A Inteligencia Nao se Mede
Às vezes eu também tenho a oportunidade de dar o troco, mas a paz que habita em mim não me permite.
Se a sua religião te convenceu a mentir e fazer discurso de ódio, você não precisa de mais liberdade de expressão, precisa é se libertar do mau-caratismo.
Desculpem-me por não poder ajudá-los a romantizar o Dia daquelas que ainda temem a morte só por serem Mulheres.
O brasileiro precisa ser estudado, não é possível um país ter a mesma quantidade de Especialistas que Problemas.
Se a Fé que professas te permite mentir e fazer discurso de ódio, você não precisa de mais “Liberdade de Expressão”, precisa é se libertar do mau-caratismo.
O medo de tropeçar no arrependimento por não Caminhar enquanto posso, flerta com as Pernas da minha alma.
Não há um livre sequer, pois ninguém é tão livre ao ponto de não querer estar preso àquele que o libertou.
Se não tivéssemos esperado a instrumentalização das redes sociais e da igreja para nos interessarmos por política — talvez não tivéssemos tropeçado tão feio no golpe medonho da polarização.
Se não tivéssemos tropeçado na desgraça da espera pela instrumentalização das redes sociais e das igrejas, para nos interessarmos por política — talvez os influencers não a tivessem transformado nesse medonho reality show.
Dia dos Pais!
Perguntas?
Muito mais que respostas!?!
E definitivamente, não dá para fugir das responsabilidades cobradas pela paternidade.
Embora, infeliz e descaradamente, muitos o fazem!
Sem modéstia e sem medo, me atrevo a dizer que a criança que eu era — e que, graças a Deus, ainda vive em mim — gostaria de ter o pai que sempre tentei ser.
Mas tem uma pergunta que deve ser para os que oportunizam a Graça da paternidade — os Filhos.
O Pai de vocês tem ajudado ou dificultado às pessoas que vocês estão se tornando?
Aos que não recorrem à mentira para defender as verdades em que acreditam, bom e abençoado 1° de abril!
Não há jeito mais medonho dos reféns bajularem o “Sequestrador de suas Mentes” que lutar pela liberdade dele.
Desde que a CBF passou a pensar com os pés, nossos futebolistas já não usam nem eles, nem a cabeça.
