Zen Budismo
O budismo ensina que a alegria e a felicidade surgem do desapego. Por favor, sente-se e faça um inventário da sua vida. Há coisas em que você está se apoiando que realmente não são úteis e privam você de sua liberdade. Encontre a coragem para deixá-las ir.
As sete verdades do bambu
Depois de uma grande tempestade, o menino que estava passando férias na casa do seu avô, o chamou para a varanda e falou: Vovô, corre aqui!
Me explica como esta figueira, árvore frondosa e imensa, que precisava de quatro homens para abraçar seu tronco se quebrou, caiu com vento e com chuva, e…
…este bambu tão fraco continua de pé ? Filho, o bambu permanece em pé porque teve a humildade de se curvar na hora da tempestade. A figueira quis enfrentar o vento. O bambu nos ensina sete coisas. Se você tiver a grandeza e a humildade dele, vai experimentar o triunfo da paz em seu coração.
A primeira verdade que o bambu nos ensina, e a mais importante, é a humildade diante dos problemas, das dificuldades. Eu não me curvo diante do problema e da dificuldade, mas diante daquele, o único, o princípio da paz, aquele que me chama, que é o Senhor.
Segunda verdade: o bambu cria raízes profundas. É muito difícil arrancar um bambu, pois o que ele tem para cima ele tem para baixo também. Você precisa aprofundar a cada dia suas raízes em Deus na oração.
Terceira verdade: Você já viu um pé de bambu sòzinho? Apenas quando é novo, mas antes de crescer ele permite que nasça outros a seu lado (como no cooperativismo). Sabe que vai precisar deles. Eles estão sempre grudados uns nos outros, tanto que de longe parecem com uma árvore. Às vezes tentamos arrancar um bambu lá de dentro, cortamos e não conseguimos. Os animais mais frágeis vivem em bandos, para que desse modo se livrem dos predadores.
A quarta verdade que o bambu nos ensina é não criar galhos. Como tem a meta no alto e vive em moita, comunidade, o bambu não se permite criar galhos. Nós perdemos muito tempo na vida tentando proteger nossos galhos, coisas insignificantes que damos um valor inestimável. Para ganhar, é preciso perder tudo aquilo que nos impede de subirmos suavemente.
A quinta verdade é que o bambu é cheio de “nós” ( e não de eu’s ). Como ele é ôco, sabe que se crescesse sem nós seria muito fraco. Os nós são os problemas e as dificuldades que superamos. Os nós são as pessoas que nos ajudam, aqueles que estão próximos e acabam sendo força nos momentos difíceis. Não devemos pedir a Deus que nos afaste dos problemas e dos sofrimentos. Eles são nossos melhores professores, se soubermos aprender com eles.
A sexta verdade é que o bambu é ôco, vazio de si mesmo. Enquanto não nos esvaziarmos de tudo aquilo que nos preenche, que rouba nosso tempo, que tira nossa paz, não seremos felizes. Ser ôco significa estar pronto para ser cheio do Espírito Santo.
Por fim, a sétima lição que o bambu nos dá é : ele só cresce para o alto. Ele busca as coisas do Alto. Essa é a sua meta.
Preceitos
1. Aceite tudo como é.
2. Não procure o prazer físico para seu próprio partido.
3. Em nenhuma circunstância, dependa de um sentimento parcial.
4. Considere a si mesmo com leveza; considere o mundo com profundidade.
5. Durante a sua vida, evite o desejo, até o próprio desejo de nada desejar.
6. Não lamente o que fez.
7. Não tenha inveja.
8. Não se deixe entristecer por uma separação.
9. Ressentimento e reclamação são inadequados tanto para si como para os outros.
10. Não se deixe guiar pelos sentimentos de luxúria ou amor.
11. Em todas as coisas, não tenha preferências.
12. Seja indiferente ao local onde reside.
13. Não persiga o gosto da boa comida.
14. Não carregue bens que já não necessita.
15. Não aja de acordo com as crenças habituais.
16. Não colecione ou pratique com armas para além do necessário.
17. Não tenha receio da morte.
18. Não tenha a intenção de possuir objetos ou um feudo na velhice.
19. Respeite Buda e os deuses sem contar com o seu auxílio.
20. Ainda que abandone sua vida, preserve a sua honra.
21. Nunca se afaste do Caminho.
Você não sofre porque as coisas são impermanentes. Você sofre porque as coisas são impermanentes e você acha que elas são permanentes.
