A primeira vez que te Vi Amizade
#UM #CONTO #DE #NÃO #FADAS
Era uma vez...
Um país perdido no tempo...
Abandonado por todos...
No esquecimento...
As leis eram manipuladas...
Favorecendo a quem pagava mais...
De cara e intenções mais deslavadas...
A Arquitetura morreu de tristeza...
Ao cair das alturas...
Se machucou, teve grangrena...
A Medicina , que só tinha um diploma na parede...
De enfeite...
Foi atender...
Não soube como fazer...
Fez um puxadinho em suas pernas...
Deixando-a manca...
Para sofrer...
A Educação optou por se fazer de cega, surda e muda...
Diante de tal fato...
Só não perdeu seu olfato...
Quando queimava a erva maldita dos ratos...
Justiça teve um AVC fulminante...
Quando os juízes miliantes...
Amasiada com a política embriagavam-se juntamente...
Vendendo sua alma na esquina...
A quem aparecesse na frente...
Com cobres , ouro ou prata...
Sorriam alegremente...
Com todos os dentes presentes...
A Saúde, coitada, ficou muito doente...
Abandonada ao povo carente...
Delirava constantemente...
Jogada no chão...
Em solidão...
Seus gemidos embora altos...
Não chegavam aos palácios dos magistrados...
Estavam muito ocupados...
Bebendo caros vinhos...
Comendo camarão...
O povo que sofria...
Em dolorosa intermitente agonia...
Em sua ignorância só rezava e dizia...
"Amanhã vai melhorar...
Somos o país do futuro que está a chegar".
Velas era acesas...
Mãos postas em oração...
Porém brigavam entre si...
Em estranha confusão...
A mão esquerda batia na direita...
A mão direita batia na esquerda...
Fazendo ritmo para dançar...
A Corrupção...
Era um país de extrema beleza...
De muitas cores e de grande alegria...
Mas tudo somente ia ficando cinza...
Dia após dia...
O preto brigava com branco...
O marrom brigava com o amarelo...
E assim crescia...
Esses estranhos flagelo...
O Tempo que a tudo via...
Partido nenhum tomava...
Sabiamente gargalhava...
Emboscada preparava...
De passado outrora em glória...
Triste presente ausente...
O que adveio foi o terror...
Impossível narrar...
Tamanho torpor...
Debaixo da poeira da ignorância...
O Futuro se suicidou...
Tão triste história de um país...
Que antes de ser estrela fulgurante...
Doente...morreu...acabou...
PS: Qualquer mera coincidência que sirva de alerta para que o mesmo não aconteça conosco...
Sandro Paschoal Nogueira
Uma vez inscritos, não tem volta. Aqueles que saem sem permissão serão acusados de crime feito pelo clã.
Viver é disputar; não com os outros e, sim, consigo mesmo. Vitória, de verdade, é toda vez que a sua melhor versão vence.
O governo mais difícil é o do coração, sobretudo porque não há concorrentes na eleição. E uma vez eleito, somente a morte o destituirá.
Eu vou pra algum lugar
E acho que ninguém pode me parar
Dessa vez eu não vou te deixar cair
Fecho os olhos
Sei que tudo vai melhorar
Porque sabe me ver na hora
Tiro certeiro
Desde o primeiro
Olhar você me fisgou
Laço com fita
Me devolveu de mim
Despertar daquele sonho
É o único que pode me encontrar
Atirou no escuro e nos trouxe pra luz
Fecho os olhos
Sei que tudo vai melhorar
Porque sabe me ver na hora
Tiro certeiro
Desde o primeiro
Olhar você me fisgou
Laço com fita
Me devolveu de mim
E o entorno
Gira, gira, gira ao meu favor
Pra poder cumprir
O que eu pedi
Tiro certeiro
Desde o primeiro
Olhar você me fisgou
Laço com fita
Me devolveu de mim
“Mas que saudade daquele glicêmico beijo... Vez em quando, ainda que rapidinho, venha visitar-me em meus sonhos.”
