A primeira vez que te Vi Amizade
Mais uma vez acordei querendo te abraçar bem gostoso,enrolar meus braços sobre seu pescoço,colocar seu braços sobre minha cintura,te beijar,te apertar, tomar café juntinhos 😢.
Tomar um banho coladinho a vc e te amar no banho sentindo a água escorrendo sobre nosso corpo nú,depois colocar uma roupa e sair de mãos dadas com vc pelo mundo sem ter que me preocupar com horários,poder sentir o sol em nosso rosto,ver refletir minha imagem em seus olhos,te abraçar por trás abrindo teus braços e sentindo o vento forte passando sobre nós,soprando nossas vestes,soprando teus cabelos...
Queria um lugar só pra nós dois,um lugar onde pudéssemos andar,correr, pular,se abraçar, se beijar,se amar... Que pudessenos realizar tudo que desejo. Mas se nada disso que citei pudesse ser realizado,eu queria apenas tá com você em qualquer lugar,tocar seu rosto,tocar teus lábios com meus lábios,ficar olhando teu lindo sorriso e sentir a sensação de que nada mais existe, sentir em seus beijos a doçura de teus lábios.
Esses dias estão sendo preenchidos com as lembranças que tenho de você😢
Se de valor...
Não tenha medo, se ame
De um passo de cada vez.
Se coloque em primeiro lugar
Não se aprisione, se liberte
Não se limite, seja você mesmo!
Agrade a você mesma.
Não seja os que os outros esperam
Se concentre em você mesmo
E cure o seu coração
Siga em frente, lute por você
Shirlei Miriam de Souza
Uma vez a caminho do trabalho perto de descer, avistei um caminhão de engradado, acho, parado, não lembro ao certo rente ao calçamento, atrapalhando um pouco a circulação dos veículos. Só sei que não sei porque tampei os olhos de uma mocinha que trabalhava comigo, que estava na porta esperando descer feito eu, de brincadeira eu disse, : - Não olhe, não! Depois tirei a mão e ela arregalou os olhos e abriu a boca fazendo uma fisionomia de pavor, a espanto, aí quando ônibus começou a andar vi de relance um pedaço de bola de futebol cortada com alguns cabelos. Pedaço de bola com cabelos... Aí caiu feito um raio a percepção. Ao descer reparei uma aglomeração de pessoas olhando, tirando fotos, , com suas curiosidades morbidas, soube que era um corpo de um homem que trafegava numa bicicleta rente ao caminhão, aí a bicicleta tombou de lado, de repente, como que empurrada pela mão do destino, acredito que devido a algum buraco, entulho da avenida em reforma, uma desculpa qualquer, o deformando-o. Teve uma morte boa, penso, apesar de trágica. O ideal era não morrer, mas, não há outra opção. Apagou feito uma lâmpada, como um fio cortado ao meio, interrompendo a corrente, impedindo a iluminação. Nem dor deve ter sentido, medo, foi pego se surpresa, não agonizando dias, até a exaustão no leito. Foi surpreendido pelas costas, covardemente, como se obedecessse a nossa lógica e razão. Incomodou quem ficou olhando só, ele não, isso é forma de morrer, pavorosa, preconceituosos. Em plena saúde, provavente, vigor do corpo fisico, pensando em nada, despreocupado, preocupado no máximo pra não atrasar no trabalho, agora nao vai mais nao. No máximo, lembrando de algo agradável, quem sabe, a cerveja do final de semana, o futebol do seu time, coisas simples, o aniversario naquele dia, talvez. Poxa! tinha outro dia pra isso acontecer nao? So sei que apagou como uma lâmpada, ou uma vela? Um passarinho abatido, um pintassilgo, uma criança que não sane e bota a mão. Morreu sem saber, "morreu na contra mão atrapalhando o trafego".
Eu queria te dizer por uma última vez que te amei da forma que meu coração conhecia.
Que meu amor vazou por palavras e poesias que eram dedicadas a você.
E que hoje se tornaram um verso de despedida.
Espero que se cuide.
O Corredor
As tardes caíam cada vez mais longas, sem expectativa e numa falta de prosa desconcertante.
Já ia longe a guerra do silêncio entre o casal em sua primeira disputa. Era difícil aplacar a angústia do que ia acontecer, disfarçar a ansiedade da volta e representar que tudo vai bem ou ia bem.
A janela foi objeto do desejo de disputa.
Abre a janela, Ana, está um calor danado desse jeito não consigo dormir, o quarto está abafado isto só dá pesadelo. Ela retrucou:
Pesadelo são os morcegos que entram no quarto e ficam assombrando o meu sono. Passo a noite vigiando a janela, de sentinela, enquanto você se refresca e dorme. No outro dia fico exausta.
— Assim não dá, Ana você acende velas no oratório, fecha a janela e o quarto fica mais abafado do que igreja em dia de Semana Santa. Isto já virou tormenta na hora de dormir, perde até o gosto de se deitar. Suar na escuridão é triste.
— Gosto da janela cerrada, dá mais segurança...
Vou abrir, Ana. amanhã é dia de serviço, a esta hora ainda não peguei no sono... deixe a luz da lua molhar o seu corpo, soprar o cheiro da flor do pequizeiro a perfumar o quarto.
