A Morte é Certa
Nascemos com uma certeza na vida de que um dia nos iremos. Mas quando este dia chega para os que amamos, não aceitamos, questionamos esta certeza. Aprendemos com muita dor que a morte nos tira o que mais amamos quando menos esperamos. E passamos a acreditar que depois da partida a saudade é nossa segunda certeza.
Única certeza que temos
É que morreremos
Sete palmos de terra sobre vós levará
Bonita
Feia
Rica
Pobre
Família humilde
Ou nobre
Vermes te comerás
Desta vida nada levarás.
Não preciso saber a hora em que vou morrer, pois tenho a certeza de que nesse momento não chegarei atrasado.
Quem é generoso trata o dinheiro apenas como papel. Pois tem a certeza que quando a sua vida chegar ao fim é exatamente isso que o dinheiro será. Apenas um papel.
Estamos aqui, e acabamos criando inconscientemente uma certeza: "estaremos aqui para sempre". Nos despedimos das pessoas como se fôssemos vê-las novamente. E quando recebemos a notícia de que alguém se foi, ou melhor, de que alguém foi levado embora, vem automaticamente na nossa cabeça: "É mentira!" Nós não conseguimos acreditar, justamente por isso, porque o nosso inconsciente é convencido de que somos eternos.
A vida persiste, continua e existe pela constância de continuar existindo.
Pois a certeza do fim leva ao fim, mas a motivação perpétua conduz a eternidade.
Cada dia e quanto mais eu tenho certeza e consciência de que tá chegando a hora e que eu vou morrer, que vou deixar esse mundo lindo e trágico, mas sinto amor e uma saudades antecipada por ele e por tudo. Para morte, só nos resta a mais suprema humildade, de que vamos despojados de nós mesmos e com as mãos vazias. Não vou poder levar nada nem ninguém, vou sozinha, do pó ao pó. E para a vida que me resta, o que resta a fazer, é absorve-la, ama-la em cada canto, em cada momento, em cada detalhe, muito e fazer dela e de mim algo significativo, que valha a pena. Algo que eu deixe como contribuição e gratidão e que faça lembrar: Eu estive aqui. Eu fui. Eu existi.
Para onde vou não levarei casas, terras, riquezas, amigos ,carros e com certeza irei sozinho sem nem ao menos caminhar serei levado por parentes e amigos ou ate mesmo desafetos e ninguém ficará comigo então para as minhas filhas terei deixado apenas o conhecimento para que elas possam passar para as próximas gerações. Para os amigos e a historia contemporânea a marca de um cidadão de bom caráter filho de Pedro Clementino e Maria Augusta
CERTEZA DO FIM
Há dias penso.
Há noites em claro
Peno nos dias diurnos
No escuro, um descaso.
E que escuro tão medonho
Nao mais pareço a nada
Sera isso uma fase?
Talvez o pesar de um último passo?
O que isso que espantas
Se mais nada temo a viver
Eis-me aqui um fraco distante
Buscanso sem saber decerto o que.
Temo a vida à fora
Por àqueles que persistem a mim
Por ora, vivo a demora,
Mas ja me é certa a certeza do fim!
Willas Gavronsk
"Heróis." Será possível que eles existam? Com certeza existe e conhecemos alguns usando seu disfarce humano. Vocês sabem, heróis estão sempre disfarçados!
Não importa o risco a correr, esses heróis estão ali... Agora imaginem todos esforços, cansaço, quebras de protocolos, exaustão, para resgatar um braço, o que serão capazes de fazer para salvar uma vida, quais serão os limites? Será que existe um limite? (........) Existe sim: A própria vida!.. (Arabiades Duarte, colaborador na 5a CIBM/Chapadinha)
O futuro é incerto, só temos certeza do que fizemos agora e a vida é como uma folha que cai cedo ou mais tarde um pouco, porém sabemos, que a morte e inevitável.
Não estou morto, tenho certeza, porque há um fio de macarrão no chão de ladrilhos verdes. O que acontece após a morte pode ser ruim ou bom, mas não haverá macarrão derramado.
Nós vamos morrer. Então, vamos viver.
Essa é a única certeza que temos desde o dia em que nascemos: a morte. Passamos a maior parte da vida tentando ignorar esse fato. Vivemos como se tivéssemos todo o tempo do mundo, adiando planos, guardando sentimentos, esperando por um momento ideal que pode nunca chegar. Mas a verdade é que o tempo não espera por ninguém. Cada dia que passa é um dia a menos, e no fim, o que realmente importa não é quanto tempo temos, mas o que fazemos com ele.
Então, por que não viver de verdade? Por que não dizer “eu te amo” sem medo? Por que não perdoar e seguir em frente? Por que não tentar algo novo, mudar de rumo, sair da rotina? Passamos tanto tempo presos a preocupações, a problemas que nem sempre importam tanto, que esquecemos de aproveitar o presente. Guardamos palavras para depois, acumulamos ressentimentos, evitamos riscos e deixamos os dias passarem sem propósito. Mas e se não houver depois? E se esse for o único momento que temos?
A vida é feita de escolhas. Podemos escolher viver intensamente ou apenas existir, passar pelos dias no piloto automático, cumprindo obrigações, repetindo padrões, sem jamais nos permitir sentir a verdadeira alegria de estar vivos. Mas será que vale a pena viver assim? Será que, no fim da vida, não vamos nos arrepender mais daquilo que não fizemos do que dos erros que cometemos?
Não sabemos quanto tempo nos resta. Pode ser muito, pode ser pouco, mas independentemente disso, devemos aproveitar cada instante. Viver não significa apenas respirar e sobreviver; significa sentir, experimentar, amar, errar, recomeçar. Significa olhar para trás e saber que aproveitamos cada momento da melhor forma possível.
Então, pare de esperar. O momento certo não existe. A vida acontece agora, neste exato instante. E se há algo que você deseja fazer, faça. Se há algo que precisa ser dito, diga. Se há um sonho guardado, corra atrás dele. Porque, no fim das contas, a única coisa pior do que a morte é perceber que nunca realmente vivemos.
A poeira dessa casa com certeza deve ter a pele morta de cada pessoa que já ficou nela. Aqui já foi o quarto da Rainha Vitória. A pele dela ficará flutuando no ar. Ela vestiu preto por 40 anos após a morte do marido. Isso é amor, não é?
Se a sua vida é um mar de rosas então com toda a certeza um dia ela encontratrá um oceano de espinhos chamado de morte.
Deus não serve para outra coisa senão para impedir que as pessoas não enlouqueçam diante da certeza da morte.
