A Melhor carta de Amor

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Quando a saudade dói e fica martelando na gente como uma mágoa que não passa, a melhor saída é enfrentá-la de frente. Reservar um tempo para pensar, colocar os sentimentos no papel, desabafar com alguém, ou simplesmente chorar, pode ser o jeito de se livrar dela e se sentir livre de novo.
Se está causando uma angústia que não vai embora, enfrente-a. Refletir, escrever, conversar ou chorar podem ser a chave para superar esse sentimento e encontrar alívio.

Que hoje possamos oferecer o melhor de nós.


Não apenas quando tudo estiver bem, mas principalmente quando os dias forem difíceis.
Não apenas para quem pode nos oferecer algo em troca, mas também para quem simplesmente precisa de uma palavra, um gesto ou um pouco da nossa atenção.


Que possamos trabalhar com propósito, falar com sabedoria, agir com honestidade e tratar cada pessoa com respeito.


Nem sempre podemos mudar as circunstâncias, mas podemos escolher quem seremos diante delas.


Faça o seu melhor.
Dê o seu melhor.
Seja o melhor que tu consegue ser hoje.


Porque, no final, talvez o verdadeiro sentido da vida não esteja no quanto conseguimos acumular, mas no quanto de bem conseguimos deixar por onde passamos.


Que seja um dia de consciência, propósito e boas atitudes.
E que a nossa presença faça diferença na vida de alguém.

O chiqueiro é o melhor lugar do mundo, perceba que o porco não procura outro lugar.
O pasto é o melhor lugar do mundo, perceba que o burro não procura outro lugar.
Ambos com dinheiro vão melhorar os ambientes e não mudá-los.
Há quem passe a vida inteira sem reconhecer a capacidade mental, financeira e social.

Ser inacessível não é se achar melhor que os outros.
É entender que nem todo mundo merece acesso à sua energia, ao seu tempo e aos seus sentimentos.
Quem está sempre disponível acaba sendo tratado como opção. Quem aprende a se preservar ensina os outros a respeitarem seus limites.
Às vezes, ser inacessível não é frieza. É amor-próprio vestindo armadura. Porque o mundo está cheio de gente querendo entrar na sua vida, mas nem todos estão dispostos a cuidar dela quando entram. Uma das ironias favoritas da humanidade: exigir livre acesso ao coração dos outros sem sequer ler as placas de "manuseie com cuidado".

⁠O perdão é sempre, a melhor saída!
É comum para as pessoas se declararem decepcionadas com alguém. Só não é comum as pessoas olharem para dentro de si mesmas e refletirem sobre que critérios elas estão usando para poder dar lugar a essa decepção.
Primeiro ponto a ser considerado: é uma perfeita interpretação do que você viu e/ou ouviu dessa pessoa, sem jamais desprezar o benefício da dúvida.
Segundo ponto, considerar as condições emocionais da pessoa no momento em que ocorreu o fato, objeto da sua decepção.
Terceiro, usar de empatia, colocando-se no lugar dela, diante da situação.
Se depois de tudo isso você ainda continuar decepcionado(a), então é necessário fazer uma introspecção para que seja possível uma melhor compreensão e avaliação desse seu sentimento:
-Comece por se perguntar onde você está ou como você está em relação a causa da sua decepção - você tem certeza que jamais faria o que aquela pessoa fez ou disse, independentemente das circunstâncias do fato?
Se ainda assim você continuar decepcionado(a) com a pessoa - perdoe-a! Porque ninguém é perfeito e cada um tem seus desafios, mesmo fraquezas, a serem vencidas. Se for possível converse com essa pessoa e tente ajudá-la.
Só desta maneira você se libertará desse sentimento de decepção, que certamente causa mal para você mesmo.
Ney Paula B.

Sonho e Ilusão


Sonho com um mundo melhor, onde crianças brinquem como crianças,
Que as pessoas trabalhem, lutem, vivam com esperança.
Sem roubos, violência, desastres e ganância.

Sonho em ver os pássaros livres, cantarolando suas melodias,
Em saber que todos têm comida para por na mesa ao meio-dia.
Que os jovens desfrutem da vida com grande sabedoria

Vejo alguns planejando suas viagens para Caribe, Itália e Japão.
Enquanto milhares tentam ir ao mercado comprar leite e pão.
Vivemos neste mundo desigual esquecendo que somos irmãos.

Um mendigo bate a nossa porta, pede comida e dizemos não.
Na manhã seguinte a comida que sobrou vai alimentar o cão.
Nosso semelhante é abandonado ficando sem casa e sem chão.

