A Gente Aprende com as Decepções

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3547 ⚒️ Como Cuba está hoje é resultado da opção de Fidel e da Gente dele. Ele derrubou a Ditadura de Fulgêncio Batista, para implantar a própria Ditadura e optou pelo lado errado. Não libertou o povo, pelo contrário. Dizer que a culpa é dos Estados Unidos é Desfaçatez como dizer que os americanos foram os responsáveis pelas Bombas Atômicas no Japão. Desfaçatez Total.
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A Propósito disso: 👇
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3597 🧙‍♂️ BÁBA ZÉFA, a Vidente Eficiente, o é também porque Não Mente. E tem gente que não Aprende... Nem Entende!

3646 🗳️ Se o Voto é Secreto, por que tem gente perguntando em quem vou votar? O que pode ser isso?

Em terras abarrotadas de trabalhadores, gente de bem e servos de Deus mijando fora do penico, muito em breve, invocar o Santo Nome de Deus publicamente será blasfêmia.

⁠Com tanta gente Machucada no mundo, até os Carinhos nos cobram mais Cuidados.


Vivemos tempos em que o afeto deixou de ser apenas gesto; virou responsabilidade.


Já não basta estender a mão — é preciso saber onde tocar, como tocar — e até quando tocar.


Porque a pele do outro, tão marcada pelas cicatrizes da jornada, reagiu aprendendo a se proteger antes de se abrir.


E, ainda assim, o mundo continua faminto de ternura.


Talvez por isso os carinhos sejam hoje tão raros e tão preciosos: eles precisam atravessar medos, memórias e desconfianças antes de chegar ao coração que ansiosamente os espera.


E, quando chegam, chegam devagar — quase pedindo licença — porque sabem que qualquer descuido pode reacender dores antigas.


Mas o cuidado não enfraquece o carinho; ele o aperfeiçoa.


É no gesto atento, na palavra que não invade, no silêncio que acolhe, que o afeto encontra seu caminho seguro.


Afinal, quem carrega feridas aprende a reconhecer quem toca para ferir e quem toca para curar.


E talvez seja nisso que a Humanidade ainda tenha Salvação: na coragem de oferecer Carinho mesmo quando ele exige mais cuidado… e na Humildade de recebê-lo mesmo quando ainda Dói.

⁠Feio não é se abrir na internet…
Feio é um mundo tão abarrotado de gente, mais disposta a falar do que a escutar.


Quando alguém se arrisca a desabafar online, muitas vezes não está buscando atenção — está buscando Sobrevivência.


Chegar a esse ponto pode ser, sim, a última tentativa de encontrar um ouvido disposto a escutar, um olhar que não julgue, um coração que ainda tenha espaço para acolher.


Vivemos em tempos muito difíceis, em que quase todos têm voz, mas poucos têm paciência.


Todos opinam, mas poucos compreendem.


Quase todos estão prontos para responder, quase ninguém está disposto a ouvir.


E ouvir, nos tempos de hoje, virou quase um ato de Misericórdia.


Um gesto tão simples, mas tão raro: Parar, Respirar e Permitir que o outro exista na sua dor, sem ser Ridicularizado ou Diminuído.


Porque, no fim das contas, o Desabafo Online não revela a fraqueza de quem fala — mas a ausência de empatia de quem não quer ou não sabe ouvir.


E isso, sim, é tão Feio quanto Medonho.

⁠
Tem dias que a gente precisa esperar nossa alma reencontrar o corpo.


Há dias em que seguimos funcionando por inércia, enquanto algo essencial em nós ficou para trás.


O corpo cumpre agendas, responde a estímulos, atravessa compromissos; a alma, porém, ainda caminha devagar, tentando compreender o peso do que sentiu, do que perdeu ou do que ainda não conseguiu dizer.


Nesses dias, é preciso muita paciência.


Não como quem desiste, mas como quem respeita o próprio tic-tac interno.


Esperar a alma encontrar o corpo é aceitar que nem toda ausência é fraqueza e que nem todo silêncio é vazio — às vezes é só recomposição.


Quando enfim se reencontram, não há alarde.


O passo volta a fazer sentido, o olhar se assenta no presente, e o respirar deixa de ser apenas um reflexo.


Até lá, caminhar mais lento também é uma forma de cuidado.


Porque viver não é apenas estar de pé; é estar inteiro.


Há dias em que o corpo deita e a alma dorme de joelhos.

⁠⁠A gente só para de flertar com a m0rte todos os dias quando descobre que o melhor dia para se viver é hoje.


Há uma espécie de suicídi0 muito silencioso que pouca gente se atreve a nomear como tal.


Ele não acontece apenas nos gestos extremos, nas decisões finais ou nas manchetes trágicas.


Às vezes, ele se instala gradualmente, no adiamento crônico da vida, na rotina de empurrar para amanhã aquilo que já pede coragem no agora, na mania de sobreviver sem realmente habitar a própria existência.


Muita gente não quer m0rrer — quer apenas descansar da exaustão de existir sem sentido.


E é justamente aí que mora o flerte cotidiano com a m0rte: quando se abandona a urgência de viver.


