Agora foi o fim do nosso Amor
Enquanto ignorarmos o objetivo fim das ações (reações) a que somos obrigados por força de um estímulo recebido, o todo de nós, injustamente, será sempre o sujeito responsável e não a parte de nós que nos obriga ao ato.
Subir, sem nunca alcançar o fim. Dançar, sem nunca abandonar o próprio corpo. Chorar, apenas para estar vivo. Eu nunca teria passos necessários para tantos caminhos.
[…]
Respira.
Está quase acabando.
POLÍTICOS
O ladino do polvo toma a cor
Da pedra, areia, ou lodo, em que se deita,
A fim de conseguir, assim, melhor
Caçar a presa que escondido espreita.
Quando ela passa, longe da suspeita,
Esperto, como um tímido traidor,
Na água negro líquido ele deita
Que cega a presa e esconde o caçador.
Políticos também em Portugal
Há que MUDAM DE COR perfeitamente,
Sem quase meio mundo dar por tal.
Mas, quem tem uma vista regular
Está a vê-los por aí continuamente
De olhar attento à CATA DE UM LUGAR.
Coimbra, 20-02-1908
Aproxima-se o fim de mais um capítulo da sua história, e o que há para ser dito exatamente? Que valeu por tudo o que já se viveu e pelo que ainda se viverá. Sim, viverá, pois há páginas e mais páginas a serem escritas. Ora repletas de alegrias e dissabores, ora repletas de obstáculos intransponíveis ou não..
Mas é certo de que a vida, meu caro, é uma alegoria que depende mais de você do que das eventualidades da vida para ser legitimada.
Há uma vastidão por aí afora esperando por você, pela vida, por suas escolhas. Vida que é tão fugaz e que precisa ser vivida tão intensamente, quanto saboreada delicadamente.
Apresse-se! Vá para a vida! Vá com todo o seu coração. E até um dia, quem sabe.
O seu caminho chegou ao fim desde que partiu sua amada. Ela era uma moça bonita, mas de instintos fortes. Ele nem tanto. Falo nas duas qualidades. Ela se foi não por conta da fraqueza de sentimentos dele, mas porque o mundo ficou mais belo pra ela quando ao invés de trancá-la firmemente em seu coração, ele a deixou partir.
E foi assim que ela enxergou o mundo pela janela dos amores: Alegre sem ele. Calmo sem ele. Apesar de mais vazio por falte dele, a moça preferiu solidão!
O tempo que eu vou levar pra superar nosso fim antes do fim pode ser o tempo que levaria pro fim acontecer sem dor e no seu devido tempo. Quem sabe?
Sempre fui fiel a mim, podia ser de alguém por uns dias, mas no fim das contas era sempre comigo que eu terminava.
Minha alma, desesperada, grita!
clama, implora,
por uma luz no fim do tunel.
Meu coração sangra
minha alma foi sufocada, oprimida;
tornei-me um ser vazio, sem vida
que apenas sobrevive
buscando ardentemente
o fim desse tormento
que destrói meu corpo, meu coração e minha mente.
Olhe a chama, perceba a luz que te guia pra fora da escuridão.
Esqueça o medo e a solidão.
O fim do túnel é o princípio do amor.
Tenha coragem, embarque nessa viagem
e encontre o que te salva.
Abra os olhos, nada mais vai te cegar.
Festa na alma, conjugando enfim o verbo amar.
O que me induz a caminhar ate o fim do
túnel, não é saber que ha uma luz me esperando,
e sim, saber que ha vermes, prontos para cair em cada passo
que vou dando.
Enfim. Enfim. Enfim. Disse tantas vezes, que perdeu a conta. Não era o fim da conversa, não. Só queria mudar de assunto. Censurar aquele ponto. Ainda dói, bem pouco, na verdade. Aprendeu a disfarçar bem, sorriso no rosto. Continuou a conversa.
É quase fim de tarde,
E tudo continua como começou.
O dia fora esplendoroso,
Os acontecimentos nem tanto,
Mas na perspectivas de um olhar,
Tudo fora gratificante e encantador,
Os encontros,as rizadas,as histórias...
Oh ! vida malvada
Falou-me de amor,
Quando era odiado,
Falou-me de fidelidade,
Quando a infidelidade,
Era festejada.
Que mundo é esse ?
Se os valores estão invertidos,
Pela justiça injusta
A bem da verdade protegidos.
Não posso mudar e nem devo,
Mas posso não aceitar
Tamanha insensatez
Aonde vamos chegar...
Será no porto do conformismo,
Ou abrir a boca e gritar?
Clamando por socorro...
Sem ter quem nos ouvir.
De plantão só os que,
Querem nos aprisionar,
Sem direito a fiança
Aguardando só o momento
De nos condenar.
Eco do Adeus
É deserto...
Nada sinto
Nada penso
O fim está perto.
É deserto...
Um pouco de vinho tinto
Tantas lágrimas para um só lenço
Erros que no fundo estavam certos.
É deserto...
Foi-se o oásis de água
Tenho sede, tenho mágoa
Ouço no adeus o teu eco.
Nada sinto
Nada penso
Um pouco de vinho tinto
Tantas lágrimas para um só lenço
Foi-se o oásis de água
Tenho sede, tenho mágoa
É deserto...
O fim está perto
É deserto...
Erros que no fundo estavam certos
É deserto...
Ouço no adeus o teu eco.
O adeus...
O adeus...
É deserto...
É deserto.
Vagamundo
E num segundo fez-se o mundo,
Munido de todo sentido do mundo.
Tão profundo era o fim do forasteiro segundo,
Que o mundo esqueceu-se de ser tão imundo.
Se o fundo era mundo oriundo do imundo,
Me inundo-segundo em que fui vagamundo.
São Nunca
A metáfora do fim aproxima a véspera
Ainda que esta relute na omissão literária do tempo nunca
Agora é nunca...
Nunca lembrar
Nem arrepender
A véspera
Exaspera o tempo corrente
Iludido
Elodido...
Doído sempre...
Interpreta a eminência do finito
Se abriga amanhã no amanhecido
No fatídico grito de ontem
Que larguei ainda agora
Enquanto passeava pelo nosso enquanto
Tão contínuo e acreditado da véspera
Desse dia que ainda virá em tempo algum.
Como eu queria ser como as aves voar sem rumo, sem direção e no fim de cada tarde ir de encontro as nuvens do céu.
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