A Inteligencia Nao se Mede
Nós éramos amigos e nos tornamos estranhos um para o outro. Mas está bem que seja assim, e não vamos ocultar e obscurecer isto, como se fosse motivo de vergonha. Somos dois navios que possuem, cada qual, seu objetivo e seu caminho; podemos nos cruzar e celebrar juntos uma festa, como já fizemos (...)
Que tenhamos de nos tornar estranhos um para o outro é da lei acima de nós: justamente por isso deve-se tornar mais sagrado o pensamento de nossa antiga amizade! Existe provavelmente uma enorme curva invisível, uma órbita estelar em que nossas tão diversas trilhas e metas estejam incluídas como pequenos trajetos – elevemo-nos a esse pensamento! Mas nossa vida é muito breve e nossa vista muito fraca, para podermos ser mais que amigos no sentido dessa elevada possibilidade. – E assim crer em nossa amizade estelar, ainda que tenhamos de ser inimigos na Terra.
"Dária acordou chateada. O dia tinha começado errado. O tempo não passava, as nuvens cinzas estavam baixas. Ía chover.
Talvez, se as nuvens fossem rosas, ou quem sabe laranjas, ela pudesse dizer que seria legal o dia.
Mas eram cinzas e ficavam mais escuras enquanto o tempo se arrastava. E tinha a chuva que vinha…
Se ela não fosse tão fria, tão triste e tão molhada, talvez Dária gostasse dela.
Se tivesse gosto de morango com chocolate e sorvete de creme, se tivesse cheiro de jasmim, quem sabe não mudasse tudo?
Mas era apenas chuva, molhada e fria, e o cheiro de asfalto molhado.
O dia está sendo meio parado, sem muitos assuntos, sem muitas tarefas, sem muitos sonhos...
O tempo talvez fosse um velho barbudo de pernas cansadas querendo uma cadeira para descançar.
Talvez fosse uma criança entretida com um brinquedo. Só o que Dária sabia é que hoje o tempo estava distraído, tinha parado pra conversar, e ela queria que ele andasse mais rápido.
Ela queria que o dia terminasse.
O dia chuvoso, cinza e lerdo.
Dia de ficar na cama sonhando acordada e fingindo que está dormindo."
A tentação que me assalta não é maior que a graça que me é concedida.
Superar a perda de quem tanto amamos não é fácil, pensamos que vai amenizar com o passar dos anos, mas é só vermos uma fotografia, um vídeo ou alguma outra coisa que traga pra perto de nós as lembranças desse alguém, para que fiquemos completamente saudosos. É impossível esquecer quem tanto amamos, é impossível deixar as memórias serem apagadas da nossa mente. Olhando para esses gifts, só me fez manter ainda mais forte as lembranças de vocês, minha vó e irmão!💔😢❤
Não mude pra agradar ninguém! Quem realmente gosta de você; vai gostar também das suas imperfeições. Se mudar, mude por si mesmo, deixe que a mudança venha de dentro de você, não seja submisso as vontades alheias. As vezes as pessoas buscam a perfeição e esquecem que somos humanos e com defeitos. A mudança deve sim existir, desde que venha de nós mesmos a vontade de mudar!😊😉❤☝
"Quando se ama de verdade, não se tem um final feliz, pois o verdadeiro amor, jamais tem fim", a mim foi entregue esse mantra, sigo esperançoso nele, pois quando a alma destinada a reencontrar-se com a minha surgir, sei que nada nos separara, pois o que é verdadeiro jamais finda, nem nesse mundo, nem no próximo, nem nessa vida e nem nas próximas.
Ele: Sente sua falta hoje
na escola, por que você não foi?
Ela: É, eu tive que ir ao médico.
Ele: Ah, mesmo? Por que?
Ela: Ah, nada. Consultas anuais, só isso. Então, o que tivemos em matemática hoje?
Ele: Você não perdeu nada demais. Só um monte de anotações.
Ela: Ok, bom.
Ele: É.
Ela: Ei, tenho uma pergunta.
Ele: Fale.
Ela: O quanto você me ama?
Ele: Você sabe que eu te amo mais que tudo. Por que a pergunta?
Ela: (silêncio)
Ele: Tem algo errado?
Ela: Não, nada mesmo.
Ele: Ok.
Ela: O quanto você se importa comigo?
Ele: Eu te daria o mundo numa batida de coração, se eu pudesse.
Ela: Daria?
Ele: É, claro que eu daria. (parecendo preocupado) Tem alguma coisa errada?
Ela: Não, tá tudo bem.
Ele: Tem certeza?
Ela: É.
Ele: Ok, eu espero.
Ela: Você morreria por mim?
Ele: Eu me jogaria em frente uma bala para ela não te atingir, a qualquer dia.
Ela: Mesmo?
Ele: Mesmo. Mas agora, sério mesmo, aconteceu alguma coisa?
Ela: Não, eu tô bem. Você tá bem, nós estamos bem. Tá todo mundo bem...
Ela: Bom, tenho que ir. Te vejo amanhã na escola.
Ele: Tchau. EU TE AMO.
Ela: Também te amo, tchau.
O OUTRO DIA NA ESCOLA:
Ele: Ei, você viu minha namorada hoje?
Amigo: Não. Ela não estava aqui ontem também não.
Ele: Eu sei, ela estava agindo estranho no telefone ontem
Amigo: É cara, você sabe como as garotas são de vez em quando.
Ele: É, mas ela não.
AQUELA NOITE: (o telefone toca)
Ela: Alô?
Ele: Oi.
Ela: Ah, oi.
Ele: Por que você não foi na escola hoje de novo?
