A Vida é um Eco
O comunismo é marcado pelo estado máximo, ou seja, o estado tem um papel central e dominante na economia e na sociedade. Isso resulta em uma burocratização excessiva, corrupção endêmica e ineficiência geral, que também suprime a liberdade política e restringi o direito à livre expressão, à livre associação e à livre pesquisa. Paralelamente, é acompanhado por sistemas de controle social intensos, como espionagem de cidadãos, prisões políticas e execuções sumárias.
Em meio ao eco das palavras que te magoaram,
Percebo, agora, o quanto teu coração sofreu calado.
Com dor no peito, reconheço meu erro passado,
E nesse arrependimento, tento me reaproximar.
Sinto a angústia de ter ferido teus sentimentos,
Sem querer, causei-lhe dor, trouxe tormentos.
E agora, humildemente, busco a reconciliação,
Desejando curar as feridas, com sincera devoção.
Eu te amei e, cegamente, não enxerguei teu sofrer,
Perdão, por não perceber o que estava a acontecer.
Agora, o peso da culpa carrego, como uma cruz,
E luto para merecer novamente tua confiança e luz.
É um desafio reconstruir o que um dia se perdeu,
Mas estou disposto a tudo, pois meu amor é verdadeiro.
Aprendi na dor que palavras têm poder destrutivo,
E agora, as uso com cautela, buscando ser construtivo.
Quero trazer paz à tempestade que causei em teu ser,
Com atitudes, paciência, prometo te proteger.
Aprendi com meus erros, e hoje entendo tua dor,
Desejo reverter o passado, te fazendo sorrir com amor.
Sei que é um caminho longo, de reconstrução e perdão,
Mas juntos, podemos superar as marcas da decepção.
Minha sinceridade está em cada palavra que profiro,
Amar-te é minha missão, e é isso que mais admiro.
Perdoa-me por ter machucado teu coração,
Estou disposto a tudo para merecer tua aceitação.
Quero mostrar, dia após dia, que aprendi com o passado,
E que nosso amor pode renascer, mais forte e consolidado.
Que este novo capítulo seja marcado por um amor profundo,
Onde nossos corações, mesmo feridos, possam se curar no mundo.
Acredito no poder do perdão, no renascer das emoções,
E com humildade, luto por nossa reconciliação.
Aceita, amor, meu esforço em me reaproximar,
Prometo nunca mais te fazer chorar, nem te magoar.
Quero escrever uma nova história, com base na verdade,
E reconstruir, com amor, o que um dia se perdeu na adversidade.
E se por acaso, um novo alguém estiver em seu caminho,
E o amor que tínhamos não seja mais o destino.
Respeitarei tua escolha, mesmo que doa em meu peito,
Desejo apenas tua felicidade, mesmo que não seja comigo.
Sei que às vezes o tempo não pode apagar as marcas,
E que a confiança abalada pode levar a outras parcas.
Se estiveres com outro alguém, eu aceitarei com resignação,
E guardarei nossas memórias com amor e admiração.
Pois, às vezes, amar também é abrir mão,
Permitir que a pessoa amada siga seu próprio refrão.
Se não estiveres disposta, eu entenderei e respeitarei,
Afinal, teu coração é livre para escolher quem amar.
Mesmo que não possamos retomar o que tínhamos,
Guardarei em meu coração nossos momentos mais belos.
E se um dia nossos caminhos se cruzarem novamente,
Terei um sorriso no rosto, como um amigo presente.
Pois o amor verdadeiro não é possessão, mas liberdade,
E quero que sejas feliz, onde quer que estejas na verdade.
Seguirei em frente, aprendendo com os erros do passado,
E te desejarei amor e felicidade, com o coração renovado.
Democracia é o eco do grito coletivo de um povo, ressoando em cada decisão justa que molda o destino de uma nação próspera.
#ECO
Meu coração arde em coisa fria...
Nem a luz...
Nem o fogo...
Nem a fome entardecida...
Ou a febre da sede dos lábios...
Ai, ai de mim...
Enquanto caminho...
É pelo corpo que nós nos perdemos...
Pertenço a quem amo...
Num profundo arremesso...
Tenho pressa de viver...
Só quero o que me é devido...
Coração diga o que sofri...
Nesses dias que embranquecem os cabelos…
Amores vividos...
Só as fagulhas voam ao vento...
É preciso partir...
Antes que tudo cubra-se de cinzas...
