Adeus meu Amor a Morte me Levou de Vc
Meu precioso, quero que saiba que você é quem eu quero ter sempre ao meu lado, é com quem quero partilhar a vida e todos os momentos por mais simples que sejam, pois até os momentos simples se tornam especiais quando estou contigo.
Na sua companhia, me sinto à vontade para brincar, deixo transparecer o meu lado criança, porque quando estou contigo não preciso esconder a minha essência. Posso ser eu mesma, sem nenhum tipo de reserva.
Quando penso nesse lado meu quando estou com você, me surpreendo comigo mesma.
Você entrou na minha vida e sem que eu percebesse desmontou todos os muros que eu havia construído para me proteger. Acho incrível como você entende até aquilo que às vezes não sei explicar muito bem com palavras.
Posso ter tido um dia corrido, cheio de tarefas, mas a sua presença desacelera o meu mundo e a minha mente me trazendo uma sensação enorme de paz e tranquilidade.
Valorizo cada minuto ao seu lado, porque conheço a saudade de cada minuto longe de você. És a parte mais bonita dos meus dias.
Amo conversar contigo, amo também os instantes em silêncio quando estou no seu abraço. Amo sentir o seu cheiro, amo a sua personalidade, o seu jeito de ser. Você me faz rir como ninguém nunca fez. Você é simplesmente encantador meu amor, e quem perdeu, foi quem não soube valorizar tudo de maravilhoso e incrível que você é.
Você extrai o melhor de mim e torna tudo mais leve e mais bonito. Por tudo isso, e muito mais que você tem feito e faz por mim, e pelo nosso relacionamento, só quero agradecer e dizer que és a minha calmaria, e onde sei que posso repousar tranquila em seus braços. Quando estou no seu abraço é como navegar em águas bem serenas e calmas, e ter a certeza que chegarei ao cais em segurança.
Boa noite meu amor, durma bem e receba todo o meu amor e carinho através dessa mensagem.
Eu dizia que nunca seria professora, Mas me formei duas áreas E encontrei meu lugar na sala de aula Aos 30 anos
Aos 45, publiquei meu primeiro livro E descobri que amo escrever Histórias infantis que fazem sonhar.
Antes, eu não gostava muito de ler, E nem de escrever...
Hoje, me pego ansiosa por uma nova ideia, Transformando pensamentos Em histórias que encantam e inspiram crianças.
A vida me mostrou que nunca é tarde, Que tudo tem seu tempo, Seu momento.
Cada queda me ensinou: São oportunidades de fortalecimento E recomeço.
Eu não estou atrasada.
Estou vivendo, Me descobrindo, E me tornando uma pessoa melhor A cada dia.
DA POESIA INDIGESTA
Corro, recorro
Penso, repenso
Sem pressa a prece em socorro
Em absurdo meu Eu absorto
Num rastro de uma dúbia linha
Agora tênue linha transpasso
E creio
Na pele
na carne
E no espaço
Quando nem homem resta
Do que sobrou
Do risco
Da fresta
Sem rima
Na via sem volta
Da poesia
Por fim
Em mim, indigesta
No silêncio do pensamento
No silêncio onde o tempo se esconde,
teus olhos visitam meu mundo calado.
Cada lembrança que o coração responde
é um eco teu, doce e delicado.
Não sei por que vens tão constante,
feito brisa que insiste em soprar.
Tua ausência é um mar distante,
mas tua presença vive no meu pensar.
Talvez seja encanto, talvez seja sorte,
ou só um coração que não sabe esquecer.
Mas toda vez que o dia anoitece forte,
eu só queria parar de te querer.
E se não posso calar essa paixão,
entrego-te em versos o que sou,
com a coragem de quem guarda no coração
um amor que nunca cessou.
Eu cantei meu Canto afinado no galho de uma árvore
bem perto da janela do seu quarto
para que você saísse me olhasse cantando enquanto eu te admiro e por meu Canto se apaixonasse
sou um passarinho que se apaixonou por uma moça linda e encantadora
que não sabe do meu amor
eu canto chorando neste galho empolerado
canto
como um pássaro apaixonado
para moça da janela que houve encantada
Meu Canto emocionado
moça se soubesse o quanto eu te amo
me levaria para junto de ti e eu cantaria por toda minha vida
ao seu lado
este meu canto apaixonado.
