhada de três partes. Numa havia um portal, na outra não havia rastro dos animais, indicando que haviam seguido por ali, e á frente não teríamos como subir por um grande barranco. Olhei para trás e nada vi que pudesse indicar o caminho certo. Estávamos perdidos! As palavras do chefe voltaram à minha mente “Um portal azul”. Olhei para o que estava ali, era vermelho-escuro como sangue pisado. Achei que o chefe havia confundindo a cor e entramos por ele. Um homem de preto nos recebeu na entrada e pediu que seguíssemos. Enquanto, caminhávamos naquele lugar como se fosse outro mundo, pior que aquele que vivíamos, vi várias pessoas acorrentadas trabalhando como escravos. Pensei em perguntar alguma coisa ao homem, mas ele estava distante já entrando em um galpão, onde entramos também por ele e ficamos ali aguardando como pediu o homem. Ouvi barulhos nas paredes, bem abaixo, quase ao chão, e gavetas se abriram acorrentando todos. Saltei, quando se aproximou de mim e consegui me libertar. Vi todos serem arrastados como animais para outro lugar e obrigados a trabalharem na fundição de ferro debaixo de chicotadas. Corri para fora do galpão até o portal, mas não tive coragem de sair por ele, então voltei, não podia deixar meus companheiros e companheiras naquela situação de escravos. Procurei soltá-los das correntes, foi em vão. Procurei por chaves que pudessem liberta-los, não encontrei. O homem havia desaparecido e por mais que eu procurasse não o encontrava. Vi minha sombra, que parecia dar gargalhadas pelo meu desespero. Levei minhas mãos na garganta com a decisão de tirar a minha própria vida, e, vi minha sobra afastar-se de mim ainda dando gargalhadas de minha aflição. Ouvi gritos de pavor e quase em desmaio consegui correr. Vi minha sombra aproximar-se novamente de mim. Sem pensar saltei agarrando-lhe pelo pescoço e o homem nela apareceu. Era minha alma que naquele momento estava presa em minhas mãos e lutamos por horas pela sobrevivência, até que consegui acertá-la com um golpe jogando-a morta ao chão. Todos foram libertados das correntes e correram em direção ao portal enquanto eu olhava o homem morto no chão. Minha mente dizia ser eu assassina, mas não senti remorso. Olhei para fora não ouvindo mais ninguém e vi o portal azul. Lentamente aproximei-me e entrei por ele, vendo ali meu pai, minha mãe e meus irmãos, mas não consegui aproximar-se deles. Naquele instante fui condenada, jogada em uma cela, prisioneira do crime que cometi. Por vários anos paguei pelo meu crime. Matei minha própria alma que se perdeu na tristeza, angustia e sofrimento do meu próprio corpo.
Que Alívio! Acordei! Era apenas um sonho. E lutei contra meu próprio corpo que não desejava nada a não ser a morte. Venci a “Depressão".
Fim de festa
Louca confusão!
É o final da festa.
Pontas de cigarro
pelo chão,
marcam a realidade
do gosto amargo
pelo sarro,
que ficou na boca,
do cigarro.
Um vazio imenso
ao ambiente empresta,
a presença do arrependimento.
Foram risos,
foi música,
foi farsa.
Busca infeliz de um nada,
estampada, agora,
nos olhos cansados,
descrentes e perdidos.
Copos derramados,
paredes marcadas,
por mãos suadas.
Tudo já é passado.
Alegria-mulher que invadiu,
motivadora, minha solidão.
E nada ficou,
nada de profundo,
de definitivo.
Nada que valesse a pena,
apenas um passo
a mais,
na busca do ego
do eu interior,
que não conhecemos.
Século da cibernética,
das máquinas infernais,
computadores,
robôs,
órgãos artificiais.
Homem-mecânico
do século vinte.
Tudo foi pesado,
balanceado,
meticulosamente dosado!
Para que?
Para nada!
Se teu coração vai mal,
nada de anormal,
terás um novo,
a pulsar vigoroso,
injetando sangue
em teus tecidos.
Genial!
E teu sistema nervoso,
teu cérebro,
tua consciência,
tua vivência
anterior?
Século da genética,
da potência energética.
Situação patética,
o vazio da alma,
no vazio da sala,
que me embala
em mil pensamentos,
em arrependimentos,
que são angustias.
Victor Motta
Deixe, então que adoto meu próprio filho!!!
Se as circunstâncias justificarem um Fim.
Deus, garante-me as esperanças.
Querer, eu queria, mas não sabia como mudar
Pelo menos o fim do dia que tão lindo pretendia,
Mas que parecia que desaparecia, que insistia em
Ficar dormindo, enquanto assistia que se esvaía,
Que ia sumindo, subindo e a noite vindo, caindo!
Guria da Poesia Gaúcha
Se todas as forças chegarem ao fim, e vc se sentir vencido, e ainda assim a tristeza tomar conta do seu coração... Fique sensato, seja sagaz, DEUS tem algo guardado se seu coração for verdadeiro.
A vida é uma estrada comprida e sem fim...neste plano material tudo acaba e tudo se transforma...mas a vida continua incessantemente se transformando e se eternizando cada vez mais.
Já é o fim da odisséia humana na terra. Somos apenas fantasmas do que éramos em nossa mais antiga civilização.
Eu queria procurar e encontrar o fim do universo só parar pular e chegar ao infinito.
Mas sei que não é possível, então eis me aqui.
Como não da para fugir do amor que sinto por você, resolvi ficar e encarar este amor.
Mesmo eu estando só,sem ti eu vou continuar vivendo e continuar procurando a tão sonhada felicidade..
É algo parecido com o fim da linha quando você não quer permanecer acordada, mas também não pode dormir, porque os sonhos são sempre generosos demais e nunca são bons se a gente acorda no final.
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