Acreditava
Era uma vez
Era uma vez uma princesa
Que acreditava que existia fadas
Ela acreditava que o amor existia
E que viveria toda a magia
De quem está apaixonada.
Era uma vez um belo príncipe
Que de príncipe não tinha nada
Destruiu o coração da princesa
Uma bela moça que tinha certeza
De que nunca seria enganada.
Então tudo se complicou
Um coração foi ferido
A mocinha só chorava
Porque antes acreditava
Que o amor tinha conhecido.
A bela moça mal sabia
Que nos contos também existem vilões
São homens desocupados
Que não conhecem o significado
De respeitar as emoções.
O tempo ia passar
E a princesa perceberia
Que ninguém morre de amor
E que se hoje um covarde a magoou
Amanhã um homem a amaria.
Os contos não existem
Mas existe homem de verdade
Existe homem que te protege
E que de longe se percebe
Que te trará felicidade!
Meu coração já não acreditava em amores
Vivia em um mundo cinzento, sem cores
Os amores que encontrei, ofereci flores
Infelizmente os odores só causara dores
Quando criança, eu acreditava que algumas pessoas podiam fazer mágica. Ao crescer, descobri que era verdade, elas sabiam materializar sorrisos.
Meu olhar estava parado
em coisas que eu acreditava
serem certas.
Mas no decorrer de meus
passos tive a humildade de
mudar o olhar como via a vida.
Então tudo e todos tornaram-se
diferentes.
Olhei para o alto agradeci;
Olhei para os lados e sorri;
Ai olhei para frente e vi a chance
de recomeçar novamente;
Bastou mudar meu olhar.
Eu acreditava no amor! Eu ainda acredito, não como antes... Eu via a vida enfeitada demais, perfeita demais, tentei fazer tudo certinho, ser certa em tudo, mais como sou humana eu falho, o ser humano uma hora ou outra falha... Pessoas muitas vezes te machucam, te ferem sem ao menos saber do seu sentimento, e ainda exigem de outras pessoas respeito, sem que nem ela mesmo tenha respeito com outras... Eu me desiludi do modo que eu pensava, me desiludi de ser do jeito que eu era, de me importar demais com essas coisas, hoje simplesmente eu vivo,faço o que acho que devo fazer. Não vejo mais aquele amor de antigamente, vejo muita gente namorar com outras por que se acomodaram, por interesse,vejo pessoas que usam as outras de um jeito estúpido e nojento... O amor que eu acreditava não era assim, o amor que eu ainda tenho esperança de encontrar um dia, não é desses dos dias de hoje, não precisa ser conto de fadas, mais que tenha respeito, não quero um amor que humilha, que te pisa, que só te faz sofrer, quero um amor que me faça bem... Precisamos nos amar em primeiro lugar, não é errado isso, isso se chama valor em si próprio. Eu me amo! Eu quero saber a amar e ser amada.
Todas as coisas boas que eu acreditava, eram apenas palavras, denominações, conceitos, forma de expressão.
"Eu era praticamente a escuridão,não acreditava nem se quer que o amor existia mas Caroline,ela me ensinou onde o achar,sentir e ter mil aprendizados."
Me perdi... Me perdi no que eu criei, me perdi naquilo em que eu acreditava, ou melhor me perdi no que eu quis acreditar... Por tantas vezes a consciência me cobrava, a voz da experiência gritava, entretanto me perdi... Deixei de lado a voz da razão na convicção de que quando se ama não existe razão..certo? Não, ERRADO. Quando se ama não nos importamos com a razão porquê de fato estamos embriagados em êxtase do momento... Hoje percebo que se uma vez só tivesse ouvido aquela voz da razão não teria me perdido... O amor se consiste na reciprocidade... Quando não há reciprocidade... Não é Amor. É martírio, é remar contra a maré, é dar murro em ponta de faca, é sofrer, é se perder... Eu me perdi..
Eu acreditava que o mundo era grande, e que o universo era enormemente assustador, olhando para o mar eu entendi que ele também é muito grande, mais o maior de tudo isso não está no mundo, no universo, ou no mar, o maior de tudo isso é Deus, Ele sim é maior do que todas essas coisas. Imagine a grandeza de Deus por ter criado grandiosas coisas.
Antigamente eu acreditava em tudo o que me falavam, hoje em dia desconfio de todas as palavras...É PRECISO ATITUDES !!!!
Jorge Luis Borges, que não acreditava em Deus, dizia que a religião é um ramo da literatura fantástica. Triste conclusão de Borges.
Eu que não acreditava nessas histórias todas que se vê nos filmes de comédia romântica,agora me vejo aqui,romantizando tudo,E me perguntando como fui idiota ao ponto de desacreditar dessas coisas de amores.Eu estava errada,assumo.Custei a acreditar que eu que tinha fantasiado muito em cima de pessoas erradas.Agora estou aqui,cada dia mais dele,mais de nós.Faço planos,sorrio,brinco,sou eu!É isso.uma das coisas que o fazem diferente,quando estou com ele posso ser eu mesma.E eu nunca fui eu mesma com ninguém.E vou seguindo,com esse sentimento cada dia mais forte no meu peito,o que me deixa tão feliz,é que tem a tal da reciprocidade,e é disso que a gente precisa.Amar e ser amado de volta.
Já eu, acreditava que tudo na vida passava, e aos poucos vou vendo q isso e mentira, quero o bem de todos que fazem parte da minha vida, da minha história, não sei de onde tiro forças pra abrir mão das coisas que mais amo, pra ver a felicidade dessas pessoas, acredito muito em Deus, e creio q fazendo o bem, estando bem, fazendo o que me faz feliz, estou indo pro caminho certo, sou um sonhador, e nada vai mudar minha vontade de ser feliz.
Ela nem me conhecia, mas já me desejava confiança. Quando disse que eu acreditava nela, ela disse que eu não acreditava em mim.
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