É preciso ficar...
Onde se é benquisto...
Cerca-me a solidão...
Tal como uma pedra escura...
É tão fria e morta...
Eu sem ti...
À sua procura...
Ninguém sabe dizer porque o eco embrulha a voz...
Mas eu sei dizer...
Que sem você...
Não vivo mais...
Sandro Paschoal Nogueira
Na quietude do vazio, eu sinto a solidão,
Um eco solitário, uma sombra na escuridão.
Palavras ecoam sem resposta, o coração anseia,
Um anseio por conexão, uma busca pela ideia.
Caminho solitário pelas estradas do pensamento,
A solidão me envolve, um sentimento lento.
No silêncio das horas, meu ser busca companhia,
Um toque de empatia, uma luz que me guia.
Mas na solidão também encontro espaço para crescer,
Explorando meu mundo interior, aprendendo a compreender.
É uma jornada solitária, mas não sem valor,
Pois é na solidão que descubro meu próprio clamor.
Assim, abraço a solidão como parte do meu ser,
Uma oportunidade de reflexão, de me conhecer.
E enquanto busco conexões que possam me abraçar,
A solidão continua a me ensinar e a me transformar.
Tua falta faz eco, cê sabe
Reparta comigo essa dor da saudade
Saudade não tem tradução
No eco das memórias, sinto o peso da culpa,
Como sombras na noite, escuridão que me envolve.
Eu fui o vento que soprou sua luz para longe,
Na dança errante do destino, errei, e hoje a congelo.
Teu brilho se apagou por minha mão inadvertida,
Minha estrela outrora radiante, agora escondida.
As lágrimas do arrependimento enchem meus olhos,
Por ter sido o motivo desse adeus tão doloroso.
Mas em cada noite, ergo um olhar cheio de saudade,
Buscando redenção, em tua luz, tranquilidade.
No espelho das estrelas, vejo teu reflexo distante,
E peço perdão ao universo por minha falha flagrante.
No firmamento vasto, onde o tempo flui sem fim,
Busco o perdão nas estrelas, um gesto de alívio enfim.
Minha culpa é um fardo que carrego, pesado e profundo,
Mas na imensidão cósmica, anseio encontrar um novo rumo.
A estrela que perdi, agora é uma lição gravada,
Um lembrete constante das escolhas que fiz erradas.
Através das noites escuras, busco redimir meu erro,
Com a esperança de um reencontro, ainda que seja um pensamento sincero.
Minha jornada de auto perdão é uma constelação de aprendizado,
Na escuridão da culpa, desejo ver um novo nascer estrelado.
E se um dia o universo permitir, que a estrela retorne ao meu olhar,
Eu a acolherei com humildade, renovado e disposto a recomeçar.
No firmamento da vida, anseio reencontrar,
Aquela estrela perdida, que não pude mais segurar.
Com determinação e esperança no coração,
Buscarei nos confins do cosmos, a reconciliação.
Erramos no passado, mas o tempo não é estático,
Posso lutar por um novo começo, mais prático.
Com passos cuidadosos, trilhando o caminho certo,
Pode ser que um dia recupere o brilho incerto.
No céu da minha alma, uma constelação de desejos,
Pede que a estrela que se foi retorne aos meus beijos.
Talvez um dia, em um giro cósmico de sorte,
Ela retorne aos meus olhos, como um forte suporte.
Enquanto o tempo passa e a busca persiste,
A lembrança dessa estrela em mim insiste.
Seja nos sonhos ou no olhar das estrelas que brilham,
Guardo a esperança de que, um dia, nossos destinos se unam.
- Porque o coração é enganoso?
- Porque o eco não se propaga no vazio!
- E quanto aos corações cheios?
- Neles, é a luz que reverbera!
Sou um eco de notas dispersas, uma tela sem contornos definidos, um verso sem rima certa. Como uma sinfonia sem partitura, me desfaço e me refaço em cada acorde da vida, perdido na melancolia da minha própria complexidade.
No silêncio da noite, a dor sussurra,
Como um eco que o coração atura.
Cada lágrima, um verso na escuridão,
A dor é uma canção, uma triste canção.
A saudade aperta como um nó no peito,
A dor, um fardo que carregamos com respeito.
Mas no fundo da dor, há força a brotar,
Como uma flor no deserto, a esperança a brilhar.
