A Verdade de cada um Pirandello

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0513 "Dizem que 'De médico e louco cada um tem um pouco'. Alguns... De ogro, também, digo eu. Chega a ser hilariante, mesmo alguns negando pouco ou bastante!"

1987 📜 "Cada um vê as 'Coisas' como deseja. O fim da Monarquia, por exemplo, foi visto pelo Senhor Stanislaw como: 'Dona Leopoldina virou trem / E Dom Pedro é uma estação também'. Foi assim, pelo menos na letra do samba por ele criado!"

2037 📜 "Cada um é cada um e só Eu sou Eu. Então digo e digo antes, para não acharem que tento tirar proveito de resultados. Acho essa uma das mais fracas Seleções do Brasil. Não vejo um só jogador com brilho (além do Neymar). Ainda não estou preparado para técnico estrangeiro na Nossa Seleção, não mesmo. Uma das 'culpadas' por eu ser assim, sem dúvida, é a Brilhante Seleção de 1970. Fazer o quê?"

2042 📜 "Cada um é cada um e gosto é algo bem peculiar. Também por isso não há chance, até o momento, de eu gostar, por exemplo, de vôlei e de basquete. Por enquanto, sem chance. Quem sabe amanhã ou depois, HeHeHe ou HaHaHa!"

2060 📜 "Apoio, reconheço e incentivo todos os que curtem, uma vez, cada um dos próprios textos. Acho isso ótimo, desde que não o façam, como ato de repetição, para obterem destaque e para tentarem ser 'Espertos' entre aspas. Isso, não, ohquei? Hum!"

2110 📜 "Claro que Curto Meus Textos... Por que não? Mas só os Curto UM DE CADA VEZ. Eu sou Um... Então, por que Curtir Meus Textos duas ou mais vezes? Por que isso?"

2178 📜 "Respeito gostos e desejos de cada um mas, para Mim, Jiló, Neve, Frio e Eufemismo estão entre as mais desagradáveis Coisas (ou Fenômenos) que conheci neste Planeta!"

1934 📜 "Greve de Fome é algo lamentável, acho, independente das razões de cada um. E, já que existe Greve de Fome, por que, nos dias frios e sem aquecimento, não pode haver 'Greve de Banho'? Não é? Poizé!"

2879 📜 'Cada Um é Cada Um', dizem. Só que Eu sou Um Outro, Aleluia e Amém!

2997 📜 Não admito Insinuações! Se eu disse que Eu e BÁBA ZÉFA, a Vidente, dormimos cada um no respectivo quarto, é porque 'é e é Mesmo', como disse aquele Cidadão, sabem quão? Poizés!

3174 📜 Como Eu já disse e repeti: Voto 🗳️ é opção de cada um. Mas... Caso queiram ter a certeza de que vão Eleger alguém pelo Voto 🗳️ e não pela 'Tentativa' de Golpe, então, Votem 22menos9. Que tal? Poizés!

3202 📜 Cada caso é um caso mas, pelo que vejo, ouço e leio, os que xingam o Presidente de Ladrão (o Atual Presidente, não o Derrotado) não o fazem por serem Justos nem por serem Cidadãos Exemplares ou por estarem Indignados, coisíssima nenhuma.
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O fazem por serem Papagaios🦜e viverem repetindo o que Outros também repetem. Desses,100 por cento, quando são apanhados, negam, falam em 'perseguição', choram e alguns até chamam "Mamãe"!

3773 🙏 Cada um é cada um. Intrigante é ainda haver quem não entenda isso, quem não aceite isso, oh, Raios!

Viver um dia de cada vez pode ser a melhor maneira de colorir todos eles.

⁠Cá por essas bandas de um sol para cada um, que cada qual tenha a hombridade de não se descuidar do seu.


Nem superaquecer o outro.


Bom e abençoado dia de verão embalado nos 40.


Cá por essas bandas, onde há um sol para cada um, não nos falta luz — falta, às vezes, hombridade.


Hombridade para cuidar do próprio astro, regular o próprio calor e vigiar as próprias sombras.


Porque há quem, descuidado de si, tente aquecer a própria falta queimando o outro.


O verão ensina sem levantar a voz: o sol que amadurece também pode ferir.


Tudo depende da distância, do respeito, do tempo de exposição.


Há calores que nutrem e há calores que adoecem.


Que cada qual carregue o seu sol com responsabilidade,
sem invejar o brilho alheio,
sem projetar suas secas sobre jardins que não lhe pertencem.


Num dia abençoado, embalado nos quarenta,
que saibamos ser verão sem incêndio,
luz sem arrogância,
calor sem invasão.


Bom e abençoado dia, ainda que embalado nos 40.

É perigoso o resto do mundo acabar e sobrar só o Brasil… Para cada maluco aparece um maluco e meio.


E talvez o mais inquietante não seja a quantidade de “malucos”, mas a naturalidade com que nos acostumamos a eles.


Aqui, o absurdo já não pede licença — ele entra, se espalha pelo chão ou senta no sofá, opina sobre tudo e ainda ganha plateia.


O exagero vira folclore, o delírio vira narrativa, e, quando percebemos, já estamos rindo do que antes deveria causar silêncio.


O Brasil tem essa estranha capacidade de transformar tensão em piada, crise em meme, tragédia em comentário espirituoso.


É um mecanismo de defesa, sem dúvida — mas também pode ser uma anestesia muito perigosa.


Porque quando tudo parece ridículo demais para ser levado a sério, a gente corre o risco de não levar mais nada a sério.


E nesse terreno fértil, onde o improvável brota fácil, cada voz dissonante encontra eco.


