Acorda
O auto-estima começa em saber que no acorda tem alguém que se preocupa e cuida de você. Auto-estima é saber que você é autor da sua própria história.
Por isso se você tem um sonho ou objetivo partícula você já tem
50% pra conquista, os outros 50% é você corre atrás e realizar. Auto-estima é acorda todo dia e saber que Deus tem
planos incríveis que ainda vai acontecer na sua vida. Auto-estima é está satisfeito com
tudo que já aconteceu e tudo que tem pra acontecer no futuro que
você almeja. Então, se ame e se cuide. Pois, você é oficialmente
incrível e imbatível.
Quem teme a morte já assinou contrato com a própria rotina: acorda, respira, se condiciona e chama isso de vida. A dignidade não está em durar, mas em incendiar o instante com presença. Morrer não é o perigo; o perigo é sobreviver intacto, sem nunca ter sido de verdade.
MULHER MARAVILHA
HOMENAGEM AO DIA DA MULHER
ele canta olhando para ela)
Verso 1
Ela acorda antes do dia
Antes do sol se mostrar
Fica em frente ao espelho
Como quem tem que provar
Arruma rosto e cabelo
Esconde o cansaço antigo
Pra ser amada nesse mundo
Ela precisa estar pronta
Mesmo cansada consigo
Verso 2
Faz a unha, faz a pele
Perfume, creme e batom
Equilibra o seu corpo
Num salto que fere o chão
Três ou quatro horas por dia
Só pra parecer bonita
Enquanto o corpo reclama
Mas a alma vai calada
Aprendendo a ser bendita
Refrão
Ela faz tudo, ela aguenta
Sofre sem ninguém ver
Sacrifício do corpo e da mente
Pra poder ser desejada e viver
Querem ela sempre linda
Mas não veem a sua dor
Por trás do sorriso perfeito
Tem cansaço, medo e amor
Verso 3
Ela é mãe, ela alimenta
Dá do corpo pra nutrir
Amamenta de madrugada
Sem jamais desistir
Educa, cuida e ensina
Dá colo, limite e chão
Enquanto o mundo exige
Que ela seja perfeita
Sem falhar, sem perder a razão
Verso 4
Trabalha fora, tem luta
Tem história e profissão
Estuda pra se manter
Leva o mundo na mão
E todo mês o corpo cobra
Com dor que insiste em ficar
Mas ela veste o sorriso
E vai pra luta outra vez
Porque não pode parar
Refrão Final
Ela faz tudo… e ainda assim
Quase nunca é reconhecida
Chamam isso de dever
Mas é isso que sustenta a vida
Sem capa, sem aplauso
Carregando o mundo na mão
Essa mulher maravilha
Só queria descanso
E mais compreensão
Final
Se o amor fosse verdadeiro
Não faria ela sofrer
Pra ser desejada
Bastava existir
E simplesmente ser.
A morte é como um sono profundo, só que ao invés de acordar no mesmo corpo, acorda em outro, e nem se lembra de como dormiu.
"Bom dia com muita alegria no senhor! Acorda aí, você que está dormindo, e receba as bençãos de hoje, que Deus preparou pra você".
Ficou aquele olhar... algo interpelando as razões da vida; o que nos conduz, o que nos acorda, o que nos levanta, o que nos faz respirar; sonhos e paixões. A eternidade em poucos segundos. As estrelas explodem criando supernovas; fatos, criações e a cultura secular de uma civilização tornam se a história, mas eternidade é algo bem subjetivo: primaveras, outonos, invernos e verões... momentos felizes ou agruras superadas; cicatrizes, cumplicidades e boas lembranças que fazem valer o parasempre. Teremos outras manhãs, só não olhe pelo retrovisor, não procure eclipses não faça promessas; e o meteoro que vem em nossa direção... não ouça tudo o que dizem, não acredite em tudo que falam, não peça que eu bata, que eu enforque, não se entregue tanto a esse vício chamado paixão... dentro de mim tem um vem-vem que pode voar bem longe, mas que faz valer seu nome. As grades não podem conter esse pássaro que há em mim. Ficou aquele olhar inquisitivo... um cheiro de pólvora, o cano do “Smith’’ fumegando... então eu volto como se pudesse refazer tardes tépidas dos sábados inesquecíveis, noites brilhantes quando contemplávamos constelações e eu tentava entender o enigma de capricórnio, ou noites chuvosas e incitantes ao prazer; então há um bloqueio, e eu me encontro aqui: olhares estranhos, palavras inquietantes, pessoas abstratas. O homem com a toga jamais entenderia que nenhuma sentença me condenaria mais que aquele olhar, o corpo sem vida, olhos arregalados incapazes de compreender de como a paixão pode ser letal. Jamais compreenderia que antes do homicídio eu já tinha sido assassinado.
