Agora foi o fim do nosso Amor
AO Infante
Eis que ele vem...
Mas ele é quem?...
Ele é o infante,
Que vem triunfante...
É o que vem no fim do tempo,
Para reinar para todo o sempre.
Vem cavalgando em verdade,
Com sua autoridade.
Seu nome é Jesus.
Ele disse-nos:
«EU SOU A LUZ»
Finalmente, a existência terá paz!
Porque eis-nos,
Que é DEUS QUE A TRAZ!...
Gostaria de chamá-lo de Beleza
Lúgubre no amanhecer à fonte
Esperando por sinais de júbilo
Ao ouvir o canto dos beija-flores
E assistir ao rito dos canais
Cuja água desemboca no mar
De obscuro desejo pelo infinito
E que o horizonte não consegue alcançar.
Atento aos flamboyants que despertam
Em pura expressão de boniteza
E dos ipês em amarelo exuberante
Que povoam o imaginário da vida
Em seu movimento de elegância
Nas vicissitudes das estações.
Desejava somente apreciar a beleza
Do que, por si só, era belo,
Mas em que somente via tristeza
E ansiava pelo majestático fim.
Não reclame do fim, todo fim teve um início. Se você não viu, certamente é porque não teve interesse de parar o processo.
Ponto final
Parecia eterno
Mas chegou ao fim
Fora maravilhoso
Não sei se para você
Posso dizer por mim.
As coisas se modificam
Como as ondas do mar
Como o ar na atmosfera
Está sempre a se modificar
E como um barquinho
Nosso amor naufragou.
Aqui não restou rancor
Apenas restou uma paz
De ter me doado por inteiro
E ter entregado um sentimento verdadeiro
Que não fora o suficiente
Para eternizar o amor que existira.
Nunca soube onde é o início ou o fim, o melhor ou pior, o certo ou errado, apenas a diferença entre o que me trás a paz e o que não.
"Distanciar daquilo que ti faz mal é um alívio, não somente para o corpo e sim para alma, pois têm vários corvos sem espírito dentro de casa, achando que são águias".
Insistência
Há dias...
em que o mundo atravessa...
não com força, mas com desgaste.
com cansaços antigos que não se explicam.
E ainda assim...
Desaba em mim um peso antigo que não consigo decifrar...
mas carrego.
Algo em mim permanece em estado de vigília.
Não é milagre.
Nem fé de vitrine.
É um senso íntimo de direção que se recusa a recuar.
É a escolha silenciosa de continuar
mesmo sem plateia...
é o gesto miúdo de existir quando ninguém nota.
Não aprendi a vencer com medalhas.
Aprendi a prosseguir sem aplausos.
Aprendi a resisti em silêncio.
Aprendi a ser pensamento onde só se aceita barulho.
Meu corpo recua...
mas minha consciência não.
Meu cansaço pesa...
mas não me desliga da busca.
Guardo questões que não se calam...
e mesmo sem respostas, sigo.
Porque viver, ás vezes, é apenas isso:
manter acessa a centelha que o mundo tenta apagar.
A moça é linda como o brilho da lua que me ilumina. É tamanha a bondade que do seu coração me invade de muita saudade. Estar ao seu lado é sonhar acordado numa noite sem fim.
No final das contas
Você conhece o fim da história
Muito antes de terminar o livro...
Mas não consegue se acostuma com ele
Passo a passo...
Árvores tristes, noite calada,
O vento sopra em meus ombros a dúvida,
E a cada passo, mas longe vejo
O final da estrada.
Poucas respostas,
Do nada, assim?
Qual o motivo desse ''tchau''
Que até parece ''fim''.
Uma mágoa acesa em meu peito
Que não sei de onde surgiu, mas,
Sei como surgiu, sem mesmo saber.
Medo de acreditar em meus sonhos?
Medo de acreditar em min?
Eu não tenho a resposta,
Mas estou assim,
E, tudo o que sinto agora,
Creio que há de vim.
