Agora
Olhe pra eles. Embarcaram nessa viagem pois escolheram esquecer o passado. E agora estão todos presos aqui também.
Ai de quem ousar acender a luz agora, vivo no mais profundo dos sonos, um sono desconexo de tudo que o Outro já viveu. Nesse momento a minha felicidade não é espera, ela é tempo bem gasto, sensação de trabalho bem feito, toque suave numa manhã de sábado. Perco-me pois acabei de me encontrar, não há outro sentimento além completude.
Estou onde devo estar, não me acorde agora, deixe-me sonhar.
Nenhuma ofensa, nenhum opinião contrária vai me deixar triste, que a partir de agora eu use as redes sociais com moderação, principalmente quando o assunto é futebol e família. Em Nome de Deus e do Rei dos Reis: Jesus Cristo!
Lembra-te dos teus dias bons?
Percebestes agora que era felicidade?
Festejais quando envolvidos novamente.
eu posso morrer agora, que essa vida me dá esse direito estou cansado e ficaria muito feliz em partir já que meu corpo cansou de reagir assim como minha alma sem vida e coração
PauloRockCesar
O Espaço na Ótica do Tempo
Agora, é meio dia!
A data, vinte e dois
Novembro em agonia
Chega 2022 depois.
Nesta altura o sol brilha
No entrada portão se oferece
Mas, não há ninguém na trilha
Na rua vazia, a solidão padece.
Um carro ou outro no cenário
No vizinho chora o menino
Num eco imaginário
Naquele estilo nordestino
Em que tudo é precário
Até da igreja o som do sino!
AMORFA
Hoje o papel me perguntou:
— Você novamente? O que queres agora de mim?
Reclamando através de minhas letras
Tendo nojo da tinta com que escrevo
Rasgando-me a mão
Gritando VINGANÇA
Aos meus pecados
O pesadelo bate na minha porta
Senta-se ao meu lado
Acompanha-me no café da tarde
E me conta seus sonhos...
O papel conjuga isso a traição
Sente ciúmes dos meus piores traumas
Humilha-me e me guarda em seus rabiscos
Não tenho escolhas, para que eu coma
Preciso dividir o pão com Satanás
A fumaça do meu cigarro perfura a ferida que contém no meu sangue
Meus sentimentos sofrem diariamente hemorragias
Onde ardem minhas paixões
Amo a mim mesmo... E qualquer dor que há na minha carcaça
Os abutres se deliciarão comendo minhas visões
Quem dera eu comer meus próprios restos
E queimar meus próprios poemas
Sinto o nada
O vazio é a única moradia que recebe meu remorso
Preciso encarar o papel com os mesmos olhos
Que mato o espelho
Devido às calúnias que contei a alma
Se deita comigo o adeus
Muito ateu reclama do monoteísmo, mas eles não entendem que se o mundo fosse politeísta, agora teria muita gente fazendo sacrifício humano e adorando deuses da guerra.
O monoteísmo é a crença em um Deus sábio e piedoso.
O meu ideal de felicidade está no real, no agora. Está nas coisas simples, no aproveitar cada momento para sentir tudo de positivo que eu puder. SENTIR! Fazer, ouvir, falar. Tocar o inteiro, viver inteira cada momento. Minha saúde não me permite alimentar o negativo e tudo que gera expectativas demais, sonhos demais e projetos demais se tornam negativos, porquê você deixa de viver o agora, para supor um ideal de felicidade que talvez não aconteça.
O agora sempre será um ponto de recomeço.
A base para o novo com a renovação do passado, através dos passos do hoje.
O poder de mudança do querer a partir de agora, começar esse processo de planejamento, cultiva e conquista, é capaz de coisas que titulamos de sobrenaturais.
Movemos energias em absolutamente todos os campos do corpo e da alma, até mesmo, curando feridas milenares. Por isso não basta sonhar, é preciso colocar em prática e quanto antes aceitando as pequenas vitórias no seu tempo.
Vamos fazer história. Não estamos mas no tempo de se comparar nem de competir. O tempo agora é criar história e deixar legado.
Vivemos a ilusão da modernidade, tudo é acelerado e urgente, para o agora. Não respeita o tempo natural das coisas. Agimos como se fossemos superior a tudo.
