A Inteligencia Nao se Mede
Se aqueles que Deus nos confiou não desejarem refletir traços de nosso caráter, visão ou comportamento significa que estamos falhando na fé (Mt 5:16; Fp 3:17).
Se você for cristão casado(a), Deus também é o teu Sogro, se você for filho de pastor, Ele não é teu avô, Ele é o teu Pai. Portanto, se relacionar diretamente com Ele.
O nascer de novo não se limita à correção do comportamento, mas sim à renovação da mentalidade e à transformação do coração (Rm 12:2; Ez 36:26). Portanto, trata-se de mudanças intrínsecas que envolvem cura e restauração dos moldes pós-traumáticos (2Co 5:17; Is 61:1).
Filho, uma vez eu amei um amor tão puro que não tive coragem de declará-lo. Entre conversas e canções, violões e brincadeiras na rua, vivi minha primeira desilusão ao vê-la nos braços de um tipo que eu nunca quis ser. Mas, no futuro, me tornei semelhante, cansado de tanto sofrer: o tipo certo de cara errado. Consegui o que, na época, eu tanto desejava, mas me perdi ao me moldar ao que parecia eficaz. Levaram-se anos para que aquele bom garoto encontrasse o caminho de volta.
A TEOLOGIA DA ESCASSEZ
Chega a ser uma ofensa afirmar que Jesus não tem correlação com a prosperidade. Afinal, um homem que abandonou a mais alta posição de todas, se colocou na condição de servo e pagou o mais alto preço por pessoas tão indignas como nós, com o objetivo principal de nos reconciliar com o Pai Celestial. Como algumas pessoas não conseguem ver generosidade em Suas ações e caráter?
Ele, que agiu de forma diferente da parábola do filho pródigo, na qual o irmão mais velho teve ciúmes da reconciliação do Pai, Jesus, por Sua vez, não teve ciúmes quando o Pai adotou pecadores como nós por amor. Pelo contrário, Ele nos concedeu a posição de co-herdeiros, mesmo que não tenhamos trabalhado por isso e, quando o fazemos, é tão pouco.
Como podemos afirmar que Jesus não tem nenhuma correlação com prosperidade? Tenho percebido várias críticas sobre a teologia da prosperidade, e eu sei que isso existe de forma negativa, mas também existe a “teologia da escassez”. Essa última afirma que Jesus é um empregador injusto, que não está preocupado com os homens que O servem — algo que, para mim, não faz nenhum sentido. Afinal, Ele nos concedeu tudo por graça, de graça e por amor.
Alguns comentários dizem que Jesus nunca prometeu casa, carro ou família. Mas isso não soa bem aos meus ouvidos. Imagine Jesus curando cegos, permitindo que voltassem ao mercado de trabalho e, por esforço próprio, comprassem uma casa ou um carro. Ou curando leprosos, reintegrando-os à sociedade, possibilitando que formassem uma família. Ou libertando endemoninhados, devolvendo-lhes honra e dignidade. Não são esses atos reflexos de prosperidade?
Cheguei à conclusão de que a prosperidade não é o alvo principal do ministério de Jesus, mas, com certeza, é um resultado e uma consequência da Sua obra. Seria um insulto afirmar que alguém tão generoso e amoroso como Ele não está preocupado com o bem-estar dos Seus servos. Minha maior preocupação é que, por religiosidade ou crenças limitantes, não tenhamos acesso à totalidade da obra restauradora de Cristo.
Eu vou viver a totalidade da promessa.
Não podemos interagir com o Espírito Santo como se Ele fosse um poder que opera unicamente através da imposição de mãos. Ele é o nosso gestor, superior e assistente, que opera em nossas mentes, dando direção, concedendo poder e, principalmente, realizando constantes check-ups no nosso caráter e nível de santificação progressiva. Quando este nível se enfraquece, Ele exige manutenção e o complementa para que sejamos eficazes em Cristo Jesus.
Você pode doar a fortuna que quiser, mas se não for capaz de perdoar, ainda não entendeu o que é doação.
