A Inteligencia Nao se Mede

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Um dia alguém disse ...
Se penso logo existo.

Eu digo se gosto persisto
Se não gosto não insisto ...
Pensar é mesmo assim
Não quero fazer mal a mim
Se o pensamento me desgasta …
Imagino apaga – lo com borracha
Não me quero torturar …
Não me quero fazer mal
Quando isso acontece …
Faço o que me apetece …
Ou que posso fazer …
Nem tudo depende do nosso querer …
Mas no meu pensar …
Quero eu comandar ,
Não é ele que me vai dominar!
Insisto … resisto e trato de sonhar
Pensar no que me quer bem …
Nesta realidade temos que ir mais além

Inserida por manelita

Fecho os olhos
Sinto o que quero
Faço força e exagero!
Se tiver que ser …
Não … quero entristecer …
Preciso de energia no interior
Fecho os olhos; sinto calor
Quero me enganar …
Se tiver que ser …
Não … quero entristecer
Vou ate o campo ao mar …
Tento harmonizar …
A briza me acariciar …
Água faz acalmar ….
Não … quero entristecer
Quero ver o tempo a correr …
Apagar o que me faz chorar …
Quero me mimar!

Inserida por manelita

Há vidas a cruzar …
Há um presente que não é vazio
Há um passado que fugiu
Um futuro ofuscado …
Desejo de ser conquistado …
Nesta vida com … sem razão
Felicidades … desilusão …
São o nosso historial …
Muitas vezes com mais sal …
É a vida … de quem luta …
Seja comprida ou curta …
Com derrota … ou conquista
É o historial que resiste …
Um dia vai contar …
Se mereceu a pena ca andar …

Inserida por manelita

O que não sei ...
não quero saber

O que não sei ...
não me faz sofrer

Nem quero saber
quero apenas viver

Para isso acontecer
O que não sei ...

Não quero saber
Se tiver que acontecer

Acontece, o que tiver que ser
Porque sofrer permaturamente?

envenenar a mente ...
desequilibrar sáude mental ...

Se tiver que acontecer ...
Nem quero saber

faz mal ... ao meu ser
O que vai acontecer?

Não quero saber
O que vai acontecer

se isso me fizer sofrer
não quero saber

Inserida por manelita

Egoísta é cego pela ganancia de um mundo que não usufrui.

Inserida por manelita

A maior pobreza é a que não da liberdade de saber usufruir dos pequenos prazeres da vida.

Inserida por manelita

Egoísta que importa o valor da matéria? Se não tem valor no interior

Inserida por manelita

Egoísta não vive; acumula distância dos que acompanham .

Inserida por manelita

⁠Tenho medo de viver, não de morrer ...

Inserida por manelita

O valor da comida,
Pra quem tem sobrando,
Não sabe ainda,
Pra quem tá faltando,

Que custo isso tem?
Pra provar pra alguém.
Que na vida,
Tudo vai e vem.

Da riqueza a miséria,
E da miséria a riqueza,
Uma nobre proeza,
Da vida na matéria.

Conforme a realidade,
Conforto, luxo e ostentação,
Pobreza de verdade,
Que dói o coração,

De um lado a vaidade,
Do outro um covarde,
Ou alguém em aflição,
Muitos nomes se dão,
A vida de necessidade,

Mas só quem vive pra saber,
O que lhe aprisiona,
O desejo de morrer,
Às vezes ocasiona,

Mas fazer o que?
Se vida ainda lhe tem,
Tem mesmo que viver,
E ir bem mais além,

No lado do rico,
Um nobre amigo,
Que demonstra suas posses,
Até no umbigo,
O ouro se retorce,

Anda de carro,
O tempo todo,
Produto de barro,
E coisa de bobo,

Festas e vida diferente,
O pobre é um indigente,
Que lhe oportuna,
Bem na sua frente,
Mora uma viúva,

Que tem seus filhos ainda,
Dinheiro bem pouco,
Sorte que tem comida,
Vive chorando feito louca,
Sempre olhando pra cima.

Mas o mundo lhe absolve,
No novo modo de ser,
Todo mundo resolve,
Então, lhe socorrer.

A diferença vem na morte,
Que qualquer hora pode chegar.
E entrega a própria sorte,
Qualquer um que ela venha buscar,

Não escolhe por diploma,
Nem perdoa vida difícil,
Nesse dilema a vida soma,
Só mais um no precipício.

