A primeira vez que te Vi Amizade
A humanidade é uma criança, em sua primeira infância, que embora tenha as peças para brincar, demora para aprender.
OLEIRO
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Se não fores amado
à primeira vista,
eis a tua opção:
desenhar tuas normas,
criar fôrmas e formas,
modelar a conquista
pelo coração...
DE AMAR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Abafe o primeiro grito,
primeira ofensa,
primeiro tapa,
primeira etapa
da violência...
Rejeite o primeiro gole
ou desperdício,
primeiro trago,
primeiro estrago
de qualquer vício...
Cometa o primeiro gesto
de paz e bem,
primeiro traço,
primeiro passo
de amar alguém...
O MUNDO ALÉM DA TELA
Demétrio Sena - Magé
Na primeira crônica do livro LULA LÁ - BRILHAM MUITAS ESTRELAS, de Isac Machado de Moura e Antonio Ducarmo Santos, o Isac diz: "Lula não é um político digital. É um político analógico. Ele precisa estar no meio do povo, cercado de gentes e não de robôs". Apreciei demais, essa frase.
Concordo com o Isac, sobre Lula, mas quero falar de povo. Pessoas à nossa volta. O mundo precisa de mais pessoas analógicas; pessoas físicas; palpáveis; abraçáveis... e cujos olhos sejam acessíveis a outros olhos. A internet é fantástica; especialmente as redes sociais (que uso todos os dias, com assuntos que julgo relevantes), mas as relações interpessoais não podem ficar no vácuo. A internet não pode substituí-las.
Estamos muito apegados aos algoritmos e pouco apaixonados por pessoas próximas. Promovemos o isolamento próprio e não procuramos nem somos procurados por nossos afetos. Parece que basta enviar emojis, deixar disparos maciços de mensagens programados para envios diários, e pronto: nossa consciência está lavada, bem tranquila, e nossos discursos de amor ao próximo com apologias à solidão, garantidos.
O mundo precisa voltar a ser o mundo. A sociedade precisa se livrar da tela, depois de cumpridos os textos, informações e mensagens públicos. É compreensível que as postagens e os desempenhos cibernéticos façam parte significativa de nossa vida... mas não que sejam nossa vida.
... ... ...
Respeite autorias. É lei
“Que é Deus?” — A Primeira Pergunta de O Livro dos Espíritos.
Parte I — Estudo Filosófico e Universal.
Na questão n.º 1 de O Livro dos Espíritos, Allan Kardec formula a indagação que inaugura toda a Filosofia Espírita:
“Que é Deus?”
E a resposta dos Espíritos Superiores ecoa com a simplicidade dos princípios eternos:
“Deus é a Inteligência Suprema, causa primária de todas as coisas.”
A pergunta, aparentemente simples, encerra o âmago de todo o pensamento filosófico humano. Definir Deus é impossível, pois o finito não pode compreender o infinito. Nossa linguagem e nossos instrumentos de percepção são limitados à relatividade da condição humana. O próprio apóstolo Paulo advertia que “as coisas do espírito não podem ser entendidas nem explicadas pelo intelecto”, sugerindo que há uma dimensão supra-racional que apenas a intuição espiritual pode vislumbrar.
Ainda assim, a ideia de Deus é imanente à consciência. Não é uma criação cultural ou um produto do medo, mas uma necessidade ontológica. Sentir Deus é mais importante do que descrevê-lo. Santo Agostinho, em uma de suas mais belas confissões filosóficas, afirmou:
“Quando me perguntam o que é Deus, eu não sei; mas, se não me perguntam, então eu sei.”
Léon Denis, herdeiro do pensamento kardeciano, aprofunda:
“Deus não é um desconhecido: é somente invisível. Não compreendemos, em essência, a Alma, o Bem, a Beleza Moral, que são igualmente invisíveis. Entretanto, sabemos que existem e não podemos escapar à sua influência e deixar de cultuá-los, assim como a Deus, origem de todas as virtudes.”
A analogia é perfeita: o invisível não é o inexistente. Assim ocorre com o átomo, a eletricidade ou o açúcar dissolvido na água não os vemos, mas sentimos os seus efeitos.
Na questão n.º 14 de O Livro dos Espíritos, Kardec pergunta:
“O homem pode compreender a natureza íntima de Deus?”
E os Espíritos respondem com clareza:
“Não; é um sentido que lhe falta.”
Diante da insistência do Codificador, os Instrutores Espirituais acrescentam:
“Deus existe, não podeis duvidar, é o essencial. Crede-me, não vades além. Não vos percais num labirinto de onde não podereis sair.”
A consciência da existência de um Princípio Superior é, pois, um sentimento inato. Desde os primórdios da humanidade, o ser humano manifesta “apetite pelo divino”, “anseio de transcendência”, uma “sede de sentido” que o diferencia dos demais seres da criação.
