A Amizade Surge quando Aprendemos a Admirar
Fique quieto.... faça de conta que está morto.
Quando a dor vier - e vem -, fique quieto!
Se você fizer de conta que não está sentindo nada,
ela segue a sua própria estrada.
Quando um problema surgir - e surge -, não se mexa!
Se você fizer de conta que não é com você,
ele vai desaparecer.
Quando a tristeza chegar - e chega -, não se mova!
Faça de conta que você está morto,
e que só está por aqui fazendo hora...
Ela vai embora.
Viva fazendo de conta
que você está vivo
que você está morto
que você está vivo
que você está morto
...
Você sabia que a vida é feita de altos e baixos?
Se na sua vida não há altos e baixos,
então você está morto
Quando estou incrivelmente feliz, fico até com medo do que possa vir pela frente, afinal a tristeza não pode perder uma.
Quando eu estava por volta dos meus quatorze & quinze anos, descobri que havia uma coisa dentro de mim.
E descobri que essa coisa dentro de mim era infinita... Você poderia entrar no âmago de todo o meu ser... E buscar, procurar & procurar...
Eu acredito que todo mundo é assim. Tem essa coisa... Esse poder, isso que faz nós tornarmos seres humanos únicos, especiais.
O impensável... O incomensurável e foi isso que agreguei a minha dança!
De mesmo modo que nossos musculos se desenvolvem quando suas fibras são destruídas, nossa vida também quando estamos numa fase ruim. Isto se chama Hipertrofia da vida.
Os dias são para nós modificar a cada dia,
Penso ne um futuro em que quando eu olhar para
Baixo e ver as lutas que vencera as batalhas que o Senhor me ajudou, sinto que meu coração almeja o bem e dele so provera o Amor.
Quando você estiver triste encontrara a felicidade nas coisas mais simples que existe, basta apreciar o simples e admirar o que não te importaria muito, e nisso você encontrara algumas respostas para que tenha um sorriso novo e diferente
"Eu só quero que quando lembrarem de mim inevitavelmente lembrem de você, pois onde eu for você estara comigo, ao meu lado, dentro do meu coração e no brilho dos meus olhos"
21/09/12.
quando estou só e o silêncio a minha alma escuta a tua voz e sinto o teu calor junto a mim, logo percebo Senhor que não te afastas de mim... A gora paro e percebo, que foi eu Senhor que me afastei de ti.
Eu não sou muito bom em demonstrar sentimentos, mas quando eu gosto, eu gosto com intensidade. Aquele gostar de estar junto, de estar perto, de proteger e cuidar, mas, pra isso, precisa ser também recíproco.
Quando olho para o céu e vejo as centenas de estrelas, lembro de quando você falava que nosso amor era sem fim
O melhor a fazer quando você perdoa, é tentar esquecer. É difícil, mas lembrar é doloroso e pode torná-lo um ser amargo.
Antes, eu não prestava atenção nas mudanças de estação. Antes? Quando eu era pequena e as e as estações eram marcadas pelas brincadeiras, pelos desejos furiosos de brinquedos novos, pelas compras de roupas e de sapatos da moda, pelo espetáculo de dança na escola, pelos aniversários... Secundárias, dependentes de meus desejos, as estações não passavam de um pano de fundo em frente ao qual se destacava a coisa mais preciosa: euzinha. Criança só pensa em si. E eis que um dia o cenário toma vida própria, o universo passa a existir diante de seus olhos e despencam sobre sua cabeça todas as desgraças do mundo, desgraças que lhe oprimem o coração.Isso é o que deve ser crescer.
Caríssimo Neto Braga,
Nasci nos anos finais da década de 60, quando se exacerbava a importação de ídolos da música, da moda e até dos valores para nossa gente. Era chic ter calça Lee, ouvir Beatles e Rolling Stones, criar bandas com nome inglês, The Fevers, Blue Caps, marca USTOP. Sim! Começávamos a largar muito da bossa verde e amarela, passando a importar o que de fato devia nos importunar. Estávamos a permitir americanismos que, subliminarmente, manipulavam o sistema geral: capitalista dominador cujo Tio morava nos States... Mas também era chic parecer com eles!
Na roça, nossos heróis se mantinham igual, enfrentando secas, fomes, misérias, embora a superintendência do Desvio de Verba Pro-Nordeste, que por esse tempo, já mostrava suas barbichas, ou melhor, seus amplos bigodes, já maquiasse um pouco a realidade de nosso povo, mas que no fundo não passava de mais um coronel institucional a serviço de outros.
Tais heróis do campo, quando muito, ouviam o rádio de pilha e eram fotografados a preto e branco tal e qual a vida que levavam: “o preto no branco”, tudo às claras, a dura realidade, acostumados com a apregoação de um Deus que impunha estação severa de seca e flagelo sem fim, predestinados ao sofrer, mas que nunca desmereceram o solo que, com pés tão rachados quanto o local das pisaduras, numa cena telúrica inconfundível, compuseram as canções de suas vidas com garranchos, sol ardil, comida singela, viola ponteada como pingos ralos das chuvas miúdas do sertão, ajustadas ao piar dos pássaros.
Heróis sem o saber que continuavam a caminhada dos nossos lideres implacáveis do quilate de Antonio Conselheiro, dos beatos guerrilheiros, dos personagens asseverinados do engenheiro da poesia, João Cabral de Melo Neto, ou por outra, os retirantes das obras de Raquel de Queiroz, de Lins do Rego, outros seres ornados com as rimas de Moacir Laurentino, Cego Aderaldo, da coragem inata de Barbara de Alencar, de Jovita Feitosa, não nos forçando à evocação de mitos internacionais, embora ilustres como Luther King (americano), Mahatma Gandhi (indiano) ou até um deus olímpico para dar robustez ao caráter e nobreza dos nossos homens e mulheres, que, como já se pode ver, temos para exportar.
Não almejo chegar aos extremos do personagem ultrapatriota, “Major Quaresma”, de Lima Barreto, ao exortar um colega de trabalho que sonhava ir à Europa, dizendo-lhe: “Ingrato! Tens uma terra tão bela, tão rica, e queres visitar a dos outros!”
Creio que meu posicionamento não leve a desmerecer a valorização da cultura clássica, deixar de reconhecer o mérito de quem sabe o verdadeiro valor de ser exímio leitor, de amar os livros, o conhecimento, mas insisto, meu caro amigo Neto Braga, que se legitime o cerne da alma de marfim que todo sertanejo possui.
Com chave de ouro, para bem fechar uma página, vou de Patativa, renome internacional saído das brenhas do Assaré, que homenageia a natureza sertaneja, partido do seu eu coletivizado.
“ Eu sou de uma terra que o povo padece
Mas não esmorece e procura vencer.
Da terra querida, que a linda cabocla
De riso na boca zomba no sofrer
Não nego meu sangue, não nego meu nome
Olho para a fome, pergunto o que há?
Eu sou brasileiro, filho do Nordeste,
Sou cabra da Peste, sou do Ceará.”
(...) Eu te avisei; quando lhe disse que não aguentava mais, era verdade. Por mais que eu te ame, eu ainda tenho amor próprio.
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