Pois na dor encontramos o nosso eu,
Aprendemos a ser fortes e a crescer ao léu.
Assim, a dor nos ensina a valorizar,
A alegria que um dia voltará a reinar.
A democracia é o eco das vozes do povo, uma sinfonia da diversidade que ressoa na busca coletiva pela igualdade, justiça e liberdade.
No recôndito da alma, um temor se esconde, um eco sussurrante que nos atormenta. É o medo de viver, de enfrentar a vida, de navegar em mares revoltos e incertos. É o receio de fracassar, de tropeçar nas pedras que a vida lança em nosso caminho. É a hesitação em tentar, o medo de errar, de não estar à altura das expectativas que criamos para nós mesmos.
Mas é preciso lembrar que o medo não é inimigo, mas um mestre sábio que nos ensina a valorizar cada passo dado, a apreciar cada tentativa, por mais que falhe. É ele que nos mostra a coragem que existe em nossos corações, a força que reside em nossa essência.
Também tememos a conquista, pois o sucesso muitas vezes parece carregar um fardo pesado, o medo de perder o que ganhamos, de não conseguir manter o que alcançamos. Mas a verdadeira conquista não é material, é o crescimento interior, a evolução que o caminhar nos proporciona.
O medo do futuro nos leva a ansiedade, nos faz questionar o que nos aguarda adiante. Mas é importante lembrar que o futuro é moldado pelas escolhas que fazemos hoje, pelas atitudes que tomamos agora. Então, abracemos o presente com confiança, pois é nele que semeamos as sementes para colhermos amanhã.
E o medo do passado nos prende a culpas e arrependimentos, nos faz reviver momentos que já se foram. Mas precisamos lembrar que o passado é uma lição, não um cárcere. Devemos aprender com ele e seguir adiante, construindo um futuro diferente e mais consciente.
Assim, de mãos dadas com o medo, caminhamos nesta jornada da vida. É normal senti-lo, mas não podemos deixar que ele nos paralise. Pois, no final, é a coragem de viver, de tentar, de conquistar, que nos permite encontrar a verdadeira essência da existência. E é essa coragem que nos liberta, nos transforma e nos torna protagonistas de nossa própria história.
Outrora o poeta☔ foi o verso
perdido no eco
Hoje és, a poeira das estrelas lucilantes, no qual o Mestre um dia, envolveu seu o olhar e o mesmo olhar se dirigiu ao apóstolo João, quando questionou ao Mestre:
"Senhor, que é Deus?"
Ernesto Saveiro - In Memoriam
(18/02/1948 - 18/06/1989)
Meu pensamento é um eco mudo
um nada sem sentido
Um luto constante do desânimo
Penso, penso e nada sinto
Ouço apenas de longe, o silêncio
Tem dias que acordamos para nada
e logo penso voltar pra casa e dormir
Contudo reflito:
" Que desperdício!"
Saudade é a dor da ausência,
O vazio que fica no coração,
É o eco da memória que persiste,
E a sensação de perder algo em vão.
Saudade é o perfume que fica,
A lembrança do amor que já passou,
É a tristeza que nos invade,
Quando a solidão se faz presente e dói.
Mas a saudade também é a luz,
Que guia nossos passos no caminho,
É a chama da memória que nos aquece,
E nos faz sentir vivos mesmo no sozinho.
E assim, a saudade pode ser uma bênção,
Uma lembrança de algo bom que passou,
Uma inspiração para seguir em frente,
E continuar a amar, apesar da dor que ficou.
Porque a saudade é o elo que nos une,
Ao que um dia foi e jamais será em vão,
E é a prova de que o amor verdadeiro,
Nunca morre, nem se apaga, só transforma-se em uma eterna canção.
Exprobada do mundo
um eco profundo
Recitar um sentimento nítido
de compaixão
carinho
e respeito
E colocá-lo na vitrine
é sinal de insanidade?
A verdade que
sentenciar antes
de permitir que seu olhos
veja primeiro o valor precioso do meu do coração
perde a noção
sem razão
alguma
E sinto as pedras daquele tempo de Jesus a julgar-me
fazendo-me sentir exprobada
por expressar-me em poesia
e ouço o eco mudo
um sentimento profundo
de solidão
Vou despedir-me da poesia ☔
31/03/23
Nem tudo o que ouvimos é real e por vezes é apenas o eco da voz interior que intenta fazer o mal contra pessoas que nem se importam com a nossa existência.
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