A Inteligencia Nao se Mede
OS 7 PRINCÍPIOS DA FILOSOFIA JAKURISTA
1º Não seja igual, seja diferente. Porque a igualdade atrai as massas (jumento) a diferença identifica o filosofo (Leão).
Jumento: Pessoas guiadas por dogmas, ideologias, interesse e imediatismo. Sem capacidade de discernirem o que é certo e errado.
Leão: Pessoas guiadas por princípios, dignidade, respeito, honra e acima de tudo integridade. Não se corrompem pelo poder, dinheiro e propostas aliciante.
2º Não lute contra os homens lute contra si mesmo. Porque as tuas fraquezas são o teu pior inimigo.
3º Não seja ignorante, seja sábio. Porque a ignorância te levará a ruína diferente da sabedoria que é o portal para qualquer lugar quiseres entrar.
4º Acredite em Deus, mais não na religião. Porque o homem enquanto filosofo deve saber que existe um ser Superior a ele e as suas ideias e que está presente em todo universo.
5 º Busque o conhecimento em todos os ângulos. Assim como a águia quando vai a caça em busca de alimento.
6º Não seja temido seja respeitado. Porque temor por excesso gera ódio e vingança, diferente do respeito que catapulta pessoas pequenas e insignificante para o topo fazendo-lhe sentar-se com os grandes.
7º Não odeie ninguém. Não viva de aparência (ostentação) e muito menos de comparação (luxuria). Porque a realidade sem fundamento é como um castelo construído sobre areia ou no deserto. Não inveje o teu próximo por mais bem-sucedido que seja. Lembra-se: que a vida não se resume em comer e beber.
De todos os conselhos e princípios que a filosofia jakurista nos propõe. A conclusão é esta: Não corra atrás de riquezas assim como atletas correm atrás do prémio.
Lembra-te: Quem tem poder é quem está no controle e não quem é controlado. Por isso é que muitos se tornam escravos na corrida em busca de poder por amor a riqueza. Por esta razão é que todo filosofo jakurista é visto como Leão dentro da sua comunidade...
O Jakurismo é uma filosofia de vida criada pelo filósofo Jack Indelével Wistaffyna. Ela não é uma religião, nem uma ideologia, mas sim é um chamado para despertar.
No Jakurismo, existem dois símbolos poderosos:
1º O JUMENTO: representa a massa inconsciente. Aquele que aceita tudo o que dizem, que vive em função de aprovação, riqueza ou aparência. Ele repete o que os outros fazem. Não pensa, apenas segue. Espera sempre ser guiado, por isso é que nunca guia.
2ºO LEÃO: representa o Jakurista. Aquele que pensa por si, que luta contra si mesmo em vez de culpar os outros. Que busca o respeito, não o medo. Porque ele vive com sabedoria, não com aparência.
O Jumento vive para agradar o mundo.
O Jumento representa quem vive no automático.
Aquele que aceita tudo sem pensar.
Aquele que busca aceitação. E vive para agradar os outros.
O Leão vive para cumprir seu propósito.
O Leão, símbolo do Jakurista, representa quem domina a si mesmo.
Aquele que busca Sabedoria, e não aparência.
Aquele que Respeito, não fama.
Aquele que luta contra si, e não contra os outros.
O Jakurismo propõe 7 princípios. Que falam sobre autenticidade, luta interior, sabedoria, fé livre, respeito e visão profunda. O jakurismo te ensina, a sair do padrão e se tornares o que você nasceu para ser: livre, consciente, respeitado.
Ideias são armas poderosas. O medo dos governantes não é só físico, mas também psicológico e social. Porque controlar a narrativa é controlar o povo.
COMO IDENTIFICAR UM HOMEM LIVRE?
