25 anos
"" Te procurei em tantos lugares
Foram anos de busca e paixão
Fui nos montes e lá não estavas
Mas lá, a ti dedicava uma oração
Fui em frente ao mar
Mas lá também não te encontrava
Em minha solidão, apenas sonhava
Um dia olhei pro céu
E sem saber, imaginei
Terias virado estrela
Mas não, nenhuma tinha o brilho seu
E eu que tanto te amava
Aos poucos te guardava
Com chave secreta no coração
Veio a surpresa
Você apareceu, que beleza
E tudo quanto sonhei
Plantei e guardei de ti
Sumiu com tua indiferença
De sua presença,ficou somente a solidão
E a certeza que tudo que sonhei
Não valeu, sonhei sozinho,
Foi tudo em vão
Mas ainda que nada queiras, podes saber
Não te deixo ir do meu coração...""
Kairós! Sua vida não possa ser medida pelos anos
Lindos em cultivares de palavras flores
Entre tantas e boas que colocastes cores
Nada se compara ao teu poema
Súplicas de amor a quem com suas palavras...Se fez amor
A vida me ensinou aos dez anos, que eu deveria apenas viver
aos vinte anos ela provou que a realidade era bela e estava na melhor fase
aos trinta, que seria interessante sonhar, traçar planos
aos quarenta novamente a vida indica que viver deve ser prioridade
aos cinquenta ela mostra que os sonhos ainda podem se realizar
aos sessenta tudo que se quer é paz e viver um pouco mais
aos setenta entende-se perfeitamente o que é lucro, pois cada dia é um ganho
aos oitenta começa a provar que assim como aos dez anos de idade viver é a melhor coisa que existe, porém com aquela sensação de dever cumprido....
" Talvez se viva cem anos
ou apenas vinte e três
mas penso que arrastar o velho
não é coisa a se fazer
morrer começa a ser interessante
quando adiante
não se tem emoção
viver será sempre euforia
quando sem ironia
estiver apaixonado o coração...
+Q historiar
‘A presença dos povos originários no Brasil remonta a pelo menos 12 mil anos, mas alguns estudos indicam que pode ser de mais de 40 mil anos’. ‘Os primeiros povos da América se referem àqueles que viviam na América antes da chegada dos europeus’. ‘Em 2022 entre negros e brancos, no Brasil a proporção é quase 50 x 50, mas isso é autodeclaração’. No mundo as histórias se repetem, geração após geração e os donos dos espaços, como árvores com raízes, perdem para as que costumam não ter, as que chamamos de mais evoluídas. Ainda assim, se misturando, o que mais insistimos é nos separar.
Não tenho mais 8 anos, mas isso não significa que eu não tenha mais medos. Ainda tenho sim, mas não de xingamentos, caretas e do escuro, tenho medo dos elogios, sorrisos, e tudo que é claramente oposto do que demonstra ser.
Eu fui embora de casa, embora do meu relacionamento de 6 anos, que era quase perfeito, embora da família dele, que basicamente me adotou, embora da nossa gatinha, dos abraços que me abrigaram... Eu fui embora do mais próximo da estabilidade que já estive.
Eu me arrisquei e risquei o vidro intacto, rachando-o, para parecer mais comigo, para ainda sentir que sou eu por mim e que sempre serei sozinha, e joguei tudo para cima, como quem vira a mesa ou uma dose de tequila. Eu estou andando na estrada escura rumo ao infinito, ao incerto, ao acaso, ora cambaleando, ora cantando, e continuo viva.
Eu deixei todos sem palavras, troquei o certo pelo duvidoso, perdi o ar de tanto chorar, mas peguei minha vida nas costas e fui andando com o coração pesado e os pés cansados do passado, mas que há 6 anos se acostumaram a ser fixos e massageados.
Eu pichei um quadro do Picasso, rasurei uma obra-prima, um romance aclamado, dei um fim ao que seria um final feliz, e agora sou alguém que viveu o amor e não que o deixou escapar pelas mãos, mas que encheu as mãos e a alma e depois o jogou de volta nas correntezas do destino para ser inteiro antes de dar o que não tem.
Eu sinto frio ao dormir sozinha, sinto as mãos geladas sem as mãos dele nas minhas, sinto falta do sorriso dele aquecendo meu peito e daquele olhar de admiração que corava meu rosto quando me via arrumada, da sensação de me sentir linda ao acordar mesmo com a cara amassada e, ainda assim, sigo com a minha decisão de ser sozinha.