Quando nossas pregações só exortam os outros, mas não a nós mesmos, quando nossos ensinos têm o único objetivo de instruir os outros, sem que sintamos a necessidade de aprender, e quando nossas reflexões não nos mostram a necessidade de melhorar, é sinal de que o Espírito Santo de Deus pode não estar mais encontrando liberdade para trabalhar em nós.
Às vezes, a insegurança nos alcança não porque duvidamos do poder do nosso Pai Celestial, mas porque sabemos o quão indignos somos do Seu favor. Nessas horas, precisamos nos ancorar na certeza do Seu caráter generoso e leal, lembrando que Jesus prometeu estar SEMPRE conosco até a consumação dos séculos (Mt 28:20).
Antes de mais nada, começo dizendo que eu não vou me distribuir por aí. Chega de me perder em noitadas por diversas bocas, rostos e nomes. Essa versatilidade de sujeitos não faz mais minha cabeça. Para ser sincera, acho que sempre busquei um coração que me desse a oportunidade de plantar minhas sementes, cultivar, fazer crescer, regar, podar, e todas essas etapas que a gente cumpre quando planta feijão no algodão. Beleza, dinheiro ou status nunca foram as minhas prioridades ou sequer estiveram dentre os meus focos. Rostos feios têm beijos alucinantes. Bocas carnudas mordem línguas e trincam dentes. Não quero conversar com cifrões. Na verdade, prefiro as cifras. As nossas músicas e gostos em comum. Hoje, estar sozinho não é necessidade, mas sim opção. É que eu prefiro ir ao cinema, mas não quero ter ao meu lado alguém que nem sequer ri das piadas do filme. Eu, do alto das minhas maiores decepções, busco alguém que me faça querer saltar dum penhasco por esse amor. Alguém que faça meu coração descompassar. Que faça ele disparar. Acelerar. Ou apresse o passo. Passe fora. Dê no pé. Rale peito. Porque, se for para ser assim, prefiro que nem seja. Não gasto lágrimas, tão pouco roupas. Fico em casa, ligo a TV e sonho. Ou leio livros. Ou ouço músicas (prefiro muito). Ilusão por ilusão, prefiro as da ficção. Chega de forçação, por favor. Eu mereço alguém de verdade. A sociedade não me convenceu, em todos esses anos, que os "felizes" são os casados ou os solteiros. Minha vida levo como quiser, com quem quiser. Não conheço "exemplos" de felicidade. Comercial de margarina é só na tv.. Minha vida não é rosa, e nem a sua. Realidade, gente! Eu me permito! Eu não sou obrigada!"
Beta Dourada - Fingindo demência e Praticando ausência..
O maior dever que existe é não julgar. E como somos rápidos nesta tarefa...
Você não faz a menor ideia do que se passa dentro de um outro coração e dos desafios que a pessoa vem enfrentando. Preocupe-se em ser você o melhor que puder, e deixe que os outros sejam quem são. Você não é melhor do que ninguém para insinuar como os outros deveriam estar vivendo suas vidas.
Perdoa os meus dramas, as palavras que não disse, os sentimentos que não demonstrei, o meu humor variável e os meus defeitos exagerados.. Só não admito que não me diga o que te falta, antes que tome a atitude de preencher esse espaço!
Na arca, havia animais diferentes e o cheiro não era agradável, mas fora dela, só havia morte. Da mesma forma, mesmo com desafios, é melhor permanecer na casa de Deus, pois fora dela não há esperança.
A verdadeira liberdade não está em fazer tudo o que se quer, mas em desejar o que realmente é bom e justo.
Dentro da igreja, não há espaço para arrogância ou julgamentos. Não somos promotores, delegados ou juízes. Somos apenas pecadores salvos pela graça, chamados a refletir a imagem de Cristo.
Não somos perfeitos, mas a dor do nosso irmão deve ser também a nossa, pois o amor sempre será o maior dom concedido por Deus.
