A Medida que o Tempo Passa

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O Eco do Caos e o Arco do Tempo
​A evolução é som e sinal que se propagam pelos astros; o mundo grita para o universo. Seríamos nós servos dos sons que ouvimos, ou reduzimos a imensidão desse conceito a algo corriqueiro, disperso em qualquer lugar? Dentro do ambiente social, ainda somos marcados pela sonoridade — que, na verdade, é a própria luz propagando-se pelo espaço. Paradoxalmente, vivemos na escuridão.
​No entanto, a verdade é que lampejos de vida transmutam o tempo e o espaço. Somos capazes de mudar diante das adversidades do caos. Compreendemos que o tempo pode fazer o espaço comprimir e esticar, dependendo do caminho percorrido. O tempo torna-se o efeito de um paradoxo, pois atravessa até as linhas da imaginação: o tempo aqui jamais será o mesmo tempo de um lugar distante.
​A causalidade que pensamos dominar pode já ter se tornado passado; afinal, o que foi escrito, lá está, consolidado. O futuro, por sua vez, permanece como um arco de possibilidades. Diante disso, quando olhamos para trás, vislumbramos um leque de futuros que poderiam ter sido, ou apenas contemplamos o presente?
​Toda ação precisa de uma reação, independente do estado da matéria. As verdades que enxergamos são apenas a linha da continuação. Pois até o som pode se tornar eterno, deflagrado na imensidão, até que sua constante seja ampliada ao infinito ou reduzida a quase nada.A luz parada no tempo sendo sentelha da vida na sua plenitude como podemos viajar ou imaginar essa vida se expressando no exato momento da criação. Pois nada mais belo que flutuar nas fronteiras da existência ainda reflir o que somos diante o somos.

Nos caminhos dos sonhos somos relíquias perdidas no tempo...
Somos bem aventurados ate que nos tornamos poeira,
Somos esquecidos pois o tempo passou e ao mesmo tempo parece que nunca existimos...
Apenas um nome e uma data de nascimento e morte.
?além quem foi... Embora ninguém o conheça?
O moribundo ninguém sabe quem era nada mais do que poeira deixada num canto escuro....
Seria possível seus fantasmas serem seus atos insanos.
Loucura que habita cada um de nós são fantasmas da manipulação.
Todo gênero é classificado e rotulado nas sombras da fogueira.
Tudo que dito esta no seu apogeu.
Em teu epílogo teu ego é o domínio das garras da dominação e alienação.
Vulgar o seja mente cega e obediente torna se escrava do sistema escravagista do clero burguês

A horda do continuo fluxo do espaço e tempo realça a virtude da floresta negra.
Nas órbitas mais longínqua temos o teor de cada novo caminho para iluminação de cada ser...
O cubismo muitas vezes nos dá sonhos de realizações no limiares do cosmo.

Na alquimia do tempo e o espaço.
Se abrange a conexão do ser humano com desconhecido...
Sendo detalhado o uso transhumanismo e é ilusão por baixo de disfunção os robôs inteligentes.
Desde da caverna e suas sombras o ser humano ainda tem a vivência de estar acorrentado a dogmas.
Para novas descobertas se tem sem curiosidade e raciocínio lógico aprimorado.
Vemos iluminação nas contas do universo.
Sendo a lua um percentual absurdo da ilusão ate iluminação.
O embarque a ilusão dos acontecimentos, cordas são puxadas para que boneco tome o próximo movimento.
As danças de bonecas ainda intertre o ser humano.
A faceta torna se corriqueira...
Mas, a humanidade ganha novas possibilidades diante o fanfarrão.

_Arco do forte_
Um título perdido no tempo pois ignora quebrou o arco.
Novos capítulos do estado inerte atônito todavia unidos

Seria simplório a balelas decorrentes a desconstrução do mundo é pujante.
Sendo digno ate da loucura...
Continua no poder

No tempo de outras eras eram deuses miticos que controlavam a Matrix sendo horizonte do mar final do mundo.
O mar criaturas e monstros guardavam os mares.
Meros arficios de manipulação.
Hoje em dia conflitos sociais e éticos são expostos no novo conceito da existência contemporânea.
O prelúdio do capitalismo somos sombras dos deuses esquecido.
A conciliação da conceito da consciência livre e do pensamentos fragmentos.
A terra é um pássaro numa gaiola..
A terra seria plana até que cubismo político e moral tenha a narrativa da verdadeira da natureza.
Dentro da alienação social somos fragmentos fragis...
Toda fake news trás um pássaro no profundo sentido do ser alienado.