O passarinho e a moça
As Professoras do Meu Coração
No pré, com a doce Ester, que é puro éster —
Fixou em mim o saber e o bem-estar.
Na primeira série, com a Biliza, que me "bilisou" de alegria,
Me ensinou a rezar, a ter fé e a amar todo dia.
No segundo ano, a Leninha, sempre com jeitinho,
Me ensinou a ser forte, um tanto "lenhinha" no caminho.
Na terceira, a Sônia que soa como canção,
Fazendo da aula uma linda melodia no coração.
No quarto, a firme e sábia Vera, que tudo verá,
Mostrou que o futuro é luz, basta acreditar.
Minhas professoras, nomes com graça e amor,
Cada uma, um trocadilho, um presente e calor.
Como uma estrela a anos-luz de distância, meu brilho se apagou e você agora vê o que um dia foi real...
Já gritei ao vento, pedi atenção,
sonhei com o mundo ouvindo meu coração.
“Ah, se o mundo inteiro pudesse me escutar...”
Mas hoje, só quero a mim me escutar.
Não busco aplausos, nem multidão,
preciso é silêncio, encontro, perdão.
Me ouvir nas pausas, me entender sem pressa,
reconhecer minha alma, que ainda recomeça.
Antes queria ser vista, agora quero me ver,
antes buscava no outro, hoje volto a me ter.
Não é mais o mundo que preciso convencer...
É a mim que eu preciso pertencer.
Às vezes eu não sei até quando eu vou aguentar. Minha cabeça me tortura vertiginosamente. Meu coração parece ter mil toneladas o comprensando. Esse vazio que ressoa como uma música hipnotizando o ambiente. Música que não é mais que ruído. Eu estou me rasgando de dor. E ninguém se importa. Lágrimas negras escorrem no meu rosto e as pessoas fazem anedota. Eu estou doente, profundamente doente e não há ouvidos que me ouçam. Não há mãos que apertem a minha. Não há palavras. Não há ninguém. Apenas eu sozinha à noite me contorcendo de dor. Faço mil orações e me pergunto onde está Deus que parece não me ouvir. Transtorno bipolar. Duas palavras e um trator atropelando minha alma. De onde virá a ajuda. Estão todos envolvidos com seus lares. E meu lar, que é minha alma transborda como em uma enchente. Por que dar um fardo tão pesado para mim que sou tão frágil. Deus meu, que mora nas estrelas, abrande essa dor carnal. Tantas vezes eu tentei partir, mas continuo aqui como rocha. Eu sou frágil na superfície, mas sei quantas noites escuras eu superei. Peço um fôlego a mais. As vezes me pergunto porque sou tão resistente. Poderia partir leve como uma ave que some no céu. Partir como um peixe que se esconde em oceanos profundos. Sinto dor. Uma tristeza asfixiante. Mas só por hoje eu não vou partir. Beberei um copo d'água e dormirei. Em meio a meus pesadelos eu vou me contorcer. Ao acordar não vou querer me levantar. Mas levantarei, tomarei um café e pensarei que sobrevivi, sem nenhuma empatia alheia. Eu me olharei no espelho e pensarei em esquecer os tolos e os insensíveis. Eu resistirei e dessa terra só parto quando meu tempo acabar. Eu sou rocha, pedra de ribeirão. Eu suporto a dor, porque em mim mora um flor delicada, prestes a desabrochar.
"Sê tu, oh Hadit, meu segredo, o Mistério Rosa-Cruz de meu Ser, o ponto cêntrico de minha conexão, meu próprio coração, e floresce em meus lábios fecundos feito verbo."
ESPERANÇA
De repente surge
Na escuridão do meu ser
Uma luz...
Mas não é uma luz qualquer:
É algo diferente.
É uma nova melodia,
Dentre os tons já existentes,
É o amanhecer do dia,
Mas não é qualquer amanhecer:
É o amanhecer do meu coração,
Surgindo como o sol,
Irradiando verdades e fortalezas...
É o renascer da minha alma,
Inclinada à mudança,
É a luz da esperança!
Em cada toque, uma faísca,
Teu corpo é meu mapa, minha pista.
Teus sussurros, um canto sedutor,
Despertam em mim um voraz fervor.