Vivo nesta utopia de achar que um dia teremos a emoção
De olha para o lado abraçar alguém e dizer “você é uma benção”
Isto tudo é um sonho, que mais parece uma grande ilusão

A infância é a melhor coisa para um adulto cuidar. Mas afinal, quem cuida de quem?


O adulto ajuda a criança limpando a roupa, dando atenção e defendendo do mal.


A criança ajuda o adulto com um abraço e com as palavras certas que a gente precisava ouvir. É um ciclo de amor e proteção. É impossível entender por que algumas pessoas escolhem o caminho do crime contra tanta inocência. Mas o futuro e a vida cobram o preço de cada ato.


Quem ama a infância sabe: proteger uma criança é salvar o próprio coração.

A Melhor Mentira Ainda É a Verdade


Nas festividades do início dos anos setenta, acho que em 1972, eu e meu sobrinho estávamos regressando para São Paulo, depois de termos passado as festas em Santa Mariana, quando aconteceu esta história.


Naquela época, a rodovia até Avaré era de pista simples. Depois começava a Castelo Branco. Era comum a gente parar no último posto antes da CB para abastecer e fazer um lanche.


Naquele dia, ao nosso lado, parou outro Fusca. Dentro dele havia quatro meninas, jovens e muito bonitas. Começamos a jogar conversa fora e, depois de abastecer os carros, paramos num estacionamento ali mesmo no posto e fomos nos apresentando.


Um detalhe: no vidro traseiro do Fusca delas, atrás do banco do motorista, havia um papel colado com os nomes das quatro e uma mensagem desejando um feliz Ano-Novo.


Quando chegou a minha vez de me apresentar, disse que era estudante de engenharia. Meu sobrinho, estudante de medicina. Elas também foram se apresentando e contando quais cursos faziam, exceto uma delas.


Então perguntei:


— E você, como se chama?


Ela se aproximou do carro e apontou para o papel colado no vidro.


— Este é o meu apelido.


O problema era que, em vez de um nome, havia um desenho.


Uma desgraça de desenho que acabou com a nossa viagem.


Era um bicho estranho, completamente desconhecido para nós.


Depois de olharmos para o céu, chutarmos umas pedrinhas e fingirmos naturalidade diante daquele constrangimento, fomos nos afastando do carro delas. Antes, porém, tivemos que ouvir as quatro rachando de rir.


Pegamos a estrada sem sequer olhar para trás e fomos o resto da viagem tentando descobrir que criatura era aquela.


— Será que o apelido dela é Ripinha?


— Balaústra?


E lá vinham mais alguns palpites absurdos.


Passados alguns dias, finalmente descobrimos que aquele desenho nada mais era do que o símbolo do Pi (π). Traduzindo: aquele era o apelido dela.


Acho que ela devia se chamar Jupira e não gostava muito do nome.


Eu poderia ter contado esta história antes, mas precisava da anuência do Newton Roberto Gobis, meu sobrinho, um sujeito de bem com a vida e de quem gosto muito.


Claro que aquelas mentiras — eu estudante de engenharia e ele de medicina — foram apenas uma brincadeira de momento. Mas, diante da situação constrangedora que se criou, nem tivemos tempo de corrigir a burrice. E, para falar a verdade, não teria adiantado nada. Nós simplesmente não sabíamos o significado daquele "bicho". E, talvez, se insistíssemos, a situação ficasse ainda pior.

Não receie ser taxada de egoísta e seja sempre o melhor para si mesma, já que para pessoas que nunca sabem o que realmente desejam, o seu máximo nunca será o bastante! Não se diminua para caber na expectativa de quem nunca se satisfaz e escolhe permanecer vazio por dentro.

(Aline M. Abdalah)

Pra hoje, vista-se com sua melhor armadura, a fé! Muna-se com sua melhor arma, a força de vontade! Devidamente trajado, erga a cabeça, em sinal de coragem, e vá a luta.
Desafie-se! Lute contra seus maiores medos, lute contra o mal humor, lute contra a falta de amor...
Lute incessantemente, incansavelmente e diariamente, até que sua força, sua coragem e sua ousadia sejam tão grandes, que qualquer desafio se torne pequeno diante de ti. Seja o melhor! E ser o melhor, nas batalhas da vida, depende da forma como você tem encarado suas lutas. É que em uma luta, "o melhor", nem sempre é aquele que leva o troféu. Muitas vezes, o melhor, é aquele que fez uso de todas as técnicas que detinha, que em momento algum deixou que desânimo lhe consumisse e que mesmo cansado, acreditou em si e continuou a lutar. É aquele que, apesar de ainda não ter conquistado "o grande prêmio", que apesar de todas as cicatrizes das batalhas anteriores, põe-se de pé e luta novamente, incessantemente e quantas vezes mais forem preciso. Por isso, não desista de nenhuma batalha que lhe for posta! Seja aquele lutador que, apesar das adversidades, acredita em sua capacidade e que, enquanto seu coração pulsar, lutará bravamente.