Percebendo que há forças além de sua vontade, o homem primitivo buscou explicá-las. Assim nasceram os cultos ao Sol, à Lua, ao Trovão; depois, os ídolos de pedra, os deuses antropomórficos e o politeísmo expressões de uma mesma busca pelo Absoluto. Em todos esses estágios, permanecia a intuição de um Princípio Único, anterior a todas as formas.
A limitação humana em conceber o Infinito levou, naturalmente, ao antropomorfismo: um Deus com traços humanos, com virtudes e paixões. Esse “Deus sentado num trono”, guerreiro e ciumento, ainda sobrevive em muitas crenças contemporâneas. Entretanto, o pensamento espiritual universal transcende tais representações, elevando a concepção divina a um Princípio Inteligente, ordenador e soberanamente justo.
Mesmo o ateu, diante do infortúnio extremo, volta-se instintivamente ao invisível, como se uma centelha da eternidade nele se reacendesse. A Lei de Adoração, presente em toda a humanidade, revela-se como uma expressão universal desse vínculo sagrado.
Kardec ensina que “é princípio elementar que se julgue uma causa por seus efeitos, mesmo quando não se vê a causa”. Assim como um pássaro abatido denuncia o atirador invisível, e um relógio indica a existência de quem o construiu, a harmonia do universo revela a ação de uma Inteligência suprema.
“A harmonia existente no mecanismo do universo patenteia combinações e desígnios determinados e, por isso mesmo, revela um poder inteligente. Atribuir a formação primária ao acaso é insensatez, pois que o acaso é cego e não pode produzir os efeitos que a inteligência produz. Um acaso inteligente já não seria acaso.” (O Livro dos Espíritos)
A grandeza cósmica — do movimento das galáxias ao mundo microscópico testemunha essa Inteligência que ordena e sustenta o ser. Tudo o que é belo, justo e harmonioso reflete o pensamento divino em ação.
Entre os atributos de Deus, a Codificação Espírita destaca: é único, eterno, imaterial, imutável, onipotente, soberanamente justo e bom. E, como ensina o Evangelho, a verdadeira adoração não se faz por símbolos, mas por comunhão interior:
“Importa adorar a Deus em espírito e em verdade.” (João 4:24)
Assim, o estudo filosófico da divindade conduz à experiência íntima da transcendência. Deus deixa de ser uma hipótese e torna-se uma certeza vivida, o fundamento da consciência moral e a fonte do destino espiritual de todos os seres.
Referências:
Kardec, Allan. O Livro dos Espíritos, 1ª Parte, cap. I e 4ª Parte, cap. I.
Kardec, Allan. A Gênese, cap. II.
Denis, Léon. O Problema do Ser, do Destino e da Dor.
Santo Agostinho. Confissões.
Nem todo brilho se vê à primeira vista.
Nem tudo que machuca faz barulho...
E nem todo mundo sabe dizer onde dói.
Por isso, aprendi a olhar com cuidado...
A escutar com o coração o que a boca cala...
A ouvir o que o silêncio tenta dizer...
A não julgar o tempo de ninguém.
Casar com Dalila, apesar de atrativo à primeira vista, pode trazer consequências dolorosas e duradouras. Em Provérbios 14:12, encontramos uma advertência sábia: 'Há caminho que ao homem parece direito, mas ao cabo dá em caminhos de morte.' Isso nos lembra da importância de discernir com sabedoria nossas escolhas, considerando não apenas os desejos imediatos, mas também as possíveis consequências a longo prazo para nossa vida espiritual, emocional e relacional.
A vida é como uma carona. Nunca desista na primeira tentativa, pois a persistência é o segredo para te levar longe.
Se conversas fiadas pagassem dívidas nós brasileiros seríamos a primeira economia e potência mundial.
Atire a primeira pedra quem não tem pecados...
A luta é árdua, mas quem tem fé em Deus, nunca estará sozinho.
"Quem nunca traiu, que atire a primeira pedra, eu não atirarei; porquê, deixando de traí-la, à fui fiel, acreditando nela, traí a mim mesmo..."
Todo dinheiro e felicidade pra todas aquelas que foram minhas professoras, exceto para a primeira e algumas outras.
Em todas as situações, eleja o otimismo como primeira opção.
Prefira ver o lado melhor em todos os momentos.
Viva como se a vida fosse teu maior presente, e ela é.
Nesse tempo de pandemia, o bom senso deveria ser gênero de primeira necessidade, especialmente no Brasil, onde é óbvia a total escassez.
Um mínimo já bastaria!
Você junta duas pessoas que nunca foram juntadas antes. Às vezes é como aquela primeira tentativa de atar um balão de hidrogênio a um balão de fogo: você prefere cair e pegar fogo ou pegar fogo e cair?
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