Quando estiver aborrecido e com raiva, tenha muito cuidado com as palavras. Pois, uma vez utilizada, não pode voltar atrás, e às vezes ofendemos muito as pessoas.
"Certa vez me perguntaram o que eu achava de uma pessoa que era muito inteligente, porém tímida. Eu respondi:
- Essa pessoa é como um diamante bruto!
- Por que? "Me perguntaram".
- Por quê ela é muito valiosa, mas ainda não brilha."
Talvez, essa pessoa não saiba o homem
extraordinário que perdeu.
E que esse homem, cada vez mais amadurece, e aos poucos constrói seu império semsaber se ela ainda existe.
Os sonhos desse homem mudam e seu foco agora é
outro.
Um dia quando por um acaso do destino eles se reencontrarem, ele talvez não a reconheça mais.
E aí, os
papéis se invertem.
“Toda vez que você faz algo que não gosta para que os outros gostem de você, morre um pouquinho do seu ser.”
As noites tem sido difíceis, não lembro qual foi a última vez que coloquei a cabeça no travesseiro e dormi. O choro já virou rotina e à alegria se foi.
Me perdi em alguma parte da vida, não sei quem sou mais.
Fui da menina alegre, divertida, risonha, com sonhos e objetivos, para menina triste e perdida. Reconheço isso, porém não sei mais o que fazer para me achar. Sinto falta daquela “menina”.
E o que vejo são muitas pessoas que querem ter em vez de querer ser. E isso acontece muito nos relacionamentos. Pessoas querendo demais, exigindo demais dos outros. Porém essas pessoas não estão dispostas a ser o que elas exigem dos outros.
Uma vez eu li em algum lugar queas coisas se aceitam,mudam ou deixarmos ir. Na dúvida vou escolher as três: Eu aceito que não posso mudar mais nada e deixo ir embora.
Cada um faz o que pode dentro das suas limitações. Não tem como querer cobrar um esforço que às vezes o outro não está disposto a oferecer.
Lembrando de uma história ouvida uma vez durante uma viagem de ônibus de um passageiro contando sobre um determinado amigo cozinheiro de um restaurante no tempo que trabalhavam juntos. Dizia ele que ele tinha uma prática curiosa, nem tanto ética, criminosa até, mas era assim que ele fazia, quando um cliente não se agradava de uma comida dele e reclamava ao dono, feito no dia do suco em que o cidadão se queixou ao proprietário do estabelecimento que o suco estava sentido, ou seja feito com frutas podres. O patrão chamou o cozinheiro responsável para ouvir diretamente a queixa, ao qual se defendeu dizendo que não, era impressão estavam frescas, boas. No que o cliente que tem sempre razão ficou mais revoltado ainda aumentando mais a voz: tá dizendo que sou doido! Que não tenho paladar! Pois é... Ele foi humildemente e resignado preparar outro. Durante a confecção do novo suco ele cuspiu dentro, escarrou, cutucou o nariz e outras nojeiras que dava na telha e voltou com o suco no capricho! E ainda esperou o cliente que tem sempre razão provar e perguntou se agora tava bom. O cliente vitorioso e senhor de si exclamou: Agora sim! Esse sim! Tá uma delícia. E como se diz vingaca é um prato que se come frio, ou suco que de bebe bem gelado as vezes. Tudo é modo como se fala com os outros, o tom de voz.
É como se os ossos ficassem cada vez mais estreitos.
É como se um arame passasse por entre meus pulmões.
O som do vazio que irradia a mente, vem de forma brusca como mil facas fincadas entre meu corpo.
Repleta de visões infernais, vazias e sempre o oposto de sentimentais.
Não há como se manter acordada no escuro.
Estou cada vez mais convencida de que todo moralista , ou tem um passado que condena ou um presente que compromete ".
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