Arriar por necessidade os trajes de um peão para apreciar melhor o pôr do sol é não pensar em ratificar a verdade, mas procurar arrear no caso um asno, ora, é fazer emergir uma claudicante desvantagem: ele vai imergir seriamente na infância ao jogar pião. Essa cena acena para ele como algo peculiar. Não terá tempo para retificar seus erros, por estar nu e por colocar seus sentimentos a nu, poderá ficar preso em cela decadente e a verdadeira sela na qual poderia cavalgar como cavaleiro errante, é na verdade uma soma vultosa de bens que o aguarda como bem maior, numa consagração vultuosa como um herói.




***Exercício de engenharia linguística***

(2)

Do desabafo


Manhã chuvosa... um friozinho lá fora sugeria que o melhor mesmo era negociar com Deus e ficar debaixo das cobertas por mais uma horinha... pelo menos ;)
Afofei o travesseiro, me encolhi todinha... fechei os olhos... e
... toca o celular.
Já coloquei uma musiquinha que me agrada... porque não gosto quando o telefone toca... pra dizer a verdade, meus telefones – sim, meus, porque tenho quatro – estão ou sem bateria, ou desligados, ou no silencioso... a maioooooor .... bem maioooooor parte do tempo.
Converse com algum amigo meu ou colega de trabalho pra você confirmar: todos dirão – ‘sim, é muito difícil conseguir contato com ela por telefone...’ (mas isso é papo pra outro dia).
Sabe quando uma coisa tem de acontecer? Ela acontece! Punto e basta.
Deixei a musiquinha tocar um pouquinho... estava entre atendo, não atendo... a coisa que tinha de acontecer era eu não deixar de atender ;)
Então atendi. Ah! Nunca olho o número antes de atender...
Mariana... minha colega de profissão – professora.
A sua voz era um misto de tristeza, indignação, raiva... de um não saber mais o que fazer da vida.
Depois dos cumprimentos formais em que todo mundo responde que está tudo bem... ela desabafou...
Vou fazer um resuminho aqui da nossa conversa:
- Estou de saco cheio! Não aguento mais! – disse ela.
O problema era a sua profissão... ingrata profissão de professor (acho que isso depende do ponto de vista, mas falaremos disso em um outro dia).
- Você já pensou em abandonar sua carreira profissional? Porque eu já pensei mil vezes – perguntou ela, já dizendo qual era seu pensamento.
Sim, claro... já pensei... e quem não pensou? Já decidi enfaticamente uma centena de vezes mudar totalmente o rumo da minha vida profissional... e já ‘desdecidi’ a mesma quantidade de vezes... e quem já não pensou?
Às vezes o ‘desdecidir’ acontece minutos depois de ter decidido seguir por um mar profissional nunca dantes por mim navegado... doutras vezes... a ‘desdecisão’ vem um bommmmmm tempo depois.
Às vezes o ‘desdecidir’ vem depois de alguém ter me mostrado que vale a pena no caminho conhecido continuar... doutras vezes... sou eu mesma a enxergar que o melhor é deixar tudo como está e continuar a professorar.
Professorar... uma arte cuja tarefa é difícil demais pra quem nela se envolve por puro comodismo... falta de algo melhor a fazer... ou pra ter dinheiro pra suas continhas no fim do mês poder pagar.
Professorar... uma arte por cujos olhos, coração, mãos passam todos (ou quase todos, né?) os cidadãos deste nosso Planeta Terra.
A minha amiga Mariana?
Bom, ela desligou melhor depois do desabafo...
porque às vezes a gente só precisa mesmo é desabafar.


