A Inteligencia Nao se Mede
Chama-mes pra tomar um doce vinho, pois, amargamente sem ti me sinto sozinho, e, não dependemos de nada pra conjugar nossas alegrias compartilhadas, nossa hora é nossa bela chegada.
Não ré-clamo mas, só tenho olhos pra você, e nem quiz, ao em me beijar, dentista é só chamar, nossa saúde arcárdia.
Me mandas tanto pra um tratamento, e, na verdade é por ele minha alegria de caminhos, e, não, loucorias, ou, pelo ofício de um possível desprezo.
Instinto não possui razão, e o amor gera a compaixão, pra ti dá chances pra viver, pelas verdadeiras e divinas realizações, naturais de comunhão.
Não pela eliminação e, ou, exclusão de raças, ou castas, mas, pra os que sabem e abrem com sinceridade prás necessidades do coração.
Não as renúncias pela necessidade de contínua observação do ser, ainda pequeno e em formação, já que às alegrias são necessárias, prás contemplações hereditárias, nada de valor, certamente pra salutar vigor.
Acusações precisam sempre de um espaço de tempo pra localização, pra flecha não arrebentar em vossa mão, pelo bom do serviço, a graça da amabilidade, e, gentileza em eterna, e, igualitária formação.
O tempo não apaga a intensidade do compartilhar com sabedoria as necessidades, e, o porque tratamos, com carinho as criações do bem viver coletivo.
Não somos iguais por isso amo inclusive meus pecados principalmente quando os consigo com O figurar.
Não analise o tempo de outro, e, se, a benção do exemplo, vier, a humildade não trava, pra não lhe ser uma dificultosa trave de remover.
Cavalísticamente falando, sem o natural, não há enganos, prás gentilezas comportamentais do saber letrado, e, jamais vazado.