Viver, porém, não é apenas respirar, cumprir tarefas, pagar contas e colecionar ausências disfarçadas de compromissos.


Viver é reconhecer que o tempo não faz promessas.


O amanhã é uma hipótese muito elegante, mas continua sendo hipótese.


O hoje, com todas as suas imperfeições, é a única matéria concreta que temos nas mãos.


E talvez amadurecer seja justamente isso: perceber que a vida não começa “quando tudo se ajeitar”, “quando a dor passar”, “quando houver mais dinheiro”, “quando a paz finalmente chegar”.


A vida está acontecendo agora — inclusive no caos, inclusive nas faltas, inclusive enquanto ainda estamos tentando entender quem somos.


Há quem flerte com a m0rte não por desejar o fim, mas por tratar a vida com permanente negligência.


Negligencia os afetos, as pausas, a própria saúde, os pedidos de socorro da alma, os sinais do corpo, os vínculos que importam, as palavras que deveriam ser ditas enquanto ainda há quem possa ouvi-las.


Age como se viver fosse um ensaio infinito, como se sempre houvesse tempo para recomeçar, pedir perdão, recalcular a rota, amar melhor, ou simplesmente descansar.


Mas nem todo adiamento é prudência; às vezes, é desistência parcelada.


Descobrir que o melhor dia para viver é hoje não é um clichê otimista — é uma revelação muito dura.


Porque obriga a gente a encarar a própria covardia, os próprios álibis e a confortável ilusão de controle.


Nos obriga a admitir que há muita m0rte disfarçada de rotina eficiente, muita apatia travestida de maturidade, muito medo chamado de prudência.


E, ao mesmo tempo, essa descoberta também liberta: porque devolve ao presente a dignidade que o imediatismo e a ansiedade roubaram.


Faz a gente entender que viver bem não é ter a vida perfeita, mas parar de oferecer o próprio tempo em sacrifício a tudo aquilo que nos afasta de nós mesmos.


Talvez a grande virada aconteça quando deixamos de esperar uma razão extraordinária para viver e passamos a reconhecer a grandeza escondida no ordinário: no abraço ainda possível, na conversa adiada que enfim acontece, no descanso sem medo e sem culpa, na lágrima que finalmente se deixa rolar, no riso que interrompe o peso do mundo — ainda que por alguns segundos.


O hoje não precisa ser grandioso para ser valioso.


Ele só precisa ser vivido com presença — e não desperdiçado como se fosse descartável.


No fim, flertar com a m0rte todos os dias talvez tenha menos a ver com desejar partir e mais com não se permitir ficar por inteiro.


E viver, em sua forma mais honesta, começa quando a gente decide parar de se ausentar da própria história.


Porque o melhor dia para viver não é o dia ideal, nem o dia fácil ou o prometido.


É este.


O único que realmente chegou — o agora.

- Saber o que me irrita?
- Não. O que?
- Gente acomodada!

Inserida por aleynem

A gente luta pra alcançar um objetivo e quando alcançamos não podemos parar de lutar por ele.

Inserida por gusmazza

.. A gente se entende,
mesmo com as nossas diferenças, com nossos desentendimentos, mas a gente se entende..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

..Porque um dia sem ti,
não é apenas mais um dia. São 24 horas de teste!! Entao a gente se pega imaginando como seria ruim se fosse assim por mais tempo..

Inserida por BarbaraEllenDeLima

A vida inteira a gente busca um certo Alguém..
Que venha a nos completar...
Como se estivesse nos faltando algum pedaço...
Alguém que seja como um espelho...
Onde possamos nos refletir...
E nos reconhecer...
Porque,quase sempre, cultivando uma auto-imagem distorcida...
Carecemos dos olhos amorosos do companheiro...
Para vislumbrar e valorizar nosso eu real ...

Inserida por llbarreto

O amor não é gente que acha e escolhe. O amor acontece... é ele que nos acha e nos escolhe!

Inserida por FranMoraes

Tem gente que sonha em ser herói.
Eu sonho em ser humano.

Inserida por catrumano

Hoje em dia as pessoas dizem "Eu te amo" pra qualquer idiota, e ainda tem gente que acredita.

Inserida por rayllonne

Isso, vc me encanta, com o canto da sua alma, que de tão transparente, se mostra mais "gente" e mesmo distante e carente, ilumina a mente de quem pouco te conhece, moça surpreendente..

Inserida por sueligarcia

"Tudo lembra a gente...
Acho que não cheguei a te dizer... Mas, por você? Pela primeira vez na vida... Por você me apaixonei.
Amei mais as mulheres.
Não te amei.
Eu amo você!
por o que você é, e pelo o que me fez ser.
Eu sempre amarei você."

Inserida por HiastLiz

O amor é quando a gente mora dentro do coração da outra pessoa? Se for isso, dá para voce ir um pouco para o lado, voce ocupa meu coração todo, preciso de um espacinho, se não, tu me sufoca.

Inserida por PamellaFerracini

Esse povo esta doido mesmo:
-'Parem de cuidar da minha vida'
5 minutos depois...
-Vai gente, perguntem no Ask.fm.

Inserida por lannaokuma