A Medida do Homem é a Imperfeição
O presente não existe. O segundo passado é o passado e o segundo seguinte é o futuro. Somos pretéritos imperfeitos, assim como um museu alienígena, vivendo de previsão e provisão.
Mesmo que nao estamos no rol dos grandes pecadores, criminosos ou corruptos,
caímos na malha fina da imperfeição,
a sina "herdada" de Adão.
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Quando te vi pela primeira vez,
observei o quanto eras perfeita
e então te amei...
Depois descobri que
não eras perfeita e
te amei ainda mais.
NINGUÉM PRECISA DE PESSOAS PERFEITAS
Adoro cicatriz de queda de bicicleta,
adoro quem você pode se enrolar em um cobertor,
e que te beija no nariz por pequenas vitórias.
Sim, ninguém precisa de onipotentes,
amo quem treme com o estrondo de trovão,
mas que se sente segura com meu abraço
Adoro as estranhas, um pouco teimosas, de risada idiota,
as que se ofendem com ninharias, quase como crianças,
as que perguntam: “como você dormiu?”
"Como você chegou lá?"
aquela a quem você pode dizer:
“Por que não te conheci antes?”
Amo quem brinca e xinga duramente,
canta horrivelmente no banheiro
e manda uma pequena mensagem de texto:
“como vai seu dia?”
Sim, não preciso de personagens perfeitos,
gosto de pessoas vivas imperfeitas.
Amo quem que realmente acredita em mim,
com quem você pode brincar sem pensar no que está por vir.
Gosto de quem, depois de brigas ridículas e histerias ruidosas,
simplesmente esquecem com um sorriso.
Sim, ninguém precisa de manequins frios,
rostos perfeitos, figuras de capas de revistas de luxo,
todo mundo precisa de quem não procura um substituto,
com quem é agradável não só para adormecer,
mas também acordar.
Amo com quem você pode simplesmente permanecer em silêncio.
E que, apesar das circunstâncias, estará sempre com você.
Por essa pequena e insignificante vida vivida passei-me por vários amores, paixões e admirações, buscando e acreditando que o amor habitava na perfeição do ser. No cansar do andar me deparei com o tapa na cara da vida, ao olhar os defeitos e imperfeições de uma linda e maravilhosa mulher. Dançando e cantando desafinada e engraçada, com sua voz bêbada na madrugada, olhei toda imperfeição de seu ser e a amei, amei tão forte quanto o impacto de uma bala em meu peito, meus olhos brilhavam a cada movimento de sua dança e de sua voz mole cantando palavras do sentimento. Nada no mundo me tira os olhos dessa mulher maravilhosamente imperfeita. Na imperfeição de minha imperfeição enxerguei meu grande amor em sua imperfeição.
Sinto apreço pela veracidade da tua essência, intensamente instável, cada momento, uma surpresa, geralmente, agradável, teus sentimentos são inquietos e nenhum é alvuso, todos são verdadeiros, um amor incansável, alguns pensamentos rotineiros, há transparência nos teus atos, além do mais, tens um lindo rosto, um corpo atraente, cada detalhe é precioso que aquecem verdadeiramente de um jeito audacioso a começar pela minha mente e a terminar no meu coração, és uma arte incrível e envolvente até com a tua imperfeição.
Sem risco, sem recompensa,
viver dominado pelo o medo
não vale à pena,
permitido apenas algumas fraquezas que fazem parte dos seres imperfeitos
Em um mundo onde a verdade se esconde nas sombras, é prudente questionar as narrativas que pintam tudo de negro. Tudo o que é demonizado, rotulado como pertencente às trevas, merece um olhar mais atento, pois é nas entrelinhas das condenações que a luz da verdade muitas vezes se revela. Desconfiar da demonização é uma maneira sábia de evitar ser guiado por narrativas preconcebidas, que podem estar distorcendo a realidade.
Por outro lado, a exaltação excessiva também merece nosso ceticismo. Em um mundo de elogios fáceis, onde a superfície brilha com adulações, é crucial não se deixar enganar pela aparente perfeição. Por trás de elogios exacerbados, pode-se esconder uma cortina que obscurece as imperfeições e encobre verdades incômodas. Desconfiar do que é constantemente enaltecido é um ato de sinceridade e discernimento.
A ideia de "pertencimento" também é uma armadilha perigosa. Ao assumir uma identidade atrelada a grupos, corre-se o risco de ceder à estratégia maquiavélica que busca manipular pela imposição do medo do despertencimento. Ser fiel a si mesmo é um ato de resistência contra a pressão social que visa fragmentar e controlar. Não sucumbir ao separatismo imposto é uma forma de preservar a integridade individual.
Neste jogo de narrativas e manipulações, é fundamental permanecer alerta. A desconfiança se torna uma aliada na busca pela verdade, revelando-se uma luz guia em meio às sombras da desinformação. Seja você mesmo, questione as narrativas impostas, e recuse a submissão ao medo. Na sua essência reside o antídoto contra as artimanhas que buscam dividir, desagregar, dominar e controlar
Não espere holística plenitude dos relacionamentos com as pessoas… Humanos são por natureza imperfeitos, todavia, exija:
Dos amigos, perfeita lealdade.