O ser humano,
Se acha eterno,
Sempre insano.
Dentro de seu terno,

Caminha a pensar,
No seu futuro,
Sem saber que lá está,
Um pobre em apuro,
Indo pro lado de lá,

Dai vem a religião,
Trazer o conforto,
Enfeitar a ocasião,
Do pobre morto,

Que a sorte lhe possa seguir,
Pois se sorte lhe faltar,
Algo vai lhe perseguir,
Não importa onde está,

Terminado o velório,
Todo mundo vai embora,
Volta tudo pro envoltório,
Alguém aínda chora,

Mas logo vai se esquecer,
Por que vivemos assim?
Achando eterno nosso viver?
Se a morte chega jazim.

Pra mim e pra você.

Inserida por Mario-Magalhaes

Cumplicidade e carinho.
O que vemos a beira de um ninho,
Não vemos uma cidade inteira,
Por que um só passarinho,
Não consegue fazer tanta sujeira,

Muitos humanos poluem,
Se entorpecem,
Muitas vezes se iludem,
Muitas outras se esquecem,

Vivem por covardia,
Fugindo da obrigação,
Com muita melancolia,
Pouca conservação,

Querem tudo do seu jeito,
Reclamam em muitas horas,
Querendo tudo perfeito,
Até as senhoras,

Se entregam nessas atitudes,
Chorando todo dia,
Pedindo que alguém ajude,
Sem muita alegria,

Não há quem as mude,
Podíamos repensar,
O agir e o falar,
As vezes poder seguir,
Em frente pra algum lugar.

Mas devo revelar,
Que já criamos as cidades,
As casas fechadas de muros,
Que se alguém pular,
Vai estar em apuros.

Dentro tem cachorros e armas,
Um egoísmo protegido,
Se tocar na simples sandália,
Tá tudo perdido,

São ferozes no possuir,
E algozes de si mesmos,
Tentando as vezes fugir,
Se encontram largados a esmo.

A esmola do trabalho,
E só um ensaio,
Pra poder passar o tempo,
Na sua humilde batalha,
A ruína são seus pensamentos,

Achando tudo perigoso,
Um mundo de covardia,
Anda sempre medroso,
Seja de noite ou de dia.

Vivem sempre egoístas,
Cercados em suas rotinas,
Lutam sem deixar pistas,
De suas horas cretinas,

A trocar o desapego,
Pelo feroz egocêntrismo.
Na luz do desassossego,
Fazendo malabarismos.

Aí chega a velhice,
E ficam todos perdidos,
Caminharam na mesmice,
Mas querem ser compreendidos.

Nem sei mais o que falar,
Pra mim tudo é absurdo,
Se nós unissemos já.
Poderíamos atravéssar o muro,
E ir pro lado de lá.

Mudar a nossa história,
Recusarmos de ser idólatras,
Deixar políticos na memória,
Deixar de ser alcoólatras,

Começar mudando as cidades,
Limpando tudo em sua volta,
Juntando todas as idades,
Plantando nossas próprias hortas,
Retirando nossas vaidades,

Ajudando os nossos irmãos,
De todas as formas possíveis,
Com dinheiro e instrução,
Para que se tornem incríveis,
Compreendendo que com união
Podemos ser vistos pela luz do invisível.

E com luz no caminho,
Podemos tirar os espinhos,
De um tempo passageiro,

E voltar para o ninho,
De uma vida obreira,
E continuar com carinho,
Uma vida mensageira,

Assim poderemos morrer em paz,
Descansar de verdade,
Sem medo de olhar pra traz,
Sabendo que viveu com bondade,

A vida muda de pressa,
Os anos passam a fio,
Pro tempo tudo que interessa,
É sombra, calor e frio,

A vida no vazio,
Refaz os pensamentos,
Pode dar calafrios,
Mas também tirar os tormentos,

Saber que ninguém morre junto,
No mesmo corpo quero dizer,
E esse imenso conjunto,
É tudo que pude saber.

Inserida por Mario-Magalhaes

Sou cachorro,
Sou viola do mato,
Quem é que não se apaixona,
Por mulher de retrato,

Sou perdido,
Mas não deixo de me encontrar,
Pros amigos um beijo,
Por onde quer que está,

No imenso desejo,
De poder te falar,
É que enfim eu vejo,
A beleza do mar,

Tudo isso pra que,
Só pra te demonstrar,
Que a alegria em você,
É o melhor que há,

Nesse dia tão lindo,
Nessa história tão bela,
Quem é que já vai indo,
Se esquecendo dela,

Uma flor tão bonita,
Que tinha comigo,
Então pare e reflita,
Por favor meu amigo,

Que a vida é boa,
Tem que aproveitar,
Pois o tempo voa,
Não tem quem faz parar,

E por isso eu te peço,
No meio desse verso,
Olhe a sua volta,
Pense no seu regresso,