A liberdade é algo que não pode ser definida, mais sim vivida e compartilhada com aqueles que estão presos fisicamente e carcerados espiritualmente. Quando nós não temos a liberdade de professarmos a religião que nos religa com Deus e com o próximo. E muito menos nos dá a liberdade de vivermos a nossa identidade como: cidadão e povo, estamos diante de uma colonização indireta. Porque a religação com Deus não pode nos separar da nossa identidade e da nossa cultura. Quando isto acontece é porque há uma violação dos nossos direitos e valores assim como da nossa antropologia. Por quê isto acontece em toda parte do mundo? Isto acontece porque: Há homens que se encontram dentro das grades (cadeia) mais estão livres, assim também como há homens que se encontram fora das grades mas estão presos. Porque se apegam naquilo que não podes lhes salvar e dar-lhes a liberdade que tanto almejam. A maior escravidão não é aquela que nos é imposta, mais sim aquela que nos sujeitamos a ela para lhe servimo como burro de carga. Isto acontece com muitos porque a obediência sem carácter leva-nos ao servilismo...
A minha Nação, não será mudada com licenciados, mestrados, doutores e phds. Mas sim com todos aqueles que têm sensibilidade e com os que têm um coração generoso. E também com os que são movidos e guiados pelo espírito fraterno e patriótico. Digo isto porque em ANGOLA os maiores gatunos, assaltantes e destruidores de sonhos de milhares de crianças que se encontram fora do ensino escolar e todas as crianças que ainda não nasceram já é sabido que eles têm uma dívida a pagar com a China, Portugal e a America e etc. Estes males e destruição têm e são provocados por licenciados, mestrados, doutores e phds que se encontram em frente da governação do País. Por isso é que hoje muitas crianças choram por falta de oportunidades de estudarem, sonharem e serem um dia próspera também e poderem um dia concorrer com os filhos dos governantes em concursos públicos. Em Angola sonhar é incerto e a probabilidade de se realizar o que se sonha é zero. Porque ainda não encontrámos a Luz no fundo do túnel em que está Nação foi jogada.
O nosso país não precisa apenas de pessoas com títulos acadêmicos, mas de líderes com coração, sensibilidade, fraternidade e patriotismo verdadeiro.
Eu não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um nacionalista e um filósofo em prol do meu povo e da minha nação. Apesar de todos nós termos algo em comum e estarmos ligado: cultural, económica, antropológica e espiritualmente.
Não sou revolucionário e nem ativista. Eu sou antes de tudo e de mais nada um filósofo em prol do meu povo e da minha nação.
Jack Indelével Wistaffyna, se define como um filósofo e não como um revolucionário, pelo facto de ele usar a palavra, a escrita, a reflexão e a sapiência para:
Despertar a consciência crítica, social e analítica.
Questionar a legitimidade dos dirigentes.
Estimular o amor ao próximo isto é: amor a Nação e o povo.
Respeitar e preservar a nossa identidade cultural.
Trabalharmos unanime em prol do País e do bem comum...
NÃO ACEITE AS MASSAS TE TRANSFORMAR E CORROMPER
O maior erro e defeito que muitos matumbos diplomatizados (ignorantes com diploma; intelectuais demagogos) cometem, este nome ou atributo é dado a todos: licenciados, mestres e doutores, é que o que mais demonstram durante uma entrevista ou debate é a arrogância e a prepotência para com o adversário ou opositor, no que concerne a conversar, debater ou dialogar. Eles tomam essa atitude porque não conseguem debater ou conversar sem primarem pelo respeito sapiencial e intelectual. Segundo as percepções e argumentos que mostram e defendem, estes estão fundados nas ideologias de escritores que mais gostam de ler e apreciar, seja pelo percurso acadêmico, intelectual ou estilo literário. Isso os torna centralistas, presos psicológica e intelectualmente e, acima de tudo, demagogos, porque não se preocupam em libertar os ouvintes com o conhecimento que adquiriram durante os seus anos de formação. O que fazem é apenas exibir as suas posições, sotaque e diplomas conseguidos em instituições acadêmicas de destaque, acabando por se esquecer do verdadeiro sentido da educação e da formação, que é partilhar, ensinar e instruir o próximo a ser um ser pensante, e não um robô ou papagaio cuja única funcionalidade é a repetição de ideias. Podemos ler muitos livros e estudar nas melhores escolas e universidades, mas, se não tivermos a capacidade de criticar e criar as nossas próprias ideias e argumentos, nunca estaremos em pé de igualdade com aqueles que nos instruíram e partilharam o seu saber conosco. Isso acontece com muitos porque se sentem confortáveis em estar e pensar dentro da caixa... Algo que torna muitos licenciados, mestres e doutorados em matumbos diplomatizados. Por essa razão, muitos ainda continuam e estão presos no sistema da Matrix.