O tempo parece que parou, aqui se perde noção de hora ou dia, mas nada me faz esquecer as nossas sextas-feiras ali na lagoa. Petra, a garota do açaí, já tinha me falado da ruiva que circulava ali numa Caloi; e quando nos conhecemos confesso que aquela intimidade me perturbava; mas as mulheres compartilham seus segredos, coisa que só outra mulher compreende, mas aquela cumplicidade me incomodava; mensagens no whatsapp, chamadas longas, sussurros... na manhã daquele sábado passei no ” pinga fogo” revi velhos conhecidos meus e seus, ouvi comentários indesejáveis, risos sarcásticos e talvez tenha bebido além da conta; quando ia saindo, uma prima sua ainda veio me provocar: ”o que a Iranir viu em você” -o que você não viu nem vai ver nunca, respondi. Mara, Liana, Nilde... tento comparar, repovoar, detalhar; agora era diferente, os momentos difíceis eram compartilhados assim como as alegrias. A forma de como tudo aconteceu não foi por um sentimento de posse, foi o cuidado excessivo de preservar algo precioso.
As manhãs de domingo ali na Lagoa... a garota na Caloi já fazia parte da paisagem; o Cristo Redentor lá de cima parecia uma sentinela para que tudo corresse dentro da normalidade.
Dez anos passados, a Lagoa continua acolhedora, a moça do açaí agora é uma afrodescendente: Dina tem um sorriso encantador, veste a camisa do fluminense e me confessou que leu AMORAMORA; e que não compreendia como alguém com tanta sensibilidade... tudo vai muito além dos bloqueios que nos afligem a alma; e as coisas acontecem exatamente pela sensibilidade, mas o redentor nos acolhe misericordioso como aquele que nos permite caminhar na tênue linha entre a paixão e a razão.
Você acorda todos os dias com a mesma pergunta escondida atrás das tarefas simples. Não é dita em voz alta, mas governa cada escolha. Vai vencer o fracasso ou vai morrer tentando parecer vivo. Não existe terceira opção, só existe adiamento. E adiamento também é uma forma lenta de morte.
Você, homem ou mulher, aprendeu cedo a negociar com a própria consciência. Disse a si mesmo e a si mesma que ainda não era a hora, que faltava dinheiro, tempo, apoio, coragem. O fracasso não chegou como um impacto, ele se instalou como um móvel velho no canto da sala. Sempre ali, sempre ocupando espaço, sempre fingindo que não incomoda. Mas incomoda. Corrói. Envelhece por dentro.
A história começa no dia em que você percebe que ninguém virá buscar você. Nenhuma mão surgirá do nada. Nenhuma circunstância vai se alinhar sozinha. O mundo não pausa para sua dúvida. Ele avança, empurra, atropela quem fica parado. Você olha em volta e vê pessoas que não são melhores, nem mais inteligentes, nem mais profundas. Só decidiram. E a decisão, quando repetida todos os dias, cria um tipo estranho de dignidade.
Fracassar não foi o pior. O pior foi se acostumar. Foi aceitar um trabalho que drena, relações que diminuem, sonhos que viraram piada interna. Você riu de si mesmo e de si mesma para não chorar. Disse que era realista, mas no fundo estava apenas cansado e cansada demais para sustentar o próprio desejo.
