A Gente se Entende
Nossa missão é evangelizar
Levar a palavra de Jesus a quem dela precisar
Ser missionário é entender a palavra de Deus
Ensinando-a com amor e fé a todos os irmãos seus.
Nossa missão é evangelizar
A palavra de Deus aprender e poder ensinar
A todos os irmãos para a Messe aumentar
O Reino de Deus e frutificar.
Ser missionário é viver em comunidade e trabalhar
Levando a palavra de Jesus a quem dela precisar
Ensinando-a com amor e fé a todos os irmãos seus
Pois, a Messe é grande e é preciso trabalhar
Para colher os bons frutos da Seara de Deus.
Uma coisa é pegar frases prontas, versáteis e rimá-las, falando sobre o que não entende numa sinfonia.
Outra coisa é transformar sentimentos enraizados, pensamentos bagunçados, numa bela poesia...
Na primeira nos encantamos pela brincadeira com as palavras, ficamos na beira com as ondas nos nossos pés a tocar.
Já na segunda mergulhamos a fundo, adentramos no oculto e podemos sentir o que o escritor sentia e queria nos passar...
Você lamenta, Deus ouve;
você suplica, Deus ouve;
você agradece, Deus se alegra.
Pois entende o quão grande
é sua fé, apesar das
dificuldades.
Ser comunista na juventude é aceitável, mas depois de adulto, depois que entende, aí já é ser mau caráter.
A mente que enxerga trilhões no horizonte entende que o egoísmo é uma prisão, pois a riqueza só se torna um império sustentável quando deixa de ser um espelho para o próprio umbigo e passa a ser uma fonte que irriga a vida de todos ao redor.
"Dominar a própria mente é o segredo dos grandes, pois a Visão Trilionária entende que o autocontrole é o fundamento de qualquer império duradouro."
"É fácil rir do que você não entende. Difícil é ter a disciplina de transformar o impossível em realidade, como eu estou fazendo."
"Artistas e criadores: parem de mendigar aprovação do sistema. Quando você entende que sua riqueza vem do Reino, você para de ser escravo da opinião alheia."
“A vida fica mais leve quando você entende que nem tudo precisa acontecer no seu tempo… mas tudo melhora quando você continua tentando.” ✨
A casa que partiu
Há uma dor que só a família entende,
uma dor silenciosa
que se reparte entre olhares e lembranças.
É a saudade que chega devagar,
mas pesa como o tempo
quando percebemos
que alguém levou consigo
um pedaço de nós.
É a ausência
de quem era o centro da mesa,
de quem unia os caminhos,
de quem fazia da simples presença
um lar inteiro.
Nós voávamos pela vida,
netos, filhos, cada um em sua estrada,
mas sempre havia um caminho de volta.
Voltávamos nos aniversários,
nos Natais iluminados,
ou quando a saudade apertava o peito
e o coração pedia abrigo.
Porque sabíamos
que ali estava nossa casa.
Hoje ainda queremos voltar…
mas o silêncio tomou o lugar da voz,
e o tempo levou embora
quem era o nosso porto seguro.
Agora entendemos:
não era apenas um lugar
que nos fazia voltar.
Era você
que transformava tudo
em lar.
A paz chega quando você entende que não precisa viver se explicando para quem escolheu não enxergar sua verdade. Deus conhece seu coração, sabe quem você é, e isso basta.
"Quando você entende para onde está indo, no que acredita e por que faz o que faz, tudo começa a fazer sentido"
Neste tempo, ainda se entende que os beijos são tímidos: são duas pessoas se conectando e vendo como reagem. Mas se o jeito formal continuar, não espere por sentimentos fortes na hora seguinte. A ligação não aconteceu.
Beijo é bom porque você sente o corpo do outro sem deixar marcas, é como mergulhar no escuro, uma ida sem volta. Beijo é um jeito de mostrar carinho, de sentir o gosto de quem você gosta, de falar muitas coisas sem dizer nada. Beijo é gostoso porque não cansa!
Do latim proba, de probare (demonstrar, reconhecer, formar juízo de valor, entende-se, assim, no sentido jurídico, a demonstração, que se faz, pelos meios legais, da existência ou veracidade de um fato material ou de um ato jurídico, em virtude da qual se conclui pela existência do fato ou do ato demonstrado.
A prova consiste, pois, na demonstração da existência ou da veracidade daquilo que se alega como fundamento do direito que se defende ou que se contesta.
E, nesta razão, no sentido processual, designa também os meios, indicados em lei, para realização dessa demonstração, isto é, a soma de meios para constituição da própria prova, ou seja, para conclusão ou produção da certeza.
A prova pode fundar-se na afirmação ou na negação de fatos, sobre que se pretende tenha nascido ou originado direito. Assim, orienta-se na afirmação positiva ou na afirmação negativa do fato contestado, de cuja demonstração decorrerá a certeza da afirmação.
A prova, por isso, constitui, em matéria processual, a própria alma do processo ou a luz, que vem esclarecer a dúvida a respeito dos direitos disputados.
Mas, tomada num duplo sentido, objetivo e subjetivo, não se mostra somente a demonstração material, revelada pelo conjunto de meios utilizados para a demonstração da existência dos fatos (sentido objetivo), como também a própria certeza ou convicção a respeito da veracidade da afirmação feita (sentido subjetivo).
E, assim sendo, juridicamente compreendida, a prova é a própria convicção acerca da existência dos fatos alegados, nos quais se fundam os próprios direitos, objetos da discussão ou do litígio.
Em consequência, somente há prova quando, pela demonstração, se produz uma luz suficiente para achar a verdade, ou quando os elementos componentes da demonstração estabeleceram uma força suficiente para produzir a certeza ou convicção.
A força da prova objetiva ou da prova material produzindo a prova subjetiva ou convicção, é que forma integralmente a prova jurídica, gerando os efeitos pretendidos, isto é, os de estabelecer uma demonstração inequívoca acerca dos fatos alegados ou afirmados.
Nesta acepção, incluem-se, especialmente, as provas propriamente ditas, decorrentes da materialidade de fatos, de que se formou a certeza. São as provas diretas, preparadas pelos próprios interessados ou demonstradas por eles, no que diferem das provas indiretas, constituídas pelos indícios e presunções.
