A Vida é uma Loucura

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Que loucura é essa que está acontecendo comigo, como isso é possivel, é dificil acreditar em tal coisa, mas pra tudo existe sentido, você já se sentiu assim, então poderá me compreender.
Me diga como é possivel sentir saudades do seu olhar, se os nossos olhos não se cruzaram.
Me diga como é possivel sentir falta da sua pele, se os nossos corpos ainda não se tocaram.
Me diga como é possivel sentir saudades da sua voz, se só nos falamos por mensagens no whatsapp.
Me diga como é possivel sentir falta do seu perfume, se nunca cherei os seus cabelos.
Me diga como é possivel sentir saudades dos seus beijos, se os nossos lábios nunca se encontraram.
Me diga como é possivel sentir milhões de borboletas a voar no meu estômago, se nos encontramos uma unica vez.
Me diga como é possivel sentir esse turbilhão de sentimentos, e mesmo assim ser feliz.
Me diga como isso é possivel, deveras que nunca me senti assim.
Se você já se sentiu assim, por favor me diga, pois não confio em ninguém, mas pra ser sincero, sinto que posso confiar em você deste daquele dia em que eu te vi

"" Um pouco de loucura é importante... Não dá pra ter juízo o tempo todo...""

“” Desejo-te um amor
Que te complete totalmente
Que te leve a loucura do desejo
E o prazer seja só uma conseqüência

Te desejos os mais ardentes beijos
Os mais calorosos abraços
Te desejo vida longa
Ao lado de seu amor


Te desejo a certeza
Da fidelidade e a volúpia da paixão
As emoções mais fortes
A felicidade total

Te desejo alguém que supere tudo que você imaginou
E que ao entregar-te um simples sorriso
Sua alma vibre de emoção
E cante alegremente

Te desejo paz para viver esse amor
E sabedoria para encantá-lo cada vez mais...””

Seria capaz de te amar com tanta doçura
Num canto voraz de minha própria loucura
Serei verso cantado, amado.
Quando em teu colo, findar a procura

Ah!! teu amor que me dá acalanto
Transforma meu mundo, num apaixonado manto.
Até chegar a tarde com aquela euforia
E pintar o amor ... Por mais um dia

Por todo o belo que exuberantemente és
Me cativas com tua graça e beleza
Deixando em meu mundo a grata certeza

Que sigo assim, com a vida cheia de encanto.
Toda vez que em ti me faço tanto.
Nesse encontro do sonho com nossa paixão.

" A loucura é residente em todos os seres, alguns lutam para sobreviver, outros riem da loucura alheia, como se a própria não existisse. Segue o baile (de máscaras).

Hoje está um bom dia para a gente fazer qualquer loucura.

Eis que faço a minha confissão. Ó meu caro amigo, bem sabes que minha loucura tem asas e não cabe na casa. Escrevo versos contidos, hinos à natureza e ao amor, mas minha mente tem mil voltas e arduamente tento educar minha insanidade que quer gritar obscenidades e clamar pela justiça e a liberdade com sons histéricos e canções insandecidadas de minhas mãos já conhecidadas. Mas tranco minha loucura com grades de ferro e espero que ela morra de inanição. Se eu pudesse falar tudo que eu penso, não restaria pó sobre pó, porque eu sou mais do eu mesma e meu ser não conhece o limite do céu. Escrevo versos educados, mas minha boca quer comer o mundo e regugitar outro planeta. Sim, sou louca, e não posso me ofender com a verdade se meus dedos digitam acorrentados. Não quero assustar o mundo, nem acordar os passarinhos, mas vivo enclausurada em mim mesma, calculando os meus passos e não há margaridas nem begôneas que me contenha. Tenho palavras na boca que não podem ser ditas. Como eu seria livre se eu pudesse me expressar realmente quem sou. Mas não quero que me joguem novamente no calabouço, esse pouco ar que eu respiro me é sagrado e meus poemas são falseados se eu quero extrapolar todos os limites, mas respiro longamente e me limito. Sei que eu nunca poderei ser eu mesma, que a educação sempre calará minha garganta. Mas do amor eu sinto eu não minto, essa é a única verdade dos meus versos cabaleantes, adornados por palavras que desconheço, porque minha sinceridade é do tamanho da minha loucura e seu amor foi a única sanidade que me restou. Não espero ver sua face novamente, bastam-me as lembranças e já tenho metade do céu. Quem ousaria declarar sua insanidade assim tão cruamente? Vivo em uma linha tênue entre a razão e a loucura, mas se te amo há tanto tempo, bem sei que meu amor é verdade e sobrevive heroicamente sobre minha oscilação. Já não me importa mais quem sou, se tristemente vivo o que esperam de mim. E eu queria gritar no sol da tarde até acordar as estrelas e difamar o universo. Morre minha loucura na minha constante educação. E você continua como esperança em forma de canção. Que Deus ouça minha oração.

