A Inteligencia Nao se Mede
O direito à igualdade entre os cidadãos não ocorre apenas quando o dito cidadão menos abastado saia à rua para se manifestar contra as políticas do Governo, também ocorre quando há violação da igualmente constitucional para beneficiar os manifestantes e prejudicar os que também trabalham e contribuem sacrificadamente para os cofres do Estado.
Um País só prospera com a força e dedicação de todos e não com arruaças e pressões infundadas de alguns que levaram a afundar a remuneração dos funcionários públicos.
A comunidade internacional não tem responsabilidade de melhorar ou fomentar directamente a economia de um Estado, compete-lhe apenas contribuir para que os Estados parceiros consigam juntos criar medidas justas e exequíveis para os seus desenvolvimentos.
A inflação não é sinônimo de falência técnica e econômica de um Estado é apenas um mecanismo de alerta de que os meios financeiros locados à disposição do Orçamento Geral do Estado são insuficientes.
A destituição de um chefe de Estado não significa mudança imediata do estado social de uma Nação, pois, este é apenas um expediente manobrista usado por alguns políticos amadores para de forma oportunista chegarem ao poder sem passarem pelo escrutínio do povo.
Para estabilizar a economia de uma Nação em crise não basta o esforço empreendido pelo seu líder é preciso que todos se engajem e melhorem a sua prestação laboral no sector em que actuam.
A maior dificuldade de quem governa não está na forma como política ou administrativa deve gerir o País, está antes na forma como deverá fiscalizar as actuacões objectivas ou subjetivas dos seus Ministros.
Em meio a muita turbulência e execrável aceitação perante àqueles que não acreditam no Glorioso MPLA, este Partido passou a tormenta e conseguiu chegar aos seus preciosos 67 anos e continuará por mais anos a dar o seu melhor pelo povo.
A bondade tem sido amargamente pesoteada pelos homens deste tempo, não porque ela não conheça a verdade sobre o carácter das pessoas, mas, porque dá a todos o benefício da dúvida.
Cada novo ano que se prevê, desenha-se na tela da esperança novos projectos de vida, certos ou não muitos alcançam o pretendido e outros nem por isso.
O mundo está a perder para a guerra, não porque o material bélico tenha melhor expressão, mas, porque os humanos perderam a sua essência de bondade.
Hoje o Rwanda não é apenas um mero País africano, pois, tornou-se de forma muito acelerada num verdadeiro tampão para Europa e para os Estados Unidos da América, pelo seu poderio financeiro e desenvolvimento social e político.
Não se faz advocacia ao turismo por um País cujos cidadãos sequer acreditam na estabilidade do seu Estado.
As Nações no mundo actual já não sabem qual é a sua verdadeira função, por essa razão, sequer se importam com as guerras que deflagram em certas latitudes do planeta terra.
O País precisa do engajamento de todos para poder desenvolver a economia domésticas e não de políticos doméstico que descredibilizam as instituições do Estado perante o povo e perante a comunidade internacional.
Não devemos normalizar a guerra, pois, ela não é apenas um mal que destrói o planeta e os seres que nele habitam, ela é também o inferno que dilacera a felicidade dos homens e mulheres que passam pelo mundo.
Com o tempo aprendemos que viver não é apenas um ritual é antes um aprendizado constante que só acaba com a morte do nosso corpo.
