A Ocasiao faz o Ladrao

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Se você não faz com a vida, a vida faz com você!

E mesmo sorrindo por aí, cada um sabe a falta que o outro faz.

Vida: beleza sem fim!

Faz parte da vida as surpresas,
Faz parte da vida as incertezas,
Faz parte da vida as decepções,
Faz parte da vida o sofrimento,
Faz parte da vida conscientizar-se da vida,
Faz parte da vida as decisões,
Faz parte da vida usar de boas intenções,
Faz parte da vida a perseverança,
Faz parte da vida a bonança,
Faz parte da vida as discordâncias,
Faz parte da vida o respeito ao outro.
Faz parte da vida procurar melhorar-se,
Faz parte da vida doar-se,
Faz parte da vida ser autêntico,
Faz parte da vida sentir a vida do outro,
Faz parte da vida sentir o outro na sua vida,
Faz parte da vida a vida do outro sair da tua vida...
Faz parte da vida entristecer-se...
Só não faz parte da vida sentir tua vida sem vida, quando tua vida é uma parte da vida que forma esta beleza sem fim!

Parece loucura, mas me faz um bem que não posso explicar.

Não existe esse tal de normal, o amor é a única coisa que faz a luta valer a pena, e a única coisa que nos fará superar. Amor é tudo que devemos ter nesse mundo, sem ele... nada importa de verdade

Prazos largos são fáceis de se subscrever; a imaginação os faz infinitos.

Machado de Assis
Dom Casmurro (1899).

Você não faz meu tipo, assim como eu não faço o seu. Mas é por isso que fazemos tão bem um para o outro... somos ao mesmo tempo muito diferentes e muito parecidos. [...] Você desperta o que existe de melhor em mim.'
After - Anna Todd

Quero
Nos teus quartos forrados de luar
Onde nenhum dos meus gestos faz barulho
Voltar.
E sentar-me um instante
Na beira da janela contra os astros
E olhando para dentro contemplar-te,
Tu dormindo antes de jamais teres acordado,
Tu como um rio adormecido e doce
Seguindo a voz do vento e a voz do mar
Subindo as escadas que sobem pelo ar.

Às vezes, minha vida me faz sentir como se tivesse perdido a capacidade de rir.

Alimenta teu cão e ele guardará tua casa;
faz jejuar teu gato e ele te comerá os ratos.

[=As pessoas são diferentes e devem ser tratadas de modo diferente.]

A melhor liberdade é quando você se liberta de algo que te faz mal.

Cansei de ser “tanto faz” na vida das pessoas. Dessa vez, não corro mais atrás. Se minha ausência for notada, me procure você.

Não sei como explicar como você me faz bem. E quando fala comigo, meu coração dispara!
A falta de medo é preenchida por estarmos sendo correspondidos.
Tô vivendo assim: um passo de cada vez, e vamos ver onde meus passos vão me levar.
Sem pressa... Sem medo... Apenas sendo feliz e vivendo um dia de cada vez. Porque quando e o que tiver que ser, será!

Maldito o homem que confia no homem, e faz da carne o seu braço, e aparta o seu coração do SENHOR!

Não importa o tamanho de seu poder, mas sim o que você faz com ele.

Me faz um favor? Pega seus problemas, suas complicações, seus sentimentos confusos e distorcidos e chega mais perto. Traz tudo com você, vai. Eu cuido de você. Chega mais perto de mim, pra que eu possa chegar mais perto de você.

Não posso jogar com tudo porque...
não fazemos a vida, ela própria nos faz.

Sou um pouco dos meus amigos,
um pouco da minha casa,
Sou parte do que me faz feliz,
uma parcela de sonhos.
Sou de tudo um pouco, um pouco de tudo.
Sou parcialmente um ser bizarro,
logo, sou um ser humano.
Sou uma saudade ambulante de um passado,
e uma expectativa insistente de um futuro melhor.
Sou o ódio e a simpatia,
o sorriso e a cara amarrada.
Sou os erros que cometi,
e os passos certos que dei.
Simplificadamente; sou uma vida que já viveu,
e ao mesmo, tempo uma vida que ainda está para viver.

— Estou cansada.

— Você não faz nada, aliás você só dorme.

— É exatamente isso, eu estou cansada da vida, estou cansada de não vivê-la, eu estou apenas sobrevivendo e isso é duro, acredite.

Escrever é como prostituição. Primeiro você faz por amor, depois para alguns amigos próximos e depois por dinheiro.

Ferenc Molnár
NATHAN, George Jean. The Intimate Notebooks of George Jean Nathan. Nova York: Alfred A. Knopf, 1932.

Nota: A citação costuma ser atribuída a Virginia Woolf e Molière. Porém, acredita-se que a origem da frase tenha se dado durante uma conversa entre o escritor húngaro Ferenc Molnár e o crítico estadunidense George Jean Nathan, tendo sido posteriormente publicada no livro publicado por este último, em 1932.

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