A vida é feita de encontros
Flechas das Paixoes
Aqui de cima da “Ponte dos Encontros”, que atravessa a “Alameda da Vida”, logo depois da “Rua da Primeira Infância”, podemos a cada nano segundo ver incontáveis e inacreditáveis acasos que ocorrerem, tantos corações em estágios e patologicamente diferentes se trombando nas esquinas, muitos se machucam, outros caminham juntos com euforia e ligados fortemente por pouco tempo, e outros, mais raros, se fundem para sempre. Todos alvos das “Flechadas de Paixões” que quando não nos tira a vida nos fere para sempre.
“Coração Ferido”, descendo da “Rua das Desilusões” sem saber porque novamente estava lançado a sorte na incerta ponte, sem esperança e com medo perdido se sentia.
Saindo da pequena afluente, “Rua dos Cansados”, “Coração Saltitante”, cheio de virtudes, tropeçou e caiu de frente ao “Coração Ferido”, se olharam, em pouco tempo se curaram e encontraram descanso, e se uniram em um só... firmes seguiram rumo a vazia “Rua da Felicidade”.
Ao pensar sobre o evento, entendemos que para frequentar essa rara “Rua da Felicidade”, é necessário tentar ir a “Ponte dos Encontros“ quantas vezes forem necessários, dar-se como alvo das “Flechas das Paixões”.
Por Sandro S. Lino
A vida nada mais é que o dom da graça dos encontros, das oportunidades; das descobertas e das escolhas. Sejam elas só ou acompanhados. Em vida elas se dão no abraço e no amor, após a morte elas existem pelo enlace das almas. Perder uma oportunidade em vida é jogar fora a possibilidade do enlace eterno.
A vida com seus devaneios encontros, assimilados e perdidos no tempo;
No compasso dos passos, no recomeço dos sonhos;
Da ternura no olhar, no medo de se encontrar ou reencontrar.
Na vida que segue, nas horas que eu quero que pare;
No sonho não realizado, o medo do desconcerto, a alegria de te ter aqui;
No som que paira no ar, nas ondas que sempre existem quando olho o mar.
No tempo perdido, do plano que já havia avisado o não que eu disse,
O sim que hoje eu queria ouvir!
O resultado inesperado, do coração que não entende, nem compreende os desígnios da vida.
Simplesmente corre e voa tentando seguir este caminho no tempo
Sem parar, sem ver o que será, o que virá, só preciso que o vento traga ...
O amor que deixei perdido naquele dia frente ao mar ...
Como o metrô, a vida é uma jornada de idas e vindas, de encontros e despedidas, onde cada passageiro carrega consigo histórias, sonhos e destinos únicos, lembrando-nos que, no final, todos compartilhamos o mesmo percurso rumo ao desconhecido.
''A vida é uma caminhada repleta de altos e baixos, de momentos de alegria e tristeza, de encontros e despedidas. Portanto, cada experiência, seja ela boa ou ruim, molda quem somos e nos conduz ao longo do caminho da autodescoberta. Valorize cada instante, aprenda com as adversidades e celebre as pequenas vitórias.''
Raphael Denizart
Na dança dos encontros e encantos, entre sonhos e realizações, erguemos a balança da vida. Nela depositamos nossos anseios e aspirações, e é por meio dela que encontramos o equilíbrio que nos faz verdadeiramente felizes.
A vida é uma eterna contradição, se eu me contradigo então eu mesmo me conserto.O erro e o acerto são como um só, um não sobrevive sem o outro.
No caminhar de minha vida, encontrei alguém. Ao longo desse percurso, tivemos muitas risadas e também alguns desencontros, tivemos outros caminhos, mas nenhum foi tão fabuloso quanto o nosso.
No caminhar de minha vida encontrei alguém, este alguém mudou tudo que eu sabia sobre o caminho que eu trilhava, mudou paisagens, mudou jardins, mudou o céu, veja só, mudou a mim.
No caminhar daquela vida, tropecei, infelizmente, caí
Demorei, chorei, me arrependi, mas levantei. Ergui-me então para um velho caminho, que ali não se encontrava mais. Com dificuldade, caminhei, olhei em volta, e nada reconheci, triste, solitário, parei, olhei os pássaros viajarem e a brisa soprar, o tempo ia-se com a brisa, para onde não sei, mas, desejoso por voltar.
No caminhar de minha vida, sentado na estrada, um retorno avistei, confuso me senti, e a Deus perguntei, "Será verdade o que vejo, senhor? Terei mesmo um retorno a alcançar?" Sem demora me aproximei, olhei, avaliei, receei, mas em Deus confiei e o retorno peguei.
No caminhar de minha vida, este retorno me reavivou, me deixou esperançoso pelo percurso maravilhoso que deixara lá atrás, sigo hoje, firme em minhas passadas, pedras em meu caminho desviarei, sem novamente tropeçar, tampouco na pedra pisarei, humilde serei, pois se há pedras em minha estrada, significa que obstáculos superarei.
