A Inteligencia Nao se Mede
Tem coisas na vida que não vêm do sangue, mas do coração... e que coração gigante têm algumas pessoas.
Você é preciosa… não pelo que os outros veem, mas por tudo aquilo que venceu no silêncio da sua própria alma.
Quando o lar é um altar…
O louvor floresce no coração das crianças.
Não é sobre saber a letra.
É sobre já conhecer o Autor.
Ser “um só” não é apenas viver junto, é pertencer de forma profunda e integral, onde o amor do outro nos completa e nos revela.
Quando me sinto fora do tempo, lembro que o meu relógio não comanda o céu. E tudo acontece exatamente quando Deus quiser.
Seja lar para si antes de tentar ser abrigo para alguém. Quem não se acolhe, se perde tentando caber em lugares que não o pertencem.
Não construa sua casa no coração alheio sem antes firmar alicerces no seu próprio. A ausência de raízes internas torna qualquer vento um furacão.
Você só será o abrigo do outro quando não for mais refém da tempestade que carrega. Seja calmaria em si.
Há amores que não precisam de palavras... Eles se entendem no olhar, se abraçam no silêncio e sobrevivem ao que muitos chamariam de impossível.
Não aceite um sorriso pela metade... Deixe Cristo te mostrar o que é ser feliz por inteiro, mesmo quando a vida tenta te quebrar
“Eu não morreria por ti” Parte 2.
Não, eu não morreria por ti.
Pois morrer é o fim, e eu busquei o começo.
Viveria por nós, se houvesse um "nós" inteiro.
Tentei por nós, até que o cansaço
se tornasse o único laço
que ainda me prendia ao teu lado.
Nas tuas águas, mergulhei sem fôlego.
Nas tuas crises, fui o porto que não tive.
E nos teus silêncios sombrios,
tentei iluminar caminhos que você insistia em apagar.
E em um poema que agora se transforma,
escrevo o que sobrou de mim.
Se um dia leres estas linhas,
não me chames de tolo por ter partido...
chama-me de corajoso por ter desistido
de quem já havia desistido de si.
Às 23h47, não há mais o peso da espera.
Amei-te por quem tu eras,
mas não posso amar quem te tornaste
para justificar o vazio que criaste.
Teus mil e um defeitos eram aceitáveis,
mas a tua cegueira tornou os meus esforços invisíveis.
Tu escolheste ver apenas o raso,
enquanto eu te oferecia o oceano.
Trataste o sagrado como uma simples paixão,
algo que desabrocha no tédio e morre na primeira confusão.
E assim, como meu último ato de cuidado — por mim:
Não, eu não morreria por ti.
Eu escolhi viver sem ti.