"Loucura é querer resultados sem fazer o diferente."


— Jalison Santos

⁠Que a minha loucura, seja a pura valentia de me encontrar;
Seja a pura eminência de amar
A pura mania de me doar;
A pura fé para seguir;
E a pura vontade de sempre sorrir.
Nara Nubia Alencar Queiroz

A simplicidade da forma em que o mundo se move
É simplesmente loucura.

Beija minha boca com loucura,
faz desse instante o mundo calar,
teu toque acende a minha pele,
como chama que insiste em ficar.


Helaine Machado

Quanto maior for à loucura de amar mais fácil é o caminho da frustração
Ou quanto menor for o respeito Mais difícil à compreensão;

A contradição em que se vive é uma loucura discreta: corre-se para não perder tempo e, na pressa, entrega-se o próprio tempo ao que nada acrescenta. A urgência devora a atenção, e a atenção, dispersa, já não escolhe — apenas reage. Assim, o que se ganha em eficiência se perde em sentido. E o tempo, tratado como recurso a ser poupado, escapa justamente onde mais se tentou segurá-lo.

“Sem um pouco de loucura, a liderança vira obediência; sem coragem, o sonho nunca sai do lugar.”

"A pior loucura nem sempre é perder a razão. Às vezes, é assistir quem você ama se perder e descobrir que isso também nos muda para sempre."

hourglass.


Existe uma espécie de loucura em reconhecer alguém mesmo depois de tanto tempo. Não porque a pessoa continuou presente, mas justamente porque conseguiu ir embora e, ainda assim, alguma coisa dela ficou funcionando em silêncio, escondida entre coisas que pareciam resolvidas.


Ele já tinha aprendido a viver sem procurar. Tinha colocado outras pessoas em lugares diferentes, conhecido outras versões de si mesmo, seguido dias que não tinham mais aquele nome no meio. E talvez tivesse acreditado que certas histórias acabam simplesmente porque o tempo passa. Até perceber que algumas não acabam. Só deixam de fazer barulho.


O estranho é que não era saudade o tempo inteiro. Era pior. Era aquela sensação ocasional de que, se aquela pessoa aparecesse de novo, talvez uma parte dele reconhecesse antes mesmo que a cabeça pudesse entender. Como se anos não fossem apenas anos, mas uma quantidade absurda de pequenas coisas que o tempo não sabe apagar: uma maneira específica de olhar, uma conversa que ficou sem conclusão, um lugar que ainda parece ocupado mesmo depois de tanto tempo.


E talvez ninguém esteja pedindo para voltar ao que era. Talvez o que assuste seja justamente imaginar que, depois de tudo, ainda poderia existir alguma forma de proximidade que não precisasse repetir o passado. Não o mesmo relacionamento, não as mesmas promessas, não aquela versão dos dois que um dia pareceu ter futuro garantido.


Só a pergunta.


Ainda existe amizade onde antes existia amor?


Ainda dá para conversar sem que tudo aquilo que ficou para trás sente à mesa junto?