Ela: Ah, eu tinha outra consulta no médico.
Ele: Você está doente?
Ela: Hm, eu tenho que ir, minha mãe tá me chamando.
Ele: Eu espero.
Ela: Pode demorar, te ligo depois.
Ele: Tudo bem então, te amo (longa pausa)
Ela: (chorando) Olha, acho que devíamos terminar.
Ele: O que?! Por que?
Ela: Acho que é o melhor pra nós dois agora.
Ele: POR QUE?
Ela: Eu te amo. (ela desliga)
A GAROTA NÃO FOI PRA ESCOLA POR MAIS TRÊS SEMANAS, E NÃO ATENDEU AOS TELEFONEMAS.
Ele: E ai, cara.
Amigo: Oi. E ai, falou com sua ex?
Ele: Não.
Amigo: Então você não soube?
Ele: Soube o que?
Amigo: Não sei se eu seria a melhor pessoa para te contar, então, ligue nesse telefone. (passou um papelzinho para ele)
ELE LIGA NO NÚMERO DEPOIS DA ESCOLA.
Voz: Alô, Suppam County Hospital, aqui é a enfermeira Beckam.
Ele: Ah, eu devo ter ligado no número errado, estou procurando por uma amiga.
Voz: Qual é o nome dela? (o garoto dá as informações)
Voz: Sim, esse é o número certo. Ela é uma de nossas pacientes.
Ele: É mesmo? O que aconteceu? Ela está bem?
Voz: O quarto dela é o número 646, no prédio A, suíte 3.
Ele: O QUE ACONTECEU?
Voz: Por favor, venha aqui e veja o senhor mesmo, obrigada.
Ele: Espera! Não! (o telefone já tinha sido desligado)
O GAROTO FOI PARA O HOSPITAL. A GAROTA ESTAVA DEITADA NA CAMA DO QUARTO. ELA PARECIA FRACA.
Ele: Meu Deus, você está bem?
Ela: (silêncio)
Ele: Amor, fala comigo!
Ela: Eu.. eu tenho câncer. Estou em suporte de vida.
Ele: (começa a chorar)
Ela: Eles vão desligar tudo hoje à noite.
Ele: Por que?!
Ela: Eu queria te contar, mas eu não podia.
Ele: Por que não?
Ela: Eu não queria te machucar.
Ele: Você nunca poderia me machucar.
Ela: Eu só queria ver se você sentia o mesmo que eu sinto por você
Ele: ?
Ela: Eu te amo mais que qualquer coisa. Eu te daria o mundo em uma batida de coração. Eu me atiraria em frente a uma bala para te salvar. Eu morreria por você.
Ele: …
Ela: Não fique triste, eu sempre vou te amar, estando aqui ou não.
Ele: Então por que você terminou comigo?
Enfermeira: Ei, jovem, o tempo de visita já acabou.
O GAROTO SAI, AS MÁQUINAS DE SUPORTE DE VIDA FORAM DESLIGADAS. ELA MORREU.
Mas o que o garoto não sabia é que a garota só fez aquelas perguntas à ele para poder ouvir ele dizer aquelas coisas uma última vez, e ela só terminou com ele porque ela só tinha mais três semanas de vida e pensou que assim causaria menos dor à ele, dando um tempo para ele esquecê-la antes dela morrer.
NO PRÓXIMO DIA: O garoto foi encontrado morto com uma arma em sua mão, e com um pequeno papel na outra, escrito: Eu disse à ela que levaria um tiro por ela, assim como ela disse que morreria por mim.
Não tenho certeza de que a vida de qualquer pessoa no mundo aconteça exatamente do jeito que se imagina. O que podemos fazer é tentar sempre agir para que tudo aconteça da melhor maneira possível. Mesmo quando tudo parece impossível.
O ciúme não é amor. Amor é saúde, ciúme é doença, uma doença oriunda do estado de vulnerabilidade e de insegurança da alma. O ciúme é um dos mais básicos condicionamentos dos casais. É uma triste herança, um aprendizado que passa de pais para filhos, de geração para geração. O ciúme é uma erva daninha cultivada – e só existe por causa disso. Como o ciúme existiria se não fosse adubado, regado?
Entenda: o ciúme é o sentimento que vem da idéia de que o possuído está prestes a fugir da gaiola do possuidor para uma outra gaiola. Ele é o efeito colateral vindo da certeza de que não se é suficiente para a pessoa amada. Se você é ciumento, ciumenta, é porque desconfia que ainda não é suficiente para a pessoa amada. Se você é ciumento, é porque vê em si um vazio, uma deficiência, uma feiúra... você vê muitas falhas e defeitos em você, o que lhe traz o medo de que ao ser comparado, comparada com outro ou com outra, você fique em desvantagem.
Enfim, se você tem ciúmes, é porque tem a mais plena certeza de que o objeto do seu amor ainda não é seu ou sua.
Não sei porque adiamos as coisas, mas se tivesse que adivinhar, diria que tem muito a ver com o medo. Medo do fracasso, medo da dor, medo da rejeição. Às vezes o medo é só de tomar uma decisão.
"No teu sorriso encontro todo o prazer que não consegui encontrar em nenhuma droga que já experimentei."
Seu achismo para mim não passa de um atrevimento ignorante..Ou seja ele apenas deixa sua imagem mais decaída.
"A vida nos dá o direito de recomeçar, de vencer, de fazer e ser diferente a cada dia. Não se acomode dentro de seus medos e de suas frustrações... Se existe realmente um LIMITE, acredite: o SEU corre lá na frente, experimente alcançá-lo."
-Aline Lopes
