A Cartomante Machado de Assis Poemas
Quando os prazeres nos esgotaram, julgamos haver esgotado os prazeres; e então dizemos que nada pode saciar o coração do homem.
Não há homem que não deseje ser absoluto, aborrecendo cordialmente o absolutismo em todos os outros.
É muito difícil, e, em certas circunstâncias, quase impossível, sustentar na vida pública o crédito e conceito que merecemos na vida privada.
A opinião da nossa importância nos é tão funesta como vantajosa e segura a desconfiança de nós mesmos.
É tal a incapacidade pessoal de alguns homens, que a fortuna, empenhada em sublimá-los, não pode conseguir o seu propósito.
Tudo é grande no templo do favor exceto as portas, que são tão baixas, que por elas apenas se pode entrar de rastos.
A igualdade de oportunidades e direitos que vêm sendo conquistados pelas mulheres há pouquíssimo tempo, não determinam que as mesmas não queiram mais ser tratadas com respeito e gentileza. Isso é uma confusão causada pelos grupos que "lutam" por mais "igualdade".
Jamais conseguirão assumir o mal que carregam, simplesmente porque não possuem caráter suficiente para arcar com o que dizem e/ou fazem.
A ignorância financeira que domina a maioria dos clientes de Banco, é um dos fatores que proporciona os grandes lucros do sistema financeiro.
Engana-se quem pensa que o Banco quer resolver seu problema ao conceder-lhe um empréstimo.
O Banco deseja vê-lo sempre dependente de novos empréstimos e, portanto, não espera que o cliente encontre a estabilidade. Quem está bem de vida não precisa de Banco.
Comete um grave erro quem recorre ao Banco para pedir empréstimo com o objetivo de saldar alguma dívida com outra pessoa. Melhor fazer um acordo com fiadores...
O Banco é um grande espertalhão: para vender seus produtos ele tem conselheiros psicólogos que vasculham o ego do cliente em busca de motivações para fazer seus produtos atraentes e desejáveis.
Naquela época, se pudéssemos ter ouvido as vozes um do outro, tudo teria sido muito melhor.
(Shouya Ishida)
Minha avó disse que a morte não existe. Ela acreditava que só morremos quando os outros nos esquecem.
“O amor é abstrato demais, e indiscernível. Ele depende de nós, de como nós o percebemos e vivemos. Se nós não existíssemos, ele não existiria. E nós somos tão inconstantes… Então o amor não pode não o ser também. O amor se inflama, morre, se quebra, nos destroça, se reanima… mas reanima. O amor talvez não seja eterno, mas a nós ele torna eternos… Para além da nossa morte, o amor que nós despertamos continua a seguir o seu caminho.”