Sou índio, sou africano, sou europeu
Sou budista, sou cristão, sou judeu
Sou amarelo, sou branco, sou negro
Sou mistura do mundo, com prazer sou brasileiro.
Não é por ser evangélico que você é melhor que o umbandista, ou budista ou espírita ou vice e versa; a bondade não está em sua religião, ela está em seu coração.
Durante nossa vida, aprendemos a valorizar coisas que nao sao fundamentais.
Materialismo, budismo, poder, status, e coisas desse tipo sao o que importam na nossa sociedade.
Por isso, queremos convoca-lo pra uma revolucao:
Vamos renovar a especie humana!
Vamos investir na alma, resgatar nao soh a natureza, mas o natural.
Vamos vender mais paz!
Nao filtrar as emocoes, esqualecer a inveja, contabilizar as boas relacoes!
Reciclar as relacoes ruins, reatar as velhas amizades!
Equipe o prazer, trabalhe a perseveranca, venca o cansaco!
Faca a diferenca sem precisar de propaganda.
Resolva tudo sem alarde.
Use o marketing da sinceridade, e cobre profissionalismo de todos. Inclusive daqueles que vc elegeu!
Vamos maximizar a energia.
Preservar os recursos. Tratar a agua, pois ela eh nossa fonte de vida!
E como o ar, que tbem eh meio de vida, vamos ser... Transparentes!
Renove o estoque de sorrisos.
Canalize os bons pensamentos.
Use o marketing do amor... Abrace mais.
Beije seus amores, relembre o quanto os ama.
E com a mesma forca, diga nao: Ao racismo, a intolerancia, a discriminacao.
Seja saudavel, inclusive nas atitudes!
De bons exemplos.
Diga a verdade, principalmente as criancas, pra que elas crescam sabendo acreditar.
Crie seus filhos como cidadaos do mundo!
Cultive DEUS!!!!
E viva... Na razao da emocao, lutando por uma felicidade plena, por um futuro melhor!
E agradeca sempre, por estar nesse mundo!
Eles (budistas) falam muito em compaixão e da realização acerca da vida, da morte, da permanência. Eu me lembro sentado lá e o momento em que vi isso: em que vi a beleza da vida.
(Princípios Budistas)
Contentamento e generosidade
Precisamos cultivar o contentamento com o que temos.
Nós não precisamos de muito.
Quando sabemos isso, a mente se aquieta.
Cultivemos a generosidade.
Tiremos prazer de dar.
Aprendamos a viver de uma maneira mais leve.
Desta forma podemos começar a transformar o que é negativo em positivo.
É assim que começamos a crescer.
Jetsunma Tenzin Palmo
Muitos dos rituais e exercícios do Budismo ajudam as pessoas a terem disciplina, e disciplina é uma coisa fundamental na vida de todo o ser humano.
"Sem platonismos, nem zen-budismos:
quero que pinte o amor Bethânia, dançar de rosto colado,
pegar na mão à meia-luz,
desenhar com a ponta dos dedos cada um dos teus traços,
ficar de olho molhado só de te ver, de repente e, se for preciso,
também virar a mesa, dar tapa na cara,
escândalo na esquina,
encher a cara de gim,
te expulsar de casa e te pedir pra voltar.
Ando tomado por emoções-Behtânia.
Essas que estão morrendo à míngua,
porque não é moderno ter emoções.
Não é in sentir amor, envolver-se.
Ficou out dizer coisas como
"quero ficar com você e é tão fundo que eu posso dizer que o fim do mundo não vai chegar mais"
ou
"quando os caminhos se separam; não tem razão que dê mais jeito"
ou
"é tão difícil ficar sem você; o teu amor é gostoso demais".
É burro cantar coisas que eu, tu, ele, nós sentimos?
É brega ter desejos e carências e dores e suspiros assim, de gente?
Sentir não é brega. Ao contrário: não existe nada mais chique.
Emocione-se e seja o rei da sua insensatez.
Bem, é só. Aceite um milhão de beijos. Abraços em todos daí."
Eu ‘parti’ como cristão, ‘encontrei a mim mesmo como hindu, e ‘retornei’ como budista, sem nunca ter deixado de ser cristão!
Budismo e Anarquismo
"Budismo é anarquismo, no fim das contas, porque anarquismo é amor, confiança, desapego do próprio ego e todas aquelas virtudes budistas, incluindo a total falta de imposição sobre os
outros". - Robert Aitken Roshi
Além de ser cristão, eu preciso ser um hindu, um budista, jainista, zoroastrista, sikh, muçulmano e judeu. Só assim poderei conhecer a Verdade e encontrar o ponto de reconciliação em todas as religiões.