Tese do relativismo na Internet e suas experiências nas star tapes. Terceira parte.


Tempo de uso excessivo do celular traz falta de sono ou troca do dia pela noite.
O trabalho em casa e nas impressas o stress do deslocamento até trabalho fazem do celular o escape de euforia.
Os perfis das redes sociais sao muitas vezes cenários de crimes virtuais desde crimes pacionais, crimes assédios sexuais entre outros artigos da lei,
Os golpes pelo aplicativos são corriqueiros e sofisticado dando alienação intelectual e moral um vasto reino...
O cubismo político também é um problema social em que alienação conta com deepfakes e resenha fakes news...
A religião nas lives online dão partido novas crônicas do conto do vigário,
E enriquecimento ilícito e predatório.

O tempo é escoamento do real momento da vida


Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.

O homem que era o viajante do tempo... encontrou seu avô...
Seu avô morreu diante no dia encontrou sua vó lapsos temporais começaram.
Deste mesmo lapsos a alienação começou...
Diante esse pensamento o tempo se dobrou diante a gravidade sendo o homem parte da sua própria existência.
Se a relatividade é simplicidade continuo espaço tempo..
A grávida escapa da luz distorcendo o homem que viveu até outras mais profundo torna navegante do paradoxo.
O psicológico se tornou parte de tantas existência que as ondas temporais fazem ser alienado entanto cópias do seu no infinito construído um ser sem duas definições apenas uma mais o homem é feito na barriga de sua mãe apenas por um sentido biológico.Efeito borboleta o caos caótico da fisica de um sistema a possibilidade é simplicidade abandonado do real paradoxo alinha do futuro pode ser alterado com um corpo pode existir num estado inerte todavia da teia cronológica do ser sendo dois seres não podem existir no mesmo espaço. Porem no mundo quantico a verdade e o linear de cada ser pode ser possível, mais com variáveis da estabilidade gravidade sendo o paradoxo do eu infinito.

O deslumbre do lienar da vida.


Podemos contemplar e viaja no tempo encontrar o início de nossas vidas.


Mesmo tempo Podemos contemplar o crescer da vida e sua passagem para mundo espiritual.


Conhecendo o presente e futuro somos máquinas do tempo pois guardamos o passado dentro de nós deslumbramos o futuro e vivemos no presente.

O ressurgimento do eu infinito.
Para que eu tenha composição traumatismos do tempo lacos de realidade seja consumidas pela realidade.
A dor surge e coração torna se frio...
A dor infinito é o drama das oito...
As paredes minha companheira parte da composição do eu as paredes são refugio do sol que arde ate o espírito...
Lamurias num eu que deseja sonhos num mundo de desigualdade social num labirinto moral.

Nas fronteiras do espaço e tempo somos copilidos a compreender o somos dentro do conceito inicial do somos e podemos sonhar em ser.

​A Costura do Tempo
​Motor de alto transporte, nave para nave.
Os átomos são decompostos,
E depois, reorganizados num mundo
Pronto para ser descoberto.
​Os laços do tempo são amarrados,
Ou costurados em ordem cronológica.
Os valores de cada ser ficam expostos
A cada viagem no tempo, a cada nave.
​Os conceitos e paradigmas religiosos
Não existem mais...
Pois a caótica do ser humano
Transcende as possibilidades da criação.

Bom dia, meu amor.


Que seu dia seja leve e cheio de paz.
Quando damos um pouco mais de tempo ao coração, enxergamos caminhos que antes não víamos.
Desejo que hoje lhe traga serenidade e boas inspirações.


Um beijo.