É, mesmo de dia vejo tudo escuro, meus olhos abertos mas com um fundo preto, minha força fraca, meu pensamento nulo.
Não sei se tento imaginar, não sei se devo sonhar, meu medo me magoa, meu ser não acha coerente falar.
Imagino folhas, que caem, e o céu?, nuvens tristes, sem beleza, meus olhos não dá cor as cores, não ver emoções nos sons, não ver vida.
Eu olho pra minha mãos e não vejo força, tremem de medo?, tremem de angustia...
O quanto devo respirar não sei mais, as teclas da minha vida geram melodias, tristes, deprimentes, eu não quero ouvir e crio, mas porquê?
Meus pés não sentem os passos, não escuto nem gritos de pessoas em volta, não entendo as palavras...
Meus olhos não se fecham, mas não enxergo nada, meu coração exangue...
Não vejo beleza, cada estrela diz algo, mas não consigo descrever, mas não desisto nunca, porquê?
Não consigo caminhar, meus pés frágeis estão cansados, minha vida desesperada, vejo cacos de min pelo caminho, mas ninguém ajuda a apanhar, devo fazer isso só?
Porque o vento me diz que não? Poque ele sopra entre meus ombros, fazem minha alma latejar, dizem pra esperar, mas eu sei que não, porque eu não desisto? Porque é tão difícil? Porque as lágrimas caem, eu não quero chorar, Porque? Porque?
Porque Não desisto?
Porque não posso?
Acho que é...
Mas é tão difícil,
Porque não posso voar como os passarinhos ir pra longe ver o sol nascer na imensidão do céu?
Quero ver tudo colorido outra vez.
Entre o vento carregado, vem uma triste canção,
que desmancha meus ouvidos com notas compaixão,
minhas mãos congelam os dedos, os meus pés não sentem o chão,
minha alma se arrepia e despedaça o coração,
o meu rosto esmorecido faz de tudo pra sorrir,
mas os olhos encharcados me lembra do despedir
faço tudo pra espantar a dor,
faço tudo pra erguer as mãos,
o meu mundo todo desgastado cheio de buracos, sem coloração,
as estrelas esconderam o brilho
pra me enfraquecer, fazer cair,
minhas lágrimas abrem a porta e resolvem sair
preciso viver, tenho que partir,
partir na estrada seguindo o nada até encontrar o que falta em min,
tem algum lugar? perto assim de min?
no meio da mata entre árvores altas, onde o meu rosto, consiga sorrir
tenho que correr, pra longe daqui,
preciso de paz, não vou olhar pra trás
se cansar continuar, se arrastar se cair
no fim do caminho, achar um lugar,
onde o meu corpo fraco consiga de novo se reencontrar.
Ninguém percebeu?
Sabemos os motivos
Todos pensam assim?
O próprio desespero está desesperado
Tudo está errado aqui
Esse lugar frio no final do corredor
Essa aura densa de tristeza no ar
Porque a maldade insana conduz a agonia
Pra no pódio reinar em primeiro lugar
Os vaga-lumes lentamente perdem seu brilho
A chuva cai seca na árvore morta
As pegadas das almas escrevem no solo
A poesia dos erros num mundo sem volta
As cores formaram um tom de solidão
Não existe consenso, não estendem a mão
Trancaram as portas pra não mais tentar
Prenderam os pecados sem nem restaurar
O que aconteceu com os reais sentimentos
As luz virou sombra sem nem um lamento
O medo está só, alguém o acuda
O céu virou tela pra gritos de ajuda
As estrelas já cantam a canção de partida
A lua ilumina as causas perdidas
A depressão do mundo só vai avançar
Até quando vão o fazer chorar.
Gratidão sem pausas,
Gratidão sem fim,
Gratidão sem descanso,
Gratidão CEM vezes,
para você,
para mim 💙
Gi Totonpegi 🦋
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