Empertigada, Ana levantou-se:
— Então fique aí com a lua, os morcegos e as formigas dos pequizeiros. Vou para o outro quarto.
— Você é quem decide, Ana.
No corredor, quando as tábuas estrilaram, já bateu arrependimento.
Ana mastigou o conselho da avó: “Nunca saia de sua cama a volta é mais difícil''.
E foi assim. Tião ficou no quarto do oratório, de cortinado, as melhores cobertas, com a luz da lua, de janela aberta. Ana penava no final do corredor em colchão de capim, suando de calor e medo, disputando espaço com as muriçocas. Toda noite planejava e ameaçava: vou lá no outro quarto; “Amanhã tiro o cortinado...” Mas clareava o dia e pensava: “Quem vai subir e pregar este peso nas alturas?"!
Não se conversou mais sobre o assunto. Os pequizeiros floresceram, cheiraram, derramaram seus frutos, caíram suas folhas e não conversou mais.
O inverno chegou, a janela cerrou e Ana emperrou no quarto do corredor. Tião apostava até quando?! Aqui neste sertão sozinhos era só esperar...
Agora quem deixava Ana de sentinela eram seus pensamentos, haja tijolo quente debaixo da cama para aquecer a solidão, além da trabalheira, dos dedos queimados, dos pés gelados a indecisão deixava o corredor da volta mais comprido.
Tião matutava: tinha que tomar atitude, Ana ia botar fogo na casa. Coitada! Moça da cidade não tinha costume da roça. Levantou-se, encheu-se de coragem, pegou a vela para atravessar o corredor. A cálida luz iluminou todo esplendor de Ana que de vela na mão também voltava ardendo de saudade.
Entreolharam-se e gungunaram:
— Oiiiii.
Cruzaram o corredor cada um em sentido contrário. Ana adentrou no quarto do oratório com cortinado e Tião no quarto do corredor com o colchão de capim. Sentou-se na cama desolado, contrariado, acanhado e deitou-se.
Palpitando de ansiedade Ana mal conseguiu sentar-se na cama: no instante sentiu o cheiro das roupas de Tião que exalavam da cama ainda quente o que disparou suas lembranças e encurtou o caminho da volta. Com as mãos e os pés frios da noite, com o coração ardendo de coragem, a chama da paixão iluminou o corredor e caminhou para junto de Tião.
No espaço exíguo da cama deitou-se com o coração apertado acomodando seu corpo ao de Tião. Ele entrelaçou sua cintura em sinal de reconhecimento. Ana com os pés gelados encostou seus pés ao dele para roubar seu calor. Ele a aqueceu e perguntou:
— Não estamos brigados, Ana?
Rindo afirmou:
— “Pés não brigam”.
Livro: Não Cortem Meus Cabelos
Autora: Rosana Fleury
SER UM VIGILANTE NÃO É PARA QUEM QUER E SIM PARA QUEM GOSTA.
Certa vez um homem caminhava com o seu filho e quando,aquele homem passava diante de uma grande empresa ele disse para o seu filho:- Filho você está vendo aquela grande empresa,o menino disse sim papai ela é enorme,o pai disse para seu filho:- Aquela grande empresa é a empresa que o papai toma conta dela como vigilante! O menino respondeu é papai,o pai respondeu sim meu filho e o papai é tão importante naquela empresa que até para o dono entrar nela,ele só entra se o papai liberar e abrir o portão,o filho fez um gesto emocionado abraçou o pai e ambos prosseguiram ao seu destino .
Com o tempo, exercite o enxergar em vez de só observar... e o escutar em vez de só ouvir... Você se impressionará com os resultados!
A ansiedade cresce cada vez mais dentro de mim como um ciclo sem fim, apesar disso eu me deixo levar, me tornando a brisa, o sol, a chuva, o mar e eu continuo esperando tudo isso acabar...
O Brasil atual mergulhado na corrupção e com os corruptos cada vez mais se tornando líderes religiosos está se tornando um celeiro de falsos profetas, pois, muitos acreditam que a religião é um meio tão fácil quanto a política para extorquir o povo carente e desatento.
"Se deu certo deu, se não deu certo ótimo, vivemos apenas uma vez. Porém é preferível que dê certo, e para dar certo é preciso se autoavaliar e avaliar o outro mais interiormente que exteriormente."
Infratores
Somos corajosos infratores
Todos os dias nos matamos um pouco
A cada vez que dizemos não pra si
E sim para o outro.
Somos corajosos infratores
Que renegam a felicidade verdadeira
Nos privando de momentos
E das pessoas que amamos.
Somos corajosos infratores
Que buscam refúgio, o ilícito
Para esquecer tudo
E que tudo nos esqueça.
Somos corajosos infratores
Alguns jovens, outros tolos
Muitos velhos e saudosistas
E só podemos ser ou um ou outro.
Somos corajosos infratores
Nos orgulhamos do passado
Nos perdemos no presente
E não acreditamos no futuro.
Mas mesmo assim
Somos corajosos infratores
Que preferem se privar do riso
Para causar o de alguém
Renegamos quem somos
Mas fingimos muito bem.
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