A Inteligencia Nao se Mede
Música: ARTE DA NATUREZA
Compositor: Charles Brown
A inteligência do homem não supera a arte da natureza!
Disso eu tenho certeza, disso eu tenho certeza, certeza
De que o homem ainda precisa aprender a viver
Respeitar o que lhe iguala pela divina essência do ser.
Flores, pedras, rios, mares, cachoeiras
e todo alimento que a Terra dá
O homem ainda aprenderá viver neste Planta
E extrairá e conviverá sem dilacerar!
A inteligência do homem deve se espelhar na arte da na
Disso eu tenho certeza, disso eu tenho certeza.
De que o homem ainda precisa aprender a viver
Respeitar a Mãe Terra e deixar a Vida viver.
Flores pedras rios mares cachoeiras
e todo alimento que a Terra dá.
O homem ainda aprenderá viver neste Planta
e extrairá e conviverá sem dilacerar!
A inteligência do homem deve sincronizar-se à arte da natureza!
Isso nos trará grandeza, Isso nos trará grandeza, grandeza
Pra que o homem consiga, evoluir e ao futuro sobreviver
Respeitando a Mãe Terra e deixando a vida viver!
Flores pedras rios mares cachoeiras
e todo alimento que a Terra dá...
O homem ainda aprenderá viver neste Planta
e extrairá e conviverá sem dilacerar!
Ao contrário do que é conhecido hoje, a intolerância não é sinônimo de inteligência, mas a anulação da razão.
O defeito máximo dos homens é não perceberem que por serem dotados de racionalidade e inteligência, têm por natureza, o compromisso e a responsabilidade para com o mundo.
Ao dizer que não existe Deus, o ateu comete um equívoco ou demonstra falta de inteligência - se Deus não existe, não é necessário negá-lo.
A inteligência serve para fazer o bem e servir a humildade, não para causar dor e destruição em massa.
Não gaste sua sabedoria e inteligência com quem não está a altura, pois essas não tem condições de apreciá-las.
A inteligência artificial assusta, pois, não sabemos quando ela por si só tomará a decisão, sendo autônoma, conduzindo e decidindo a vida humana.
A vida provida de consciência e inteligência é uma sacanagem do Universo! Não que o Universo tenha má-fé ou culpa, afinal o próprio Universo não tem consciência de sua existência.
"De todos os bens humanos, a inteligência – e inteligência não quer dizer senão consciência – se distingue dos demais por um traço distintivo peculiar: quanto mais a perdemos, menos damos pela sua falta. Aí as mais óbvias conexões de causa e efeito se tornam um mistério inacessível, um segredo esotérico impensável. A conduta desencontrada e absurda torna-se, então, a norma geral."
