A Inteligencia Nao se Mede
Vista-se com elegância, meu irmão, pois terno não é ternura, viva com alegrias, por sua intrínseca sabedoria de informação.
Não renuncie, é, sempre será mais fácil reiniciar, pra não modificar, minha vontade de ti encontrar, pois, isso é nossa inerência.
Diagnotisco é anterioridade, pois, não prescreve mais anormalidades, com a unidade dos silentes, em conjunto de igualdade.
Acalmar o palatar, ouvir o desconhecido, e, não incomodar, amar a falta de melodia das súplicas, pra com sabedoria reger o ajustar.
Sem bases não se medita aqui nem ná, ou, qualquer outro lugar, onde a distância se faz necessária, pela lei da gravidade, toda informação se faz necessária.
Programar resultados, não é o mesmo que adivinhar, pondo premonições, recriando ilusões pra materializar, sabe o quê.
O intelectual viu, passou, e, não gostou, e, a, lingua no lugar, é, motivo de bem estar, quantas pausas pra paciência em ti brotar.
Sou tipo árvore hoje, amanhã não sei, pra liberar os macacos, pra subirem com leveza e graça, e, assim, cair somente folhas secas.
Liberando as experiências sem presas, pro trabalho dos futíneos, não virarem ação de descarrego, em peles futuras diais.
Expande lá, corrige aqui, todos em leveza, e, não, imprime, o amor também comprime, e, some o oprime.
Se colocar no lugar do outro, é uma necessidade, pra não confundir ninguém, causando a dor do desgosto, materializado no ser, esse, capaz de dissolver a ignorância dos dias, pela alegria das empatias.