Leio histórias e parábolas budistas.
TALVEZ.
Uma fala de um fazendeiro que acorda e descobre que seu cavalo fugiu.
Os vizinhos vêm e dizem:
-Que pena. Que azar terrível!
O fazendeiro responde:
-Talvez.
No dia seguinte, o cavalo retorna com mais alguns cavalos. Os vizinhos dão os parabéns ao fazendeiro pela mudança na sorte.
-Talvez - diz o fazendeiro.
Quando seu filho tenta montar um dos cavalos novos, quebra a perna, e os vizinhos se condoem.
-Talvez - diz o fazendeiro.
E no dia seguinte, quando autoridades vêm alistar o filho - e não o levam por causa da perna quebrada - Todo mundo fica feliz.
-Talvez - diz o vizinho.
Já ouvi histórias assim antes. São lindas em sua simplicidade e entrega ao Universo. Imagino se eu poderia me apegar a algo de tamanho desapego. Não sei. Talvez.
O que há de comum entre o pensamento judaico-cristão e o pensamento zen-budista é a consciência de que preciso abdicar da minha 'vontade' (no sentido do meu desejo de forçar, dirigir, estrangular o mundo fora de mim e dentro de mim) a fim de ser completamente aberto, receptivo, desperto, vivo. Na terminologia de Zen chama-se a isto, frequentemente, de 'esvaziar-se' - o que não tem nenhum significado negativo, mas de receptividade para receber. Na terminologia cristã isto se denomina, amiúde, 'anular-se e aceitar a vontade de Deus' (...) [Mas numa interpretação paternalista da fé cristã, também muito explorada pelas tiranias laicas do século XX, que jogam com o nosso 'medo à liberdade' que Fromm estudou num de seus clássicos de psicanálise política] em lugar de tomar suas decisões, o homem as deixa a cargo de um pai onisciente e onipotente, que vela por ele e sabe o que lhe convém. Claro está que, nessa experiência, o homem não se torna aberto e receptivo, senão obediente e submisso. A obediência à vontade de Deus se processa melhor quando inexiste o conceito de Deus. Paradoxalmente, obedeço realmente à vontade de Deus quando dele me esqueço. O conceito do vazio Zen implica o verdadeiro significado da renúncia à própria vontade, sem, todavia, o perigo de regressar ao conceito idólatra de um pai ajudador.
Erich Fromm, "Psicanálise e Zen-Budismo"
Entender a impermanência das coisas é um princípio budista, ele nos liberta do apego e da aversão, pois nada é fixo e nos faz seguir com mais sabedoria.
Na minha humilde opinião o Budismo Religioso pode ser tão nocivo e manipulador quanto qualquer outra Religião ou Seita, mas deve-se saber diferenciar o Budismo Religioso do Budismo Filosófico, ao qual fazem parte inclusive ateus, agnósticos, ao qual não se faz necessário misticismos do tipo que abre espaço para manipuladores, hierarquias autoritárias, e dogmas, como em qualquer outra instituição religiosa. Portanto eu ignoro o Budismo Religioso com suas hierarquias e misticismos e sigo com Budismo Filosófico não-teísta.
Viver o Budismo e a Meditação como filosofia, de forma cética (sem misticismos) é libertador e evolutivo socialmente, eu vivo com esse pensamento, pois pra mim, espiritualidade é algo muito pessoal, totalmente singular, uma viagem particular no PROCESSO DE AUTOCONHECIMENTO, que deve ir além da autocrítica, buscando sempre a TERNURA em seus atos e a COMPAIXÃO pelo sofrimento alheio.
Já no Budismo Filosófico, que em tradução "Buda Filosófico" significa algo como "O despertar com amor pela sabedoria", é uma caminhada voltada pro autoconhecimento, sem necessidade de formação de grupos ou instituições, podendo ser algo individual com foco na meditação e no equilíbrio do caminho do meio. Saiba diferenciá-los o 'Budismo filosófico' do 'religioso'.
O Budismo em sua raiz foi não-teísta, como sempre enfatizado por Siddhartha Gautama (o buda raiz), ele mesmo dizia que não era um deus e que a capacidade de se tornar um buda (ou seja, iluminar-se) pertencia ao ser humano. #VósSoisBuda
“Todas as religiões do mundo (Cristianismo, Islamismo, Budismo, Hinduísmo e Espiritismo) têm um entendimento em comum: o Ego deve ser contido para desenvolvimento da religiosidade e da espiritualidade.”
