A Inteligencia Nao se Mede
Pela primeira vez, eu não vou te pedir um diálogo. Farei um mónologo e tu será a ouvinte. Só não saia antes do adeus.
Aonde tu quer chegar? Por que tu acredita nisso? Por que tu não acredito nisso? Poxa, o que eu fiz pra tu querer fugir, assim?
Não, não é pra responder nada, aliás, tu não tem voz aqui agora. É só pra pensar, se tu ainda costuma fazer isso. Pensar nas noites sem dormir, nas lágrimas, nas lámurias, nas dores e pontadas no coração, na felicidade sem tamanho, na vontade de arrebentar todas as correntes só por um abraço, na raiva, no ciúme, na minha forma de querer.
Eu sei, tu não vai ler. Eu sei, tu não vai pensar. Eu sei, tu não vai voltar.
Agora, pode ir.
Adeus.
Eu me sinto muito confortável quando estou com você. É surpreendente porque geralmente eu não me sinto confortável perto de... Bom, ninguém.
Eu não posso dizer que entendo o plano de Deus, mas quando Cristo prometeu uma ressurreição dos mortos, eu achei que ele tinha algo diferente em mente.
– Não tem nenhuma compaixão pelos meus nervos? – diz a esposa.
– Está muito enganada, minha querida. Tenho o maior respeito por seus nervos. São meus velhos amigos. É com consideração que a ouço mencioná-los há vinte anos, pelo menos.
(Jane Austen)
Ela é tolerável, mas não bela o bastante para me tentar. Não estou com ânimo no momento para consolar jovens rejeitadas por outros homens.
Não vou apenas te ensinar a superar seus medos. Vou te ensinar a despertar a cobra que há em você. E, quando fizer isso, você será temido.
Festejar é celebrar a vida. É curtir o hoje, esquecer o ontem e não temer o amanhã. Festejar é deixar que a música seja o maestro soberano do corpo. É perceber que dinheiro nenhum substitui o valor das amizades. Festejar é ser livre para decidir os rumos da própria vida.
Ser fiel é saber respeitar quem
você ama de verdade, não enganar não trair,
saber dar valor à pessoa que confia em você
