A Medida que o Tempo Passa
sempre existe esperança no fim do túnel
revolução do tempo que em evidências te clareiam
ser poeta é amar e ser cordial com sua essência
nesse entre linhas do dia
eu um ser normal
comum que não resiste ao teu rabiscar
cada frase vinda do teu coração e entoar
transcende a qualquer medida do verdadeiro amar.
Em um pedacinho de tempo, um fragmento da vida,
Cada vírgula, cada linha, uma jornada compartilhada.
Na lista dos amigos, cada nome é uma estrela,
Brilhando no céu da nossa existência passageira.
Uma mensagenzinha, uma lembrança etérea,
Guardada como tesouro, um elo que não se quebra.
Antes de partir, deixamos nossas palavras,
Como sementes lançadas, no solo das memórias guardadas.
Se um dia eu não mais estiver, se a vida me levar,
Que essas palavras cheguem, como um abraço a consolar.
Não quero que pensem que abandonei, que me esqueci,
Cada amigo, cada riso, cada lágrima que vivi.
Mas às vezes, o destino cruel nos leva,
E da lista dos amigos, algumas almas se ausentam.
Três nomes que partiram, deixando um vazio,
Aceitar é difícil, dói como um desafio.
Então guardo essas lembranças, como um tesouro precioso,
Cada amigo que parte, deixa um legado valioso.
E mesmo na tristeza, encontro a luz,
Na lista dos amigos, cada nome é uma cruz.
Por isso, celebro cada encontro, cada momento compartilhado,
Na lista dos amigos, cada vínculo é sagrado.
E mesmo que o tempo passe, e a vida nos separe,
Nossas histórias permanecem, em cada verso a ecoar.
Todo santo dia, sou eu quem desperta
Nas ondas do tempo, numa busca incerta.
Puxo o assunto, respondo histórias,
Investindo em sonhos, costurando memórias.
Mas o que estou fazendo, pergunto ao vento,
Se o eco que volta é puro tormento.
Escrevo palavras, poemas gigantes,
E o retorno é um "curtir" distante.
Se a pessoa não quer o mesmo que eu,
O esforço é vão, é caminho sem céu.
Chamei-a para um beijo, duas, três vezes,
E o silêncio responde, quebrando as leis.
Ela pode estar ocupada, não poder sair,
Mas se quisesse, faria o convite fluir.
"Não posso hoje, mas vamos amanhã?"
A chama de quem realmente se empenha.
Forçar amizade, amor ou atenção,
É plantar em terreno seco, sem coração.
O que é verdadeiro, flui sem barreiras,
Em solos férteis, brotam as primeiras.
Todo santo dia, essa lição se repete,
Na maré do tempo, a verdade reflete.
Se é preciso forçar para fazer funcionar,
Então não é real, é melhor deixar passar.
Que o amor, a amizade, o reconhecimento,
Sejam naturais, fluam no vento.
Pois o que é de verdade, vem sem esforço,
E enche a alma, trazendo conforto.
Passei tanto tempo tentando descobrir quem eu sou que só percebi uma verdade: aquilo que sinto quando amo também revela quem eu me torno. No amor, conhecemos o outro, mas também encontramos partes de nós mesmos.
-Jouberth Toffoli
Os Inteligentes mudam de ideia o tempo todo, os que Fingem ser, morrem agarrados a ideias que nem são deles.
Mudar de ideia não é sinal de fraqueza; muitas vezes, é a prova mais evidente de que alguém ainda está pensando.
Só quem se permite confrontar as próprias certezas consegue perceber quando uma convicção deixou de ser fruto da reflexão e passou a ser apenas apego.
Há quem confunda inteligência com a capacidade de ter sempre uma resposta pronta.
Mas inteligência também é saber dizer: “eu estava errado”, “não sei” ou “nunca tinha pensado por esse ângulo”.
O pensamento vivo não se sente humilhado diante de um argumento melhor; ele se sente provocado por ele.
O problema começa quando a opinião deixa de ser uma conclusão e passa a ser uma identidade.
A partir daí, qualquer questionamento parece uma agressão pessoal.
A pessoa já não defende uma ideia porque acredita nela; acredita nela porque precisa defendê-la.
