A Gente vai se Vê de novo
Que todos tenha a serenidade da paz, que o limite dos seus sonhos seja a fé, que o desânimo seja vencido pela força de vontade, que o bem que mora em você seja mais forte que a maldade, que o seu foco seja toda a felicidade
Se entrega ao abismo diante das miscalha que em seu coração guardou. Ao desespero se vê com uma navalha no pulso. E ociosa permite esvair para sempre a vida. No chão o sangue carmim ainda morno e viscoso. Ainda resta poucos minutos pra lutar pela vída de quem lhe pois fim.
J. A. N
Em uma paixão desenfreada , se vê o corpo tremer nos movimento subtraido pelo desejo da carne, a paixão descobrindo a fantasia desventando os segredos escondido entre a sede de amar e tocar, tocar o corpo da paixão incorretamente sem si importar onde começar ou irá acabar,paixão se tornando vício mortal e imoral , paixão que se aprofunda na alma contaminado a carne , tornando assim seu maior prazer, prazer de amar uma paixão como você, escrito por Armando Nascimento
Todos buscam a verdadeira felicidade, mais nem sempre sabermos o que é a felicidade, a felicidade vem dos nossos atos feitos, a alegria quem sentimento ao saber que estamos bem, assim devemos fazer por onde nossos atos nos causa algum bem, e ter o sabor de criar coisas renovadas e útil pra que possamos nos satisfazer do que fazemos, só assim sabemos por meio de nossos atos o que é a felicidade, escrito por Armando Nascimento Parti
Há alguma coisa de que se possa dizer: Vê, isto é novo? Já foi nos séculos passados, que foram antes de nós.
ouça o que se vê,
veja o que lhe cheira,
ao cheiro das palavras
fale do que o toca.
(se) faz sentido saber escutar.
(alucinanão)
A realidade de um apaixonado só existe na cabeça do mesmo. A paixão distorce tudo o que vê, cria situações que só existe em sua cabeça e em nada mais; mas quando acaba... Abra os olhos apaixonados sob seus pés está o caminho do perigo, cuidado para não se tornarem assassinos de amores.
Veterano procurando desesperado o celular e, depois, vê aconchegado no bolso; troca estreito Gibraltar com ilha de Malta; chama cachorro que não vem, grita por Pitt, mas ele se chama kiko hummm... Neurônios com anemia e osteoporose? Diarréia cerebral? Alzheimer? Não, pode ser a tal síndrome do celular! Sim, fadiga de material, gastou! Celular novo não trava, veloz, sempre alerta e obediente, mas depois de 3 anos....... O tempo e uso não perdoa. Não obstante, avaliar, saber mesmo só com seu médico, não esqueça!
Um mestre oriental, doutrinando, pergunta ao discípulo o que vê à sua frente e depois? ‘Vejo uma imensa parede. Depois dela, como poderei saber, mestre?’ Resposta: ‘O dia que enxergar através de todas as paredes, serás um mestre. Porém, terás que sangrar o cérebro, as mãos e os pés pelo esforço em acreditar no seu êxito.’
Quem no espelho se vê um monarca absolutista, um Narciso divino ou, pior, um magistrado que coloca e sua verdade acima da lei, será infeliz. O radicalismo e a vaidade não convivem nem permitem o amor.
Infeliz de quem vê, acima de tudo, até na relação amorosa, registros contábeis de receitas e despesas. Se for deficitária, o estorno é inevitável. E o amor? Amor? Que amor?
A autoestima não é como você se vê, é como você se sente no profundo da sua certeza. Ela manifesta seus grilos e provoca a autoavaliação constante, seja essa positiva, seja negativa.