Ainda dá para rir de alguma coisa antiga sem precisar fingir que não doeu quando terminou?


Porque algumas pessoas não precisam voltar para a nossa vida do mesmo jeito. Às vezes basta saber que, apesar da distância, das escolhas e de tudo que mudou, ainda existe um caminho possível entre dois pontos que um dia foram inseparáveis.


E talvez seja isso que ele nunca conseguiu descobrir.


Se ela tivesse voltado, ele teria escolhido ficar?


Se ela tivesse chamado, ele teria atendido?


Se os dois se encontrassem agora, seriam estranhos com uma história em comum ou duas pessoas que ainda reconhecem alguma coisa uma na outra?


Ele não sabe.


E quanto mais tenta encontrar uma resposta, mais percebe que talvez certas histórias não tenham sido feitas para terminar com uma conclusão bonita. Algumas simplesmente ficam ali, como uma porta que ninguém trancou completamente.


Talvez por isso ele ainda olhe para certas lembranças sem saber exatamente o que procura.


Não necessariamente uma segunda chance.


Talvez só a confirmação de que aquilo foi real.


Porque quando alguém já ocupou um lugar tão grande na sua vida, você não precisa querer aquela pessoa de volta para continuar imaginando como seria se ela estivesse por perto.


Às vezes basta uma pequena possibilidade.


E é aí que tudo fica perigoso.


Porque talvez exista um futuro onde os dois se encontrem novamente, talvez exista outro onde nunca mais aconteça nada. Talvez a distância tenha sido apenas distância. Talvez tenha sido o ponto final que nenhum dos dois teve coragem de escrever.


Quem sabe?


Talvez ela esteja vivendo uma vida completamente diferente agora, cercada de coisas que ele nunca vai conhecer. Talvez ele também tenha se tornado alguém que ela não reconheceria de primeira. E talvez seja justamente por isso que a ideia ainda tenha alguma beleza: se um dia os caminhos se cruzassem novamente, nenhum dos dois estaria encontrando exatamente quem deixou para trás.


Seriam duas versões novas carregando a memória de duas versões antigas.


E talvez isso fosse suficiente.


Porque algumas pessoas vão embora, atravessam oceanos, mudam a própria vida e deixam de fazer parte da rotina.


Mas existe uma diferença entre sair da sua vida e deixar de existir dentro dela.


E essa diferença pode durar muito mais do que qualquer distância.


No fim, ele não sabe se ainda existe alguma coisa esperando por eles.


Não sabe se existe amizade, amor, acaso ou simplesmente memória.


Não sabe se ela pensa nele quando alguma música toca, quando alguma lembrança aparece ou quando a noite fica silenciosa demais.


Não sabe nem se deveria querer saber.


Só sabe que, entre tudo aquilo que o tempo levou, ainda existe uma pergunta que nunca morreu completamente.


E talvez algumas perguntas sejam assim.


Não precisam de resposta para continuar sendo verdade.


Só precisam de duas pessoas, em algum lugar do mundo, olhando para a mesma história e pensando, cada uma do seu lado:


e se ainda houver alguma coisa aqui?

Se a sanidade é definida pelo que a maioria considera “normal”, até que ponto a loucura não é apenas uma forma de perceber o mundo fora desse consenso?

A sensatez e a loucura caminham lado a lado em uma linha tão fina que muitas vezes se confundem, tornando o sensato aparentemente louco e o louco, sensato. Essa tênue fronteira revela que, no limite da razão, o que julgamos como loucura pode ser a mais profunda sabedoria, enquanto a sensatez pode esconder uma loucura disfarçada. Essa ambiguidade é o que torna a experiência humana rica e complexa, pois a vida pulsa exatamente nesse equilíbrio instável entre ordem e caos, razão e delírio.

É loucura olhar o relógio e achar que ele entende as horas.

A loucura se manifesta no homem pelo excesso do livre pensar; na mulher, pela falta do que deseja possuir.