Até que um dia algo quebra. Não é um milagre. É uma exaustão lúcida. Você percebe que continuar do jeito que está dói mais do que tentar mudar. O medo ainda existe, mas perde o trono. Ele deixa de mandar. Você entende que o fracasso não é o erro, é a permanência. É repetir o mesmo dia esperando um resultado diferente e chamando isso de paciência.
“Vença o fracasso ou morra” não é um slogan bonito. É uma constatação brutal. Morrer aqui não é o corpo parar. É a identidade se dissolver. É viver como figurante da própria história. É chegar ao fim com a sensação de que você poderia ter sido alguém inteiro, mas escolheu ser funcional.
Então você começa pequeno. Ridiculamente pequeno. Um passo que ninguém aplaude. Uma escolha que ninguém vê. Você age mesmo sem garantia. Age com medo, mas age. Aprende que coragem não é ausência de pânico, é disciplina em meio a ele. Aprende que ninguém respeita quem se abandona, nem você mesmo, nem você mesma.
O fracasso tenta voltar. Ele sempre tenta. Vem com a voz conhecida dizendo que é tarde demais, que você já tentou antes, que não nasceu para isso. Mas agora você reconhece o truque. Entende que essa voz não quer te proteger, quer te manter previsível. E previsibilidade é confortável para o mundo, não para você.
A virada não é épica. É silenciosa. Um dia você olha para trás e percebe que não está mais no mesmo lugar. Não venceu tudo, não conquistou tudo, mas deixou de se trair. E isso muda a postura. O jeito de andar. O jeito de olhar as pessoas. O jeito de dormir.
Vencer o fracasso não significa nunca cair. Significa não morar no chão. Significa levantar sem dramatizar, sem romantizar, sem pedir permissão. Significa assumir que a sua vida é sua responsabilidade, mesmo quando as circunstâncias foram injustas, mesmo quando você não escolheu o ponto de partida.
No final, você entende que “ou vença o fracasso ou morra” nunca foi uma ameaça externa. Era um aviso interno. Um limite. Uma linha no chão dizendo daqui você não passa para trás. Daqui em diante, você avança ou se apaga.
E você escolhe avançar. Não porque é fácil. Não porque é bonito. Mas porque continuar vivendo pela metade já se parecia demais com morrer.
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COMO NÃO DESANIMAR DIANTE DO FRACASSO
Você chega neste ponto do livro porque já entendeu algo essencial, mesmo que ainda resista a admitir. O fracasso não é o fim do caminho. Ele é parte do terreno. O que destrói você, homem ou mulher, não é cair. É o desânimo que se instala depois da queda e começa a decidir por você. É ali que a vida começa a ser abandonada em parcelas pequenas, quase invisíveis.
Fracassar cansa. Não apenas fisicamente, mas mentalmente. O corpo até levanta, mas a mente começa a criar narrativas de desistência que soam inteligentes, maduras, prudentes. Você passa a chamar medo de cautela, fuga de sabedoria, estagnação de estabilidade. E quanto mais você repete essas histórias para si mesmo e para si mesma, mais elas parecem verdade.
Não desanimar diante dos fracassos não tem nada a ver com pensamento positivo. Não tem relação com acreditar que tudo vai dar certo. Tem relação com lucidez. Com enxergar o fracasso como um dado do processo e não como um veredito sobre quem você é. Quando você confunde resultado com identidade, qualquer erro vira uma sentença pessoal. Você não pensa “isso falhou”. Você pensa “eu sou um fracasso”. É nesse ponto que o desânimo cria raízes.
O fracasso machuca porque toca em expectativas não cumpridas. Algumas eram suas. Outras foram impostas. Você tentou corresponder a um modelo de sucesso, de maturidade, de estabilidade que nunca foi realmente escolhido por você. Quando não consegue sustentar esse modelo, a culpa aparece. E a culpa prolongada se transforma em cansaço existencial.