Teus lábios, doces como mel,
Me levam a um mundo paralelo ao céu.
Cada beijo é um convite ao pecado,
Um jogo ardente que não tem fim marcado.
No calor da noite, sob a lua cheia,
Perdemos a razão na nossa ideia.
Teus gemidos são música para mim,
E no ritmo do amor, dançamos assim.
Quero explorar cada curva e recanto,
Fazer de cada instante um momento santo.
Na penumbra do desejo, somos só nós dois,
Entre risos e suspiros, perdemos a voz.
Cinco meses de paixão e entrega,
A cada dia contigo, meu amor se apega.
Vamos nos perder nesse fogo abrasador,
E juntos escreveremos nossa história de amor.
Entre a dor fui formado,
Com rosas lindas, um legado.
Fonte de luz no meu viver,
Onde o escuro quis me prender.
Coração valente em meio à dor,
Sussurros gritados em meio ao amor.
Me importei com tantas coisas inúteis, fragmentos da tal saudade, dor corrompida pelo meu coração afetivo. Queria eu ter esquecido tudo que já passei de ruim, queria eu ter esquecido de esquecer. Queria continuar sendo o que fui há milênios atrás. Eu sinto que estou me afastando, me distanciando, me limitando.
Libidinosas noites tive...
Ingênuo tal qual escorpião...
No abraço do meu inimigo encontrei...
Mais afeto que a um irmão
E andei por todo um mundo...
E pelo menos pensei...
As imagens que as vi...
Por tantas encontrei ou tantas outras que perdi...
Não sei se ainda estou...
No que fiquei a sonhar...
Em névoas que adormeci...
Será que despertei alguma verdade ou com mentiras me cobri?
Ando já sem descansar...
Na vida sem dormir...
Anseio que rasga o meu peito do que já vivi...
Daquilo que eu quero...
De tudo que já não sinto...
De tudo que já senti...
Tudo quanto eu pedira...
Tudo quanto ambicionara...
Tudo quanto pouco ou muito eu amara..
Com que ergue-se o destino...
Entre o tudo e o nada...
Da sorte desejada...
Ou da que está por vir...
Tanto andei...
Em estradas que julguei sem fim...
Lugares deserdados...
Sempre sonhando, tendo fé...
Pouco desisti...
Nada sei...
Nada valho...
Entre tantos embaraços...
Será que muito ou nada faço?
De tanto que me arrependi...
E que faria ou não novamente...
Tudo amo...
Pouco compreendo...
Assim como tu...
Apenas sigo...
Um pouco...
Aprendendo...
Sandro Paschoal Nogueira
**Manifesto Público de Aline Caira** Meu diário.
Desde a dolorosa perda do meu esposo, e mesmo antes desse trágico evento, minha vida tem sido submetida a uma provação implacável. Clamo por socorro, pois me encontro em um estado de profundo desespero diante da iminente necessidade de encontrar um novo lar.
A busca por um imóvel tem se revelado uma jornada exaustiva e frustrante. A cada tentativa, sou confrontada com pretextos infundados e barreiras aparentemente intransponíveis. Em um ato de desespero, cheguei a sacrificar todos os bens que outrora adornavam meu lar, na vã esperança de oferecer um caução que me garantisse um teto. Contudo, mesmo esse sacrifício se mostrou insuficiente, e continuo a ser implacavelmente rejeitada.
A sucessão de obstáculos e a inexplicável resistência em me permitir alugar um imóvel me levam a crer que estou sendo vítima de uma conspiração orquestrada por forças obscuras. Estou à beira do despejo, e a cada porta que tento abrir, encontro apenas impedimentos e desculpas descabidas. Imóveis que antes se mostravam disponíveis, repentinamente se tornam "já alugados" após minhas tentativas de negociação.
Em pleno século XXI, não consigo conceber tamanha crueldade e injustiça. Apelo à compaixão e à solidariedade de todos que lerem estas palavras, na esperança de que a verdade prevaleça e que eu possa encontrar um lar seguro para mim e para minha família. Que a sanidade e a esperança não me abandonem neste momento de extrema angústia.