Tempo para amar


Às vezes, o seu carinho é tudo que o seu amor precisa, porém ele prefere ficar em silêncio.
Então, temos que aprender a dar carinho para nós mesmos e respeitar o silêncio do outro.
Entenda, isso não quer dizer que o desejo de estarem juntos, de serem um só, tenha chegado ao fim, porque a chama do amor verdadeiro sempre vence. Confie: o que é pra ser será!
Sei que é difícil aceitar o tempo do outro, mas é preciso e também é preciso entender que é tempo de se amar e de se respeitar.
Não insista! Confie no processo e no tempo: tudo tem o seu momento certo para acontecer.
Isso me dá esperança de que possamos nos encontrar sem ansiedade e sem dúvidas, apenas um encontro para ambos se amarem e serem felizes juntos.

Que o tempo ensine a nós, que vivemos em desamparo,
que a vida adulta não é tamanho fardo.
Você pode ser, para si, o abrigo nunca encontrado,
o afago, por vezes, negado.
Orgulhe-se: o tempo de outrora, é passado.

Talvez eu tenha passado tanto tempo tentando descobrir onde chegaria que só agora percebo: eu já me tornei alguém que, um dia, sequer imaginava ser.

⁠Não há desperdício de tempo mais bobo que tentar explicar algo para os que já escolheram em que acreditar.


Porque, no fundo, não se trata de falta de informação — trata-se de decisão.


E decisões, escolhas, quer coincidam com as nossas ou não, devem ser religiosamente respeitadas.


Há quem não busque a verdade, mas apenas argumentos que sustentem o que já foi escolhido antes mesmo da reflexão começar.


E contra decisões disfarçadas de convicção, a lógica se torna quase inútil, como chuva fina tentando atravessar vidro fechado.


Explicar exige abertura.


Não só de quem fala, mas principalmente de quem ouve.


Exige um espaço interno onde a dúvida ainda tenha permissão para existir, onde o desconforto de estar errado não seja imediatamente rejeitado como uma ameaça pessoal.


Mas quando alguém transforma sua crença em identidade, qualquer questionamento deixa de ser diálogo e passa a ser ataque.


E então nascem conversas que não caminham.


Palavras que não encontram abrigo.


Ideias que morrem no ar antes mesmo de serem compreendidas.


Não por falta de clareza, mas por falta de disposição.


Talvez a maturidade esteja em reconhecer esses limites.


Em entender que nem toda verdade precisa ser defendida a todo custo, nem toda discussão precisa ser vencida, nem toda explicação precisa ser dada.


Há um tipo de sabedoria muito silenciosa em saber quando parar de falar…


Porque, às vezes, insistir em explicar não é um ato de generosidade — é apenas um apego nosso à necessidade de sermos compreendidos.


E isso também pode ser um desperdício.

Tomara
que os que fingem alegria o tempo todo, jamais desistam de encontrá-la.


Porque há um cansaço muito silencioso e doloroso em sustentar sorrisos que não nascem de dentro.


Há um peso invisível em transformar a própria existência num palco onde a leveza é quase sempre encenada, mas raramente sentida.


Fingir alegria, muitas vezes, não é sobre se enganar ou enganar os outros — talvez seja uma tentativa desesperada de convencer a si mesmo de que ela ainda é possível.


E talvez seja…


Talvez, por trás de cada riso ensaiado, exista uma memória teimosa de como é, de fato, ser feliz.


Ninguém experimenta e padece de tanta tristeza quanto aqueles que precisam encenar alegria.


Talvez essa encenação constante não seja apenas fuga, mas também resistência — uma recusa em se entregar completamente ao vazio, uma insistência quase inocente de que, em algum lugar, a alegria ainda mora.


O problema não está em desejar parecer bem o tempo todo.


Está em esquecer que a alegria verdadeira não se sustenta na aparência.


Ela não exige perfeição, constância ou espetáculo.


É falha, intermitente, e às vezes até tímida — mas, quando é real, não precisa ser forçada.


Por isso, torço para não desistirem…


Mas que também consigam se libertar e parar de fingir.


Que se permitam sentir o que vier, sem roteiro, sem obrigação de parecer leve o tempo todo.


Porque talvez o caminho até a alegria não esteja em representá-la com excelência, mas em admitir, com honestidade, quando ela ainda não chegou.


E é justamente nesse espaço — entre o que se finge e o que se sente — que ela, finalmente, pode começar a nascer.


Ter que se esforçar para sorrir deve ser tão doloroso quanto ter que se esforçar para não chorar.