Rosangela Calza

ENFRENTANDO O SISTEMA EM BUSCA DO MELHOR




Enfrentar o sistema todos os dias não é um ato romântico. É um desgaste contínuo. É acordar sabendo que as regras não foram feitas para você, homem ou mulher, e ainda assim entrar no jogo porque ficar fora custa mais caro. É lutar contra estruturas lentas, injustas, frias, que exigem documentos, provas, paciência infinita e oferecem quase nada em troca.
Você enfrenta o sistema quando insiste em existir com dignidade em um ambiente que normaliza a exclusão. Quando busca o melhor possível mesmo sabendo que o melhor talvez nunca chegue da forma prometida. Isso não é ingenuidade. É posicionamento interno. É decidir que sua vida não será definida apenas pelo que o sistema permite.
Há dias em que essa luta parece inútil. Em que você sente que está gastando energia contra algo grande demais, impessoal demais. O sistema não tem rosto. Não se comove. Não se desculpa. Ele apenas opera. E ainda assim, você resiste. Não porque acredita que vai vencê-lo completamente, mas porque se recusa a se deixar esmagar por ele.
Buscar o melhor, mesmo sem garantia de alcançá-lo, é uma forma de preservar a própria humanidade. É dizer que você não aceita a mediocridade imposta como destino final. Que você não vai parar de tentar só porque a linha de chegada parece sempre se mover. Que seu esforço não depende de aplauso nem de promessa cumprida.
O sistema cansa. Ele tenta te convencer de que lutar é perda de tempo, de que aceitar é maturidade, de que se adaptar é sabedoria. Mas você aprende, com o tempo, que aceitar tudo sem questionar também é uma forma de morrer por dentro. E você já entendeu que viver pela metade não é opção.
Enfrentar até o último respirar não significa viver em guerra constante. Significa não entregar sua vontade. Significa continuar escolhendo o melhor possível dentro do pior cenário. Significa ajustar, recuar quando necessário, avançar quando dá, mas nunca desistir de buscar algo mais digno do que o mínimo imposto.
Mesmo que o melhor nunca chegue como idealizado, o caminho molda você. Cada tentativa afina sua percepção. Cada recusa em se render fortalece algo silencioso. Você se torna alguém que não se deixa definir apenas por escassez, fracasso ou exclusão.
No fim, talvez não haja vitória grandiosa. Talvez não haja reconhecimento. Talvez o sistema continue falho até o último dia. Mas haverá algo que ele não conseguiu tomar. Sua consciência de que você tentou. De que você não se apagou. De que você viveu buscando mais lucidez, mais justiça, mais sentido.
E isso importa. Importa porque a vida não se resume ao resultado final. Ela se constrói na postura diária diante do que te oprime. Enfrentar o sistema até o último respirar é escolher morrer em movimento, não paralisado. É escolher viver de pé, mesmo cansado e cansada.
Você não prometeu vencer o mundo. Prometeu não se abandonar. E cumprir essa promessa, dia após dia, já é uma forma profunda de vitória.
Se este texto encontrou você em algum ponto sensível, saiba que ele não termina aqui. Ele continua nos meus webbooks, onde aprofundo esses temas com a mesma clareza direta, sem romantizar a dor e sem vender soluções fáceis. Cada webbook é um convite para olhar de frente os mecanismos que sustentam o fracasso, a pobreza, a exclusão e a luta diária por dignidade, sempre falando com você, homem ou mulher, de forma honesta e respeitosa.
No Pinterest, compartilho diariamente reflexões, trechos e ideias que dialogam com essas vivências reais, para quem vive à margem do discurso bonito e precisa de lucidez para continuar. Lá você encontra o caminho para conhecer todos os meus webbooks e escolher aquele que conversa com o momento que você está atravessando agora.
Se fizer sentido, acompanhe o perfil Alinny de Mello no Pinterest. Talvez você não encontre promessas, mas encontrará palavras que ajudam a sustentar o próximo passo. Obrigada, de verdade, por estar aqui e por continuar, mesmo quando tudo parece exigir que você desista.

Entre as uvas da vida, encontrei em você o melhor vinho.

Intensa, leve, suave, doce, viciante...

Daquelas raridades que o tempo não estraga, apenas aperfeiçoa. Quanto mais conheço você, mais descubro novos sabores, novas razões para admirar sua essência.

Você não embriaga os sentidos, embriaga a alma.

O Melhor Brinde da Virada
Às vezes, os sonhos mais simples exigem muito esforço.
Naquele ano, o peregrino fez alguns bicos como motorista para juntar um dinheiro extra. Seu objetivo era passar o réveillon na praia com sua esposa e um grupo de amigos. E conseguiu.
Durante a viagem, mantinha seus hábitos. Levantava-se cedo, ia à padaria comprar pão quentinho e preparava o café da manhã para todos. Depois, enquanto os amigos aproveitavam o mar, o sol e as conversas, ele caminhava de uma ponta à outra da praia. Para o peregrino, caminhar era, também, uma forma de agradecer pela vida.
Na última noite do ano, após o jantar, todos se vestiram de branco, pegaram suas taças e seguiram para a praia. O ambiente era de alegria e expectativa pela chegada da meia-noite.
Sempre observador, o peregrino percebeu um casal trocando um beijo longo e apaixonado. Cutucou discretamente a esposa e perguntou:
— Meu bem, você gostaria de ganhar um beijo igual àquele?
Ela sorriu e respondeu:
— Claro que gostaria!
Com um olhar maroto, ele disse:
— Então espere só eles terminarem... que eu chamo o rapaz para lhe dar um igual!
A gargalhada foi tão grande que o grupo só percebeu a chegada da meia-noite quando os fogos já iluminavam o céu.
Naquele instante, o peregrino teve mais uma certeza: a verdadeira felicidade não está nas coisas caras, mas nos momentos vividos com quem amamos. O trabalho tornou possível a viagem; a amizade encheu os dias de alegria; e o bom humor fez daquela virada de ano uma lembrança inesquecível.
Peregrino Nino Carneiro

