A Verdade de cada um Pirandello

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É perigoso o resto do mundo acabar e sobrar só o Brasil… Para cada maluco aparece um maluco e meio.


E talvez o mais inquietante não seja a quantidade de “malucos”, mas a naturalidade com que nos acostumamos a eles.


Aqui, o absurdo já não pede licença — ele entra, se espalha pelo chão ou senta no sofá, opina sobre tudo e ainda ganha plateia.


O exagero vira folclore, o delírio vira narrativa, e, quando percebemos, já estamos rindo do que antes deveria causar silêncio.


O Brasil tem essa estranha capacidade de transformar tensão em piada, crise em meme, tragédia em comentário espirituoso.


É um mecanismo de defesa, sem dúvida — mas também pode ser uma anestesia muito perigosa.


Porque quando tudo parece ridículo demais para ser levado a sério, a gente corre o risco de não levar mais nada a sério.


E nesse terreno fértil, onde o improvável brota fácil, cada voz dissonante encontra eco.


Não importa o quão desconectada da realidade ela seja — sempre haverá alguém disposto a amplificá-la, a reinventá-la, a levá-la um passo além.


Um maluco nunca anda só; ele é sempre o início de uma pequena multidão ainda em formação.


Talvez o verdadeiro risco não seja “sobrar só o Brasil”, mas sobrar um Brasil que já não estranha mais o que deveria estranhar.


Um país onde o espanto foi substituído pela ironia permanente, e a crítica deu lugar ao entretenimento.


Porque, no fim, quando tudo vira espetáculo, até o caos encontra aplauso.


E aí, o problema já não é quantos “malucos” existem — é quantos de nós ainda conseguem reconhecer que algo saiu do lugar.⁠

⁠Amo Viver Intensamente cada um dos meus dias como se fosse o último, pois sei que um belo dia hei de acertar.


Esse Propósito pode até soar ousadia, mas ele não fala sobre esperar literalmente o fim.


Ele diz muito mais sobre valorizar o agora.


Afinal, ninguém conhece o amanhã.


O tempo é o único bem que recebemos sem garantias, e, ainda assim, é o que mais desperdiçamos acreditando que sempre haverá outra oportunidade.


Viver intensamente não significa viver desrespeitando os limites.


Significa amar sem economizar sentimentos, abraçar quem faz bem, perdoar quando o coração permitir, agradecer pelas pequenas conquistas e encontrar beleza até nos dias difíceis.


É entender que a intensidade está na presença, não na pressa.


Quando percebemos que cada amanhecer pode ser único, deixamos de adiar palavras importantes, sonhos possíveis e gestos de carinho.


Passamos a dar menos valor ao que nos afasta da paz e mais importância ao que realmente alimenta a nossa alma.


Se um dia este for realmente o último, que ele encontre em nós alguém que viveu com propósito, que espalhou bondade, que colecionou memórias em vez de arrependimentos e que fez da própria existência um testemunho de gratidão.


No fim das contas, viver intensamente é a forma mais charmosa e sincera de honrar o presente que é estar vivo.


E, enquanto esse último dia não chega, que cada novo amanhecer seja mais uma oportunidade de viver, amar, aprender e deixar um pouco de luz por onde quer que passemos.

⁠Se o mundo
atendesse aos caprichos de cada um,
certamente ele seria
inabitável.


E isso pode até parecer muito óbvio, mas talvez esconda uma verdade que preferimos ignorar: boa parte dos conflitos nasce justamente da expectativa de que a realidade deveria se curvar aos nossos desejos.


Queremos que as pessoas pensem como pensamos, que reconheçam nossas razões, que aceitem nossas escolhas e, sobretudo, que não contrariem aquilo que julgamos justo.


O grande problema é que o mundo não foi feito sob medida para ninguém.


Ele é o resultado do encontro — quase sempre imperfeito — entre vontades diferentes, interesses divergentes, convicções incompatíveis e limites que não escolhemos.


Viver em sociedade exige, portanto, uma dose considerável de frustração.


Há quem confunda liberdade com a possibilidade de fazer prevalecer a própria vontade.


Mas liberdade também significa conviver com a liberdade alheia — inclusive quando ela nos desagrada.


Nem todo desacordo é uma agressão, nem toda negativa é uma injustiça, nem toda contrariedade precisa ser corrigida.


Talvez a maturidade comece quando entendemos que nem tudo o que desejamos precisa acontecer, assim como nem tudo aquilo que nos incomoda precisa desaparecer.


Há caprichos que precisam ser abandonados não porque sejam ilegítimos, mas porque a convivência exige que aprendamos a distinguir aquilo que queremos daquilo que realmente podemos exigir.


No fim, um mundo perfeitamente ajustado aos desejos individuais seria um lugar impossível, porque os desejos humanos não caberiam todos na mesma realidade.


O que torna a vida possível não é a realização de todos os caprichos, mas a capacidade de negociar limites, suportar frustrações e reconhecer que, às vezes, ceder não é perder.


É simplesmente permitir que o mundo continue sendo habitável.

⁠Viver
um dia de cada vez
pode ser a melhor maneira de colorir todos eles.


Às vezes, a gente se preocupa tanto com o amanhã que até esquece de perceber as cores que o hoje está oferecendo.


Queremos respostas para o que ainda nem aconteceu, soluções para problemas que talvez nunca cheguem e garantias para caminhos que ainda nem começamos a percorrer.


Mas a vida não pede que saibamos tudo de uma vez.


Ela nos convida, silenciosamente, a viver o dia que temos ao alcance das mãos.


Quem vive intensamente um dia de cada vez — como se fosse o último — um dia acerta.


Que hoje seja suficiente!