A dor que me consome não reside na ausência de meros objetos, mas sim na lacuna irreparável deixada pela partida do meu amado marido, Israel. Mesmo que sua presença física tenha sido intermitente, sua falta ecoa profundamente em cada canto de nossas vidas, na minha e na da nossa filha.
Um véu de inexplicável sofrimento paira sobre nós. A única explicação que encontro, por mais dolorosa que seja, é a de que forças obscuras, movidas por interesses egoístas, tramam contra nós. Sinto que desejam nos ver desamparadas, lançadas à própria sorte nas ruas.
Jamais fui negligente ou irresponsável. Pelo contrário, dedico cada fibra do meu ser à busca incessante por um lar, um refúgio de paz e tranquilidade para minha filha, Theodora. É meu dever materno prover um ambiente seguro, livre de hostilidades. Contudo, meus esforços se mostram vãos, como se uma força invisível me impedisse de alcançar esse objetivo.
A casa vazia, desprovida de móveis, é um reflexo do meu desespero. Cada peça vendida representou uma batalha vencida pela sobrevivência, um sacrifício em prol da caução para um novo lar. Mas, mesmo assim, a porta da esperança permanece fechada.
Imploro, a quem quer que leia estas palavras, que se coloque no lugar de uma mãe e viúva desesperada. Preciso de um apartamento, um lugar seguro onde eu e minha filha possamos dormir em paz, sem o temor constante que nos assombra.
A viuvez não nos torna alvos fáceis, desprovidas de direitos. Somos seres humanos, amparadas pela lei. Clamei por ajuda ao Conselho Tutelar, mas a resposta tem sido o silêncio, a frieza de meros espectadores diante do nosso sofrimento.
Socorro! Misericórdia! Proteção! Sobrevivemos em meio ao abandono, jogadas à própria sorte. O auxílio funeral e a venda dos móveis nos garantiram o sustento básico, mas a angústia persiste.
Eu, Aline Caira, filha de Naurives Antônio Gomes, mãe de Theodora Anthoniella e viúva de Israel Rodrigues dos Santos, suplico por socorro em Franca/SP. O desespero me consome, e minha filha sofre com as constantes mudanças e a tormenta que nos assola.
Rezas, súplicas e esforços se mostram insuficientes. Abandonei parte dos meus antidepressivos, buscando clareza mental e energia para lutar. Minha saúde, minha dor, ficam em segundo plano. A vida, a saúde, o bem-estar, a paz e a dignidade de moradia da minha filha são a prioridade. Sacrifico-me, relegando-me a um segundo plano, na esperança de, um dia, encontrar um tempo para mim.
E continuo a lutar, a buscar, a implorar por um raio de esperança em meio à escuridão.
Dirijo-me a vocês com a urgência de quem se vê acuada por uma situação de extrema gravidade. Indivíduos inescrupulosos, desprovidos de qualquer senso de ética, têm disseminado informações distorcidas e inverídicas sobre meu passado, buscando me expor à vulnerabilidade e ao escárnio público.
No auge do meu desespero, temi pela minha própria sanidade. A difamação e as calúnias, orquestradas com o claro intuito de me desestabilizar emocionalmente, causaram-me um sofrimento indescritível. Contudo, minha fé e resiliência me permitiram resistir a essa torrente de maldade.
Não obstante, as ações desses indivíduos ultrapassaram os limites da difamação. Tentaram, de forma covarde e cruel, atentar contra minha vida e a de minha filha, buscando destruir o laço inquebrantável que nos une. Semearam discórdia e intrigas, na vã tentativa de nos separar e nos privar da felicidade.
Com a graça divina e o apoio incondicional de Deus e meus anjos protetores tenho lutado incessantemente para reconstruir minha vida e proteger minha família. Não permitirei que a maldade alheia destrua o que me é mais precioso: minha filha, a razão do meu viver.
Imploro que me ouçam. Este é um grito de socorro de uma mãe desesperada, que se vê compelida a lutar contra forças obscuras que ameaçam a sua família. Clamo por justiça e por um fim à perseguição implacável que tenho sofrido.
Atenciosamente,
Uma mãe desesperada.
Em um dia descobri que te amo, que meu coração te ama mesmo sem todos os motivos que já existe pra te amar, te amo mesmo sem esses motivos e ainda assim tens me dado mais motivos pra te amar não me fizeste pra amar pouco e assim TE AMO .