Saber um pouco mais e viver um pouco menos

Há quem pense o contrário. Melhor é o ócio bem empregado do que o negócio. Tudo o que possuímos é o tempo, único bem de quem não tem nada. A vida é preciosa demais para ser desperdiçada tanto em trabalhos mecânicos quanto em excesso de tarefas sublimes. Não devemos nos sobrecarregar nem de ocupações, nem de rivalidades: isso é maltratar a vida e sufocar o ânimo. Alguns acreditam que também se deve evitar o saber, mas, se não se sabe, não se vive.

Saiba qual é seu principal defeito.

Ninguém vive sem ter um contrapeso da sua melhor qualidade, e se a inclinação o favorece, subjuga a pessoa como um tirano. Comece a combatê-lo prestando-lhe atenção, identificando-o. Dê, para esse defeito, a mesma atenção que lhe é dada por quem o observa. Para ser senhor de si, deve refletir sobre si mesmo. Vencida essa imperfeição, que é a maior de todas, as outras se
acabarão.

A melhor coisa que uma pessoa pode ter na vida,
É uma outra pessoa que possa confiar,
Que possa sonhar seus sonhos juntos
Possam ter e realizar seus planos
viver momentos bons,
mas quando algo ruim lhes aconteça Possam superar juntos
E juntos se tornarem cada vez mais fortes,
Simplesmente vivendo juntos
Vivendo como se fosse apenas uma só pessoa.

Não sou "contra o sistema"; sou a favor de um sistema melhor.
Não sou "diferente"; busco a igualdade.
Não sou "filósofo"; todo mundo pensa.
Não sou "desperto"; estou despertando para as mentiras na minha vida.
Não sou "sábio"; estou aprendendo todo dia.
Não sou "espiritualizado"; estou espiritualizando meus defeitos.
Não sou "perfeito"; estou aperfeiçoando minhas imperfeições.
Não sou "iluminado"; estou me esclarecendo sobre minhas falhas.
Não sou "evoluído"; estou evoluindo quem sou.
Não sou "melhor" nem "pior"; eu morro.

As vezes a melhor relação que teremos é com a gente, sem mais ninguém. As pessoas se cobram muito sobre encontrar relações românticas, mas talvez ficar sozinha seja a melhor opção. O amor é algo poderoso, talvez a força mais poderosa do mundo, podendo ser a melhor ou pior coisa na vida de alguém, curando e destruindo na mesma proporção, mas se você não ama ninguém ou não pode estar com quem ama, talvez a melhor coisa seja ficar com você mesma.
Eu amo estar sozinha, amo a minha própria companhia. Filosofar sobre a vida, entender minhas emoções mais profundas no meu bom e velho quarto escuro. Praticamente não tive relacionamentos na vida, justamente porque nunca busquei em outra pessoa uma mera companhia ou "cura pra carência". Sempre levei o amor e a ideia de namorar com alguém como algo muito sério. A única forma de eu desistir da minha amada solidão, ou solitude, como alguns chamam, é se eu realmente amar muito alguém, a ponto de gostar tanto de estar com ela quanto gosto de estar sozinha com meus pensamentos.
Não há nada de errado em se escolher. Não tem problema não querer ter um relacionamento. Eu sempre fui "a última romântica", porém nunca fui alguém buscando matar a carência com relações e pessoas. Cada vez que sofri por estar sozinha, não era sobre não ter alguém comigo, mas sim sobre não ter aquela pessoa específica ao meu lado. Claro, como humana, às vezes queria ter alguém com quem dividir as coisas, e alguém pra ser meu apoio, assim como eu queria ser o apoio dessa pessoa também, porém jamais conseguiria me relacionar apenas pela busca de companhia. Eu amo estar sozinha. Não abriria mão disso por qualquer uma.
- Marcela Lobato