Desânimo não surge do nada. Ele é construído. Ele nasce da repetição de tentativas sem reflexão, de esforços desconectados de sentido, de insistir nos mesmos caminhos esperando resultados diferentes. Você se desgasta porque não ajusta a rota, apenas força o passo. E chega uma hora em que a alma pede trégua, não por preguiça, mas por saturação.
Não desanimar exige parar de romantizar a persistência cega. Persistir não é continuar do mesmo jeito. Persistir é aprender, recalibrar, mudar abordagem. É aceitar que você pode ter escolhido mal, planejado mal ou se preparado mal. Isso não diminui você. Pelo contrário. Só pessoas maduras revisam a própria estratégia sem transformar isso em drama.
Você precisa entender algo com clareza desconfortável. O fracasso não vem para te humilhar. Ele vem para te ensinar onde você ainda está operando no automático. Onde você age por impulso, por comparação, por medo de ficar para trás. O desânimo surge quando você ignora esse aprendizado e tenta seguir como se nada tivesse acontecido.
Existe uma diferença profunda entre cansar e desistir. Cansar é humano. Desistir, muitas vezes, é apenas falta de estrutura interna para lidar com frustração. Você não foi ensinado e ensinada a perder. Foi treinado e treinada para acertar rápido ou se sentir inadequado. Então, quando o erro aparece, você entra em colapso silencioso.
Não desanimar é desenvolver musculatura emocional. É aprender a sustentar o desconforto sem se abandonar. É falhar hoje e ainda assim manter uma conversa honesta consigo mesmo e consigo mesma amanhã. Sem agressão interna. Sem autodepreciação teatral. Sem frases absolutas como “nunca”, “sempre”, “nada dá certo”.
Observe com atenção. O desânimo costuma vir depois de expectativas irreais. Você espera resultados grandes demais em tempo curto demais. Espera reconhecimento antes da consistência. Espera segurança antes da experiência. Quando isso não acontece, você interpreta como sinal de que não vale a pena continuar. Mas o problema não foi o fracasso. Foi a fantasia.
Fracassos fazem parte de qualquer construção real. Quem não fracassa, normalmente não está tentando nada que exija crescimento. Está apenas se movendo dentro do conhecido. O desânimo, nesse caso, é um aviso de que você está saindo da zona confortável. E o desconforto, embora desagradável, é um indicativo de expansão.
Você precisa reaprender a conversar consigo mesmo e consigo mesma depois de errar. A maioria das pessoas se trata pior do que trataria um estranho. Você se acusa, se diminui, se ameaça com abandono. “Se eu errar de novo, eu desisto.” Essa postura não gera força. Gera medo. E o medo paralisa.
Não desanimar não significa ser duro consigo. Significa ser responsável. Responsável por ajustar o plano, revisar expectativas, cuidar da energia mental. Você não é uma máquina. É um sistema vivo. Se sobrecarrega, quebra. Se ignora os sinais, entra em colapso. Persistência sem consciência vira autossabotagem disfarçada de virtude.
Há dias em que o fracasso parece pessoal demais. Como se ele tivesse escolhido você. Nesses dias, é preciso reduzir o campo de visão. Não pense na vida inteira. Não pense no futuro distante. Pense na próxima ação possível. Pequena, concreta, executável. O desânimo se alimenta de abstrações grandes demais. A ação simples o enfraquece.
Você não precisa se sentir motivado ou motivada para continuar. Precisa estar comprometido e comprometida. Motivação oscila. Compromisso sustenta. Compromisso é continuar mesmo quando a emoção não ajuda. É entender que desistir sempre parece tentador no curto prazo, mas cobra um preço alto no longo prazo.
Fracassar também revela onde você deposita sua autoestima. Se ela está inteiramente nos resultados, cada erro vira um ataque ao seu valor. Quando você começa a construir autoestima na postura, no esforço consciente, na coerência interna, o fracasso perde o poder de te destruir. Ele passa a ser apenas um dado.