Do conjugue, perfeita cumplicidade.
Da Família, perfeita fraternidade.
Das pessoas boas, irretocável empatia e compaixão.
Dos demais, ao menos o necessário respeito.
De si mesmo exija-sempre Dignidade, manifestando-a através da serenidade, retidão, e reciprocidade ao relacionar com o próximo
Minha vida se acomoda entre estas pedras...
E o que faço de mim é o que me fica...
Mal de amar nesse lugar de imperfeição...
Onde a lua chora junto as estrelas...
Sua solidão...
Livre como o vento e repetido...
Que Deus se lembre do meu nome...
Que o látego não me seja o castigo...
Vivo a vincos de ouro a minha vida...
Entre o luar e as folhagens...
Tenho febre e escrevo...
Revelando em poucas linhas...
Meus segredos...
Não é serenidade pelas ruas o que vejo...
Tudo em mim é desejo...
Sentir tudo de todas as maneiras...
Dizer verdades entre brincadeiras...
No mistério da vida a cavalgar...
Aprendendo na espera o inesperado...
No espaço...
No tempo...
Um menino homem...
Apenas querendo ser mais amado...
Sandro Paschoal Nogueira
Na penumbra da noite, onde os suspiros ecoam e os corações revelam seus segredos mais profundos, há uma história singular de amor e desconexão... Era uma vez um filho cujo coração era um labirinto de emoções contraditórias, um intricado emaranhado de amor e desafios.
Ele amava sua mãe, não por escolha, mas por destino. Nos laços intrínsecos que os uniam, nas memórias entrelaçadas de sua infância, ele encontrava o calor reconfortante do amor maternal. As noites em que ela o embalava com histórias de encanto, os dias em que suas palavras eram bálsamo para as dores infantis, tudo isso tecia os fios invisíveis do amor.
Contudo, em meio às sombras dos anos, cresceram as distâncias. Os caminhos da vida os levaram por trilhas distintas, onde as pedras da incompreensão se erguiam como muralhas entre eles. Os dias se transformaram em anos, e o entendimento se perdeu nas entrelinhas do tempo.
Ele amava sua mãe, mas não gostava dela. Nas complexidades da relação, encontrava-se um enigma de sentimentos que desafiava a lógica do coração humano. Pois, enquanto o amor fluía como um rio infindável, a simpatia tropeçava nas pedras da discordância.
E assim, na tapeçaria da vida, eles teciam uma história de amor imperfeito, onde os fios do afeto se entrelaçavam com os nós da discordância. Mas, apesar das sombras que pairavam sobre suas relações, havia luz nos recantos mais profundos de seus corações, uma luz que brilhava com a esperança de entendimento, de perdão e de aceitação mútua.
Pois no coração humano, mesmo nas sombras mais densas, há sempre espaço para o amor, mesmo quando o gostar se torna um desafio. E na jornada da vida, talvez seja nessa imperfeição que residam os laços mais verdadeiros e profundos, onde o amor, mesmo confrontado com a discordância, encontra seu lugar para florescer.
A perfeição é um mito, um ideal inalcançável que nunca pertenceu à essência humana. Ela não é perfeita, e é exatamente isso que a torna tão linda. Suas imperfeições revelam sua autenticidade, sua humanidade e a beleza de ser única em um mundo que insiste em moldar formas iguais.
Você é mais forte do que imagina. A vida, com todos os seus altos e baixos, é um professor implacável, mas também um mestre generoso. Ela nos ensina a valorizar os pequenos momentos de alegria, a encontrar beleza nas imperfeições, e a perceber que, mesmo nas ruínas, há sementes de renascimento.
Amar é admitir ao outro: “sou um ser interminável, mas ajustável” e não preciso de você para viver, mas amo-te.
Essa saudade, que dor...
Que dias sem expectativas.
Foi-se seu tempo.
Esvaiu-se no ar como o perfume da flor.
E a vida continua normalmente a bailar.
Como se a morte não tenha acabado de te levar.
Triste.
Sigo.
Ou não...
Sei lá.
Acho que de agora em frente estarei sempre na contramão.
Uma incerteza audaz e intempestiva...
Por que insiste em me manter viva?
Já respirou minha alma a magia...
Já bateu meu coração de alegria.
Já brilharam meus olhos ao te ver...
Hoje me dedico a tentar te esquecer.
Um céu de outono que não se acaba mais.
Um medo do agora... e do que virá depois.
Dor na alma...
O ir e vir tão imperfeito.
Quem escreveu que as vidas deveriam ser desse jeito?
Beleza, o belo está na perfeição?
Somos flores e, assim como elas, nossa beleza está na individualidade. Como ser individual e perfeito? Existe o perfeito?
Se o perfeito não existe, o belo está na imperfeição?
As flores são imperfeitas e belas, mas não será uma pétala que as deixarás feias.
Já se buscou hoje? já dialogou com você mesmo? Em cada esquina, em cada canto, em cada momento, existe um assento reservado para este aparte. Dialogue, se busque e se encontre. Não há companhia melhor que a nossa e este é o melhor momento para que deixamos de lado nossas imperfeições e buscamos o que de mais perfeito possa existir.