E, nesse processo, pouco importa se a ideia nasceu de sua própria experiência, se foi examinada com cuidado ou simplesmente herdada de alguém que ela admira.
É curioso como alguns se orgulham de nunca mudar de opinião, como se a imobilidade fosse uma medalha de inteligência.
Não percebem que permanecer eternamente no mesmo lugar pode significar apenas que nunca tiveram coragem de recalcular a rota, de revisar o caminho.
Pensar por conta própria exige um tipo desconfortável de liberdade: a liberdade de discordar de quem admiramos, de abandonar aquilo que já defendemos publicamente e, sobretudo, de reconhecer que nossas certezas também podem estar erradas.
No fim, talvez a diferença entre quem pensa e quem apenas repete não esteja na quantidade de opiniões que possui, mas na disposição de submetê-las ao próprio julgamento.
Porque ideias não deveriam ser correntes.
Deveriam ser ferramentas.
E quem realmente pensa não teme trocar uma ferramenta quando percebe que ela já não serve.
💕✨️"...um dia vivido...num tempo esquecido...de saudade tantas...que me faz lembrar...a suavidade do seu andar...flutuar...um perfume florido...no Jardim do despertar..um beijo trocado...me roubou o ar...e naquele tempo...no mais lindo momento...jurei para sempre...te amar."✨️💕
O Crepúsculo da Chegada
O tempo não racha o chão com trovões,
ele muda as coisas no silêncio das marés, devagar, quase sem pressa,
desenhando o horizonte que tantas vezes pedi.
Olho para o lado e mal reconheço os velhos cantos;
o ontem desbota como tinta ao sol.
A melancolia me visita nessa calmaria,
pois o futuro bate à porta com as mãos cheias,
trazendo exatamente o que minha alma ansiava.
Mas há um frio que nasce no peito diante da colheita.
O abismo do desconhecido fascina e assusta;
é o medo de ser gigante onde antes eu era abrigo,
o receio de esquecer quem fui ao me tornar o que quis.
Contudo, o tremor nas mãos não dita o rumo dos passos.
Acolho o medo como quem aceita o vento no rosto.
Olho para trás com gratidão pela antiga margem,
ajusto o casaco, respiro fundo,
e sigo em frente.
Não há jeito mais medonho de perder Tempo do que passar Tempo longe do Dono do Tempo.
Há os que erroneamente acreditam que o Tempo só se perde nas distrações, nos atrasos, nos desvios da vida…
Mas, na verdade, não há forma mais sombria de desperdiçá-lo do que tentar vivê-lo longe Daquele que o sustenta.
Distante Daquele que até dele é Senhor.
Tempo sem sentido é aquele que tentamos carregar sozinhos — como quem tenta segurar água nas mãos.
Esse é o Tempo que inevitavelmente escorre, some e evapora.
Estar longe do Dono do Tempo é caminhar com pressa, mas sem destino; é preencher os dias, mas não a alma; é envelhecer por fora sem amadurecer por dentro.
Quando nos afastamos da Fonte, até os minutos pesam.
Mas quando nos reaproximamos, até o silêncio floresce.
O Tempo ganha outra textura quando lembramos que não somos seu dono, apenas passageiros.
E que sentido maior existe do que entregar essa travessia a quem conhece todos os portos?
No fim, o maior desperdício não é o Tempo perdido — é a vida não vivida na presença de quem a criou.
É ali, e apenas ali, que os dias se encaixam, que as horas respiram e que o Tempo, enfim, encontra propósito.
Tempo bom é aquele vivido nos braços de seu Dono!
Sempre que
oTempo Trabalhado estende o tapete paraa Arrogância desfilar, erros são Ignorados —Minimizados ou Romantizados.
Quando o “tempo de serviço” passa a ser usado como 'Currículo Moral', algo se perde à beira do caminho.
A experiência, que deveria ensinar humildade, acaba estendendo um tapete vermelho para a Arrogância desfilar a fantasia de mérito.
E, nesse espetáculo, os erros deixam de ser mestres severos para se tornarem figurantes das conveniências.
O que antes exigia revisão, agora se justifica pela “bagagem”.
O que cobrava correção é minimizado pelo “histórico”.