Não desanimar é aceitar que o caminho não vai validar você o tempo todo. Que haverá silêncio, indiferença, portas fechadas. E mesmo assim, você continua. Não por teimosia vazia, mas porque entende que o processo é maior que o aplauso. Quem depende de validação constante não aguenta fracassos prolongados.
Você também precisa aprender a descansar sem desistir. Muitos abandonos são, na verdade, exaustão mal interpretada. Você não precisava parar para sempre. Precisava parar um pouco. Respirar. Reorganizar. O desânimo cresce quando você trata pausa como derrota e descanso como fraqueza.
Fracassos repetidos pedem análise, não autopunição. O que exatamente não funcionou. Onde você insistiu no que já estava claro que não dava retorno. Onde você ignorou sinais. Onde você terceirizou decisões. Não desanimar é usar o fracasso como ferramenta, não como sentença.
Chega um momento em que você entende que o maior fracasso seria desistir de si mesmo e de si mesma. Não do projeto, não do plano específico, mas da própria capacidade de aprender e se reinventar. Quando você mantém essa base intacta, nenhum fracasso consegue te apagar por completo.
Você não precisa vencer sempre. Precisa continuar inteiro e inteira o suficiente para tentar de novo com mais consciência. O desânimo perde força quando você para de exigir perfeição e começa a exigir honestidade consigo.
Persistir, no fim das contas, não é um ato heroico. É um hábito silencioso. Um acordo diário de não se abandonar, mesmo quando o resultado ainda não apareceu. É isso que separa quem atravessa os fracassos de quem se perde dentro deles.
E se você chegou até aqui, lendo com atenção, já sabe que desistir nunca foi falta de capacidade. Sempre foi falta de sustentação interna. Essa sustentação se constrói agora, com clareza, responsabilidade e continuidade.
Você não precisa provar nada para o mundo. Precisa apenas não se trair diante do primeiro, do segundo ou do décimo fracasso. Porque fracassar faz parte. Desanimar é opcional.
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Fim
Cada vez que você acorda é um recomeço para fazer a diferença entre o ontem e o hoje.
Cometer erros e acertar!
A dosagem certa é você que vai moldar diante da sua essência, sendo que você é o próprio molde!
Deus não vai te cobrar pelos erros alheios, irás prestar contas apenas dos teus!
Portanto:
Preocupe-se apenas com os seus pecados!
Flor De Uma Estrela.
Uma flor amarela acorda com o Sol.
Nos primeiros raios de sua luz.
As suas pétalas de um jeito delicado começam a sentir o toque de uma luz conhecida.
Uma flor perfumada é gentilmente cumprimentada pelos ventos das manhãs.
Uma pequena flor.
Com um amarelo brilhante nas suas pétalas.
Sensíveis ao Sol.
Com os ventos uma flor gira.
Vendo o Sol e a sua grande beleza.
Deslumbrante no céu entre os ventos.
Com uma coroa flamejante que desabrocha sobre si.
Com uma velocidade iluminada por seus poderosos impulsos,a sua luz reflete os dias.
Sendo mais uma manhã.
Brilhante nas pétalas de uma flor.
Que gira sob a sua luz.
Uma pequena flor amarela e bonita.
Com o Sol acima das nuvens.
Nos campos azuis do céu nasce uma luz e agradáveis maravilhas.
Com pétalas de fogo o Sol se transforma com a própria luz.
Iluminando ao seu redor e mais distante.
Até que a sua luz chegue a uma flor amarelada mais uma vez.
Com pétalas contornadas pela sua alma estelar.
Uma pequena flor gira,como o Sol também faz.
Em cada manhã em jardins iluminados e até além,uma flor amarela gira como o Sol.
Semeando mais brilho nos ventos que voltam.
Como as manhãs que procuram as pétalas de uma flor amarela.
Assim como o Sol em cada manhã que ele traz.
Não teria nenhum sentido na vida se não vivêssemos por uma razão, razão essa que nos acorda nos faz lutar e encarar mais um dia por motivos, resultados e esperança.
Não acorda para destruir egos, levante os caídos e direcione os perdidos com a experiência que tens.
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