No caminhar de minha vida, com o medo deparei, fitei-o com seriedade e o espantei, pois no chão que hoje piso, medo aqui não tem vez. A coragem que me lidera é sinal de que feliz novamente serei e que feliz, novamente, te farei.
Somos do tamanho da nossa resistência e insistência. E assim vamos sobrevivendo à dureza e ao desencanto desses dias de vida adulta, rupturas, contradições, angústias, desencontros e conflitos
"Não fizemos promessas faladas, as nossas eram sentidas.
Não assumimos um relacionamento, a não ser para nós mesmos.
Você não foi maduro e eu não soube esperar.
Eu sempre quis mais do que o que você poderia me dar.
Você sempre exigiu de mim algo que eu não oferecia.
Nós nos deixávamos e nos queríamos.
Nós nos encontrávamos e novamente nos perdíamos.
Eu nunca soube o que você sentia e você nunca teve coragem para discutir o assunto.
Nós não duramos o quanto gostaríamos, nós não fomos feitos para isto, nós fomos feitos para dizer adeus e viver de saudade um do outro."
E o tempo que dizem que é o juiz de todas as causas. Dizem que ele é justo para mediar perdas, encontros, desencontros, começos e recomeços.
Dizem que ele não falha, não tarda, não esquece, não se perde.
Sobre ele, dizem ainda, que quando compreendido, é poderoso para fazer dos medos , coragem. Das tristezas, alegrias. Dos desencontros, encontros.
Quando olho para nossas vidas, penso que já o conhecemos em diversas fazes que vivemos em nossa trajetória nesse mundo.
Mas quando olho para nós dois x ele (o tempo) sinto que nada sei sobre ele, então tenho medo dele falhar, tardar, esquecer e se perder para não nos fazer encontrar.
Tenho medo do tempo que ainda não conheço sobre nós dois.
A tristeza e a solidão não existem mais ,pois ele simplesmente nos deu a oportunidade de eternizar o nosso amor.
Missão escolhida por destinos desencontrados nessa vida? - Acerte os passos, cumpra e segue tua sina.
Somos o destino...
Ninguém consegue apagar as linhas da vida
Elas já estão escritas quando nós nascemos
Somos mais do que um simples desejo.
Mais do que podemos viver e querer.
Sonhos carregados de ilusão e de fantasia.
Muito mais do que vemos ou que passamos.
Obstáculos...dores ..desilusões ...desencontros
Encontraremos no nosso dia à dia ou na nossa vida
Uma estrada, um caminho que nos leva para lugar nenhum
E ao mesmo tempo a um só lugar, viver e ser feliz
Hoje, porque o amanha só Deus sabe.!!
A vida se comparada ao mar é um tanto facil de ser compreendida. Imagine-se em uma praia qualquer, ali estão pessoas que você conhece e outras que lhe são estranhas. Então tem o mar, e assim como quem o acompanha, resolvem adentra-lo.
Novamente, estranhos e conhecidos. Você começa a desbrava-lo, explora-lo e por alguns minutos conhece aquele pedaço, está rodiado por amigos e quem ama, tudo está bem. Mas seus olhos se fecham por um minuto, e uma onda vem te afastando um pouco.
Olhando ao redor, todos ainda estão ali. Um pouco distantes, mas ali. Você comeaça a explorar o novo local, a se familiarizar, ver nossas pessoas, se inturma com outras.
Então vem outra onda de supetão e novamente você se vê em um outro local, cada vez mais distante daqueles que ama e conhece, indo a lugares estranhos até não conseguir mais sentir o chão, começa a pedir ajuda, mas onde estão seus conhecidos? Ninguem a vista, você se vê ali em meio ao mar perdido e desamparado, seus pés não conseguem sentir o chão. luta, tenta voltar até eles, mas nem sequer sabe em qual direção seguir, tudo que vê são quilometros de azul. Logo seu corpo começa a doer, o dia começa a cair e todo o desespero que supria seu peito começa a se esvair...
Soltando o corpo, ele começa a boiar, ali sozinho no meio do mar, sendo carregado pelas ultimas ondas de esperança, até que chega um momento em que não há mais nada, nem desespero, medo, ansiedade, amor ou ódio, só um corpo na luta pela sobrevivência.
Algum dia chegaria a algum lugar? Sentiria algo novamente? Teria a sensação de calor queimar-lhe a pele, arder-lhe no peito? Sentiria novamente a vontade de nadar em busca de algo?
Um corpo a flutuar, perdido no mar. Uma alma congelada, sem esperança.
Em pouco tempo, tudo que conhecia sumiu, em um piscar de olhos se distanciou e o que não parecia muito se tornou demais, e logo não se sabia mais quem era, onde estava, quem foi e o que conheceu, a mente delira, o corpo perece, o homem se foi.
Algumas pessoas vão chegar em sua vida e passar pouco tempo, mas serão capazes de eternizar os momentos compartilhados. E como isso é possível? Amor que não se explica!
