A Inteligencia Nao se Mede
Tenho minhas pretensões e delas tenho os meus planos. Não sei ser o que queiram que eu seja. Não consigo ser diferente.
Tenho tentado ser gentil e amigável para não ser contraditória com as coisas que achas importante e que na minha visão, não passam de insignificâncias passageiras.
O amor é um atributo e quase não percebemos. Ele vive dentro de nós quietinho. Não o sentimos porque o amor não faz sofrer, não desconfia, não deixa dúvidas. O amor verdadeiro é sutil, ao ponto de não revelar a sua verdadeira identidade. Por ele ser assim, não conseguimos a maioria das vezes encontrá-lo.
O ENIGMA DA RECONSTRUÇÃO
(Versão Luz)
Entre fases e eclipses, o que não se vê, floresce na penumbra.
Coleciono silêncios e as versões que eclodem e agora emito,
Nessa reconstrução que transmuta fuligem em velocidade:
Meteoros que não ferem, mas iluminam o que há em mim.
Intuições sussurram — melodias raras — até que o enigma se decifre
Em versos e retroversos que volitam
No campo estelar do meu próprio infinito.
Lu Lena / 2026
Não deixe que o relógio do tempo arranque as folhas em branco do calendário da vida. Faça o que tiver que ser feito agora, antes que o vento da incerteza leve a próxima folha embora.
Lu Lena / 2026
UNIVERSO INTOCÁVEL
(Quando as letras dançam e o ego silencia)
Minha realidade não segue o ritmo dos cliques ou o glamour que alimenta o ego. Sou a plateia da minha própria introspecção, enquanto as letras dançam conforme a música gira na vitrola do tempo. Em meu universo intocável, eu apenas as observo.
Lu Lena / 2026
CHORO DE OUTRORA
(O esforço que nos faz, flutuar até a luz)
A gente não volta ao fundo do poço, onde conseguimos subir a nado através de nossas lágrimas...
Lu Lena / 2026
No amor não há medidas calculadas, nem divisões fracionadas, só há união dos cálculos com complementações de números inteiros.
Não me importo mais
Já vivi sem limites
Me embriaguei para esquecer
Gritei para todo mundo ouvir
Desejei a felicidade
Enlouqueci por ti
Prendi a respiração para morrer
Desejei que desaparecesses
Arrependi-me de tudo que desejei
Vivi como se o mundo fosse acabar
Acabei-me de tanto rir
Cantei como se a canção fosse de minha autoria
Desisti de viver
Dei asas à minha imaginação
Desejei voar
Voei até onde pude ir...
Já me importei com tanta coisa
Hoje, nada mais me importa.
Escrever não é uma profissão. Escrever é a própria alma escorrendo entre os dedos e alagando as páginas brancas de um livro.