Para depois da vida,
Não se lamentar,
Dessa história querida,
Que vc está a criar,

Viva com muito amor,
Seja só luz e paz,
Te peço por favor,
Não se esqueça jamais,

Que caixão não tem fundo,
Só tem alça,
E tem beira,
Onde o próprio defunto,
Não fede nem cheira,

E reconhece de vez,
Que a vida passou,
Lhe fez só um freguês,
Sabe lá quem gostou,

Da sua proza,
E de suas ações,
Por que, quem chora,
Jamais esquece os palavrões,

A falta de perdão,
Que pode te afundar,
Ouça só meu irmão,
O que vou te falar,

A vida é um simples sopro,
Na eternidade sem fim,
E só sendo louco,
Pra não pensar assim,

Inserida por Mario-Magalhaes

A morte

E se eu dormisse,
E não voltasse,
Talvez precise,
Alguém preparasse,

O meu funeral,
Minha última despedida,
Fugindo de todo mau,
Em toda minha vida,

Comprometido estou,
Vendo na solidão,
Grande gesto de amor,
Mas falarão,

Ele sempre gostou.
Mas perai,
Quem te falou?
Ele ficava ali,

Sorria discretamente,
Era sempre Gentil,
Amigo de toda gente,
Pra mim sempre viu,

Alguém necessitado,
Grande lutador,
Pra outro um ingrato,
Que em sua dor,

Deixou simples vestes,
Nenhuma herança,
Viveu sempre campestre,
Com ar de mudança,

Sem guerras,
E desafios,
Só quem erra,
Pra sentir o calafrio,

Da insegurança,
Em sua batalha,
Mas a esperança,
Nunca falha,

E lhe alcança,
Com sua medalha,
Com sua lança,
E sua simples sandália.

Toda bonança,
Que experimentara,
Humilde ganância,
Que sempre falhara,

E te fez indigente,
Vazio em todo lugar,
Passando por essa gente,
Que está sempre a vagar,

Sempre invisível,
E reflexivo,
Quase desperceptivel,
Pra uns o alívio,

Por toda terra,
Todo lugar,
Mas algo encerra,
Mais um falar,

Desta vez sou eu,
Desculpas devo pedir,
Jesus sempre prometeu,
Te amparar te acudir,

Que dia engraçado,
Fico sorrindo,
As vezes calado,
E assim vou indo,

Pros últimos minutos,
Tudo ainda normal,
Ainda tenho assuntos,
Parece natural,

Sempre estamos juntos,
Acredite em mim,
Sou absoluto,
Firme até o fim,

Vou virar adubo,
Planta de jardim,
Agora isso tudo,
Faz sentido pra mim,

Só tentando expôr,
Toda minha história,
Vai saber a dor,
E misericórdia,

Que tentamos,
Por toda parte,
Sempre juramos,
Sem expor necessidades,

E lutamos,
Nessa humilde passagem,
Assim conquistamos,
Nossa última homenagem.

Força divina,
que nos ilumina,
Nos faz perceber,

Como é breve,
Nosso viver,
E tão leve,
O nosso merecer,

Nos receba,
Com todo amor,
E nos entenda,
Por favor,

Nos nossos erros,
Na solidão,
Em fim me entrego,
Em tuas mãos.

Inserida por Mario-Magalhaes

Ladrilho de Pedra,
Me perco a vagar,
Só quem não erra,
Pode me encontrar,

Me perdi pelo chão,
Procurando você,
Olhe com atenção,
Você vai perceber,

Mesmo que te diga,
Que te faça saber,
Se algo te complica,
Você pode resolver.

Olhe para céu,
Olhe para todo lado,
Quem se atreveu,
Ja está enjoado,

Cantiga de galo,
Me acorda de manhã,
Se eu não te falo,
Você me apanha.

Continuo escondido,
Você sabe por que?
Os melhores amigos,
Sou eu e você.

Inserida por Mario-Magalhaes

A morte é tão doce,
quanto a sorte que te trouxe,
Se não fosse,
A tosse,

Tudo que se retorce,
Em sua passagem,
Até que forcem,
A homenagem,

Que deveria ser,
Um incrível viver,
Caridade e amor,
Provando ser professor,

De matéria tão repetida,
Por tantos nessa história,
E quantos nessa vida,
É só buscar a memória,

Sair da corrida,
Da tentação,
Da reprovação,
Desta massa falida,

Que destroe o viver,
Só quem não vive pra saber,
Que o animal morre,
Só pra comer,

O desmatamento,
Só pra comer,
Acham que dura pra sempre?
Vamos ver...