Quando se namora dos 15 aos 21 e vocês se casam, você desaprende a não ser amado e tudo depois disso é raso, como observar a superfície de um oceano e não mergulhar. Estar com outra pessoa quase soa errado, é como se você ainda pertencesse a ele, e você toma banhos demorados, como se pudessem te limpar dos toques sem paixão que ainda estão no seu corpo.
Quando se tem uma infância/adolescência complicada e aparece o príncipe encantado suprindo todas as suas necessidades, você se sente sortuda e se torna eternamente grata, você cria raízes e se vê florir, se enchendo de vida e transbordando sorrisos que nunca soube dar, aprende a ser feliz como nunca havia sido e, de repente, quando tudo está sereno há tanto tempo, vem o caos que habita em você e te afasta, te isola do mundo mágico, porque aquilo ali não é você, não é para você. Toda aquela realidade aparentemente plena é surreal e muitas vezes injusta, você se sente um estranho no ninho e não se encaixa mais, mas você continua tentando e tentando, e, de tanto fazer força, vai destruindo o que está em volta, aqueles que te fizeram tão bem, perde o encanto e já é hora de ir embora para não estragar a história. Dói e vai continuar doendo, mas você precisa ir.
É hora de começar um novo livro, aceitar que você não é um romance e aprender a ser autoajuda, mistério e superação, seu guia de bolso, sua Bíblia. Hora de aprender a ser sua casa, sua melhor amiga, sua família e sua própria fé, ser a mulher da sua vida, a autora da sua história e a personagem principal – um pouco mocinha e um pouco vilã. Hora de amadurecer, dentro do seu próprio tempo, sintonizar na estação do agora, errar, se decepcionar consigo mesma, se perdoar e voltar a sorrir. Hora de entender Nietzsche, tomar bastante café e, enfim, tornar-se o que é e, ainda assim, ser metamorfose, se desconstruindo e reconstruindo quantas vezes forem necessárias até se tornar a melhor versão de si mesma.
"Um dia depois de cem anos, quando o tempo estiver o suficiente bom, espero poder te dizer que foi o meu primeiro amor".
Existe pessoas que conseguem sustentar uma mentira por anos, mais a mentira é cansativa e companheira da contradição, um dia todos saberá quem você realmente é.
Depois dos 20 anos
Não tem como a gente
Ficar na coitadolândea não,
Engole o choro
E vai fazer seus corres.
As vezes eu queria dormir e acordar com uns 35 anos, ligar meu computador e assistir um filme sobre o que eu fiz da minha vida, o que eu conquistei e como eu estou vivendo... ai então sair do quarto e continuar vivendo a vida... seria fácil e comodo, mas eu não viveria as emoções: não sentiria uma dor de parto, não saberia a emoção que é um casamento, a felicidade de reencontrar os amigos e estar de volta, não saberia como é doce o perdão depois de uma discussão, viveria sem realidade! Seria ótimo, mas eu perderia todas as emoções... e isso, não vale a pena!
Vivo em busca de emoções, coisas novas, sensações que me deixem saudavel sempre... seria impossível viver sem todas essas coisas... Eu nunca saberia quem decidiu por mim, como foi feita aquela escolha e por que eu cheguei onde cheguei: vida sem lembranças, tristeza de viver!
Poderia ser fácil, mas pagaria um preço muito algo por isso. Um preço que muitas vezes nem vale a pena, um preço que acabaria com as alegrias, um preço que não tem nada de bom, um preço que poderia destruir a vida! Eu não pagaria por ele...
Você pagaria???
Em diversos temas sobre as belezas da vida,
a criança de 4 anos adiciona sempre o mesmo.
Então utiliza-se pedagogicamente esse mesmo, para contar das belezas da vida.
Trabalho com o universo feminino há alguns anos
E tenho prestado atenção nas atitudes de algumas mulheres.
Defendo as mulheres com punho de ferro, mas as que tem integridade e são vitimas de um machismo inexorável
Tenho visto muita atrito no meio de nós mulheres e isso é muito lamentável
Mulheres que não conseguem ver a felicidade da outra, tanto profissionalmente como em relacionamentos amorosos. Esses dois fatores são os que mais instigam a rivalidade entre as mulheres.
Essa rivalidade é algo tão enraizado, que não se nota (amigas, familiares, colegas). Sinto que estamos perdendo tempo em alimentar esse tipo de sentimento, sendo que, juntas, somos mais fortes. O que ocorre, na prática, é que nós mesmas nos boicotamos.