Não importa o quão desconectada da realidade ela seja — sempre haverá alguém disposto a amplificá-la, a reinventá-la, a levá-la um passo além.


Um maluco nunca anda só; ele é sempre o início de uma pequena multidão ainda em formação.


Talvez o verdadeiro risco não seja “sobrar só o Brasil”, mas sobrar um Brasil que já não estranha mais o que deveria estranhar.


Um país onde o espanto foi substituído pela ironia permanente, e a crítica deu lugar ao entretenimento.


Porque, no fim, quando tudo vira espetáculo, até o caos encontra aplauso.


E aí, o problema já não é quantos “malucos” existem — é quantos de nós ainda conseguem reconhecer que algo saiu do lugar.⁠

⁠Amo Viver Intensamente cada um dos meus dias como se fosse o último, pois sei que um belo dia hei de acertar.


Esse Propósito pode até soar ousadia, mas ele não fala sobre esperar literalmente o fim.


Ele diz muito mais sobre valorizar o agora.


Afinal, ninguém conhece o amanhã.


O tempo é o único bem que recebemos sem garantias, e, ainda assim, é o que mais desperdiçamos acreditando que sempre haverá outra oportunidade.


Viver intensamente não significa viver desrespeitando os limites.


Significa amar sem economizar sentimentos, abraçar quem faz bem, perdoar quando o coração permitir, agradecer pelas pequenas conquistas e encontrar beleza até nos dias difíceis.


É entender que a intensidade está na presença, não na pressa.


Quando percebemos que cada amanhecer pode ser único, deixamos de adiar palavras importantes, sonhos possíveis e gestos de carinho.


Passamos a dar menos valor ao que nos afasta da paz e mais importância ao que realmente alimenta a nossa alma.


Se um dia este for realmente o último, que ele encontre em nós alguém que viveu com propósito, que espalhou bondade, que colecionou memórias em vez de arrependimentos e que fez da própria existência um testemunho de gratidão.


No fim das contas, viver intensamente é a forma mais charmosa e sincera de honrar o presente que é estar vivo.


E, enquanto esse último dia não chega, que cada novo amanhecer seja mais uma oportunidade de viver, amar, aprender e deixar um pouco de luz por onde quer que passemos.

⁠Se o mundo
atendesse aos caprichos de cada um,
certamente ele seria
inabitável.


E isso pode até parecer muito óbvio, mas talvez esconda uma verdade que preferimos ignorar: boa parte dos conflitos nasce justamente da expectativa de que a realidade deveria se curvar aos nossos desejos.


Queremos que as pessoas pensem como pensamos, que reconheçam nossas razões, que aceitem nossas escolhas e, sobretudo, que não contrariem aquilo que julgamos justo.


O grande problema é que o mundo não foi feito sob medida para ninguém.


Ele é o resultado do encontro — quase sempre imperfeito — entre vontades diferentes, interesses divergentes, convicções incompatíveis e limites que não escolhemos.


Viver em sociedade exige, portanto, uma dose considerável de frustração.


Há quem confunda liberdade com a possibilidade de fazer prevalecer a própria vontade.


Mas liberdade também significa conviver com a liberdade alheia — inclusive quando ela nos desagrada.


Nem todo desacordo é uma agressão, nem toda negativa é uma injustiça, nem toda contrariedade precisa ser corrigida.


Talvez a maturidade comece quando entendemos que nem tudo o que desejamos precisa acontecer, assim como nem tudo aquilo que nos incomoda precisa desaparecer.


Há caprichos que precisam ser abandonados não porque sejam ilegítimos, mas porque a convivência exige que aprendamos a distinguir aquilo que queremos daquilo que realmente podemos exigir.


No fim, um mundo perfeitamente ajustado aos desejos individuais seria um lugar impossível, porque os desejos humanos não caberiam todos na mesma realidade.


O que torna a vida possível não é a realização de todos os caprichos, mas a capacidade de negociar limites, suportar frustrações e reconhecer que, às vezes, ceder não é perder.


É simplesmente permitir que o mundo continue sendo habitável.

⁠Viver
um dia de cada vez
pode ser a melhor maneira de colorir todos eles.


Às vezes, a gente se preocupa tanto com o amanhã que até esquece de perceber as cores que o hoje está oferecendo.


Queremos respostas para o que ainda nem aconteceu, soluções para problemas que talvez nunca cheguem e garantias para caminhos que ainda nem começamos a percorrer.


Mas a vida não pede que saibamos tudo de uma vez.


Ela nos convida, silenciosamente, a viver o dia que temos ao alcance das mãos.


Quem vive intensamente um dia de cada vez — como se fosse o último — um dia acerta.


Que hoje seja suficiente!


Que possamos olhar com mais carinho para as pequenas alegrias, agradecer pelo que permanece, aprender com o que dói e deixar ir aquilo que já não precisa nos acompanhar.


Cada manhã é uma nova tela.


Talvez não possamos escolher todas as circunstâncias, mas podemos escolher algumas das cores com que vamos pintá-la: serenidade, gratidão, esperança, gentileza e coragem.


Não precisamos ter pressa para chegar ao futuro.


Ele incerto.


O presente também é um destino.


Que hoje seja vivido por inteiro, sem a ansiedade do amanhã e sem o peso, às vezes desnecessário, do ontem.


E que, ao final do dia, possamos olhar para trás e perceber que deixamos nele um pouco mais de luz do que encontramos.


Bom e abençoado dia!?!

Cada um oferece o que tem, e qdo vc é realmente capaz de entender isso, tudo se torna mais fácil.
Simone Verçosa