Matumbo diplomatizado - alguém que passou pelo sistema de ensino formal, mas não desenvolveu pensamento crítico, nem autonomia intelectual. É alguém com título acadêmico, mas sem consciência transformadora.
PARA TODOS OS ANGOLANOS QUE NÃO TROCAM A MORAL PELO PÃO
Durante as lutas e guerras contra os regimes coloniais em África, muitos foram destemidos e corajosos em defender o povo (cor preta), a terra (cor verde), a nossa cultura (cor amarela) e, acima de tudo, as nossas vidas (cor vermelha). Muitos destes continuam anônimos na história do nosso país e de África, pelo facto de, naquele tempo, não haver muitos estudantes, acadêmicos, filósofos, revolucionários e historiadores que se ocupassem de registrar acontecimentos desse género. Mas isso não impediu que muitos dessem o seu contributo em prol da nação e do povo. Com o tempo, os destemidos (nacionalistas, filósofos, intelectuais, artistas, patriotas e revolucionários) foram despertando mentes, alimentando sonhos e iluminando os caminhos de muitos que estavam aprisionados, e outros que eram injustiçados e oprimidos pelos colonizadores. Graças a essa resistência e oposição aos detratores, muitos aderiram à luta contra a opressão, a injustiça, a ditadura e a exploração. Essas revoluções foram as sementes lançadas no nosso solo, que deram origem e frutos para a criação e o surgimento de muitos partidos políticos da época, como: UPA, UNITA, FNLA, MPLA, etc. Com o tempo, a UPA foi-se juntando a outros partidos.
Esses partidos tiveram como líderes: Jonas Savimbi (UNITA), Holden Roberto (FNLA) e Agostinho Neto (MPLA). Estes partidos tinham como princípio angular (base) lutar e guerrear contra todo tipo de opressão, injustiça e ditadura dentro do território angolano, que naquele tempo era dominado pelo regime ditatorial português. Eles lutaram, mas nem todos se mantiveram sólidos. Porque dois dos líderes traíram o povo e os interesses nacionais e, pior ainda, venderam o país de volta aos antigos patrões (colonos), o que fez com que alcançássemos uma falsa independência, levando-nos a tornarmo-nos refugiados dentro da nossa própria pátria. Isso aconteceu porque a sede pelas riquezas (avareza) e a fome pelo pão (poder) falaram mais alto do que a moral. Por isso, muitos corromperam-se.
Ter dinheiro pode proporcionar conforto, segurança e oportunidades, mas não é garantia de felicidade. É importante refletir sobre como usar o dinheiro de forma consciente, buscando equilíbrio entre as necessidades materiais e o bem-estar emocional. Além disso, é fundamental lembrar que o verdadeiro valor está nas relações interpessoais, na saúde e no crescimento pessoal, não apenas na riqueza material.
Ter dinheiro pode abrir portas e facilitar o alcance de objetivos, mas não deve ser o único foco na vida. É essencial cultivar outras áreas, como a espiritualidade, os relacionamentos e o autoconhecimento. O dinheiro pode trazer conforto, mas a verdadeira riqueza reside na capacidade de apreciar as pequenas coisas, cultivar conexões significativas e encontrar propósito e satisfação em nossa jornada.
Ninguém pode dizer que você não consegue, que não é capaz, eles não têm essa autoridade, o único que pode fazer isso é você.
Não entendo o motivo que você diz que "eu me acho tanto", se na verdade fico e perdido em seu olhar, não entendo motivo de você dizer que "eu me garanto" se na verdade a única garantia que tenho é que não me encontrarei se continuar olhando em seus olhos.
