A Inteligencia Nao se Mede
As nações verão o brilho do céu,
Refletido em mim como um doce véu.
Não por orgulho, mas por Tua mão,
Que firma os passos do meu coração.
Ainda que transbordem as águas, Eu serei contigo. Ainda que os montes se abalem, o Meu amor não se afastará de ti.
Então não temas afundar por um tempo,
É ali que Deus forja novo alento.
Pois só quem mergulha em si com fé e esperança,
Pode voar com asas da verdadeira mudança.
Pois quem encara a alma e suas feridas,
Se fortalece nas batalhas da vida.
A força não nasce de dias fáceis ou calmos,
Mas de noites escuras onde ainda oramos.
Não é queda o descer às profundezas,
É encontro com verdades e riquezas.
É ali, no silêncio, no confronto interior,
Que se encontra a raiz do verdadeiro valor.
Páscoa é isso: não é só chocolate,
É lembrar do amor que nunca se parte.
Jesus está vivo, vamos celebrar,
Com fé e alegria, vamos cantar!
Não é só coelho, ovo ou festim,
É Cristo vivo dizendo: “Vem a mim!”
Celebra, alma, com fé verdadeira,
O Salvador vive — és a herdeira!
"Ele não está aqui; ressuscitou, como tinha dito. Venham ver o lugar onde Ele jazia."
(Mateus 28:6)
A ressurreição de Jesus é a vitória sobre a morte, a prova do amor de Deus e a garantia de que temos vida eterna n’Ele. Quando tudo parecer escuro, lembre-se: o túmulo está vazio! Jesus vive e reina para sempre!
As vestes ficaram no chão,
o céu ecoou em canção:
"Ele vive! Já não está aqui!
A morte não pôde resistir."
Não há luto que resista,
nem dor que persista,
quando o Rei da Vida diz:
"Vem, Eu sou a ressurreição e a vida feliz!"
Não era descuido, nem acaso,
era promessa embalada em pano.
Jesus, o Rei ressuscitado,
deixou um sinal para cada humano.
“Eu volto,” diz o lenço dobrado,
“Não temas, o tempo está contado.”
Ele venceu, foi ao Pai, mas prometeu:
“Outra vez virei buscar os Meus.”
E enquanto os olhos não O veem chegar,
vivemos pela fé, a caminhar.
Pois aquele lenço, suave e santo,
fala de esperança, e não de pranto.
Mas Tomé, ausente, não viu,
e na dúvida se rendeu ao frio.
“Só crerei se eu tocar”, ele diz,
e o Amor responde com graça e não por um triz.
Jesus volta, só por ele,
“Vem, toca-Me, e crê, filho tão querido.”
Tomé cai de joelhos, quebrado e inteiro:
“Meu Senhor e meu Deus verdadeiro!”
Do monte ao coração, ecoa a direção:
“Vão, não parem, levem Minha salvação!”
Pois quem viu o Cristo ressuscitado,
não se cala, vive transformado.
E então, como vento que sobe aos céus,
Jesus foi elevado aos braços de Deus.
Mas não os deixou órfãos ou vazios —
prometeu poder, e enviaria os rios.
Ali não havia coroa de espinhos,
mas um trono que nascia nos caminhos.
Cada discípulo com uma missão no olhar:
levar a cruz, o amor e o verbo amar.
Não mais como servo sofrido,
mas como Leão destemido.
Não mais coroa de espinhos,
mas de glória, por caminhos divinos.
O céu não esqueceu Suas palavras,
nem a Terra silenciou Sua voz.
A promessa ainda pulsa viva,
entre cada batida de fé em nós.
Em Cristo é possível se alegrar mesmo dentro da frustração. Isso não significa negar a dor ou fingir que tudo está bem, mas confiar que Deus está presente e agindo mesmo quando não entendemos.