Narro um fato que ocorreu em uma reunião em que eu estava com algumas integrantes de um certo grupo
Falavamos em relacionamentos exemplos e no meio da conversa foi citado um casal, e todas concordaram que eles eram perfeitos em tudo.
Rapidamente uma das integrantes foi vasculhar o casal nas redes sociais, ela vendo tudo aquilo encheu-se os olhos e esbravejou: Nossa eu quero ter um homem assim!
Esse homem é perfeito
Não demorou muito ela pediu solicitação do homem e começou a disparar curtidas e reações nas fotos dele
Eu já o conhecia e sabia que ele não cederia aqueles elogios (homem de cárater e outro nível né meninas)
Na semana próxima tivemos outra reunião e ela relatou, nossa esse cara é gay não deu nenhuma moral pra mim
Chamei a atenção dela e naquele dia ela aprendeu uma lição
O que aprendemos é que não é o gênero aqui que retrata o mal-caratér, aqui é o próprio indivíduo que trás no traço de personalidade a “maldade essencial”.
Não é o Homem que é mal e a mulher coitadinha
Assim como tem mulheres íntegras, há homens tbm
Assim como tem mulheres de má indoles, há homens tbm
O que ressalto aqui é que devemos pensar num futuro próximo. Quais serão as consequências da minha escolha? porque para cada ação existe uma reação
Quem planta colhe e essa é a unica certeza que temos
E se fosse comigo? Já tentou se colocar na vida do outro?
Se todos pensassemos assim, não teríamos um mundo tão mesquinho, rivalista e egoísta
Viveriamos mais felizes!!!
Um beijo no 💓 e um ótimo findi
Texto by Raquel M. Sutel
Converso com mulheres com idades diferenciadas
Assim como as de 15/20 anos procuram conselhos, tem as de 40/50 e até 60 anos que vem até mim para desabafar (as vezes me sinto constrangida pois era eu quem devia estar pedindo conselhos)
Mas enfim, o foco do post de hoje são as mais experientes, a maioria hoje sofrem com síndromes, ansiedade e depressão, raríssimas são as que vivem de bem consigo mesmo.
Pergunto a elas, o que elas fizeram no passado que elas não fariam agora no presente? E as respostas são quase todas unânimes.
Teria me cuidado mais, teria me dado mais valor, teria investido mais em mim, teria procurado minha independência. Hoje a maioria doente e frustrada por terem feito a escolha errada, a famosa profissão "do lar."
Umas dessas me relatou: Vivi pra família, marido filhos, dei meu meu melhor, me sacrifiquei, hj vivo sozinha, filhos casaram e o marido me trocou por uma de 25 anos mais nova, achei que viveríamos pra sempre juntos.
Choro dia e noite, não vejo um futuro pra mim, não tenho profissão, estudos, e sofro com enfermidades decorrentes a trabalhar em casa por esforços físicos.
E qual o alerta de Hoje? Não estou aqui para fazer dissensões entre casais (homens já me procuram pra falar isso) estou aqui pra alertar você mulher de 20/30 anos. Se teu sonho for casar e ter filhos, faça isso, case, ame seu parceiro, tenha sonhos e projetos com ele. Mas nunca esqueça de você, sonhe seus sonhos também, faça por você também, trabalhe, estude, tenha sua independência
A responsabilidade do lar não é só sua, não acumule tarefas, tire um dia pra você, vai no salão ficar linda, se sentir poderosa, vai na academia, aah mais não tenho dinheiro, faça caminhadas! Seu sonho e se formar? Estude! Mas não tenho tempo, faça EAD, tire 2 horas do seu dia pra isso.
Mulher não é só o apoio do marido, dos filhos ou da família, mulher também sonha, luta e concretiza.
Faça isso agora, para que no futuro você mulher que tem 20 anos hoje, não seja uma mulher "cinquentona" com depressão, em cima de uma cama frustrada dependente de remédios.
E você mulher que está nessa fase dos cinquenta e está depressiva, reaja, viva a vida, ainda dá tempo
Não acabou pra você, há um mundo cheio de coisas novas pra você desbravar, vai lá e conquiste o que você tanto almeja.
Nunca é tarde demais pra realizar sonhos!
Nesses anos pandêmicos, muitos escolheram esse caminho, se vitimizar, se entregar e desistir.
Eu segui na contramão, muito estavam vindo e eu estava indo sozinha e sem apoio, mas eu sabia que meu resultado não seria o mesmo que o deles, queria fazer a diferença.
O NÃO eu já tinha, então fui em busca do SIM
Hoje brindo a evolução, a superação e a realização de um sonho.
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