O maior triunfo de alguns é o tropeço notório daquelas pessoas às quais fingem só admirar, mas na verdade nutrem por elas a mais profunda e dissimulada inveja. Tal triunfo, no entanto, nunca tem consistência, porque afinal, pessoas de fato dignas de admiração, quiçá inveja, não caem definitivamente. Vão ao solo, reerguem-se, dão a famosa volta por cima e seguem, deixando à míngua os invejosos. A inveja é um alimento venenoso. Desnutre a alma de quem a nutre e julga, equivocadamente, atingir o outro.
INTENSIDADE
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Contato além do tato;
visão do que não se vê:
saudade; recordação em 3d.
PARA VÊ-LA FELIZ
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Busco em sua expressão as mais fluentes linhas
de alegria e leveza, um caminhar seguro,
sem o muro de sombras que o mundo institui
para todos os rumos de quem se procura...
Quero tempo e jornada pra lhe ver completa,
ver a luz de su´alma sobre todo o rosto,
folhear em seus olhos uma linda história;
um agosto vencido pela primavera...
Todo sonho tem asas, procure as dos seus,
há um fogo escondido, remova essas cinzas
e verá quantas brasas aguardam seu sopro...
Meu amor não aceita não lhe ver feliz;
é a lei que despacho e tem que ser cumprida;
minha vida se apaga sem a luz da sua...
SUJO DE FLOR
Demétrio Sena, Magé - RJ.
Era uma rua fétida. Insuportável: viam-se pelo chão, velhas fraldas imundas; ratos mortos; muitas poças de lama em dias de chuva, e muita poeira nos dias ensolarados. Às margens, o capim crescia desordenado e cobria uma vala que a prefeitura nunca fazia manilhar.
O agradável contraste naquela rua era o belo quintal da professora Janice. Via-se pela cerca de arame uma grande área de chão arborizado. As árvores eram nada menos do que alguns pés de flamboaiã que se mantinham floridos quase o ano inteiro. Eles cobriam de pétalas o chão arenoso e grato por tamanha beleza.
De vez em quando a professora Janice era vista mal humorada, vassoura em punho, varrendo as flores que atapetavam o chão de seu tão belo quanto admirado quintal. Admiração não somente pelas flores, mas também pela sombra extensa, com leves pitadas de sol que tornavam tudo mágico. Era mesmo impossível passar pelo quintal da professora Janice e não dar uma boa olhada.
Passei um bom tempo sem ir ao bairro em questão. Logo, sem admirar o quintal da rua imunda. Quando voltei a passar por lá, foi grande a surpresa pelo que vi: o quintal da professora Janice, agora cercado por um muro de pouco mais de um metro e meio, não tinha mais as árvores. Como não resisti, aproximei-me para ver melhor e vi o chão todo pavimentado, sem nenhum arbusto; nenhuma roseira; maria sem vergonha... qualquer planta.
Finalmente, o imóvel da professora estava mais imóvel do que nunca: não tinha vida; os pássaros foram embora; também se foram as borboletas. Restou a casa, bem mais ampla e luxuosa, cercada pelo chão pavimentado e quente, além dos banquinhos de cimento expostos ao sol torrencial.
Curioso, perguntei a um menino da rua imunda se a professora Janice não mais morava no local. Ele respondeu que sim. Encorajado por sua boa expressão, me deixei indagar se ele sabia o motivo de a professora ter mandado cortar todas as árvores do lugar.
- Olha, moço; saber, mesmo, não sei não... mas ela vivia reclamando porque as árvores davam trabalho... deixavam seu quintal todo sujo de flor.
A REESCRITA DO AMOR
Demétrio Sena
O amor pode achar outra saída,
quando vê que o sentido não se ajusta,
custa caro viver uma verdade
que faria da vida um peso eterno...
É preciso pensar sobre o sentir,
se nos fere um contexto conturbado,
faz o sonho mentir para si mesmo
como forma disforme de viver...
Nosso amor pode ser desconstruído
e refeito em essência inusitada
que mais nada pudesse contestar...
Poderemos amar sem perda e dano,
sem o cano da culpa em nossa testa,
se mudarmos o texto deste amor...
