A Mulher que Poucos Conhecem
Infelizmente as pessoas não entendem nem conhecem
seus valores, não vá permitir a quem quer que seja possa diminuir o teu valor, não precisa lutar demistar o teu valor para quem te conhece, seja você o teu valor.
Algumas pessoas conhecem a solução para os problemas do Mundo.
Outras pessoas são o problema de um Mundo sem solução.
A diferença entre elas é que as primeiras não tentam te convencer de nada e as segundas parecem sempre acreditar que as intenções delas são as melhores.
Bom dia Sras e Srs... Novos e velhos!
Poucas pessoas conhecem, de fato, a teoria do filósofo desfragmentador. Isso é um bem e um mal necessário. São afetadas pelas suas raízes e galhos, debruçam deitadas na sombra encontrando alento na teoria do filósofo desfragmentador, mas não conhecem o núcleo pela existência de uma teoria instintiva de autodefesa e proteção, teoria pela capacidade de entrar nas palavras do filósofo desfragmentador e a defesa instintiva bloqueia o que é frágil ferramenta. Embora ocorra a liberação da compreensão em algum momento no por vir, ainda como criador percebo que minha criatura não tem força suficiente para viver, e como observador não há meios para ser observado, no momento, por fim! Mais uma vez contemplo, como criador e filósofo desfragmentador, a existência e onipresença da teoria que é um detalhe.
"Não é preciso de nada para aperfeiçoar o detalhe, mas é preciso de detalhes para aperfeiçoar o nada!"
✍️As pessoas sábias e também as espertas e enganadoras nunca DIZEM "NÃO", conhecem esse segredo do Universo.
As enganadoras fazem mal uso dele.💌
✍🏻Nada é suficiente no CAPITALISMO porque seus seguidores desconhecem VALORES, só conhecem preço.
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Muitos pensam que a conhecem,
mas não sabem o quanto que estão enganados,
muitas são as suas faces,
cada um terá dela o que merece,
uma prazerosa surpresa
ou um trato indesejável.
Pessoas verdadeiramente poderosas…
Aqueles que verdadeiramente conhecem a si mesmos caminham pela Terra como presenças quase invisíveis, mas profundamente transformadoras. Seu poder não reside em títulos, riquezas ou estruturas externas; ele brota de um lugar íntimo, imutável, onde a essência transcende a soma das histórias acumuladas ao longo da vida. Eles não se definem pelos papéis que desempenham, nem pelas cicatrizes que carregam, mas pela vastidão silenciosa que testemunha tudo, o espaço interior que é ao mesmo tempo vazio e pleno.
Essas pessoas não precisam falar alto para serem ouvidas, nem se impor para serem respeitadas. Quando falam, suas palavras não vêm carregadas de ego, mas de uma clareza que dissolve barreiras e reconecta os fragmentos separados do mundo. Elas não têm nada a provar, porque já compreenderam que, no núcleo de todas as coisas, não há competição, apenas interconexão. As suas ações não buscam validação, mas emanam naturalmente de um estado de amor incondicional, como o rio que flui sem esperar aplausos pela sua generosidade.
O perdão é a sua linguagem nativa, não porque ignoram o sofrimento, mas porque compreendem que o peso do rancor corrói mais a quem o carrega do que a quem o causou. Superam os desafios não por serem invulneráveis, mas porque aprenderam a dançar com o caos, aceitando a impermanência como aliada. São como árvores que dobram ao vento, mas não quebram, pois suas raízes estão fincadas em algo que o tempo não pode corroer.
Agem com bondade e cuidado, não por obrigação moral, mas porque enxergam no outro a mesma centelha que habita dentro de si. Para elas, o bem-estar de um único ser é inseparável do bem-estar do todo. Não fazem distinções baseadas em raça, gênero, crença ou orientação, porque sabem que todas essas divisões são ilusórias, véus que escondem a unidade subjacente. Celebram o sucesso e a alegria do próximo como se fossem seus, porque, em seu olhar, não há "outro", apenas diferentes expressões do mesmo infinito.
Essas pessoas não têm medo de amar, porque entendem que o amor não é posse, mas um estado de ser. Não temem a vulnerabilidade, pois sabem que é nela que reside a verdadeira força. A positividade que carregam não é ingênua, mas uma escolha consciente de ver a luz mesmo nas sombras. São otimistas não porque neguem as dificuldades do mundo, mas porque acreditam no potencial inerente à vida de se renovar e florescer.
Defendem aquilo em que acreditam, mas sem violência ou imposição, apenas com a firmeza tranquila de quem está alinhado com algo maior do que o próprio eu. E, ao fazê-lo, não buscam mudar o mundo inteiro, mas honram a diferença que podem fazer, por menor que ela pareça. Pois sabem que o impacto de uma ação feita com intenção pura reverbera muito além do que os olhos podem ver.