Que possamos olhar com mais carinho para as pequenas alegrias, agradecer pelo que permanece, aprender com o que dói e deixar ir aquilo que já não precisa nos acompanhar.


Cada manhã é uma nova tela.


Talvez não possamos escolher todas as circunstâncias, mas podemos escolher algumas das cores com que vamos pintá-la: serenidade, gratidão, esperança, gentileza e coragem.


Não precisamos ter pressa para chegar ao futuro.


Ele incerto.


O presente também é um destino.


Que hoje seja vivido por inteiro, sem a ansiedade do amanhã e sem o peso, às vezes desnecessário, do ontem.


E que, ao final do dia, possamos olhar para trás e perceber que deixamos nele um pouco mais de luz do que encontramos.


Bom e abençoado dia!?!

Cada um oferece o que tem, e qdo vc é realmente capaz de entender isso, tudo se torna mais fácil.
Simone Verçosa

A fé !!
A fé uma experiência particular , um testemunho de cada um de nós.
Um encontro conosco e com Deus .
Fé , resignação ao que nos apresenta muitas vezes através do cotidiano , compromisso , entrega e lealdade .
Capacidade de olhar a frente com amor , esperança , força .
E nesta busca , procura incessante ao Pai , chega - nos o encontro com Deus , e neste momento tão sagrado , profundo e sublime de entrega , louvor e adoração , agradecimento , me vem a mente :
Não foste tu que me procurastes , fui eu que vós escolhi , foste eu que te chamei . 🙇🏼‍♀️🙏👐📿
Simone Vercosa .

Cada um escolhe e define no seu tempo, mas o tempo não é igual para todos .

80's


Cada walkman era um templo portátil e cada cassete, uma confissão da alma.

Cada saudade
é um barco que
regressa sem avisar.

A tua pele chama a minha,
num desejo sem recuo.
Cada gesto teu provoca
um incêndio quase nu.




O ar prende‑se entre nós,
como se o mundo parasse ali.
E no ritmo que inventamos,
é o meu corpo a guiar o teu,
sem pressa de fugir.




A tua respiração prende-se na minha,
num jogo que nenhum de nós quer terminar. E quando a madrugada vibra entre os nossos corpos,
é aí que o desejo fala mais alto,
a pedir que a noite não saiba acabar.




Sinto-te na alma inteira,
numa verdade tórrida
que percorre o meu sangue
e rasga o meu silêncio.

No silêncio entre dois corpos nasce um campo magnético,
onde cada gesto é promessa
e cada respiração é caminho.


A pele torna‑se horizonte,
o olhar, uma mão invisível,
e o tempo verga‑se como tecido húmido à espera de ser moldado.


Há um tremor que não é físico,
uma vertigem que não é carnal,
mas que acende o coração
como se fosse chama a acender
as constelações da alma.


E quando o silêncio desaparece,
os gemidos tornam-se linguagem.
E o ar entre nós torna‑se incenso,
lento, quente, vivo.


Uma língua feita de luz,
que só dois sabem ler.
Uma liturgia de sombra e claridade,
onde duas almas se reconhecem.

Cada um dos meus Versos Intimistas
a intimidade celebra contente
com aroma de amor narivo e Calafate,
Sou eu a dona da tua devoção,
da liberdade e de toda a intimidade.

Não há um único dia que cada
passo meu não capture o seu ar,
Na tua respiração e pulsação -
elegeste o meu perpétuo lugar.


O amor entre o zênite, o nadir,
o horizonte e a esfera celeste,
Sou o que vive a sentir e fruir-
falta coragem para prosseguir.


Em todos os quatro hemisférios
que sustentam os mistérios -
sou alta existência resguardada.


Não há um só instante que não
renda devoção a cada nova virada
da estação de maneira apaixonada.

Cada um quer impôr que temos que parecer com qualquer lugar menos com o Brasil. Isso tem que acabar.

Caminho dos Anjos & Picol Paradis


Algo de cada um encontra inevitável
o Caminho dos Anjos & Picol Paradis
de forma inexplicável e a paz inefável,
que é exatamente o que se diz
ao alcançar este recanto muito feliz.


Carregar em si tudo das hortênsias
em floração e da vista verdejante
da nossa tão linda Cidade de Rodeio,
e ao encontrar sagra romance,
celebra e antecipa sempre regressar.


Diante da beleza sob a proteção
do Hemisfério Celestial Sul
para que o coração não duvide,
não esqueça, se orgulhe e replique,
como quem lê poema por poema,
é ao alcançar ali onde a alma serena.

Se cada um de nós tivessemos um pouco de criatividade o mundo seria incrível.

Inserida por waninha

É cada vez mais difícil viver em um mundo onde só eu penso...

Inserida por LLSantos

Cada um de nós leva em si a singularidade de ser único em cada momento, e eterno em cada sentimento. Pois viver ou ter vivido, é poder chegar no fim da vida sorrindo como quem acaba de nascer.

Inserida por sueligarcia

Perdido no nada...

Eu olho em minha volta e o que mais vejo são pessoas, e pessoas.
Cada um diferente de outro, cada um com uma semelhança com outro.
E o que me desespera nessas pessoas, é que elas não têm um propósito.
Elas não têm para onde ir, elas caminham um caminho desconhecido...
Enquanto elas prosseguem, elas nem mesmo sabem para onde vão!
Olhos você têm, mas não consegue enxergar;
Voz você têm, mas não consegue usá-la;
Audição você têm, mas não consegue escutar;
Isso tudo, porque você não consegue acreditar!

Inserida por Natalhieferreira

Se cada um usasse sua capacidade para fazer o bem que sabe, a moral do Mau acabava.

Inserida por Deadmau