E o que deveria causar constrangimento acaba sendo romantizado como traço de personalidade ou preço do sucesso.
Assim sendo, o tempo deixa de lapidar e passa a blindar.
Mas tempo não absolve falhas, só as revela com mais nitidez.
Quanto mais longa a caminhada, maior deveria ser a capacidade de reconhecer tropeços e aprender com eles.
Quando isso não acontece, o problema já não é o erro em si, mas a vaidade que lhe empresta as sandálias medonhas para desfilar.
Porque Experiência sem Autocrítica não é Sabedoria — é apenas a repetição confortável dos mesmos equívocos, agora amparados pelo tic-tac do relógio.
Não é sobre ter 10, 20 ou 30…
É sobre ter plena consciência de que errar é um risco inerente aos que se entregam, aos que fazem, aos que vivem.
E corrigir erros é permitir-se muito mais humano!
Talvez o mais trágico não seja os humanos terem que provar para as máquinas, o tempo todo, que não são uma delas.
O drama maior parece estar na naturalidade com que passamos a imitá-las — e, pior, na pressa com que nos deixamos confundir com elas.
A máquina não sente cansaço moral, não hesita diante do outro, não se constrange com a própria indiferença.
Quando o humano começa a responder sem escuta, decidir sem empatia e repetir padrões sem reflexão, não é a tecnologia que o desumaniza: é a abdicação silenciosa daquilo que o tornava distinto.
Há um perigo sutil em trocar o tempo do cuidado pelo tempo da eficiência, a dúvida honesta pela resposta pronta, o encontro pelo desempenho.
Nesse processo, já não é a máquina que nos exige provas de humanidade; somos nós que, pouco a pouco, deixamos de exigi-las de nós mesmos.
No fim, talvez a pergunta mais urgente e necessária não seja “como convencer as máquinas de que somos humanos?”, mas “em que momento nos tornamos tão confortáveis em agir como se não fôssemos?”.
A imagem de
“forte o tempo todo”
só é vendida nas gôndolas da falta de opção.
Essa imagem muitas vezes não nasce da coragem, mas da falta de escolha.
É uma armadura vestida quando não há espaço para fraquejar, quando o mundo exige produtividade, controle e respostas prontas, mesmo em dias em que tudo o que existe é só o cansaço.
Ser forte, nesse contexto, vira sobrevivência — não virtude.
Ninguém é forte o tempo todo.
E nem deveria ser.
A força constante quase sempre desumaniza, silencia dores legítimas e transforma vulnerabilidade em culpa.
Há uma força mais honesta em admitir o peso, em parar, em pedir ajuda, em permitir-se sentir.
Porque a verdadeira resistência não está em nunca cair, mas em reconhecer os próprios limites e ainda assim continuar, um passo de cada vez, do jeito que dá.
Felizes os que não extraviam o Tempo do Propósito para desperdiçá-lo em guerras erradas.
Porque tempo é vida em estado bruto — e vida não admite rascunho.
Há batalhas que seduzem pelo barulho, pela plateia, pela falsa sensação de heroísmo.
São guerras que inflam o ego, mas esvaziam a alma.
Lutas que parecem urgentes, mas não são importantes.
Conflitos que prometem justiça, mas só alimentam vaidades feridas.
Escolher as próprias guerras é um ato de maturidade espiritual.
É entender que nem toda provocação merece resposta, que nem toda divergência exige trincheira, que nem todo ataque precisa de contra-ataque.
Às vezes, a maior vitória é permanecer inteiro.
Quem aprende a escolher suas guerras descobre que propósito não combina com distração.
Que energia é recurso sagrado.
Que paz não é covardia — é estratégia.
E que há combates que só existem para nos afastar daquilo que realmente fomos chamados a construir.
Felizes os que discernem.
Felizes os que aprenderam a escolher suas guerras.
Porque não vencem todas as batalhas — mas preservam aquilo que nenhuma vitória pode devolver: o próprio destino.
Não me preocupa um erro "gramaticau" se o raciocínio é inteligente. Um tempo verbal pode ser sempre corrigido, um idiota não.
É impressionante a falta de educação dessa tal de saudade. Aparece sem avisar, fica tempo demais e quando vai embora insiste em deixar tudo bagunçado.
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