Essas pessoas não vivem para si mesmas, mas como parte de um todo cósmico. Elas não são ilhas isoladas, mas ondas em um oceano compartilhado. O que as torna poderosas não é o que possuem ou conquistam, mas o que são. E o que são é algo tão vasto, tão livre, que nenhuma palavra pode conter. São, em última análise, expressão viva do próprio amor que dá forma ao universo — um amor que não exige, não separa, apenas é.
Sobre os que habitam as sombras…
Há, na vastidão da vida, criaturas que não conhecem o ímpeto de criar, nem o ardor de conquistar. Sua existência se arrasta como um nevoeiro denso, alimentando-se não daquilo que oferecem, mas do que sugam de outrem. Estas almas, tão desprovidas de força para erguer a própria morada, preferem rondar as ruínas alheias, como aves que não sabem cantar nem caçar, mas que vivem à espreita do cessar de um coração.
Vou te contar sobre os urubus. Eles não possuem garras para o ato feroz, tampouco asas para o voo nobre. Não derramam sangue por um combate justo, nem se encharcam na coragem de um enfrentamento direto. Sua subsistência é a morte alheia — um banquete que não provocaram, mas que esperaram pacientemente, com olhos vazios e fixos, na esperança de que a vida, por si só, lhes conceda o que não têm coragem de buscar.
E o que dizer dos homens que se assemelham a essas aves? Há quem passe os dias não vivendo, mas observando. Seus olhos não enxergam horizontes próprios, apenas os passos titubeantes dos que ousam caminhar. Não se movem pela criação, mas pelo colapso. Não brilham, mas se alimentam da escuridão. Esperam, no silêncio de suas sombras, que o fracasso de outro lhes sirva de sustento, como se a queda alheia pudesse, de algum modo, preencher o abismo dentro de si.
Mas eis a ironia: os urubus, tão acostumados à calmaria fúnebre, tremem diante da luz e do movimento. A claridade os cega, o ritmo os desorienta. Da mesma forma, essas pessoas que vivem à margem, à espreita, só conseguem se aproximar de quem se detém, de quem apaga o próprio brilho para caber na penumbra que elas habitam.
Então, se desejas manter os urubus — humanos ou não — longe de ti, a resposta é simples: brilhe. Não um brilho qualquer, mas um que irradie tua essência, tua verdade, tua capacidade de criar, mesmo em meio ao caos. E não pares. O movimento contínuo é o antídoto para os olhos que vigiam e as mãos que esperam. Quem brilha e avança não deixa espaço para os que vivem da espera.
Pois, no fundo, a luz não apenas afasta as sombras; ela as dissolve. E o movimento não apenas confunde; ele liberta. Que tua jornada seja uma dança incessante de luz e vida, um espetáculo que os urubus jamais poderão alcançar.
O pecado não existe, ele é uma criação religiosa para subjugar a mente daqueles que pouco conhecem do mundo espiritual...
Quando estou na melhor, meus amigos me conhecem
Quando estou na pior, eu conheço meus amigos
No poder da rima esse é meu estilo
Sob pressão é lógico do meu raciocínio só no psicológico
Esse é nosso mundo atrasou meu lado entrou na mira irmão big ben evolução
Na pista o dia inteiro pagando de modelo, falando várias línguas
Contando dinheiro, paris, new york, berlim, rio de janeiro
Há mãos que te conhecem tão bem que fazem seu coração flutuar.
Os olhos não precisam apenas atuar, mas também amar.
Isso me faz suspirar e sorrir.
Gostaria de saber como estava nos seus sonhos; assim, conseguiria decifrar você.
Aqueles que conhecem o grande e terno coração de Deus, certamente serão levados a negar seus próprios amores, para participar da expressão do Seu amor!
Uma pessoa de ideias claras não aceita tudo que o mundo lhe apresenta. ...
Mas ,nem todos conhecem a bussola interior ,porque não se permitem aquietar a mente para ser guiados pela intuição .
Então sem nada questionar, seguem as regras impostas pelo sistema ,fazendo da vida uma confusão, sentindo uma coisa e sustentando a aparências de outra.
Universo em desencanto é um livro com conhecimento claro, limpo e lógico de tudo que nos cerca. Revela a verdadeira origem da humanidade : de onde realmente viemos e para onde vamos ,nos dando instruções de como chegar onde queremos e merecemos estar.
Não pertence a nem uma religião, seita ou doutrina, o livro é de autoria do Superior Racional ,do Mundo Superior .
Promove o verdadeiro conhecimento , com amor ,acolhimento e fraternidade Universal para auxiliar na caminhada evolutiva ,ajudando a compreender a origem sem impor através do medo, ofensa ou humilhação. Porquê fazer o bem não é uma coisa para empurrar a uma decisão com segunda intenção e sim uma forma de orientação
O orgulho é uma projeção da mente humana que pensa que muitas pessoas não conhecem ou não sabem de nada.
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