Também gostaria,
Mas nossa rebeldia,
Me fez refletir,
Nessa covardia,

Que fazemos aqui,
Somos seres humanos,
A causar tantos danos,
E a proibir,

O saber,
Desta ilusão,
Que acaba com a morte,

Ou com a devastação,
Quando vem o furacão,
Terremotos e guerras,
Aí toda ilusão
Se quebra,

E enxergamos a verdade,
Fim da nossa vaidade,
Somos frágeis
Basta tempestade,
Pra ficarmos amáveis,

Como entender,
Uma vida inteira,
Ou várias pra ter,
Uma razão passageira,

Uma intenção
Verdadeira,
Pra todos,
Pra tudo,

Absurto...

Inserida por Mario-Magalhaes

Sorte,
Vem vindo,
Vejo alguém sorrindo,
Não pode ser trote,
Fico pensando,
Que sorriso lindo,
Vou logo falando,
Vem de onde?
Pergunto,
Do infinito,
Retruca,
Paro de novo,
Sem entender,
No meio do povo,
Algum querer,

Ganhar ou perder?
Em tudo.
Numa discussão,
Pra não perder a razão.
Numa batida,
pra não perder a briga.
No casamento,
Vê se aguento?
Provar ser melhor.
Como se vai morrer?
Ser o mais forte.
Pra que ?
O mais bonito,
O tempo mostra ser finito,
Tantas disputas,
Que no fim toda luta,
Sessa no extinguir,
Do respirar,
Até atingir,
Alguém a enganar,
Enganar alguém,
Engana a si mesmo,
A vida passa e nos provará,
Todo dia alguém vai pra lá,
E tudo torna - se,
Abstrato,
Novamente.
Para os viventes,
Que continuam eloquentes,
Achando muita vida pela frente.
Como sempre.

Inserida por Mario-Magalhaes

)))---Cumplicidade e carinho.
)-O que vemos a beira de um ninho?
)))---Não vemos uma cidade inteira!
)))---Por que um só passarinho,
)---Não consegue fazer tanta sujeira.

Inserida por Mario-Magalhaes

Viva para a morte,
Encontre em você,
A sua sorte,
Para não se perder,

Em seu sentido,
Saiba caminhar,
Na certeza de ter aprendido,
Que a vida vai acabar.

Por isso respeite,
Tudo a sua volta,
Então aceite,

Tudo como é,
Não se revolte,
Mesmo até,
Que leve um trote,

Saiba aceitar,
Abra a consciência,
Busque alcançar,
A sua essência,

Divina,
Do saber,
Que te anima,
Pode crer,

Que em você,
Existe uma paz,
Que ninguém jamais
Vai entender,

E uma calma,
Que só você,
Pode perceber,
As vezes pode perder,

Mas logo se recompõe,
E senti a paz vibrante,
Parecendo canções,
E durante,

Esse momento,
Você vibra,
Controla os pensamentos,
Cessa a briga,

E os tormentos,
Que lhe perseguem,
Vai percebendo,
Algo que te ergue,

Ao mais alto,
Domínio psíquico,
Você dá um Salto,
Empírico,

Para a eternidade,
Sente Deus,
Sua verdade,
E lembra que prometeu,

Viver e transmitir,
O melhor de você,
Pra todo mundo assistir,
E também crer,

Que essa é sua melhor,
História de vida.

Inserida por Mario-Magalhaes

Respeitar a vida é necessário,
Por que nessa corrida,
Somos todos falhos,
Não encontramos abrigos,

A morte é o ponto final,
A vida é só a corrida,
Pra seu rumo fatal.
Que não sabemos onde vai dar,
Sabemos que está perdida,
Do modo que estamos a levar,

A destruir a natureza,
O planeta terra,
Suas grandezas,
O desrespeito ferra,

O nosso sentido,
Por isso nos perdemos,
E entramos em conflitos,
Quando entendemos,

Voltamos e percebemos,
Que nos perdemos,
Do infinito,

E aí ficamos embaralhados,
Donos do saber,
No fundo estamos embaraçados,
Em nosso próprio viver.

A luz do mundo é o sol,
Por isso temos que acreditar,
Que tudo isso é em prol,
De toda vida a habitar,

A terra sua grandeza,
Que é pra todos e pra tudo,
Nossa real natureza,
O que achou desse absurdo?
Pra muitos...
É só a proeza.
De um novo mundo.

Inserida por Mario-Magalhaes

Ser humano?

Se destruirmos o planeta,
Com nosso EGO voraz,
Esqueçamos a caneta,
Não escreverá mais.

Inserida por Mario-Magalhaes